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Nas últimas décadas, as instituições financeiras se tornaram extremamente importantes para a economia global. Uma delas é a Organização Mundial do Comércio (OMC), que atua

A no gerenciamento do euro e das políticas econômicas da União Europeia.
B na concessão de financiamentos para promover o desenvolvimento socioeconômico.
C na regulação do comércio para o cumprimento dos acordos multilaterais.
D na regulamentação das relações de trabalho no mundo.
E na disponibilização de recursos financeiros para equilibrar as balanças comerciais.

Um dos fatores que tem impulsionado o avanço do trabalho informal no Brasil é

A o aumento da mão de obra qualificada.
B o crescimento do número de jovens no mercado.
C a reduzida participação do setor terciário no PIB.
D o aumento do número de imigrantes no país.
E a flexibilização das leis trabalhistas.

Para cumprir os objetivos ratificados pelo Acordo de Paris, o Brasil, entre outras medidas, deve

A restaurar e reflorestar hectares de florestas.
B reduzir o descarte inadequado de resíduos sólidos.
C diminuir o uso sustentável de bioenergia.
D expandir a capacidade dos centros de reciclagem.
E ampliar as fontes energéticas não renováveis.

Leia o excerto sobre a preparação dos rapazes na Grécia Antiga para exercer seu papel de cidadão e pai de família. Dois tipos de iniciação persistiam nas épocas clássica e helenística em Atenas. A primeira, de origem mais arcaica, era a apresentação do adolescente à fratria1 paterna, inicialmente em um sacrifício oferecido pelo pai aos deuses Zeus e Atena. A segunda, provavelmente estabelecida na época clássica, era o serviço militar, chamado efebia. Ambas tinham igual importância para os gregos do período, e era indispensável que o jovem passasse pelas duas. (Maria Beatriz Florenzano. Nascer, viver e morrer na Grécia Antiga, 1996. Adaptado.) 1 fratria: grupo de pessoas que acreditavam ter o mesmo ancestral. De acordo com o excerto, tornar-se cidadão em Atenas dependia

A da formação intelectual e do pertencimento às tropas da cidade.
B da aceitação pelo grupo familiar e da preparação para a guerra.
C do casamento dentro da linhagem e do auxílio militar ao Estado.
D de pagamentos feitos aos sacerdotes e do combate aos inimigos.
E do reconhecimento pelas autoridades civis e da capacidade bélica.

O avanço das culturas sul-americanas nas zonas tropicais africanas conhece três etapas. Num primeiro tempo, a América exporta mandioca através da Guanabara e do litoral vicentino. Numa segunda etapa, a mandioca, o milho, a batata-doce e frutas sul-americanas passam a ser plantados nas terras africanas. Num terceiro tempo, tais culturas espalham- -se pelos sertões africanos. O uso do milho e da mandioca como ração dos povos da região permitiu que os guerreiros negreiros dilatassem suas áreas de captura. Roças de mandioca e milho são abertas nas áreas de parada e descanso dos bandos, facilitando o transporte terrestre de um maior número de cativos do sertão. (Luiz Felipe de Alencastro. O trato dos viventes, 2000. Adaptado.) O historiador

A relaciona a influência cultural africana com o desenvolvimento da agricultura na América.
B mostra o intercâmbio econômico entre os indígenas americanos e os guerreiros africanos.
C associa a introdução de novos cultivos na África com o aumento do tráfico negreiro.
D evidencia o escambo de produtos agrícolas americanos por cativos do interior africano.
E destaca a importância da monocultura de exportação desenvolvida no Atlântico Sul.

O período mais produtivo da Época de Ouro da MPB coincide, basicamente, com o Estado Novo (1937-1945), implantado por Getúlio Vargas. Não é uma simples coincidência. Em 1937, Vargas criou o Ince (Instituto Nacional de Cinema Educativo), o SNT (Serviço Nacional de Teatro) e o INL (Instituto Nacional do Livro). De outro lado, Vargas também operava, com mão de ferro, o famigerado DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda). (José Arbex Jr. e Maria Helena

V. Senise. Cinco séculos de Brasil, 1998. Adaptado.) Durante o Estado Novo,

A a postura crítica na música contrastava com a simplicidade das outras áreas da cultura, que se submetiam ao governo.
B a criação de instituições culturais prejudicava intelectuais e artistas, que intensificavam sua oposição ao governo.
C a política econômica do governo privilegiava a industrialização, o que deixava a cultura sem verbas suficientes.
D a produção cultural reforçava o nacionalismo exaltado pelo governo, que cerceava a liberdade de expressão.
E o projeto do governo baseava-se em medidas elitistas, o que limitava as manifestações culturais populares.

Num mundo cada vez mais globalizado, o fato de as ciências naturais falarem uma única língua universal e operarem sob uma única metodologia ajudou paradoxalmente a concentrá-las nos poucos centros com recursos adequados para seu desenvolvimento, isto é, nuns poucos Estados ricos altamente desenvolvidos. Os cérebros do mundo, que na Era das Catástrofes (entre 1914 e 1945) fugiram da Europa por motivos políticos, desde 1945 foram drenados dos países pobres para os ricos por motivos sobretudo econômicos. Nas décadas de 1970 e 1980, os países capitalistas desenvolvidos gastaram quase três quartos de todos os orçamentos do mundo em pesquisa. (Eric Hobsbawm. Era dos Extremos, 1995. Adaptado.) De acordo com o excerto, a globalização

A igualou a produção científica dos países, independentemente de sua riqueza ou regime político.
B estabeleceu técnicas de pesquisa comuns para minimizar as diferenças entre países ricos e pobres.
C afastou as questões ideológicas dos laboratórios em favor de soluções para os problemas mundiais.
D reduziu a migração de cientistas para países ricos por motivos econômicos, ao contrário do Entre-Guerras.
E refletiu, nos investimentos em ciências naturais, as disparidades econômicas entre os países.
Texto associado
An increasing body of evidence suggests that the time we spend on our smartphones is interfering with our sleep, self-esteem, relationships, memory, attention spans, creativity, productivity and problem-solving and decision-making skills. But there is another reason for us to rethink our relationships with our devices. By chronically raising levels of cortisol, the body’s main stress hormone, our phones may be threatening our health and shortening our lives. If they happened only occasionally, phone-induced cortisol spikes might not matter. But the average American spends four hours a day staring at their smartphone and keeps it within arm’s reach nearly all the time, according to a tracking app called Moment. “Your cortisol levels are elevated when your phone is in sight or nearby, or when you hear it or even think you hear it,” says David Greenfield, professor of clinical psychiatry at the University of Connecticut School of Medicine and founder of the Center for Internet and Technology Addiction. “It’s a stress response, and it feels unpleasant, and the body’s natural response is to want to check the phone to make the stress go away.” But while doing so might soothe you for a second, it probably will make things worse in the long run. Any time you check your phone, you’re likely to find something else stressful waiting for you, leading to another spike in cortisol and another craving to check your phone to make your anxiety go away. This cycle, when continuously reinforced, leads to chronically elevated cortisol levels. And chronically elevated cortisol levels have been tied to an increased risk of serious health problems, including depression, obesity, metabolic syndrome, Type 2 diabetes, fertility issues, high blood pressure, heart attack, dementia and stroke. (Catherine Price. www.nytimes.com, 24.04.2019. Adaptado.)

According to the text, smartphones may

A diminish stress-related hormone cortisol.
B release anti-anxiety hormones.
C induce creativity and decision-making skills.
D be hazardous to our long-term health.
E improve human life in the long run.
Texto associado
An increasing body of evidence suggests that the time we spend on our smartphones is interfering with our sleep, self-esteem, relationships, memory, attention spans, creativity, productivity and problem-solving and decision-making skills. But there is another reason for us to rethink our relationships with our devices. By chronically raising levels of cortisol, the body’s main stress hormone, our phones may be threatening our health and shortening our lives. If they happened only occasionally, phone-induced cortisol spikes might not matter. But the average American spends four hours a day staring at their smartphone and keeps it within arm’s reach nearly all the time, according to a tracking app called Moment. “Your cortisol levels are elevated when your phone is in sight or nearby, or when you hear it or even think you hear it,” says David Greenfield, professor of clinical psychiatry at the University of Connecticut School of Medicine and founder of the Center for Internet and Technology Addiction. “It’s a stress response, and it feels unpleasant, and the body’s natural response is to want to check the phone to make the stress go away.” But while doing so might soothe you for a second, it probably will make things worse in the long run. Any time you check your phone, you’re likely to find something else stressful waiting for you, leading to another spike in cortisol and another craving to check your phone to make your anxiety go away. This cycle, when continuously reinforced, leads to chronically elevated cortisol levels. And chronically elevated cortisol levels have been tied to an increased risk of serious health problems, including depression, obesity, metabolic syndrome, Type 2 diabetes, fertility issues, high blood pressure, heart attack, dementia and stroke. (Catherine Price. www.nytimes.com, 24.04.2019. Adaptado.)

No trecho do primeiro parágrafo “ Bu t there is another reason for us to rethink our relationships with our devices”, o termo sublinhado introduz uma

A oposição.
B conclusão.
C exclusão.
D adição.
E explicação.
Texto associado
An increasing body of evidence suggests that the time we spend on our smartphones is interfering with our sleep, self-esteem, relationships, memory, attention spans, creativity, productivity and problem-solving and decision-making skills. But there is another reason for us to rethink our relationships with our devices. By chronically raising levels of cortisol, the body’s main stress hormone, our phones may be threatening our health and shortening our lives. If they happened only occasionally, phone-induced cortisol spikes might not matter. But the average American spends four hours a day staring at their smartphone and keeps it within arm’s reach nearly all the time, according to a tracking app called Moment. “Your cortisol levels are elevated when your phone is in sight or nearby, or when you hear it or even think you hear it,” says David Greenfield, professor of clinical psychiatry at the University of Connecticut School of Medicine and founder of the Center for Internet and Technology Addiction. “It’s a stress response, and it feels unpleasant, and the body’s natural response is to want to check the phone to make the stress go away.” But while doing so might soothe you for a second, it probably will make things worse in the long run. Any time you check your phone, you’re likely to find something else stressful waiting for you, leading to another spike in cortisol and another craving to check your phone to make your anxiety go away. This cycle, when continuously reinforced, leads to chronically elevated cortisol levels. And chronically elevated cortisol levels have been tied to an increased risk of serious health problems, including depression, obesity, metabolic syndrome, Type 2 diabetes, fertility issues, high blood pressure, heart attack, dementia and stroke. (Catherine Price. www.nytimes.com, 24.04.2019. Adaptado.)

No trecho do segundo parágrafo “If they happened only occasionally”, o termo sublinhado refere-se a:

A “the body’s main stress hormone”.
B “our phones”.
C “phone-induced cortisol spikes”.
D “the average American”.
E “four hours a day”.