QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
210 questões encontradas

Em alguns estudos de concepção de sistemas de abastecimento de água, o método aritmético é utilizado para projetar o tamanho da população para o horizonte de tempo do projeto. Um engenheiro utilizou os dados dos censos de 1990 e de 2000 para projetar a população para o ano de 2030, obtendo um valor de 150.000 habitantes. Se em 2000 o censo mostrou uma população de 60.000 habitantes, a população do censo de 1990 era de:

A 20.000 habitantes;
B 25.000 habitantes;
C 30.000 habitantes;
D 35.000 habitantes;
E 40.000 habitantes.

A ABNT NBR 10004 estabelece os requisitos do processo de classificação, quanto à periculosidade, de praticamente todos os tipos de resíduos, mas existem exceções previstas no seu escopo. NÃO é(são) uma exceção aos enquadramentos da ABNT NBR 10004/2024:

A solos provenientes de obras de terraplanagem, movimentados no próprio local da obra e aplicados em sua condição natural;
B rejeitos radioativos;
C subprodutos segundo a ABNT NBR 17100/2023;
D resíduos da remoção de tintas e vernizes contendo solventes orgânicos, cromo ou chumbo;
E material deslocado para local no próprio leito do corpo hídrico, por meio de dragagem.

Philip Kotler propõe que “[e]m um mundo conectado (...) o mix de marketing (os quatro Ps) deve ser redefinido como os quatro Cs: cocriação ( co-criation ), moeda ( currency ), ativação comunitária ( communal activation ) e conversa ( conversation) ”. (KOTLER, 2017) Com um mix de marketing conectado, representado pelos quatro Cs, é correto afirmar que:

A o consumidor está cada vez menos participativo no processo de compra de produtos ou contratação de serviços;
B a promoção se mantém como uma relação unilateral, na qual empresas enviam mensagens a consumidores passivos;
C a precificação dinâmica impede a cobrança de clientes distintos de maneiras diferentes, o que diminui a rentabilidade das empresas;
D o envolvimento dos clientes no estágio de concepção de novos produtos tende a atrasar a produção e diminuir o sucesso desses produtos por ocasião do lançamento;
E a cocriação permite aos clientes customizar e personalizar produtos e serviços, criando assim proposições de valor superiores.

Leia o trecho da matéria abaixo, publicada no Jornal O Globo, que alerta, de certa forma, para problemas causados pela falta de curadoria humana de qualidade nos conteúdos gerados por IA. “Talvez você não saiba exatamente o que significa e qual é a relação disso com o uso cada vez mais generalizado de ferramentas de inteligência artificial na internet. Mas, de alguma forma, você certamente já esbarrou em algum (...). É um termo amplo que ganhou força em referência a conteúdo gerado por IA de má qualidade ou indesejado e que aparece em mídias sociais, cada vez mais, em resultados de pesquisa.” (O GLOBO, 2024) O termo ao qual o trecho acima se refere é:

A slop;
B brat;
C brain rot;
D slam;
E gaslighting.

A partir da década de 1970, o conceito de patrimônio cultural passou por significativas transformações. Seu escopo foi alargado para além da valorização de bens materiais de caráter monumental. Essa mudança de perspectiva refletiu-se na inclusão de novas categorias de patrimônio, como o patrimônio imaterial. No Brasil, um marco desse alargamento de sentido foi o tombamento do terreiro de candomblé Casa Branca, na Bahia, em 1984. No Brasil, o patrimônio imaterial permite:

A reconhecer o valor arquitetônico de lugares sagrados de diversas religiões;
B patrimonializar apenas práticas de religiões afrobrasileiras;
C questionar o valor patrimonial da religião católica no Brasil;
D reconhecer o valor arquitetônico de lugares de memória indígena;
E reconhecer e valorizar práticas e saberes de diversos grupos sociais como expressões da diversidade cultural e da identidade afro-brasileira.

Stuart Hall dedicou grande parte de sua obra à análise da cultura e da identidade em sociedades multiculturais. No livro Pensando a diáspora , Hall examina as identidades caribenhas diaspóricas em condições contemporâneas de globalização. O autor argumenta a favor da "impureza" cultural, considerando a forma como o “velho” é transformado no “novo” e a forma como o “exterior” se torna parte constitutiva da “cultura nacional”. Para analisar as interações entre culturas e a impureza cultural, Hall propõe o conceito de:

A etnocentrismo;
B hibridização;
C relativismo cultural;
D assimilação cultural;
E fundamentalismo cultural.

Em seu texto Esboço de uma teoria da prática , Pierre Bourdieu escreve o seguinte: "O caráter primordial da experiência do dom é, sem dúvida, sua ambiguidade: de um lado, essa experiência é (ou pretende ser) vivida como rejeição do interesse, do cálculo egoísta, como exaltação da generosidade, do dom gratuito e sem retribuição; de outro, nunca exclui completamente a consciência da lógica da troca, nem mesmo a confissão de pulsões recalcadas ou, por éclairs , a denúncia de uma outra verdade, denegada, da troca generosa, seu caráter impositivo e custoso (‘o presente é uma infelicidade’)” (Bourdieu, 1996, p. 7). A ambiguidade da experiência que Bourdieu descreve está embasada em:

A Vladimir Lenin;
B Marcel Mauss;
C Victor Turner;
D Ferdinand de Saussure;
E Émile Durkheim.

Para Gilberto Velho, a antropologia urbana é uma antropologia das sociedades complexas. Em seu artigo Estilo de vida urbano e modernidade , o antropólogo escreve o seguinte: “A metrópole moderna oferece a possibilidade de transitar entre vários mundos e esferas diferenciadas. A fragmentação do trabalho tem, como outro lado da moeda, o desenvolvimento de áreas e domínios especializados de sociabilidade, lazer, crença religiosa, atividade política etc.” (Velho, 1995, p. 229). A antropologia urbana de Gilberto Velho tem um dos seus fundamentos teóricos na produção de:

A Luc Boltanski;
B Georg Simmel;
C Gayatri Spivak;
D Gabriel de Tarde;
E Bruno Latour.

Em seu artigo Antropologia e política , Karina Kuschnir afirma: “Questionar conceitos como 'clientelismo’ é deixar de tomar esse modelo como ponto de partida; é não considerar universais termos como, por exemplo, ‘individualismo’, ‘representação’ e ‘domínio público’; é, finalmente, perceber que o universalismo é um valor inspirado no paradigma da modernização, na crença de que a imparcialidade e a objetividade devem prevalecer sobre as emoções e a subjetividade” (Kuschnir, 2007, p. 165-166). A contribuição da antropologia para a compreensão da política é:

A relativizar e aceitar diferentes formas de exercício do poder;
B legitimar, na esfera política, sociedades contra o Estado;
C analisar e enaltecer práticas políticas de grupos dominados;
D recomendar, com bases em laudos antropológicos, o que a política deve ser;
E estudar o que é a política para certo grupo, em determinado contexto histórico e social.