Para responder às questões de 6 a 10 , leia os quadrinhos abaixo.
(grandesdivas.wordpress.com)
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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
70 questões encontradas
Um terapeuta observa o comportamento de uma criança brincando com blocos retangulares de madeira todos iguais. A criança organiza os blocos, empilhando-os em colunas de acordo com o padrão abaixo
Anderson perguntou a seu amigo Eduardo qual era sua idade. Eduardo, de forma enigmática, respondeu: “Minha idade é formada por dois algarismos consecutivos e amanhã farei aniversário; a minha nova idade será formada por algarismos pares consecutivos.” Logo, a idade de Eduardo é:
Texto associado
A palavra "você" aparece corretamente acentuada nos quadrinhos. Assinale a alternativa que contenha uma palavra acentuada pela mesma regra.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia os quadrinhos a seguir.
(4.bp.blogspot.com)
(4.bp.blogspot.com)
Releia este período do texto:
Só não vejo necessidade da senhora ficar deitada nesse banco.
Com relação à Norma Culta escrita da língua portuguesa, o termo "da senhora" representa desvio. Assinale a alternativa que justifique essa afirmação.
Um relatório consiste na exposição escrita em que se descrevem fatos verificados mediante pesquisas ou se relata a execução de serviços ou de experiências ou em que se registram ou se difundem as informações obtidas. Entre seus elementos constituintes, está o sumário. Tendo o Auxiliar Administrativo que preparar o sumário de um relatório, deve saber que:
I. o sumário apresenta os tópicos mais relevantes contidos no texto, enumerados em ordem alfabética, cronológica ou sistemática. Pode ser organizado escolhendo-se palavras ou grupo de palavras significativas que irão determinar a sua ordem alfabética;
II. o sumário é desnecessário em obras pouco extensas ou pouco divididas;
III. o sumário pode ser apresentado conforme as seguintes prescrições: localizado após a folha de rosto e equipe técnica; e que para cada capítulo ou seção são expostos os seguintes dados: a) título do capítulo ou seção com mesmo fraseado; b) número da página inicial do capítulo ou seção ligado ao título por uma linha.
Pode-se afirmar que:
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.
Curso exclusivo prepara transexuais, transgêneros e
travestis para o Enem
Aulas gratuitas são ministradas por universitários
voluntários, em Goiânia.
Um grupo de estudantes de Goiânia criou um cursinho preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) exclusivo para transexuais, travestis e transgêneros. O "Prepara Trans" foi desenvolvido com o intuito de garantir acesso à 1 educação sem que os alunos enfrentem situações de preconceito e violência. As aulas são gratuitas e ministradas por universitários ou recémformados, ambos de forma voluntária.
O curso é realizado de segunda a 2 sexta-feira à 3 noite, em uma sala da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás (UFG), que apoia o projeto. Atualmente, 15 alunos estão regularmente matriculados. No entanto, novas inscrições podem ser feitas no perfil do Prepara Trans no Facebook.
Estudante do 6º período de física, Vinícius Santos de Almeida, de 20 anos, é um dos professores. Ele, que dá aula de matemática, conta que participou da criação da ideia, que começou a 4 tomar forma em outubro do ano passado, durante o Encontro Nacional em Universidade sobre Diversidade Sexual e de Gênero (Enudsg), que ocorreu na capital goiana.
"Eu fiz parte da comissão organizadora do evento e sobrou uma quantia que poderíamos utilizar em algo para melhorar a 5 vida dessas pessoas. Então pensamos em criar o curso. Com essa verba, também conseguimos bancar todo o material didático dos alunos e docentes", disse ao G1.
A aula inaugural ocorreu no dia 25 de abril deste ano. Nas três primeiras semanas, a sala ficava sempre cheia. Porém, com o decorrer do tempo, o número foi baixando. Atualmente, por dia, entre cinco e 10 pessoas frequentam o preparatório.
Para Vinícius, é fácil explicar essa evasão. "Para essas pessoas, pegar um ônibus e vir para cá é complicado porque eles têm 'dificuldade em existir'. No caminho, eles podem ser violentados física ou psicologicamente. Por isso, desistem", salienta.
(g1.globo.com)
Curso exclusivo prepara transexuais, transgêneros e
travestis para o Enem
Aulas gratuitas são ministradas por universitários
voluntários, em Goiânia.
Um grupo de estudantes de Goiânia criou um cursinho preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) exclusivo para transexuais, travestis e transgêneros. O "Prepara Trans" foi desenvolvido com o intuito de garantir acesso à 1 educação sem que os alunos enfrentem situações de preconceito e violência. As aulas são gratuitas e ministradas por universitários ou recémformados, ambos de forma voluntária.
O curso é realizado de segunda a 2 sexta-feira à 3 noite, em uma sala da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás (UFG), que apoia o projeto. Atualmente, 15 alunos estão regularmente matriculados. No entanto, novas inscrições podem ser feitas no perfil do Prepara Trans no Facebook.
Estudante do 6º período de física, Vinícius Santos de Almeida, de 20 anos, é um dos professores. Ele, que dá aula de matemática, conta que participou da criação da ideia, que começou a 4 tomar forma em outubro do ano passado, durante o Encontro Nacional em Universidade sobre Diversidade Sexual e de Gênero (Enudsg), que ocorreu na capital goiana.
"Eu fiz parte da comissão organizadora do evento e sobrou uma quantia que poderíamos utilizar em algo para melhorar a 5 vida dessas pessoas. Então pensamos em criar o curso. Com essa verba, também conseguimos bancar todo o material didático dos alunos e docentes", disse ao G1.
A aula inaugural ocorreu no dia 25 de abril deste ano. Nas três primeiras semanas, a sala ficava sempre cheia. Porém, com o decorrer do tempo, o número foi baixando. Atualmente, por dia, entre cinco e 10 pessoas frequentam o preparatório.
Para Vinícius, é fácil explicar essa evasão. "Para essas pessoas, pegar um ônibus e vir para cá é complicado porque eles têm 'dificuldade em existir'. No caminho, eles podem ser violentados física ou psicologicamente. Por isso, desistem", salienta.
(g1.globo.com)
A respeito do texto como um todo, analise as afirmativas a seguir.
I. O cursinho mencionado no texto foi criado com o apoio exclusivo dos pais dos universitários envolvidos.
II. A dificuldade de alguns alunos de continuar no cursinho relaciona-se, principalmente, com os problemas de trânsito de Goiânia.
III. A evasão é um problema do cursinho mencionado no texto.
Está correto o que se afirma em:
Assinale a alternativa incorreta, conforme o Decreto nº 53.464/64, que regulamenta a Lei nº 4.119/62.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto a seguir.
Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no
Brasil
Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de
sexo ou que ainda não se definiram
Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.
Autor do livro ‘Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois’, João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário ‘Trans’, exibido pela GloboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.
É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. “O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador”, conta.
Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: “A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.
Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: “Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. “O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é”, conclui.
O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. “Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero”, conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. “Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. “Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.
(g1.globo.com)
Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no
Brasil
Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de
sexo ou que ainda não se definiram
Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.
Autor do livro ‘Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois’, João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário ‘Trans’, exibido pela GloboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.
É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. “O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador”, conta.
Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: “A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.
Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: “Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. “O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é”, conclui.
O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. “Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero”, conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. “Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. “Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.
(g1.globo.com)