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Nas instituições em que os documentos recebem números à medida que chegam, utiliza-se o chamado sistema indireto, em que
o secretário é obrigado a

A adquirir pastas A-Z para guardar os papéis.
B enviar para o protocolo a lista de correspondentes habituais.
C recomeçar, a cada mês, a numeração.
D elaborar índices para acessar a documentação.
E aplicar visores e janelas às fichas numéricas.

O Sistema Tributário Nacional disciplinado pela Constituição Federal contempla diversas exações, sendo que, algumas delas, recebem a denominação de “contribuições”. De acordo com a atribuição de competências expressa no texto constitucional, as contribuições

A de melhoria, decorrentes de obras realizadas no território da pessoa jurídica de direito público, podem ser instituídas por essa pessoa jurídica e, de acordo com o Código Tributário Nacional, desde que essas obras acarretem o incremento organizado do processo de urbanização da região em que a obra venha a ser realizada.
B especiais para a modernização dos órgãos estaduais de segurança podem ser instituídas pelos Estados e pelo Distrito Federal.
C para o custeio dos regimes previdenciários estatutários próprios da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, em benefício dos servidores titulares de cargos efetivos dessas pessoas jurídicas de direito público, podem ser por elas instituídas.
D extraordinárias para o reforço da segurança das fronteiras, podem ser instituídas exclusivamente pela União, na iminência ou no caso de guerra externa, sem prejuízo da instituição dos impostos extraordinários constitucionalmente previstos.
E para o custeio do serviço de iluminação pública, na forma das respectivas leis, podem ser instituídas pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios.
Texto associado
Atenção : Leia a fábula “O leão, a raposa e a corça”, do escritor grego Esopo, para responder às questões de números 7 a 12.

Um leão, que jazia doente em uma caverna, disse à estimada raposa, com quem mantinha convívio: “Se você me quer vivo e saudável, ludibrie com palavras a maior corça que vive na floresta, faça com que ela venha às minhas mãos, pois ela tem um coração e entranhas que despertam o meu apetite”. A raposa se foi e, ao encontrar a corça a saltitar na floresta, saudou-a efusivamente e, em seguida, lhe disse: “Vim trazer boas novas! Você sabe que o leão, nosso rei, é meu vizinho. Ele está doente, moribundo, e se pôs a considerar sobre qual dos animais iria sucedê-lo. O javali é sem juízo”, afirmava ele, “o urso, balofo, a pantera, ranzinza, o tigre, fanfarrão. A corça é a mais digna da realeza, porque tem porte altivo, vida longa e um chifre que intimida as serpentes. Bom, mais delongas para quê? Por decisão dele, você assumirá o reinado! E eu, que recompensa vou ganhar por ter-lhe dado essa notícia em primeira mão? Vamos, prometa-me alguma coisa. Estou com pressa, não vá ele sentir a minha falta! Ele me tem como conselheira para tudo. Se você quer ouvir a mim, sou velha, meu conselho é que você venha também e aguarde junto do moribundo”. Assim disse a raposa. Com essas palavras, a corça ficou toda cheia de si e foi à caverna, ignorando o que ia acontecer.
O leão, então, lançou impetuoso suas garras sobre ela, dilacerando-lhe somente as orelhas, pois a corça tratou de fugir rapidamente para a floresta. Enquanto a raposa dava murros porque havia feito esforços em vão, o leão gemia, entre fortes rugidos, pois a fome e o desgosto o dominavam. Então ele suplicou à raposa que fizesse uma segunda tentativa para trazer a corça novamente, por meio de um ardil. “A tarefa que você me atribuiu é difícil e penosa. Contudo, vou lhe dar esse apoio”, disse a raposa. Assim, como um cão farejador, saiu à procura da corça e foi tramando trapaças rumo à floresta, seguindo a indicação de uns pastores, a quem ela perguntou se tinham visto uma corça sangrando.
A raposa a encontrou esbaforida e parou diante dela com a maior cara de pau. Indignada, a corça arrepiou o pelo e disse: “Nunca mais você me pega, sua peste! E se chegar perto de mim, não sairá viva! Vá raposinhar com outros, inexperientes, estimulando-os a se tornarem reis!” A raposa rebateu: “Você é tão frágil e covarde assim, que desconfia de nós, seus amigos? O leão, quando agarrou sua orelha, ia dar conselhos e recomendações a respeito desse cargo tão importante, porque ele está morrendo! E você não tolerou nem mesmo um arranhão da pata de um enfermo! Agora a indignação dele é muito maior que a sua, e ele pretende tornar rei o lobo. Ai de mim, um senhor malvado! Mas venha, não se deixe sugestionar por nada, comporte-se como um cordeiro. Juro por todas as folhas e fontes que não sofrerá nenhum mal da parte do leão. Quanto a mim, quero apenas o seu bem”.
Com tais ludíbrios, a raposa convenceu a medrosa a acompanhá-la uma segunda vez. E quando a corça adentrou a caverna, o leão agarrou a sua janta e se pôs a comer os ossos todos, o tutano e as entranhas. A raposa ficou parada, observando. Nisso cai o coração da corça e a raposa sorrateiramente o apanha e devora, como prêmio de seu empenho. E quando percebeu que o leão farejava todas as partes mas não achava o coração, ela, postada à distância, lhe disse: “A bem da verdade, essa fulana aí não tinha coração. Não adianta procurar! Que espécie de coração teria ela, que veio ter por duas vezes à morada e às mãos de um leão?”

(Esopo. Fábulas completas . Tradução de Maria Celeste Dezotti. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 309-311.)

Verifica-se o emprego de vírgula para indicar elipse do verbo no seguinte trecho:

A “O javali é sem juízo”, afirmava ele, “o urso, balofo”...
B Com essas palavras, a corça ficou toda cheia de si e foi à caverna, ignorando o que ia acontecer.
C Você sabe que o leão, nosso rei, é meu vizinho.
D “Contudo, vou lhe dar esse apoio”, disse a raposa.
E Mas venha, não se deixe sugestionar por nada, comporte-se como um cordeiro.

Ao compreender que a LDB (Lei n o 9.394/1996) apresenta uma “direção geral a seguir” na educação básica, temos que esta norma assegura aos sistemas de ensino da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios uma autonomia relativa para que possam organizar aquele nível de educação por meio

A de séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios.
B do estabelecimento da carga horária mínima anual para a educação infantil, os ensinos fundamental e ensino médio em função das particularidades econômicas e socioculturais regionais e locais.
C da adoção de medidas que garantam as funções reparadora e equalizadora da escolarização pelo oferecimento de cursos presenciais, semipresenciais, exames e de educação à distância.
D do enquadramento das instituições escolares em públicas e privadas − particulares e comunitárias, confessionais e filantrópicas.
E do oferecimento da educação regular, profissional e tecnológica, de modo a garantir nas diferentes etapas e modalidades de ensino, as dimensões do trabalho, da ciência e da tecnologia.

Segundo Ulpiano T. Bezerra de Meneses, nem a memória deve ser confundida com seus vetores e referências objetivas, nem
há como considerar que sua substância é redutível a um pacote de recordações, já previsto e acabado. Para o autor, a memória
deve, ao contrário, ser associada

A ao patrimônio cultural.
B a um conjunto de documentos.
C a uma construção social.
D aos objetos antigos de uma coleção.
E a um arquivo ou museu.

É correto afirmar que no tratamento acadêmico da aprendizagem organizacional tem centralidade as seguintes categorias analíticas:

A global-local-global, ação social, racionalidade, burocracia, aprender-mudar-aprender.
B mundialização, mobilidade espacial, lógica concorrencial, redes sociais/de ambientes, personagem social.
C teoria do conhecimento, clusters de colaboradores, trabalho-emprego, competência, autonomia.
D global-local, teoria do conhecimento, capital humano, circularidade, competência.
E globalização, economia do conhecimento, integração, mudança, competição e inovação.
Órgão: Câmara Legislativa do Distrito Federal Cargo: Consultor Técnico Legislativo - Pedagogo - Espanhol Prova: FCC - CLDF - Consultor Técnico Legislativo - Pedagogo - Espanhol - 2018

Quando se aplica uma visão de marketing ao trabalho interno de uma instituição arquivística, com foco nos funcionários e em
suas rotinas, trata-se de

A micromarketing.
B marketing comunitário.
C marketing de nicho.
D marketing de relacionamento.
E endomarketing.
Texto associado
Atenção : Leia o texto abaixo para responder às questões de 31 a 43.
Para assegurar a pertinência da dominação produtiva industrial, do modo de pensar e de fazer que a gera e que ela induz, é preciso fazer romper a alteridade em múltiplas facetas de exotismo. É preciso também fazer aparecer as sociedades ainda diferentes como caminhos sem saída, erros, ausências ou inacabados no curso de uma progressão histórica inelutável. Na melhor das hipóteses, poder-se-ia considerá-los como traços de fases anteriores na construção da cidade humana universal. As sociedades que a exploração descobre, tornam-se imagens fotográficas e depois cinematográficas suscetíveis de ser transportadas, editadas, montadas, referidas e, sobretudo, comentadas em relação a um espectador cuja centralidade e o caráter de referencialidade essencial não são postos em questão. Trata-se de tentativas de levantamentos sistemáticos de desvios e de etapas no que será a elaboração de uma humanidade alocada sob a chancela universal do darwinismo.
A melhora das condições técnicas da exploração do mundo (transporte e comunicação se aperfeiçoam com a máquina a vapor, a eletricidade e o telégrafo) fornecia a essas intenções meios cada vez mais performativos. O cinema completa a panóplia dos instrumentos para essa coleta generalizada, fundindo a ambição do olhar à objetividade pela supressão dos obstáculos do espaço e do tempo. A imagem animada capta o transitório da duração, supera a subjetividade do testemunho duvidoso dos viajantes de longa distância, suprime os desvios especiosos da memória: os momentos fugidios da vivência, as singularidades e as diferenças do Outro tornam-se transportáveis e, portanto, observáveis à vontade, como o obelisco de Luxor, as múmias do Egito ou os afrescos do Partenon.
A etnografia iniciada por Franz Boas, e que fará da pesquisa de campo seu “laboratório” indispensável, emergindo dos limbos da reflexão teórica e frequentemente ética sobre as origens e as etapas das sociedades humanas, se tornará, do mesmo modo, um instrumento dessa coleção de realidades do mundo e de uma “objetivação” no mesmo sentido do olhar. A apresentação de uma observação dinâmica e totalizante, a passagem “pelo campo” e, portanto, a experimentação, fazem do cinema e da etnografia irmãos gêmeos de um empreendimento comum de descoberta, de identificação, de apropriação e talvez de absorção e de assimilação do mundo e de suas histórias.
Ao extremo da distância/diferença constatada, nas regiões mais remotas, no seio das sociedades mais exóticas, se – isto é, este anônimo genérico e referencial que se considera o homem branco – identificavam, com um fervor receoso, primitivismos nos limites de um inquietante estado de natureza, canibalismos “selvagens” marcando aparentemente o que devia ser o salto qualitativo em direção à cultura ou antes em direção à Civilização com sua maiúscula. Com essas designações, essas estigmatizações fascinadas, o homem ocidental decerto mastigava, como em uma denegação analítica, sua própria bulimia, sua necessidade incessante de apropriação, de dominação, projetando finalmente no outro seu próprio desejo de consumo, de devoração...! A gravação por imagem e som, assim como o empreendimento de categorização etnográfica, contribuem para os mesmos efeitos: absorver a distância material do outro e reduzi-lo a imagem e a conceitos de que se alimentam meu olhar e minha mente
(Adaptado de: PIAULT, Marc. Antropologia e Cinema . São Paulo, Editora Unifesp, 2018)

Trata-se de tentativas de levantamentos sistemáticos de desvios e de etapas no que será a elaboração de uma humanidade alocada sob a chancela universal do darwinismo.
Levando em consideração o contexto, a frase acima

A esclarece todo o conteúdo do parágrafo, mostrando uma discordância de base entre a etnografia e a ciência da época.
B fornece o fundamento teórico que norteava a etnografia enquanto disciplina que não apenas refletia sobre o lugar do outro, mas também relativizava seu próprio lugar.
C estabelece um princípio geral de análise, o darwinismo, em que se pautava a etnografia, de maneira a tornar-se imparcial e não adotar nenhum ponto de vista como parâmetro.
D resume o parágrafo, situando a ideologia da época que norteava os procedimentos então adotados para justificá-la.
E mostra como a ideologia da época encarregava-se de estabelecer traços distintivos entre o homem e o mundo natural, que não teria alcançado o mesmo desenvolvimento.
Órgão: Câmara Legislativa do Distrito Federal Cargo: Consultor Técnico Legislativo - Área: Revisor de Texto - Inglês Prova: FCC - CLDF - Consultor Técnico Legislativo - Área: Revisor de Texto - Inglês - 2018

De acordo com as diretrizes aprovadas para sua implantação, os Repositórios Arquivísticos Digitais Confiáveis (RDC-Arq)

A estão alinhados com a Encoded Archival Description (EAD), que fixa os padrões de interoperabilidade adotados pelo
governo federal brasileiro.
B destinam-se exclusivamente aos integrantes do Sistema Nacional de Arquivos (SINAR), isto é, aos órgãos dos poderes
executivo, legislativo e judiciário federais.
C adotam o Metadata Encoding and Transmission Standard (METS) para a codificação de metadados descritivos, administrativos
e estruturais.
D devem se manter subordinados e dependentes das aplicações que com eles funcionam, de modo a permitir acesso
democrático a seus usuários imediatos.
E tornaram sem efeito o Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting (OAI-PMH), antes utilizado para coleta de
registros de metadados em repositórios digitais.

O total dos ingressos extraorçamentários evidenciado no Balanço Financeiro referente ao ano de 2017 foi, em reais,

A 11.900.000,00
B 500.000,00
C 6.700.000,00
D 6.200.000,00
E 12.400.000,00