Texto 01 (Para as questões de 1 a 3)
A História do Sabão
A origem do sabão não está totalmente estabelecida, uma vez que o composto se degrada, não sendo possível fazer a datação, como é realizada com os artefatos históricos ou fósseis. Contudo, existe uma grande probabilidade que esse composto tenha sido descoberto por acaso, sendo resultante do aquecimento de gordura animal misturada com cinza das plantas, um acontecimento que apresentava uma grande possibilidade de ocorrer desde quando o homem passou a utilizar o fogo com a finalidade de preparar os seus alimentos.
As primeiras evidências escritas da existência de materiais semelhantes ao sabão são provenientes da Babilônia antiga, situada na Mesopotâmia, por volta de 2.800 anos antes de Cristo. A descrição detalhada da formulação para a confecção de sabão com água, álcali e óleo de cássia foi escrita em uma tabuleta de argila babilônica, datada de cerca de 2.200 anos antes de Cristo.
Acredita-se que os egípcios já possuíam o costume de se banhar constantemente e relatos históricos em papiros datados de, aproximadamente, 1.500 anos antes de Cristo descrevem que a combinação de óleo vegetal e de animal com sais alcalinos eram utilizados para produzir materiais semelhantes ao sabão, tendo sua aplicação para fazer o tratamento de doenças da pele e para se lavar.
De acordo com uma lenda romana, tem-se a suposição de que o nome “sabão” é uma derivação do nome do Monte Sapo, local onde sacrifícios de animais eram realizados e os restos da gordura de animais queimados nas fogueiras se misturavam às cinzas alcalinas das madeiras. Quando chovia, a reação resultava em um produto parecido com sabão, sendo levado pelas águas para as margens do rio Tibre. As lavadeiras da região perceberam que, se lavassem suas roupas nas margens em que as águas passavam com a mistura proveniente do Monte Sapo, as suas roupas ficavam mais limpas.
Adaptado de: SANTOS, J. S.; CRUZ, N. C. da; ALVES, C. Q. Sabão: uma arma química contra a covid-19 e preservação do meio ambiente. In: SANTOS, J. S.; SANTOS, A. O. (Orgs.). A importância da educação, ciência e tecnologia no enfrentamento à covid-19: ações do IF Baiano Campus Senhor do Bonfim. Curitiba: Appris, 2022.
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O enunciado refere-se ao(à)
De acordo com as teorias evolutivas de Charles Darwin, a evolução de uma espécie pode ocorrer por
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, dois exemplos de polissacarídeos e dois de monossacarídeos.
Texto associado
Em relação ao Texto 01, é correto afirmar que
Texto associado
Texto 1 (Para as questões de 1 a 3)
Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs)
As Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) têm o conceito referindo-se a aquelas espécies cujas partes consumidas não são comuns ou convencionalmente conhecidas, do mesmo modo que plantas ou partes delas que economicamente possuem determinadas funcionalidades inexploradas, além de se encontrarem fora da cadeia atual de produção de alimentos, possuindo potencial alimentar para os seres humanos.
O termo PANC, Planta Alimentícia Não Convencional, foi criado em 2008, pelo biólogo Valdely Ferreira Kinupp e se popularizou desde então. As plantas não convencionais, conforme a espécie, tem seu valor nutricional com teores significativos de vitaminas, sais minerais, fibras, carboidratos e proteínas, além do reconhecido efeito funcional.
Apesar dessas espécies já estarem presentes há séculos em certas comunidades tradicionais (quilombos, aldeias indígenas, ribeirinhos etc) e causarem uma grande influência na alimentação dessas comunidades, nos últimos anos, essas passaram a ter uma redução expressiva tanto economicamente, quanto socialmente, perdendo espaço para outros produtos, o que acarreta numa menor diversidade de espécies consumidas. Segundo Kinupp e Lorenzi (2014), no Brasil existem cerca de 5.000 espécies de PANCs.
Sendo assim, a busca pela diversidade dessas plantas é fundamental para o conhecimento mais aprofundado das espécies, ajudando a entender a biodiversidade, aspectos nutricionais, sua utilização e produção em maior escala, bem como a pesquisa de novas estratégias que busquem a conservação destes recursos.
Adaptado de: BEBÉ, F. V.; LINO, J. C.; TEIXEIRA, L. M. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), Características e Algumas Espécies Presentes No Território Brasileiro. Cadernos de Agroecologia – ISSN 2236-7934 - Anais do 2° Congresso Online Internacional de Sementes Crioulas e Agrobiodiversidade – Dourados/MS - v. 17, no 2, 2022.
Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs)
As Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) têm o conceito referindo-se a aquelas espécies cujas partes consumidas não são comuns ou convencionalmente conhecidas, do mesmo modo que plantas ou partes delas que economicamente possuem determinadas funcionalidades inexploradas, além de se encontrarem fora da cadeia atual de produção de alimentos, possuindo potencial alimentar para os seres humanos.
O termo PANC, Planta Alimentícia Não Convencional, foi criado em 2008, pelo biólogo Valdely Ferreira Kinupp e se popularizou desde então. As plantas não convencionais, conforme a espécie, tem seu valor nutricional com teores significativos de vitaminas, sais minerais, fibras, carboidratos e proteínas, além do reconhecido efeito funcional.
Apesar dessas espécies já estarem presentes há séculos em certas comunidades tradicionais (quilombos, aldeias indígenas, ribeirinhos etc) e causarem uma grande influência na alimentação dessas comunidades, nos últimos anos, essas passaram a ter uma redução expressiva tanto economicamente, quanto socialmente, perdendo espaço para outros produtos, o que acarreta numa menor diversidade de espécies consumidas. Segundo Kinupp e Lorenzi (2014), no Brasil existem cerca de 5.000 espécies de PANCs.
Sendo assim, a busca pela diversidade dessas plantas é fundamental para o conhecimento mais aprofundado das espécies, ajudando a entender a biodiversidade, aspectos nutricionais, sua utilização e produção em maior escala, bem como a pesquisa de novas estratégias que busquem a conservação destes recursos.
Adaptado de: BEBÉ, F. V.; LINO, J. C.; TEIXEIRA, L. M. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), Características e Algumas Espécies Presentes No Território Brasileiro. Cadernos de Agroecologia – ISSN 2236-7934 - Anais do 2° Congresso Online Internacional de Sementes Crioulas e Agrobiodiversidade – Dourados/MS - v. 17, no 2, 2022.