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Na administração pública devem ser constantes os esforços no sentido de modernização das estruturas organizacionais, de forma a promover a integração da organização ao ambiente externo. Essa integração deve estar adequadamente centrada na ideia de:

A serviços estabelecidos pela oferta;
B processos orientados pelos técnicos;
C formação de equipes dependentes;
D extinção da configuração hierárquica;
E adaptação às mudanças conjunturais.

A trajetória histórica da Administração Pública no Brasil, após 1930, revela um conjunto de fatores que justificaram a criação e a implementação do modelo gerencial a partir de meados da década de 90. A justificativa para a adoção do modelo gerencial NÃO pode ser atribuída:

A à crise fiscal, caracterizada pela crescente perda do crédito por parte do Estado;
B à dificuldade em administrar as crescentes expectativas em relação à política de bem-estar;
C ao esgotamento da estratégia estatizante de intervenção do Estado;
D à falência da estratégia de substituição de importações;
E à necessidade de fortalecer o papel do Estado como responsável pelo desenvolvimento econômico e social.

Existem correlações bioclimáticas entre a vegetação e a quantidade e intensidade de chuvas. No Brasil, podem-se separar, pelo menos, quatro áreas geográficas em função do número de meses com chuva e meses sem chuva, durante o ano. Quatro dessas áreas são: I – áreas permanentemente úmidas (0-1 mês seco ao ano); II – áreas úmidas (0-3 meses secos no ano); III – áreas estacionalmente secas (4-5 meses secos no ano); IV – áreas semiáridas/áridas (6-9 meses secos no ano). Os Campos de Planície Sul-Rio-Grandense e as Restingas são caracterizados, respectivamente, como áreas:

A permanentemente úmida; úmida;
B úmida; semiárida/árida;
C estacionalmente seca; permanentemente úmida;
D úmida; estacionalmente seca;
E semiárida/árida; permanentemente úmida.

A determinação do número de espécies que vivem em certa área nem sempre é uma atividade fácil de ser realizada, entre outras coisas, devido à variação da riqueza de espécies como função do tamanho da amostra. Para reduzir os erros no momento de avaliar a riqueza de espécies, foram criados diferentes métodos. A alternativa que contém apenas os métodos de avaliar a riqueza de espécies de uma área de estudo é:

A Índice de diversidade de Simpson; Estimativa Jackknife; Coeficiente de Sorensen;
B Procedimento Bootstrap; Estimativa Jackknife; Coeficiente de Jaccard;
C Coeficiente de Sorensen; Índice de diversidade de Shannon; Curva espécie-área;
D Método da rarefação; Estimativa Jackknife; Curva espécie-área;
E Método da rarefação; Índice de diversidade de Shannon; Coeficiente de Jaccard.

No mundo foram identificadas 34 áreas de alta biodiversidade conhecidas como “hotspots” de biodiversidade. Essas áreas foram definidas basicamente por dois critérios: que a presença de pelo menos 0,5% das plantas vasculares sejam espécies endêmicas e que a área esteja ameaçada de destruição, tendo perdido grande parte de sua biodiversidade. No Brasil, as áreas de “hotspots” estão situadas nos biomas:

A Amazônia e Cerrado;
B Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica;
C Amazônia e Mata Atlântica;
D Caatinga , Cerrado e Mata Atlântica;
E Cerrado e Mata Atlântica.

Gabarito: Alternativa C O clima também responde ao albedo, conceito que expressa a fração da radiação solar refletida por uma superfície. Regiões claras apresentam albedo elevado, devolvem grande parte da luz incidente e, por isso, acumulam menos calor — exemplo típico é o gelo, que reflete a maior parcela da energia solar. Em contraste, superfícies escuras exibem albedo reduzido e absorvem mais radiação, como ocorre em áreas urbanas asfaltadas. Florestas, devido ao dossel verde, refletem apenas entre 3% e 10% da luz, enquanto a água retorna de 2% a 4% da radiação. Em linhas gerais, quanto menor o albedo, maior a tendência de aquecimento da superfície. Com base nesses princípios, analisam-se as afirmações sobre os efeitos do reflorestamento:

I. O plantio de árvores contribui para a remoção de CO₂ da atmosfera, já que a vegetação incorpora carbono em seus tecidos. Essa captura reduz a concentração do gás e, por consequência, atenua o efeito estufa e o aquecimento. A proposição é correta.

II. A introdução de cobertura arbórea tende a reduzir o albedo, pois o dossel reflete menos luz do que superfícies antes expostas. A menor refletividade implica maior absorção de radiação e favorece o aquecimento superficial. A afirmativa é verdadeira.

III. Sustenta-se que o plantio de árvores elevaria o albedo, diminuindo a absorção de radiação e, portanto, as temperaturas. Essa conclusão é incompatível com a natureza da cobertura vegetal, que possui albedo baixo. O reflorestamento não aumenta, mas reduz o albedo. A proposição é falsa.

A I;
B II;
C I e II;
D I e III;
E II e III.

Com relação a conjuntos vegetacionais do Brasil, analise as três descrições a seguir:

I. Velhas terras, solos rasos e fortemente erodidos ou pedregosos. Estação seca irregular e intensa. Formações: floresta xerófila, arbustiva espinhosa, arbustiva suculenta, campo limpo.

II. Interpenetração das florestas do Chaco, central e atlântica. Formações: floresta pluvial, floresta xerófila, savana, consorciações de Copernicia, Mauritia, gramíneas e ciperáceas. Planície de inundação do rio Paraguai.

III. Flora cosmopolita tropical, halófila e xerófila. Flora Atlântica sobre areias recentes justamarítimas. Formações: floresta esclerófila, comunidades halófilas, xerófilas, hidrófilas e litófilas. As três descrições acima correspondem, respectivamente, aos conjuntos vegetacionais:

A Complexo da Caatinga; Complexo do Pantanal; Complexo da Restinga;
B Complexo da Caatinga; Complexo do Cerrado; Complexo dos Cocais;
C Complexo do Cerrado; Complexo do Pinheiral; Complexo da Restinga;
D Complexo dos Cocais; Complexo do Pantanal; Complexo da Restinga;
E Complexo do Cerrado; Complexo do Pantanal; Complexo do Pinheiral.

No processo de herborização é recomendável intercalar folhas de papelão corrugado e folhas de alumínio ondulado. As ondulações do papelão e da folha de alumínio devem obedecer ao:

A mesmo sentido, para facilitar a passagem de ar quente e melhor secar o material;
B mesmo sentido, para facilitar a absorção de água pelo papelão;
C sentido perpendicular, para aumentar a resistência e proteger o material;
D sentido perpendicular, para facilitar a absorção de água pelo papelão;
E sentido perpendicular, para permitir a passagem do ar quente nos dois sentidos.

O número de plantas de uma área conhecida pode ser contado através de uma amostragem com quadrats. Embora quadrat signifique uma figura de 4 lados, nas técnicas de amostragem da vegetação, esse termo é usado para designar uma unidade amostral que pode ser circular, hexagonal, retangular, ou mesmo uma área irregular. A escolha da forma é importante, pois o chamado efeito de borda varia em intensidade, em função da forma do “quadrat” escolhido. As duas unidades amostrais que apresentam menor efeito de borda são:

A circular e retangular;
B circular e quadrada;
C circular e hexagonal;
D hexagonal e quadrada;
E quadrada e retangular.

A produtividade primária líquida por m² dos ecossistemas terrestres é cerca de três vezes superior à produtividade primária líquida por m² dos oceanos. Sobre o tema, analise as afirmativas a seguir:

I. Nos oceanos, a distância entre o local de acúmulo de nutrientes e o local onde se realiza a fotossíntese é muito maior que nos ecossistemas terrestres.

II. Nos ecossistemas terrestres, os nutrientes se movem dentro de canais existentes nas plantas, mas nos oceanos os nutrientes se movem ao sabor das correntes oceânicas.

III. Nas zonas de ressurgência na costa do Peru, a produtividade marinha é próxima da produtividade dos ecossistemas terrestres.

Está correto o que se afirma em:

A somente I;
B somente I e II;
C somente I e III;
D somente II e III;
E I, II e III.