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33 questões encontradas

Tendo em vista a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), as escolas existentes nas unidades de internação, relativamente à sua organização

I. poderão organizar atendimento a grupos não-seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios quando o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar.
II. só poderão matricular os socioeducandos tendo por parâmetro o exame da documentação escolar anterior à internação, mediante apresentação obrigatória de histórico escolar.
III. terão calendário letivo restrito ao calendário civil e flexibilizados o número de horas e o número de dias letivos, conforme as condições e peculiaridades locais de oferta.
IV. a escola poderá classificar e reclassificar os socioeducandos, tendo como base as normas curriculares gerais e o projeto pedagógico da escola da unidade.

Está correto o que se afirma APENAS em

A II e III.
B I e IV.
C III e IV.
D I e II.
E I e III.
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área: Pedagogo Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Pedagogo - 2018
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 8 a 10.

Em janeiro de 1968, estreava na Europa e nos Estados Unidos um filme considerado o primeiro da nova era do cinema hollywoodiano, por quebrar tabus e fazer sucesso entre o público jovem. Era Bonnie e Clyde, de Arthur Penn. Tratava-se da história de dois jovens apaixonados, ladrões de banco, que circulavam pelo centro dos Estados Unidos durante a Grande Depressão. O casal reforçava nos jovens a ideia da quebra de todas as regras.
Lançado num país que ainda se recuperava do trauma do assassinato do presidente John Kennedy e via aumentar a tensão provocada por conflitos raciais, o filme causou repulsa e indignação entre os críticos. Por adotar, com humor, o ponto de vista dos criminosos, foi visto como subversivo.
Paralelamente ao lançamento do filme, surgiam produtos que se destinavam exclusivamente aos jovens e que passariam a depender do consumo destes. Esses produtos atravessavam as fronteiras nacionais com uma facilidade sem precedentes e a cultura de massas tornou-se internacional por definição.

(Adaptado de: ZAPPA, Regina e SOTO, Ernesto. 1968: Eles só queriam mudar o mundo. Rio de Janeiro: Zahar, edição digital)

Está adequada a pontuação do seguinte período:

A Bonnie e Clyde de Arthur Penn, conta a história de dois ladrões de banco, apaixonados, circulando durante a Grande
Depressão, pelo centro dos Estados Unidos.
B Na época do lançamento do filme, o país ainda se recuperava do trauma do assassinato do presidente John Kennedy, e a
tensão provocada por conflitos raciais aumentava.
C Estreou, na Europa e nos Estados Unidos, em janeiro de 1968: o filme considerado, o primeiro da nova era do cinema
hollywoodiano.
D Produtos destinados aos jovens passaram a circular, pelo mundo, agilmente; fazendo com que, a cultura de massas se
internacionalizasse.
E O lançamento do filme, alavancou a multiplicação de produtos os quais se destinavam, exclusivamente ao público
jovem.

Apesar de sermos todos regidos pela mesma constituição mecânica, nos movimentamos de um modo muito particular. O homem tem essa capacidade de individualizar e personalizar seus padrões de movimento, tornando-se um ser único. Cada indivíduo forma, assim, um universo à parte, com seu próprio desenho corporal e sua história. Nosso corpo, independente de estar vinculado a fatores culturais e étnicos, tem a sua trajetória e sua carga histórica. E essas características devem ser respeitadas. Pois o modo como nos postamos e organizamos nosso corpo para o movimento é o exercício da nossa individualização, direito conquistado por nós.

O(a) autor (a) do fragmento acima citado desenvolve suas coreografias a partir de seu próprio método de ensino no qual a inclusão social é um dos pilares fundamentais.

O nome do(a) autor(a)/coreógrafo(a) citado(a) e da obra que sintetiza seu método de trabalho é, respectivamente:

A Ivaldo Bertazzo − Corpo vivo − reeducação do movimento.
B Isadora Duncan − Expressividade e liberdade nos deslocamentos.
C Pina Baush − A arte da dança na rotina do cotidiano.
D John Cage − Rupturas e reflexões sobre o modo de se mover.
E Maria Duschenes − O corpo como suporte interpessoal.
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área:Arte Educador Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Arte Educador - 2018

Suponha que agora um relógio de ponteiros indique 3h exatamente e que o relógio esteja funcionando normalmente. Depois de certo tempo, se o ponteiro das horas (o menor) avançar 75° (setenta e cinco graus), então, o novo horário que o relógio irá marcar será

A 4h30min.
B 5h.
C 5h30min.
D 6h.
E 6h30min.
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área:Arte Educador Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Arte Educador - 2018

No ano de 1968 um artista brasileiro criou sua obra utilizando o estandarte como suporte expressivo e forma de estabelecer relações entre a arte brasileira e o cotidiano social das grandes cidades, de forma a incorporar em seus trabalhos uma série de elementos e representações da violência.

O texto refere-se, respectivamente, ao artista e obra:

A Helio Oiticica − Seja marginal seja herói.
B Candido Portinari − Heróis do café.
C Cildo Meirelles − Inserções em circuitos ideológicos.
D Nelson Leirner − Uma linha dura não dura.
E Antonio Manuel − Corpobra.
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área:Arte Educador Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Arte Educador - 2018

O perfil dos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas de restrição mostra a grande defasagem na escolarização básica, sendo a alfabetização um grande desafio para assegurar o direito à educação escolar na socioeducação. No âmbito das ações de planejamento do processo ensino-aprendizagem dos socioeducandos, ações específicas ao atendimento individualizado dessa e outras demandas devem, formalmente, compor o

A planejamento docente para cada classe em cada disciplina.
B plano individual de atendimento do socioeducando.
C projeto de aulas de reforço no contraturno.
D calendário de ressocialização dos adolescentes.
E plano de contingência da unidade socioeducativa.
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área: Pedagogo Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Pedagogo - 2018

O cumprimento das medidas socioeducativas, em regime de prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, semiliberdade ou internação, dependerá de Plano Individual de Atendimento (PIA) que deverá contemplar a

A fixação de normas e regras gerais para que se possa estabelecer o desenvolvimento de atividades individualizadas.
B atuação da comunidade na elaboração de regras de boa conduta dos adolescentes, tendo em vista a segurança das pessoas do bairro.
C cooperação dos educadores sociais na elaboração do planejamento do programa, assim como, na definição de objetivos e metodologia.
D história de contravenções do educando visando que as atividades educativas para sua recuperação não o constranja.
E participação dos pais ou responsáveis, os quais têm o dever de contribuir com o processo ressocializador do adolescente.
Texto associado
Atenção : Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 9.

1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.
2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros.. . – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.
3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.
4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.
5. V ocê diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.)

O verbo em destaque deve sua flexão ao termo sublinhado em:

A Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros.
B Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo.
C Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos...
D ... ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada...
E Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas...
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo - 2018

Na aplicação das medidas de proteção, previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), levar-se-ão em conta as necessidades pedagógicas do adolescente infrator. Vale lembrar que de nada adianta

A o atestado de matrícula em uma escola pública de ensino, assim como, comprovante de aproveitamento satisfatório, se o adolescente infrator não apresentar declaração de responsabilidade de acompanhamento de familiar ou responsável.
B o atestado de matrícula em uma escola pública de ensino, assim como, comprovante de aproveitamento satisfatório, se o adolescente infrator não apresentar declaração de responsabilidade de acompanhamento de familiar ou responsável.
C realizar atividades lúdicas, jogos ou dinâmicas de grupo sem antes fazer um levantamento das habilidades intelectuais das crianças e dos adolescentes.
D o adolescente apresentar interesse pelas atividades, se antes não apresentar o relatório de bom comportamento aprovado pela direção da instituição.
E a pura e simples “imposição” de uma determinada atividade ao adolescente, sem que a mesma possua uma justificativa técnica para ser instituída e uma finalidade pedagógica ou “terapêutica” claramente definida.
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área: Pedagogo Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Pedagogo - 2018

A interdisciplinaridade na atuação dos profissionais de uma instituição socioeducativa pressupõe

A a divisão do trabalho entre os profissionais que compõem a equipe técnica da instituição, permitindo a produção do conhecimento necessário a cada área do conhecimento na construção das práticas socioeducativa.
B a conexão dos saberes específicos de cada área de atuação, decorrente de estudos, discussões e aprofundamento da temática para realizar uma intervenção com eficácia e efetividade com vistas à resolutividade dos casos.
C o trabalho coletivo entre os profissionais que desenvolvem as atividades socioeducativas, de acordo com sua especialidade e conforme a necessidade de cada educando infrator.
D o aprofundamento de vários conhecimentos sobre as características socioculturais dos educandos em regime fechado de internação e em regime de liberdade semiaberta.
E o atendimento socioeducacional aos adolescentes em cumprimento de pena, conforme a formação específica de cada profissional da equipe técnica da instituição correcional
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área: Pedagogo Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Pedagogo - 2018