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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
209 questões encontradas
Texto associado
De acordo com Vitoriano (2017), a respeito das relações entre Arquivologia e Gestão da Informação no Brasil, analise as afirmativas a seguir: I. A gestão da informação é apresentada acessoriamente à gestão documental. II. No Brasil, a arquivologia ainda não conseguiu desenvolver um aporte teórico de aproximação com a CI no que se refere às temáticas de gestão da informação. III. Há uma grande prevalência de pesquisas de gestão da informação na arquivologia.
Assinale
Neologismo não é bom nem mau, ele faz parte do jogo. Sempre que uma língua tem necessidade, ela cria palavras, ou copia, ou adapta. (...) uma língua está ligada à ideia de um país, logo está ligada a algo que tem a ver com autonomia (e com submissão, no caminho oposto). Daí essa onda de perguntar, com alguma razão sociológica e política, se cabe um país copiar de outro uma palavra, ou adaptar, como se houvesse um pequeno crime de lesa-pátria. Na minha opinião, em regra não há isso. Outro lado do debate tem a ver com o Brasil, com o jeito como a questão da língua culta é tratada aqui. Ao longo do tempo, mais especialmente da República para cá, forjou-se e perpetuou-se a ideia de que só uns poucos sabem usar a língua, e o povo é inepto, ou burro, ou algo pelo estilo. (...) É como se a gente tacitamente aceitasse a ideia de que alguns podem usar as palavras como queiram, porque têm autoridade (o Rui Barbosa e o professor de Português, especialmente o mais conservador, que dá aos desinformados a impressão de que sabe mais a língua do que os demais), e os outros têm que se cuidar. Especialmente se os tais outros quiserem inventar palavras. Minha posição de princípio, sujeita a debate em casos excepcionais: o povo tem todo o direito do mundo de inventar o que quiser, incluindo as palavras. Se elas funcionarem, elas vão entrar na corrente sanguínea da cultura, e se não, não. (Luís Augusto Fischer. Disponível em: www.neoque.hpg.ig.com.br/neoque.html.) Pode-se afirmar que a expressão utilizada pelo autor em “Neologismo não é bom nem mau, ele faz parte do jogo.” expressa
Texto associado
1 Que minhas primeiras palavras diante deste Parlamento Mundial sejam de confiança na capacidade humana de vencer desafios e evoluir 4 para formas superiores de convivência no interior das nações e no plano internacional. Em nome do povo brasileiro, reafirmo nossa crença 7 nas Nações Unidas. Seu papel na promoção da paz e da justiça permanece insubstituível. Rendo homenagem ao Secretário-Geral, Kofi Annan, por sua liderança na defesa 10 de um mundo irmanado pelo respeito ao direito internacional e pela solidariedade entre as nações. O aperfeiçoamento do sistema multilateral é a 13 contraparte necessária do convívio democrático no interior das nações. Toda nação comprometida com a democracia, no plano interno, deve zelar para que, também no plano 16 externo, os processos decisórios sejam transparentes, legítimos, representativos. Luiz Inácio Lula da Silva. Fragmento de discurso na abertura da 58.a Assembléia Geral da ONU. Nova Iorque, 23/9/2003 (com adaptações).
A respeito das idéias e estruturas do texto acima e considerando aspectos atuais da política externa brasileira, julgue os itens seguintes. Textualmente, o emprego do pronome possessivo “nossa” (l.6) remete à crença dos países-membros das Nações Unidas.
Texto associado
De acordo com Fod (2001), “a microfilmagem para preservação possui algumas características e benefícios únicos que a distinguem dos muitos tipos de filmagem de fontes documentais definidas nas normas técnicas nacionais. O proposito primário da microfilmagem para preservação é proporcionar substituição para materiais escritos ou impressos sobre papel de baixa qualidade, mais provavelmente que já tenham se tornado quebradiços, de forma que os conteúdos continuarão, para sempre, disponíveis à comunidade de estudiosos e de pesquisa.”
A esse respeito, o que distingue a microfilmagem para preservação como um subconjunto especial da microfilmagem de fontes documentais é o(a)
Os autores Peter Drucker e Warren Blank afirmam que podemos entender melhor os líderes se focalizarmos menos seus traços e mais o relacionamento entre eles e seus seguidores. Segundo eles, o que os líderes têm em comum é ter seguidores voluntários; não líderes não têm seguidores. Quando se foca o relacionamento como o ponto mais importante da relação entre líderes e seguidores, encontramos o que Warren Blank resume em nove leis da liderança. A seguir estão listadas as mais importantes, à exceção de uma . Assinale-a.
Texto associado
Por que o legado do sábio chinês Confúcio atravessou milênios Pensador desenvolveu uma filosofia política que refletia seu horror ante a guerra constante que o rodeava. Ao longo dos séculos, o pensamento chinês tem sido o produto de uma variedade de influências, entre elas o budismo, o taoísmo e o marxismo. No entanto, uma tradição esteve acima de todas no pensamento chinês por mais de dois milênios: as ideias do pensador Confúcio (551 a.C. a 479 a.C.). Embora ele tenha chegado a simbolizar a filosofia chinesa, não teve muito sucesso em vida. Ele viveu durante uma época em que a China que conhecemos hoje era um mosaico de pequenos reinos rivais. Confúcio desenvolveu uma filosofia política que refletia seu horror ante a guerra constante que o rodeava. Ele vagou de reino em reino tentando persuadir os governantes a seguir seus ensinamentos, mas nunca conseguiu nada além de um cargo público de baixo escalão. No entanto, conseguiu um grupo de seguidores dedicados, que transmitiu seus ensinamentos às gerações seguintes. Apenas centenas de anos depois, durante a dinastia Han (206 a.C. a 220 d.C.), o confucionismo, um sistema ético de comportamento e governo, tornou-se o norte que definiria a cultura chinesa nos dois milênios seguintes. O confucionismo não é uma religião como tal. Ainda que Confúcio não negasse a existência de um mundo espiritual, ele afirmou que era mais importante se concentrar neste mundo enquanto se estava nele. Refletindo seu desgosto pela guerra, ele declarou que a ordem era um requisito fundamental na sociedade. Sustentar essa ordem era acreditar na importância das relações hierárquicas. Os súditos tinham de obedecer a seus governantes, filhos a seus pais e esposas, a seus maridos. No entanto, Confúcio não queria que essa ordem fosse imposta pela força. Ele achava que a sociedade deveria ser harmoniosa e as pessoas deveriam ser encorajadas em seu "autodesenvolvimento" para que pudessem aproveitar ao máximo sua posição. Segundo o pensamento de Confúcio, o estado moral de alguém não dependia de sua posição social. Era possível, e de fato bastante provável, que houvesse bons camponeses ao mesmo tempo que um governante poderia ser perverso ou um aristocrata, cruel. O pensamento confucionista também se diferenciava do pensamento moderno, na medida em que glorificava o passado e defendia a veneração da velhice. "Eu sigo o Zhou", disse Confúcio, referindo-se à antiga dinastia que foi considerada uma "idade de ouro" perdida por gerações de governantes chineses. No centro do confucionismo há um contrato social: os governados deviam lealdade aos governantes, mas os governantes que não se importavam com o bem-estar do povo perderiam o "mandato do céu" e poderiam ser justamente derrubados. Confúcio nunca deu aos governantes uma licença para a opressão. Ao participar do "li" (que é frequentemente traduzido como "ritual", mas na verdade significa algo como "comportamento apropriado"), os humanos provaram ser civilizados, independentemente de sua origem, e podiam aspirar a se tornar "junzi" ("pessoas de integridade") ou mesmo "sheng" ("sábios"). Para isso, a educação era fundamental. O pensamento confucionista mudou imensamente com o tempo. O próprio Confúcio provavelmente não teria reconhecido a maneira como suas ideias foram adaptadas por governantes posteriores. Apesar da ênfase na ética e na harmonia como a melhor maneira de governar um país, os governantes chineses também garantiram o monopólio do uso da força. Confúcio desaprovava a busca do lucro como um fim em si, mas da dinastia Song (960 d.C. a 1279 d.C.) em diante, a China viveu uma revolução comercial, e no final do período imperial (1368 d.C. a 1912 d.C.) até a ideologia oficial rendeu-se à lógica do lucro. O confucionismo não foi um conjunto monolítico de ideias por mais de 2.500 anos. No entanto, seus princípios básicos sustentaram o que significava ser chinês até meados do século 19. A chegada de influências ocidentais, na forma de comerciantes de ópio e missionários, deu uma sacudida indesejada ao velho mundo do pensamento confucionista. O pensamento moderno deixou sequelas profundas. O impacto do nacionalismo e do comunismo, e seu amor inerente pela novidade e pelo progresso, em vez da reverência por uma era de ouro do passado, destruíram muitas das certezas do antigo mundo confucionista. No entanto, essas ideias não desapareceram completamente. Na China contemporânea, o governo, que não está mais tão ligado à ideologia de Mao Tse-tung, está buscando a tradição chinesa para encontrar um núcleo moral para o século 21. O "professor número um", Confúcio, está novamente nos programas escolares. Os valores de ordem, hierarquia e obrigação mútua permanecem tão atraentes no século 21 quanto no século 5 a.C. (Rana Mitter. Revista BBC History. 31/12/2018, com adaptações)
Assinale a alternativa em que o termo indicado não exerça função sintática idêntica à de Confúcio (linha 4).
Texto associado
Um sistema de segurança da informação eficiente se baseia em princípios ou características que norteiam seus processos. Segundo a Norma ABNT NBR ISO/IEC 27002, os princípios seriam: confidencialidade, integridade e disponibilidade. A confidencialidade garante que as informações sejam acessíveis somente a pessoas que possuam permissão para acesso na instituição; a integridade proporciona a proteção das informações contra modificações, adulterações ou fraudes; e a disponibilidade assegura que os usuários autorizados tenham acesso às informações, quando requisitadas, e elas se mantenham protegidas e não se tornem indisponíveis.