Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Brexit pode afetar economia britânica e causar volatilidade, diz FMI
A saída do Reino Unido da União Europeia afetaria o crescimento econômico britânico e provocaria volatilidade nos mercados, advertiu o Fundo Monetário Internacional (FMI).
"A vitória da saída levaria a um período prolongado de incerteza, traria volatilidade aos mercados financeiros e impactaria o crescimento", alerta o FMI em seu balanço anual sobre a economia britânica, dedicado desta vez às consequências de uma saída da UE.
Com base na análise de vários especialistas, o FMI calcula que o Produto Interno Bruto britânico seria entre 1,5% e 9,5% menor no caso de saída e adverte que Londres poderia perder o status de centro financeiro mundial.
"Outro risco é o de que os mercados poderiam antecipar as consequências perniciosas, com uma reação abrupta à vitória da opção de deixar a UE que aceleraria a irrupção dos custos", completa a instituição.
A diretora geral do FMI, Christine Lagarde, fez um discurso em Londres e advertiu que a saída do Reino Unido da UE seria um "risco importante" para a economia mundial.
"Não é uma questão interna, é uma questão internacional", insistiu. Antes de Lagarde, o ministro britânico das Finanças, George Osborne, discursou e foi enfático: "Se votarmos pela saída, as famílias britânicas serão mais pobres e o Reino Unido será mais pobre".
O Banco da Inglaterra (BoE) afirmou que a incerteza criada pelo referendo já está afetando o crescimento. "Há sinais crescentes de que a incerteza relacionada ao referendo da UE começou a pesar na atividade econômica", destacou a instituição, depois de manter a taxa básica de juros em 0,5%.
A vitória da saída da UE, o 'Brexit', "poderia materialmente alterar as perspectivas de produção e inflação", segundo o BoE. O banco prevê que o crescimento do PIB será de 2% em 2016, 0,2% a menos que a estimativa de fevereiro. Em 2017, o avanço deve ser de 2,2%, um décimo a menos que na estimativa anterior.
(g1.globo.com)
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A Resolução nº 1.853, de 28 de maio de 2011, cria e regula o Manual de Arrecadação do Sistema COFECON/CORECONs.
O rigor na fiscalização do sistema COFECON/CORECONs garante a qualidade do mercado de trabalho para o exercício da profissão de Economista.
Analise as afirmativas a seguir.
I. Mesmo no caso de denúncias ou representações efetuadas formalmente aos Conselhos por terceiros, é facultado deixar de realizar ações de fiscalização.
II. O CONFECON não estimula os CORECONs a integrarem suas ações de fiscalização, pois esse modelo representa invasão recíproca de competências.
III. Não é recomendável que os casos selecionados pela fiscalização focalizada envolvam segmentos de mercado que sejam grandes consumidores dos produtos ofertados pelos economistas.
Pode-se afirmar que:
Para efeitos de enquadramento de qualquer cargo ou emprego como privativo ou inerente à profissão de Economista, analise as afirmativas a seguir.
I. Considerar-se-ão exclusivamente o conteúdo ocupacional do cargo e as atividades concretamente desempenhadas pelo profissional.
II. São irrelevantes (para o enquadramento) a denominação do cargo ou emprego, a legislação ou as disposições contratuais regedoras das relações trabalhistas ou estatutárias do cargo ou emprego.
III. São irrelevantes (para o enquadramento) seu caráter de provimento efetivo ou em comissão, bem como as características dos concursos ou processos seletivos correspondentes.
Pode-se afirmar que:
De acordo com a Lei nº 6.537, de 19 de junho de 1978, analise as afirmativas a seguir e marque C (CERTA) ou E (ERRADA).
( ... ) O Conselho Federal de Economia (COFECON) e os Conselhos Regionais de Economia (CORECON) são empresas públicas dotadas de personalidade jurídica de direito público.
( ... ) O Conselho Federal de Economia (COFECON) e os Conselhos Regionais de Economia (CORECON) terão autonomia administrativa e financeira e constituem serviço público federal, gozando os seus bens, rendas e serviços de imunidade tributária parcial.
( ... ) Só poderão integrar como conselheiros do Conselho Federal de Economia (COFECON) e dos Conselhos Regionais de Economia (CORECON), efetivos ou suplentes, os Economistas devidamente registrados, sendo vedada a exigência de quitação de suas anuidades.
( ... ) O mandato dos conselheiros, efetivos e suplentes, será de 4 (quatro) anos, renovando-se, anualmente, 1/3 (um terço) de sua composição.
Pode-se afirmar que:
De acordo com a Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951, os CORECONs poderão aplicar a penalidade de suspensão de seis meses a um ano:
Segundo a Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951, analise as afirmativas a seguir e marque C (CERTA) ou E (ERRADA).
( ... ) São atribuições dos CORECONs organizar e manter o registro profissional dos economistas.
( ... ) São atribuições dos CORECONs fiscalizar a profissão do economista e expedir as carteiras profissionais.
( ... ) A carteira profissional expedida pelos CORECONs servirá de prova para fins de exercício profissional de carteira de identidade e terá fé pública.
( ... ) Só poderão exercer a profissão de economista os profissionais devidamente registrados nos CORECONs, pelos quais será expedida a carteira profissional, exceto os profissionais que exerçam a profissão em cargo temporário provido por seleção pública federal.
Pode-se afirmar que:
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Em relação à estruturação, à linguagem e às intencionalidades, pode-se afirmar que o texto lido:
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Brexit pode afetar economia britânica e causar volatilidade, diz FMI
A saída do Reino Unido da União Europeia afetaria o crescimento econômico britânico e provocaria volatilidade nos mercados, advertiu o Fundo Monetário Internacional (FMI).
"A vitória da saída levaria a um período prolongado de incerteza, traria volatilidade aos mercados financeiros e impactaria o crescimento", alerta o FMI em seu balanço anual sobre a economia britânica, dedicado desta vez às consequências de uma saída da UE.
Com base na análise de vários especialistas, o FMI calcula que o Produto Interno Bruto britânico seria entre 1,5% e 9,5% menor no caso de saída e adverte que Londres poderia perder o status de centro financeiro mundial.
"Outro risco é o de que os mercados poderiam antecipar as consequências perniciosas, com uma reação abrupta à vitória da opção de deixar a UE que aceleraria a irrupção dos custos", completa a instituição.
A diretora geral do FMI, Christine Lagarde, fez um discurso em Londres e advertiu que a saída do Reino Unido da UE seria um "risco importante" para a economia mundial.
"Não é uma questão interna, é uma questão internacional", insistiu. Antes de Lagarde, o ministro britânico das Finanças, George Osborne, discursou e foi enfático: "Se votarmos pela saída, as famílias britânicas serão mais pobres e o Reino Unido será mais pobre".
O Banco da Inglaterra (BoE) afirmou que a incerteza criada pelo referendo já está afetando o crescimento. "Há sinais crescentes de que a incerteza relacionada ao referendo da UE começou a pesar na atividade econômica", destacou a instituição, depois de manter a taxa básica de juros em 0,5%.
A vitória da saída da UE, o 'Brexit', "poderia materialmente alterar as perspectivas de produção e inflação", segundo o BoE. O banco prevê que o crescimento do PIB será de 2% em 2016, 0,2% a menos que a estimativa de fevereiro. Em 2017, o avanço deve ser de 2,2%, um décimo a menos que na estimativa anterior.
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Brexit pode afetar economia britânica e causar volatilidade, diz FMI
A saída do Reino Unido da União Europeia afetaria o crescimento econômico britânico e provocaria volatilidade nos mercados, advertiu o Fundo Monetário Internacional (FMI).
"A vitória da saída levaria a um período prolongado de incerteza, traria volatilidade aos mercados financeiros e impactaria o crescimento", alerta o FMI em seu balanço anual sobre a economia britânica, dedicado desta vez às consequências de uma saída da UE.
Com base na análise de vários especialistas, o FMI calcula que o Produto Interno Bruto britânico seria entre 1,5% e 9,5% menor no caso de saída e adverte que Londres poderia perder o status de centro financeiro mundial.
"Outro risco é o de que os mercados poderiam antecipar as consequências perniciosas, com uma reação abrupta à vitória da opção de deixar a UE que aceleraria a irrupção dos custos", completa a instituição.
A diretora geral do FMI, Christine Lagarde, fez um discurso em Londres e advertiu que a saída do Reino Unido da UE seria um "risco importante" para a economia mundial.
"Não é uma questão interna, é uma questão internacional", insistiu. Antes de Lagarde, o ministro britânico das Finanças, George Osborne, discursou e foi enfático: "Se votarmos pela saída, as famílias britânicas serão mais pobres e o Reino Unido será mais pobre".
O Banco da Inglaterra (BoE) afirmou que a incerteza criada pelo referendo já está afetando o crescimento. "Há sinais crescentes de que a incerteza relacionada ao referendo da UE começou a pesar na atividade econômica", destacou a instituição, depois de manter a taxa básica de juros em 0,5%.
A vitória da saída da UE, o 'Brexit', "poderia materialmente alterar as perspectivas de produção e inflação", segundo o BoE. O banco prevê que o crescimento do PIB será de 2% em 2016, 0,2% a menos que a estimativa de fevereiro. Em 2017, o avanço deve ser de 2,2%, um décimo a menos que na estimativa anterior.
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Releia esta passagem do texto:
“Com base na análise de vários especialistas , o FMI calcula
que o Produto Interno Bruto britânico seria entre 1,5% e
9,5% menor no caso de saída e adverte que Londres poderia
perder o status de centro financeiro mundial .”
A expressão “de vários especialistas”, em destaque no trecho, exerce a mesma função sintática de qual dos outros termos sublinhados?
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Brexit pode afetar economia britânica e causar volatilidade, diz FMI
A saída do Reino Unido da União Europeia afetaria o crescimento econômico britânico e provocaria volatilidade nos mercados, advertiu o Fundo Monetário Internacional (FMI).
"A vitória da saída levaria a um período prolongado de incerteza, traria volatilidade aos mercados financeiros e impactaria o crescimento", alerta o FMI em seu balanço anual sobre a economia britânica, dedicado desta vez às consequências de uma saída da UE.
Com base na análise de vários especialistas, o FMI calcula que o Produto Interno Bruto britânico seria entre 1,5% e 9,5% menor no caso de saída e adverte que Londres poderia perder o status de centro financeiro mundial.
"Outro risco é o de que os mercados poderiam antecipar as consequências perniciosas, com uma reação abrupta à vitória da opção de deixar a UE que aceleraria a irrupção dos custos", completa a instituição.
A diretora geral do FMI, Christine Lagarde, fez um discurso em Londres e advertiu que a saída do Reino Unido da UE seria um "risco importante" para a economia mundial.
"Não é uma questão interna, é uma questão internacional", insistiu. Antes de Lagarde, o ministro britânico das Finanças, George Osborne, discursou e foi enfático: "Se votarmos pela saída, as famílias britânicas serão mais pobres e o Reino Unido será mais pobre".
O Banco da Inglaterra (BoE) afirmou que a incerteza criada pelo referendo já está afetando o crescimento. "Há sinais crescentes de que a incerteza relacionada ao referendo da UE começou a pesar na atividade econômica", destacou a instituição, depois de manter a taxa básica de juros em 0,5%.
A vitória da saída da UE, o 'Brexit', "poderia materialmente alterar as perspectivas de produção e inflação", segundo o BoE. O banco prevê que o crescimento do PIB será de 2% em 2016, 0,2% a menos que a estimativa de fevereiro. Em 2017, o avanço deve ser de 2,2%, um décimo a menos que na estimativa anterior.
(g1.globo.com)
Brexit pode afetar economia britânica e causar volatilidade, diz FMI
A saída do Reino Unido da União Europeia afetaria o crescimento econômico britânico e provocaria volatilidade nos mercados, advertiu o Fundo Monetário Internacional (FMI).
"A vitória da saída levaria a um período prolongado de incerteza, traria volatilidade aos mercados financeiros e impactaria o crescimento", alerta o FMI em seu balanço anual sobre a economia britânica, dedicado desta vez às consequências de uma saída da UE.
Com base na análise de vários especialistas, o FMI calcula que o Produto Interno Bruto britânico seria entre 1,5% e 9,5% menor no caso de saída e adverte que Londres poderia perder o status de centro financeiro mundial.
"Outro risco é o de que os mercados poderiam antecipar as consequências perniciosas, com uma reação abrupta à vitória da opção de deixar a UE que aceleraria a irrupção dos custos", completa a instituição.
A diretora geral do FMI, Christine Lagarde, fez um discurso em Londres e advertiu que a saída do Reino Unido da UE seria um "risco importante" para a economia mundial.
"Não é uma questão interna, é uma questão internacional", insistiu. Antes de Lagarde, o ministro britânico das Finanças, George Osborne, discursou e foi enfático: "Se votarmos pela saída, as famílias britânicas serão mais pobres e o Reino Unido será mais pobre".
O Banco da Inglaterra (BoE) afirmou que a incerteza criada pelo referendo já está afetando o crescimento. "Há sinais crescentes de que a incerteza relacionada ao referendo da UE começou a pesar na atividade econômica", destacou a instituição, depois de manter a taxa básica de juros em 0,5%.
A vitória da saída da UE, o 'Brexit', "poderia materialmente alterar as perspectivas de produção e inflação", segundo o BoE. O banco prevê que o crescimento do PIB será de 2% em 2016, 0,2% a menos que a estimativa de fevereiro. Em 2017, o avanço deve ser de 2,2%, um décimo a menos que na estimativa anterior.
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