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João, Carlos e Paulo moram em estados distintos, sendo eles São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro, não necessariamente nessa ordem. Eles se comunicaram ou com sua tia, ou com sua irmã, ou com sua mãe, utilizando apenas um meio: telefone, carta ou e-mail, também não necessariamente nessa ordem. Sabe-se que: Carlos mora em Santa Catarina e se comunicou por telefone; A mãe e o pai de Paulo são filhos únicos; João não conhece a sua mãe e nunca foi adotado; Quem mora em São Paulo se comunicou com sua mãe. Sendo assim, quem se comunicou com a tia, por carta, foi

A Carlos, e ele mora em Santa Catarina.
B João, e ele mora em São Paulo.
C João, e ele mora no Rio de Janeiro.
D Paulo, e ele mora em São Paulo.
E Paulo, e ele mora no Rio de Janeiro.

Configura caso de dispensa de licitação:

A aquisição de material de produtor exclusivo.
B aquisição de equipamentos de vendedor exclusivo.
C ocorrência de inabilitação de todos os licitantes.
D aquisição de gêneros com exclusividade comercial.
E implementação de serviço por empresa de notória especialização.
Texto associado
Filho Não existe isso que chamam de reprodução. Quando duas pessoas decidem ter um bebê, elas se envolvem em um ato de “produção”, e o uso generalizado da palavra “reprodução” para essa atividade, com a implicação de que duas pessoas estão quase se trançando juntas, é na melhor das hipóteses um eufemismo para confortar os futuros pais antes que se metam em algo que não podem controlar. Nas fantasias subconscientes que fazem a concepção parecer tão sedutora, muitas vezes é nós mesmos que gostaríamos de ver viver para sempre, e não alguém com uma personalidade própria. Tendo previsto a marcha para a frente de nossos genes egoístas, muitos de nós não estamos preparados para filhos que apresentam necessidades desconhecidas. A paternidade nos joga abruptamente em uma relação permanente com um estranho, e quanto mais alheio o estranho, mais forte a sensação de negatividade. Contamos com a garantia de ver no rosto de nossos filhos que não vamos morrer. Filhos cuja característica definidora aniquila a fantasia da imortalidade são um insulto em particular: devemos amá-los por si mesmos, e não pelo melhor de nós mesmos neles, e isso é muito mais difícil de fazer. Amar nossos próprios filhos é um exercício para a imaginação. Mas o sangue, tanto na sociedade moderna como nas antigas, fala mais alto. Pouca coisa é mais gratificante do que filhos bem-sucedidos e dedicados, e poucas situações são piores do que o fracasso ou a rejeição filial. Na medida em que nossos filhos se parecem conosco, eles são nossos admiradores mais preciosos, e, na medida em que são diferentes, podem ser os nossos detratores mais veementes. Desde o início, nós os instigamos a nos imitar e ansiamos pelo que talvez seja o elogio mais profundo da vida: o fato de eles escolherem viver de acordo com nosso sistema de valores. Embora muitos de nós sintam orgulho por ser diferentes dos pais, ficamos infinitamente tristes ao ver como nossos filhos são diferentes de nós. (Andrew Solomon. Longe da árvore: pais, filhos e a busca da identidade , 2013. Adaptado)

Considere a seguinte frase do texto: “Na medida em que nossos filhos se parecem conosco, eles são nossos admiradores mais preciosos, e, na medida em que são diferentes, podem ser os nossos detratores mais veementes” . Um sinônimo para o vocábulo em destaque é

A impetuosos.
B inexpressivos.
C exigentes.
D extenuantes.
E comoventes

Os carregadores trouxeram o armário e o instalador não chegou. A negação lógica dessa afirmação é:

A se os carregadores não trouxeram o armário, então o instalador chegou.
B os carregadores não trouxeram o armário e o instalador chegou.
C se o instalador não chegou, então os carregadores não trouxeram o armário.
D os carregadores não trouxeram o armário ou o instalador chegou.
E os carregadores trouxeram o armário ou o instalador não chegou.

É correta a correlação entre o princípio jurídico da tributação e o dispositivo constitucional contida na alternativa:

A parafiscalidade – possibilidade de estabelecimento de limitações ao tráfego de pessoas ou bens, por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais.
B legalidade – proibição à utilização de tributo com efeito de confisco.
C irretroatividade – vedação à cobrança de tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado.
D anualidade – vedação à exigência ou aumento de tributo sem lei que o estabeleça.
E hierarquia federativa – possibilidade de a União instituir isenções de tributos da competência dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios.

O Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM)

A tem como fonte de dados os atestados de óbito.
B fornece dados sobre óbitos, desde que decorrentes de causas naturais.
C tem várias fontes de dados, entre as quais a dos hospitais.
D se confunde com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).
E é alimentado por um órgão federal.

Considere as afirmações e os respectivos valores lógicos atribuídos a cada uma delas.

I. Francisco é advogado e Gerson é analista. FALSA

II. Gerson é analista ou Hugo é engenheiro. VERDADEIRA

III. Se Francisco é advogado, então Igor é jornalista. FALSA

IV. Se Joel é assistente, então Hugo não é engenheiro. VERDADEIRA

V. Se Lucas é técnico, então Joel é assistente. VERDADEIRA. A partir dessas informações, é correto concluir que

A Lucas é técnico.
B Joel não é assistente.
C Igor é jornalista.
D Hugo não é engenheiro.
E Gerson é analista.
Texto associado
Filho Não existe isso que chamam de reprodução. Quando duas pessoas decidem ter um bebê, elas se envolvem em um ato de “produção”, e o uso generalizado da palavra “reprodução” para essa atividade, com a implicação de que duas pessoas estão quase se trançando juntas, é na melhor das hipóteses um eufemismo para confortar os futuros pais antes que se metam em algo que não podem controlar. Nas fantasias subconscientes que fazem a concepção parecer tão sedutora, muitas vezes é nós mesmos que gostaríamos de ver viver para sempre, e não alguém com uma personalidade própria. Tendo previsto a marcha para a frente de nossos genes egoístas, muitos de nós não estamos preparados para filhos que apresentam necessidades desconhecidas. A paternidade nos joga abruptamente em uma relação permanente com um estranho, e quanto mais alheio o estranho, mais forte a sensação de negatividade. Contamos com a garantia de ver no rosto de nossos filhos que não vamos morrer. Filhos cuja característica definidora aniquila a fantasia da imortalidade são um insulto em particular: devemos amá-los por si mesmos, e não pelo melhor de nós mesmos neles, e isso é muito mais difícil de fazer. Amar nossos próprios filhos é um exercício para a imaginação. Mas o sangue, tanto na sociedade moderna como nas antigas, fala mais alto. Pouca coisa é mais gratificante do que filhos bem-sucedidos e dedicados, e poucas situações são piores do que o fracasso ou a rejeição filial. Na medida em que nossos filhos se parecem conosco, eles são nossos admiradores mais preciosos, e, na medida em que são diferentes, podem ser os nossos detratores mais veementes. Desde o início, nós os instigamos a nos imitar e ansiamos pelo que talvez seja o elogio mais profundo da vida: o fato de eles escolherem viver de acordo com nosso sistema de valores. Embora muitos de nós sintam orgulho por ser diferentes dos pais, ficamos infinitamente tristes ao ver como nossos filhos são diferentes de nós. (Andrew Solomon. Longe da árvore: pais, filhos e a busca da identidade , 2013. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas nos trechos a seguir. “Nas fantasias subconscientes __________ tornam a concepção tão sedutora...” “... um eufemismo para confortar os futuros pais antes que se metam em uma situação _________ não podem escapar.”

A às quais, de que
B que, em que
C as quais, que
D que, de que
E às quais, da qual
Texto associado
Filho Não existe isso que chamam de reprodução. Quando duas pessoas decidem ter um bebê, elas se envolvem em um ato de “produção”, e o uso generalizado da palavra “reprodução” para essa atividade, com a implicação de que duas pessoas estão quase se trançando juntas, é na melhor das hipóteses um eufemismo para confortar os futuros pais antes que se metam em algo que não podem controlar. Nas fantasias subconscientes que fazem a concepção parecer tão sedutora, muitas vezes é nós mesmos que gostaríamos de ver viver para sempre, e não alguém com uma personalidade própria. Tendo previsto a marcha para a frente de nossos genes egoístas, muitos de nós não estamos preparados para filhos que apresentam necessidades desconhecidas. A paternidade nos joga abruptamente em uma relação permanente com um estranho, e quanto mais alheio o estranho, mais forte a sensação de negatividade. Contamos com a garantia de ver no rosto de nossos filhos que não vamos morrer. Filhos cuja característica definidora aniquila a fantasia da imortalidade são um insulto em particular: devemos amá-los por si mesmos, e não pelo melhor de nós mesmos neles, e isso é muito mais difícil de fazer. Amar nossos próprios filhos é um exercício para a imaginação. Mas o sangue, tanto na sociedade moderna como nas antigas, fala mais alto. Pouca coisa é mais gratificante do que filhos bem-sucedidos e dedicados, e poucas situações são piores do que o fracasso ou a rejeição filial. Na medida em que nossos filhos se parecem conosco, eles são nossos admiradores mais preciosos, e, na medida em que são diferentes, podem ser os nossos detratores mais veementes. Desde o início, nós os instigamos a nos imitar e ansiamos pelo que talvez seja o elogio mais profundo da vida: o fato de eles escolherem viver de acordo com nosso sistema de valores. Embora muitos de nós sintam orgulho por ser diferentes dos pais, ficamos infinitamente tristes ao ver como nossos filhos são diferentes de nós. (Andrew Solomon. Longe da árvore: pais, filhos e a busca da identidade , 2013. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que

A os filhos tornam-se estranhos para os pais na medida em que os obrigam a amá-los por si mesmos.
B diferentemente da maternidade, a paternidade pressupõe a relação com um estranho.
C não é possível amar um filho por si mesmo, sem colocar nele projeções de nossa própria personalidade.
D a fantasia da imortalidade faz com que seja extremamente difícil aceitar que um filho seja diferente de nós.
E nosso sistema de valores é passado a nossos filhos com a condição de que eles se tornem admiradores.
Texto associado
Filho Não existe isso que chamam de reprodução. Quando duas pessoas decidem ter um bebê, elas se envolvem em um ato de “produção”, e o uso generalizado da palavra “reprodução” para essa atividade, com a implicação de que duas pessoas estão quase se trançando juntas, é na melhor das hipóteses um eufemismo para confortar os futuros pais antes que se metam em algo que não podem controlar. Nas fantasias subconscientes que fazem a concepção parecer tão sedutora, muitas vezes é nós mesmos que gostaríamos de ver viver para sempre, e não alguém com uma personalidade própria. Tendo previsto a marcha para a frente de nossos genes egoístas, muitos de nós não estamos preparados para filhos que apresentam necessidades desconhecidas. A paternidade nos joga abruptamente em uma relação permanente com um estranho, e quanto mais alheio o estranho, mais forte a sensação de negatividade. Contamos com a garantia de ver no rosto de nossos filhos que não vamos morrer. Filhos cuja característica definidora aniquila a fantasia da imortalidade são um insulto em particular: devemos amá-los por si mesmos, e não pelo melhor de nós mesmos neles, e isso é muito mais difícil de fazer. Amar nossos próprios filhos é um exercício para a imaginação. Mas o sangue, tanto na sociedade moderna como nas antigas, fala mais alto. Pouca coisa é mais gratificante do que filhos bem-sucedidos e dedicados, e poucas situações são piores do que o fracasso ou a rejeição filial. Na medida em que nossos filhos se parecem conosco, eles são nossos admiradores mais preciosos, e, na medida em que são diferentes, podem ser os nossos detratores mais veementes. Desde o início, nós os instigamos a nos imitar e ansiamos pelo que talvez seja o elogio mais profundo da vida: o fato de eles escolherem viver de acordo com nosso sistema de valores. Embora muitos de nós sintam orgulho por ser diferentes dos pais, ficamos infinitamente tristes ao ver como nossos filhos são diferentes de nós. (Andrew Solomon. Longe da árvore: pais, filhos e a busca da identidade , 2013. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há palavra empregada com sentido figurado.

A Na medida em que nossos filhos se parecem conosco, eles são nossos admiradores mais preciosos.
B A paternidade nos joga abruptamente em uma relação permanente com um estranho.
C Mas o sangue, tanto na sociedade moderna como nas antigas, fala mais alto.
D Quando duas pessoas decidem ter um bebê, elas se envolvem em um ato de “produção”.
E Filhos cuja característica definidora aniquila a fantasia da imortalidade são um insulto em particular.