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M.P., 65 anos, sexo feminino, com diagnóstico de mieloma múltiplo, está internada em tratamento quimioterápico. Ao realizar o exame físico, o enfermeiro constatou, entre outras condições, que a paciente apresentava mucosite oral grau 3, estabelecendo como diagnóstico de enfermagem “Mucosa oral prejudicada relacionada à imunossupressão evidenciada por úlcera oral, sangramento e xerostomia”. Frente a essa situação, a prescrição de enfermagem deve compreender, entre outros cuidados,

A a escovação dos dentes e gengivas com escova estreita, de cerdas duras, antes e após as refeições, pela manhã e à noite.
B o enxague bucal com água oxigenada 10 volumes, antes das refeições.
C a realização de bochechos com soro fisiológico, 3/3 horas.
D o enxágue bucal com antisséptico oral em veículo alcoólico, 4/4 horas, após cada escovação dentária.
E a realização de bochechos com água morna antes das refeições, para alívio da xerostomia.

Em consonância com a Política Nacional de Humanização – PNH, foi implantado o acolhimento com avaliação e classificação de risco na unidade de pronto-socorro. Utilizando esse método, após avaliar um paciente com 64 anos de idade, queixando-se de lombalgia há seis horas, o enfermeiro deve classificá-lo e identificá-lo com a cor

A verde.
B azul.
C amarela.
D laranja.
E vermelha.

A família de

I. S., 71 anos, sexo feminino, internada com diagnóstico de insuficiência cardíaca esquerda, solicitou a presença da enfermagem, referindo que a paciente estava se sentindo mal. Ao avaliar

I. S., o enfermeiro constatou que apresentava confusão mental, pele acinzentada, mãos frias e úmidas, leitos ungueais cianóticos, dispneia, tosse incessante com expectoração espumosa de cor rósea, em pequena quantidade; presença de estertores à ausculta pulmonar, taquicardia e estase jugular. Frente a essa situação, deve solicitar o comparecimento imediato do médico, suspeitando se tratar de um caso de

A edema agudo de pulmão e, entre outros cuidados imediatos, posicionar a paciente na posição ereta, de preferência com as pernas pendentes sobre a lateral do leito.
B infarto agudo do miocárdio, e realizar, imediatamente, um eletrocardiograma de doze derivações.
C tamponamento cardíaco e, entre outros cuidados imediatos, colocar a paciente em posição de Fowler alto.
D edema agudo de pulmão, e colher, imediatamente, sangue arterial para realização de gasometria.
E tamponamento cardíaco e, entre outros cuidados imediatos, administrar oxigênio úmido, por cateter, em fluxo de 3 litros por minuto.

A assistência de enfermagem a um paciente com diagnóstico de acidente vascular cerebral isquêmico agudo, em uso de terapia tromboembolítica (tPA) por via endovenosa, deve compreender, entre outros cuidados:

A realizar sondagem nasogástrica em todos os pacientes, imediatamente após iniciada a administração do medicamento.
B manter o paciente em posição de Trendelenburg.
C realizar controle neurológico rigoroso por meio da aplicação da escala de Cincinatti a cada 30 minutos durante a infusão.
D aferir os sinais vitais a cada hora, pelas primeiras 6 horas de tratamento, e, daí por diante, a cada 2 horas até 24 horas após iniciada a administração da droga.
E monitorar, rigorosamente, a presença de qualquer sangramento.

. No momento da alta hospitalar, ao realizar as orientações sobre anticoncepção para mulheres que sofreram aborto no primeiro trimestre de gestação, sem quaisquer sinais ou suspeita de infecção, o enfermeiro deve esclarecer que

A o método Ogino Knauss é o método de eleição no período pós-aborto, devendo ser iniciado imediatamente desde que o dia em que ocorreu o aborto seja considerado como o primeiro dia do ciclo menstrual.
B o dispositivo intrauterino – DIU só poderá ser inserido seis meses após o aborto quando se tratar de aborto induzido.
C os anticoncepcionais hormonais podem ser usados imediatamente após o aborto, podendo ser iniciados/ administrados entre o dia do esvaziamento uterino e o 5º dia pós-abortamento.
D o uso do diafragma é contraindicado no primeiro mês após o aborto devido à necessidade de manuseio vaginal durante a sua inserção.
E a atividade sexual pode ser retomada tão logo a mulher deseje, sendo aconselhável a dupla proteção por meio do uso concomitante das camisinhas feminina e masculina.

Considere os aspectos relacionados ao controle do câncer de colo uterino e assinale a alternativa correta.

A A realização periódica do exame citopatológico continua sendo a estratégia mais adotada para o rastreamento do câncer do colo do útero e deve ser realizado por todas as mulheres a partir dos 18 anos de idade.
B Em gestantes, devido ao risco de parto prematuro, a coleta de material para o exame citopatológico deve ser adiada até o final do período de puerpério.
C A coleta de material para o exame citopatológico deve ser realizada anualmente até que a mulher entre em menopausa e, após esse evento, deve ser realizada a cada dois anos, até que complete 65 anos de idade.
D O início da coleta de material do colo uterino para a realização do exame de Papanicolaou deve ser aos 21 anos, independentemente de a mulher já ter ou não iniciado atividade sexual.
E A prevenção primária do câncer do colo do útero está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo HPV.

Ao realizar a coleta de sangue para exames, em veia periférica, o técnico de enfermagem deve observar alguns cuidados para evitar alterações no material coletado que comprometam os resultados, tais como

A coletar o sangue abaixo de um acesso venoso.
B retirar o torniquete/garrote antes de retirar a agulha do local de punção.
C aplicar pressão sobre o local de punção após a retirada da agulha.
D instruir o cliente/paciente a abrir e fechar a mão vigorosamente após a aplicação do torniquete/garrote no braço escolhido, enquanto o material necessário está sendo preparado.
E limpar o local de punção com álcool 70%, em movimentos circulares do centro para fora, e secá-lo com gaze estéril, se necessário.

A prescrição de enfermagem para um paciente internado, portador de ferida contaminada, determina que, para a realização de curativo na lesão, a limpeza seja realizada com soro fisiológico 0,9%, em jato. Para alcançar o jato adequado para a irrigação, o técnico de enfermagem deve utilizar, entre outros recursos,

A uma seringa de 20 mL com agulha de calibre 40 X 12 ou similar.
B uma sonda nasogástrica número 24.
C um frasco de soro fisiológico perfurado com agulha de calibre 25 X 6
D uma sonda de aspiração traqueal de grosso calibre
E uma seringa de 5 mL, com agulha de calibre 30 X 7.

Na sala de espera, enquanto aguardava ser chamada para consulta, P.J., 58 anos, sexo feminino, hipertensa, diabética, obesa, apresentou um “desmaio”. Ao chegar no local, o técnico de enfermagem (TE) constatou que P.J. apresentava parada cardiorrespiratória. Frente a essa situação, o TE deve, entre outros cuidados,

A solicitar e aguardar a presença do médico ou enfermeiro para início dos procedimentos de reanimação cardiopulmonar (RCP).
B iniciar, imediatamente, os procedimentos de reanimação cardiopulmonar (RCP) realizando duas ventilações seguidas de compressões torácicas a uma frequência de 80 a 100 compressões por minuto.
C colocar a paciente em maca, transportá-la para local privado, oferecer oxigênio em alto fluxo, via cateter nasal, e iniciar compressões torácicas a uma frequência de 60 a 80 compressões por minuto.
D iniciar os procedimentos de reanimação cardiopulmonar (RCP) puncionando veia periférica de grosso calibre, instalar cateter nasal e oferecer oxigênio seco em fluxo de 5 litros por minuto e, a seguir, aplicar compressões torácicas a uma frequência de 80 a 120 compressões por minuto.
E solicitar ajuda e iniciar os procedimentos de reanimação com compressões torácicas a uma frequência de 100 a 120 compressões por minuto e profundidade de 5 a 6 cm

A tuberculose continua sendo uma epidemia em grande parte do mundo, causando a morte de quase um milhão e meio de pessoas a cada ano, principalmente em países em desenvolvimento. Embora seja uma doença passível de ser prevenida, tratada e curada, ainda mata cerca de 4,4 mil pessoas todos os anos no Brasil (MS, 2019). Frente a essa situação, o município adotou, como uma das estratégias para o controle dessa doença, a busca ativa de sintomáticos respiratórios, ou seja, indivíduos que apresentem tosse

A e febre por, pelo menos, cinco dias consecutivos.
B por três semanas ou mais
C com expectoração de cor esverdeada há pelo menos sete dias.
D seca e febre acima de 38,5ºC, há mais de sete dias.
E com expectoração amarela há, pelo menos, dez dias.