QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
176 questões encontradas

A Lei nº 13.874/2019, além de instituir a Declaração de Direitos de Liberdade Econômica e estabelecer garantias de livre mercado, alterou o Código Civil para incluir, no Livro dedicado ao Direito das Coisas, Capítulo próprio para os fundos de investimento. Sobre a disciplina dos fundos de investimento no Código Civil, é correto afirmar que:

A o fundo de investimento é uma comunhão de recursos, constituído sob a forma de sociedade em conta de participação, de natureza especial e sem personalidade jurídica, destinado à aplicação em ativos financeiros, bens e direitos de qualquer natureza;
B o fundo de investimento constituído por lei específica e regulamentado pela Comissão de Valores Mobiliários não deverá seguir as disposições do Código Civil em razão de suas especificidades;
C o regulamento do fundo de investimento poderá estabelecer classes de cotas com direitos e obrigações distintos, com possibilidade de constituir patrimônio segregado para cada classe, que só responderá por obrigações vinculadas à classe respectiva, nos termos do regulamento;
D o registro dos regulamentos dos fundos de investimentos, no registro de títulos e documentos do lugar de sua constituição e na Comissão de Valores Mobiliários, é condição suficiente para garantir a sua publicidade e a oponibilidade de efeitos em relação a terceiros;
E se o fundo de investimento, constituído com limitação de responsabilidade de cada investidor ao valor de suas quotas, não possuir patrimônio suficiente para responder por suas dívidas, aplicam-se as regras do processo falimentar, podendo a decretação de falência ser requerida judicialmente pela Comissão de Valores Mobiliários.

De acordo com a regulamentação da CVM para a atividade de classificação de risco de crédito, no âmbito do mercado de valores mobiliários, destinada à publicação, divulgação ou distribuição a terceiros, ainda que restrita a clientes, a agência de classificação de risco de crédito, para obtenção e manutenção do registro, deve atender aos requisitos a seguir, EXCETO:

A ser domiciliada no Brasil;
B constituir e manter recursos humanos e tecnológicos adequados ao seu porte e à sua área de atuação;
C prever em seu objeto social a atividade de classificação de risco de crédito e estar regularmente constituída e registrada no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ;
D atribuir a responsabilidade pelas suas atividades e pelo cumprimento das normas estabelecidas pela CVM a um administrador que possua todos os poderes necessários para representar a agência;
E atribuir a responsabilidade pela supervisão do cumprimento de regras, procedimentos e controles internos e das normas da CVM ao mesmo administrador com poderes para representar a agência, e com todos os poderes necessários para exercer sua função.

Anualmente, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) efetua a contratação da empresa X para executar uma auditoria em sua base de dados, de forma a manter a segurança e conformidade. Entretanto, a CVM efetuou a contratação da empresa Y apenas seis meses após a última auditoria. Essa empresa terá uma abordagem mais direcionada, concentrando-se em áreas críticas do banco de dados. Logo, a empresa Y deverá assinar com a CVM um contrato de execução de uma auditoria do tipo:

A tradicional;
B exclusão de riscos;
C alterações;
D análise de desempenho;
E integridade.

Durante uma manutenção de rotina, a equipe de banco de dados Oracle da Comissão de Valores Mobiliários identificou que uma tablespace de sistema estava com um crescimento descontrolado. Ao refinar a pesquisa, observou que os registros de auditoria ainda estavam com a sua tablespace default. Conforme a documentação de melhores práticas da Oracle, é recomendado que seja criada uma tablespace específica para os dados de auditoria e que estes sejam removidos da tablespace:

A system;
B users;
C temp;
D sysaux;
E undo.

A aplicação JUNTAWeb usa um banco de dados NoSQL para armazenar as relações entre documentos de interesse, tais como: legislações federais e estaduais, normas de comitês internacionais, normas internas e procedimentos de nível operacional, juntamente com seus conjuntos de metadados. O JUNTAWeb possibilita que seus usuários tenham ampla rastreabilidade do ciclo de vida e das relações entre os documentos de interesse. Considerando a necessidade de rastreabilidade entre os documentos de interesse, a estrutura do banco de dados NoSQL, aderente à demanda, deve estar baseada em:

A conjuntos de links organizados em esquemas semânticos de modo estruturado;
B células agrupadas em colunas organizadas por tipo de documento;
C associações de dados das coleções a registros identificados com chaves exclusivas;
D matrizes associativas utilizadas como um banco de dados semiestruturado na qual uma chave individual é vinculada a um valor em uma coleção;
E modelos que não tenham esquema mas que possibilitem que as associações sejam armazenadas direta e explicitamente na base de dados.

BDFree é um banco de dados distribuído que utiliza uma estrutura de armazenamento NoSQL. No BDFree quaisquer solicitações retornam respostas válidas em um intervalo de tempo razoável, independentemente da aplicação que o utiliza, devido ao cumprimento da propriedade que:

A viabiliza que cada cliente tenha a mesma visão dos dados;
B mantém cópias de itens de dados visíveis para várias transações;
C assegura que cada requisição receba a informação mais recente ou um erro;
D garante que partes da estrutura do banco de dados que estejam desativadas sejam ignoradas;
E replica dados entre as estruturas do banco de dados antes que a gravação seja considerada bem-sucedida.

A área de TI da CVM irá iniciar um novo projeto com as seguintes características: • há baixo grau de inovação, tendo em vista que projetos similares já foram realizados na Administração Pública; • os requisitos estão muito bem definidos; • é muito improvável que o escopo mude; • há uma grande entrega a ser feita, somente ao final do projeto; • os requisitos de segurança são rigorosos; e • a estrutura organizacional do órgão é hierarquizada. A partir das características apresentadas, o projeto deve ser desenvolvido com o emprego da abordagem:

A ágil;
B adaptativa;
C híbrida;
D preditiva;
E hierárquica.

Um analista da CVM reforçou para sua equipe que os fatores de desempenho impactam de diferentes maneiras a adaptação do sistema de governança de uma organização. O COBIT 2019 distingue três tipos diferentes de impacto, que são:

A conformidade, prioridade e necessidade de áreas de foco específicas;
B prioridade, componentes variantes e necessidade de áreas de foco específicas;
C prioridade, serviços de segurança gerenciados e componentes variantes;
D conformidade, componentes variantes e serviços de segurança gerenciados;
E serviços de segurança gerenciados, conformidade e necessidade de áreas de foco específicas.

A gestão de riscos relacionados à TI deve ser realizada de forma integrada à gestão corporativa de riscos, com uma abordagem de balanceamento de custos e benefícios. Diante do contexto apresentado, é correto afirmar que:

A o investimento necessário para a mitigação do risco deverá ser balizado pelo desejo do gerente de TI. É importante comunicar a tolerância e as probabilidades de ocorrência do risco correspondente;
B em organizações com qualquer nível de governança corporativa, é estabelecido um sistema de gestão de riscos operacionais já com metodologias estabelecidas e com mapas de risco por processo de negócio ou por serviços;
C a avaliação de riscos implica coletar dados e identificar eventos (importantes ameaças reais que exploram significativas vulnerabilidades) com potenciais impactos negativos nos objetivos ou nas operações da organização;
D a manutenção e monitoramento do plano de ação de risco envolvem também a obtenção de aprovações para ações recomendadas, a aceitação de quaisquer riscos residuais e a garantia de que as ações aprovadas sejam assumidas pelos donos dos processos afetados;
E qualquer impacto em potencial, independente de afetar ou não os objetivos da empresa, causado por um evento não planejado deve ser identificado, analisado e avaliado. Estratégias de mitigação de risco devem ser adotadas para minimizar o risco residual a níveis aceitáveis.

A CVM necessita desenvolver o Plano de Tecnologia da Informação. Esse plano deverá, também, contemplar as informações de:

A escopo de negócios, competências requeridas, investimentos e custeio;
B organização das operações de serviços de TI, arquitetura de TI e balanced scorecard;
C necessidade de aplicações, estratégia para fornecedores de serviços e relacionamento com o cliente;
D princípios de TI, Roadmap de TI e capacidade requerida de atendimento em relação a RH e infraestrutura;
E estratégia para fornecedores de serviço, gestão de negócios e políticas de segurança da informação.