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Se 16 máquinas produzem 7.056 metros de tecido em 18 dias, então, supondo que cada uma das máquinas produz a mesma quantidade de tecido por dia, o número de máquinas necessário para produzir 10.829 metros de tecido em 17 dias é

A 25
B 24
C 27
D 26
E 28

Atenção : Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. - Quer esse menininho para o senhor? Pode levar. Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição? - Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada… Podia ser que fizesse aquilo para o bem do menino, um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita. Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento: - Já tenho seis lá em casa, que mal faz inteirar sete? Moço, eu fico com ele. Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntar-lhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai. - Praquê fui dar esse menino? - interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, no vermelho da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse. A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância. E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá- -la por toda parte, ele anuncia: - Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser. (ANDRADE, Carlos Drummond de. “Caso de menino”. 70 historinhas . São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102) O narrador manifesta incerteza acerca dos eventos narrados em:

A Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita. (4º parágrafo)
B O pai se esquecera de perguntar-lhe o nome, ou preferia não saber. (7º parágrafo)
C Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. (5º parágrafo)
D Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. (8º parágrafo)
E Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. (9º parágrafo)

Atenção : Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo. - Quer esse menininho para o senhor? Pode levar. Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição? - Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada… Podia ser que fizesse aquilo para o bem do menino, um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita. Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento: - Já tenho seis lá em casa, que mal faz inteirar sete? Moço, eu fico com ele. Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntar-lhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai. - Praquê fui dar esse menino? - interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, no vermelho da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse. A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância. E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá- -la por toda parte, ele anuncia: - Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser. (ANDRADE, Carlos Drummond de. “Caso de menino”. 70 historinhas . São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102) Examine os trechos transcritos abaixo.

I. Em voz baixa, ao pé do ouvido , como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. (2 º parágrafo)

II. Nenhum papel escrito selara o ajuste ; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai . (7º parágrafo)

III. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, no vermelho da raiva , saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse. (8ºparágrafo)

IV. Podia ser que fizesse aquilo para o bem do menino, um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. (4º parágrafo) As expressões sublinhadas acima são próprias da modalidade coloquial da linguagem APENAS em

A II e IV.
B III e IV.
C I e III.
D II e III.
E I e II

Ao indexar o artigo “Como elaborar um decreto” para uma base de dados, a bibliotecária I atribuiu ao documento os termos DECRETO e ATO NORMATIVO, ao passo que a bibliotecária II atribuiu apenas o termo DECRETO. A profissional

A II está correta, pois preferiu o termo que representava o documento completamente.
B I está correta, pois pensou em desdobrar as entradas do termo específico para o genérico.
C I e II estão corretas, pois a base de dados comporta um número ilimitado de termos.
D I está incorreta, pois deveria ter escolhido o termo específico ou o genérico, não os dois.
E II está incorreta, pois, dessa maneira, torna-se impossível realizar uma busca genérica.

Tem o direito, como direito "subjetivo" (ou seja, o direito de um determinado sujeito), de ser distinguido da ordem jurídica, como Direito "objetivo". Na linguagem jurídica inglesa dispõe-se da palavra right quando se quer designar o direito (subjetivo), o direito de um determinado sujeito, para o distinguir da ordem jurídica, do Direito objetivo, da law. (KELSEN, Hans. Teoria Pura do Direito . 8.ed., São Paulo: Martins Fontes, 2009, p. 140 e 141) Tendo em vista o texto acima,

é correto o que se afirma em:

A A legislação escrita é direito objetivo e a pretensão jurídica de um sujeito de direito, amparada numa norma estatal, pode ser compreendida como direito subjetivo.
B O dever jurídico é a expressão máxima do direito objetivo.
C O direito subjetivo não pressupõe a existência de normas jurídicas, de direitos objetivos.
D Se toda norma jurídica é direito objetivo, somente será direito objetivo a lei emanada do Poder Legislativo.
E Direito objetivo e subjetivo são compreendidos como conceitos idênticos.

De todas as vilas e arraiais vizinhos afluíam loucos à Casa Verde. Eram furiosos, eram mansos, eram monomaníacos, era toda a família dos deserdados do espírito. Ao cabo de quatro meses, a Casa Verde era uma povoação. Não bastaram os primeiros cubículos; mandou-se anexar uma galeria de mais trinta e sete. O padre Lopes confessou que não imaginara a existência de tantos doidos no mundo, e menos ainda o inexplicável de alguns casos. Um, por exemplo, um rapaz bronco e vilão, que todos os dias, depois do almoço, fazia regularmente um discurso acadêmico, ornado de tropos, de antíteses, de apóstrofes, com seus recamos de grego e latim, e suas borlas de Cícero, Apuleio e Tertuliano. O vigário não queria acabar de crer. Quê! um rapaz que ele vira, três meses antes, jogando peteca na rua! - Não digo que não, respondia-lhe o alienista; mas a verdade é o que Vossa Reverendíssima está vendo. Isto é todos os dias. - Quanto a mim, tornou o vigário, só se pode explicar pela confusão das línguas na torre de Babel, segundo nos conta a Escritura; provavelmente, confundidas antigamente as línguas, é fácil trocá-las agora, desde que a razão não trabalhe... - Essa pode ser, com efeito, a explicação divina do fenômeno, concordou o alienista, depois de refletir um instante, mas não é impossível que haja também alguma razão humana, e puramente científica, e disso trato... - Vá que seja, e fico ansioso. Realmente! (ASSIS, Machado de. O alienista . São Paulo: Companhia das Letras, 2014, p. 24-25) Verifica-se a elipse de um substantivo no seguinte trecho:

A O vigário não queria acabar de crer. (1° parágrafo)
B De todas as vilas e arraiais vizinhos afluíam loucos à Casa Verde. (1° parágrafo)
C Ao cabo de quatro meses, a Casa Verde era uma povoação. (1° parágrafo)
D Não bastaram os primeiros cubículos; mandou-se anexar uma galeria de mais trinta e sete. (1° parágrafo)
E Não digo que não, respondia-lhe o alienista; mas a verdade é o que Vossa Reverendíssima está vendo. (2° parágrafo)

Os 72 alunos de uma escola devem, nas aulas de educação física, participar de treinos em uma, duas ou três modalidades esportivas, entre futebol, atletismo e natação. Sabendo que 33 alunos treinam futebol, 34 treinam atletismo e 26 treinam natação, e que 4 alunos treinam as três modalidades, o número de alunos que treinam exatamente duas modalidades é

A 27
B 16
C 19
D 22
E 13
Texto associado
Na história da humanidade, jamais se viveu um período de tão radical metamorfose, especialmente no campo das concretudes, materializadas sobretudo no cenário das máquinas. Em velocidade vertiginosa, o mundo se reorganiza a partir da revolução científica e tecnológica permanente, cuja influência se estende da biologia à engenharia da comunicação. Criam-se, assim, diariamente, novas categorias para as coisas e para os fabulosos eventos a elas relacionados. Trata-se de um momento de deslumbramento, mas também de dura incerteza. Se resiste .. I .. ilusão de que .. II. . felicidade vem .. III .. reboque dessas transformações, também é fato que os homens frequentemente se desanimam com as próprias invenções. (Adaptado de: MIRANDA, Danilo Santos de. “Mutações: caminhos sinuosos e inquietações na busca do futuro”. In: Adauto Novaes (org.). Mutações . São Paulo: Edições SESC SP, 2008)

Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas I, II e III do segundo parágrafo devem ser preenchidas, respectivamente, por:

A à – à – à.
B à – a – a.
C a – a – a.
D a – a – à.
E à – a – à.

José Maria foi eleito para integrar o conselho deliberativo de Entidade de Previdência Complementar patrocinada pelo Poder Público e suas Empresas, nos termos da Lei Complementar n° 108/2001. Com estas informações, é correto afirmar:

A Trata-se do órgão responsável pela administração da entidade e José Maria deverá comprovar experiência no exercício de atividade na área financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização, atuarial e de auditoria.
B O mandato de José Maria será de dois anos, com garantia de estabilidade, permitida uma recondução.
C Trata-se do órgão máximo da estrutura organizacional e sua composição será no máximo de seis membros, paritária entre representantes dos participantes e assistidos, e dos patrocinadores.
D Trata-se do órgão máximo da estrutura organizacional e sua composição será no máximo de quatro membros, paritária entre representantes dos participantes e assistidos e dos patrocinadores.
E O mandato de José Maria será de quatro anos, sem garantia de estabilidade, permitida uma recondução.

Considere os dois agrupamentos abaixo:

I. Coleção.

II. Digital Object Identifier (DOI).

III. Autor-entidade.

IV. Número Padrão Internacional para Publicação Seriada (ISSN). a. Conjunto de itens, sobre um tema específico ou não, com autores e títulos próprios, reunidos sob um título comum. b. Pessoa jurídica, instituição(ões), organização(ões), empresa(s), comitê(s), comissão(ões), evento(s), entre outros, responsáveis por publicações em que não se distingue autoria pessoal. c. Identificador aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada, tornando-o único e definitivo. d. Sistema (padrão) usado para identificar documentos digitais em redes de computador. Segundo a NBR 6023, a correlação correta entre os dois agrupamentos é:

A I-c, II-d, III-a, IV-b.
B I-a, II-b, III-c, IV-d.
C I-b, II-a, III-d, IV-c
D I-a, II-d, III-b, IV-c.
E I-d, II-c, III-b, IV-a