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Um projetista precisa saber qual a quantidade de calor fornecida a um sistema, mostrado na Figura abaixo, para calcular o valor da resistência elétrica. Tal sistema é constituído por um pistão atuador a gás, com paredes adiabáticas, acionado por um circuito elétrico, e aparafusado em uma base,

A área do pistão é 20 cm 2 , e o carrinho, que é rigidamente ligado ao pistão, é deslocado sem oferecer qualquer resistência por 15 cm para a direita, quando o gás, perfeito por hipótese, localizado à esquerda do pistão, é aquecido. Durante o deslocamento, a pressão do gás é constante e igual a 250 kPa, e a variação de energia interna do gás é igual a 18 J.

Nesse caso, a quantidade de calor, em joules, fornecida pela resistência é

A 73
B 93
C 55.500
D 75.000
E 93.000
Texto associado
Como as espécies irão reagir às mudanças climáticas

A presença de gases de efeito estufa na atmos-
fera tem aumentado cada vez mais nas últimas dé-
cadas. Desde o início da Revolução Industrial, em
1760, a concentração desses gases cresceu mais de
5 30%. Segundo o Painel Intergovernamental de Mu-
danças do Clima (IPCC, na sigla em inglês), até o fim
do século 21, a concentração de CO 2 pode chegar ao
dobro da atual. Desde 2012, diversos estudos vêm
sendo realizados na tentativa de desvendar o que irá
10 acontecer caso as previsões dos cientistas se con
cretizem.
O CO 2 , ou gás carbônico, é um dos principais
responsáveis pelo efeito estufa na atmosfera, pois
forma uma camada que impede que a radiação solar,
15 refletida pela superfície em forma de calor, se dissipe
no espaço, o que garante as condições de tempera-
tura e clima necessários para a existência da vida na
Terra.
As principais causas desse crescimento alar-
20 mante de gases de efeito estufa estão associadas
à queima de combustíveis fósseis, às mudanças no
uso do solo, à extinção de florestas, transformadas
em áreas agrícolas ou urbanas. Uma consequência
do aumento da concentração desses gases na at-
25 mosfera é a elevação da temperatura em até 5°C em
algumas regiões do planeta até o final do século. Por
exemplo, é esperada uma elevação da temperatura
de até 6°C na região amazônica, além da redução em
45% do volume de chuvas. Essas alterações climáti-
30 cas podem trazer diversas e catastróficas consequên-
cias, como ondas de calor e estiagens ou chuvas
concentradas em determinados períodos.
Tais fatores afetarão a biodiversidade (riqueza
e variedade do mundo natural) na Terra. Isso ocor-
35 re porque são as plantas, os animais e os micror-
ganismos que fornecem alimentos, remédios e boa
parte da matéria-prima industrial consumida pelo ser
humano. Além disso, afetarão, também, as intera-
ções entre espécies, a estrutura dos ecossistemas e
40 a prestação de serviços ambientais, resultando em
grandes — e talvez irreversíveis — impactos à vida na
Terra.
Os efeitos das mudanças climáticas não são
semelhantes em todos os lugares, ou seja, conheci-
45 mentos obtidos em um ambiente não serão necessa-
riamente os mesmos em outros ambientes onde as
espécies são diferentes e organizadas de maneiras
distintas. Por exemplo, embora as espécies de plan-
tas possam apresentar respostas parecidas ao au-
50 mento do CO 2 e da temperatura — como altas taxas
de crescimento —, as consequências em um dado
ecossistema podem ser o domínio de uma
espécie com características invasoras, resultando em gran-
des problemas no funcionamento do ecossistema e
55 até na extinção de espécies e perda da biodiversi-
dade.
Pesquisadores de algumas universidades e cen-
tros de pesquisa brasileiros vêm realizando experi-
mentos a fim de conhecer os efeitos das mudanças
60 climáticas em espécies de interesse econômico: nati-
vas, invasoras ou cultivadas. Entre os aspectos mais
importantes a serem compreendidos, estão as altera-
ções no desenvolvimento e na fotossíntese das plan-
tas, e a consequência disso para as espécies que in-
65 teragem com elas. Por exemplo, se algumas plantas
sofrerem estresse pela elevação de temperatura em
determinadas fases do desenvolvimento, o resultado
pode ser devastador, comprometendo totalmente as
colheitas. Esse é um dos aspectos mais preocupan-
70 tes, no contexto de mudanças climáticas, por afetar
diretamente a disponibilidade de alimentos e a segu-
rança alimentar da humanidade.
Estudos como esses são de grande importân-
cia, pois só de plantas o Brasil tem em seu território
75 mais de 55 mil espécies (cerca de 22% da diversi-
dade mundial) em biomas bastante distintos: Ama-
zônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e
Pantanal.
O estado de alerta é mundial e crescente. A pre-
80 ocupação quanto ao futuro do planeta frente às mu-
danças climáticas aumentou o interesse em pesqui-
sas científicas nessa área, mas ainda há muito a ser
feito para que possamos entender como as espécies
irão se adaptar (ou não) ao novo cenário climático.
85 Assim, a ampliação desses estudos é fundamental
e urgente para que possamos eficientemente nos
adaptar e investir na mitigação dos impactos das mu-
danças climáticas.

BORDIGNON, L.; OKI, Y.; FARIA, A.P. Revista Ciência Hoje ,
341. 28 out. 2016. Disponível em:< http://www.cienciahoje.
org.br/revista/materia/id/1104/n/como_as_especies_irao_re-
agir_as_mudancas_climaticas>. Acesso em: 05 dez. 2017.
Adaptado.

De acordo com o texto, os cientistas preveem que as alterações climáticas podem causar prejuízos à vida na Terra porque afetarão a biodiversidade.

O trecho que explica a importância da biodiversidade é:

A “Segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC, na sigla em inglês), até o fim do século 21, a concentração de CO 2 pode chegar ao dobro da atual.” (l. 5-8)
B “Uma consequência do aumento da concentração desses gases na atmosfera é a elevação da temperatura em até 5°C em algumas regiões do planeta até o final do século.” (l. 23-26)
C “Isso ocorre porque são as plantas, os animais e os microrganismos que fornecem alimentos, remédios e boa parte da matéria-prima industrial consumida pelo ser humano.” (l. 34-38)
D “Os efeitos das mudanças climáticas não são semelhantes em todos os lugares, ou seja, conhecimentos obtidos em um ambiente não serão necessariamente os mesmos em outros ambientes onde as espécies são diferentes e organizadas de maneiras distintas.” (l. 43-48)
E “Pesquisadores de algumas universidades e centros de pesquisa brasileiros vêm realizando experimentos a fim de conhecer os efeitos das mudanças climáticas em espécies de interesse econômico” (l. 57-60)

Considere uma determinada atividade logística que consiste
na transferência de cargas de um veículo maior para
veículos de menor capacidade, sem que haja necessidade
de armazenamento e que ocorre em um local público
(por exemplo, um posto de gasolina, um terreno vazio, às
margens de uma rodovia).

Esta atividade logística é denominada

A cross-docking
B transit point
C fracionamento
D transbordo
E unitização

A Figura a seguir ilustra um sinal periódico em que o eixo-Y corresponde à corrente (em amperes), e o eixo-X corresponde ao tempo (em segundos). Esse sinal tem período de 3 s, a corrente máxima é de 9 A, e segue a equação A(t) = 6t – t2 no período de 0 s a 3 s, repetindo-se indefinidamente.

O valor da corrente média, em amperes, desse sinal é

A 3
B 4,5
C 6
D 9
E 27

A situação vacinal também é considerada no âmbito ocupacional.

Segundo as Recomendações da Sociedade Brasileira de
Imunizações 2017/2018, os profissionais que trabalham
em regime de confinamento devem ter recebido as seguintes
vacinas:

A Meningocócica B, Meningocócicas conjugadas, Febre
tifoide e Poliomielite inativada
B Poliomielite inativada, Hepatite A, Tríplice viral, Varicela
e Febre tifoide
C Poliomielite inativada, Meningocócica B e Meningocócicas
conjugadas
D Tríplice viral, Hepatites A e B, Tríplice bacteriana, Varicela
e Influenza
E Tríplice viral, Hepatites A e B, Varicela, Influenza e Meningocócicas
conjugadas

As propriedades morfológicas do solo são características presentes e observáveis, as quais permitem distinguir um determinado tipo de solo dos demais.

A determinação da diferenciação da magnitute da adesão e coesão de partículas do solo, observadas em campo, em três condições de umidade, são características distintivas relacionadas à propriedade de

A consistência
B porosidade
C cerosidade
D permeabilidade
E eflorescência

Considere uma embarcação hipotética que apresenta os 6 graus de liberdade especificados abaixo em relação ao seu centro de gravidade (CoG - Center of Gravity).

Os graus de liberdade da embarcação são expressos em função da identidade {x 1 , x 2 .... x 6 } = {x, y, z, φ , θ , Ψ }.

Considerando a superposição de efeitos lineares, o movimento de Heave (arfagem) acoplado ao movimento de Roll (rolagem) são definidos pelas seguintes variáveis:

A x e θ
B y e Ψ
C y e φ
D z e θ
E z e φ

Uma indústria fabrica componentes eletrônicos e, em um
dado período, incorreu nos seguintes custos:
Os custos primários dessa companhia, em reais, no período,
totalizam

A 30.480,00
B 91.200,00
C 94.080,00
D 102.000,00
E 113.280,00

O dióxido de carbono (CO 2 ) é um gás muito utilizado em vários processos industriais, dentre os quais o de produção de bebida alcoólica. Considere-se que o dióxido de carbono é um gás ideal, em repouso, com uma temperatura de 127 ºC, e pressão a 1000 kPa e sofre uma aceleração isentrópica, atingindo um número de Mach de 0,5.

A temperatura, em Kelvin, após a aceleração, é de, aproximadamente:

Dado

Calor específico de gás ideal k* = 1,25 para uma temperatura de 400 K

A 989,76
B 832,85
C 712,89
D 558,72
E 387,88

Uma funcionária considera que, para desempenhar bem o seu papel de avaliadora do desempenho de sua equipe, é importante saber dar um feedback coerente e preciso.

Para que o seu feedback seja bem feito e se transforme em fonte de aprendizagem em vez de fonte de ruídos e ressentimentos, ela deve

A ar feedbacks pessoais em público e buscar dados, provas, fatos e testemunhas que complementem sua apresentação, programando o tempo necessário para a conversa que pretende ter.
B fornecer exemplos específicos, deixar claro o que no comportamento precisa ser mudado, concentrando sua observação no que se deve fazer, não no que está errado
C focar o feedback na pessoa e não no seu comportamento ou resultados, minimizando-se as críticas e estabelecendo, de forma conjunta (supervisor e subordinado), os alvos a serem alcançados.
D ser genérica e subjetiva nas suas informações repletas de expressões do tipo “talvez”, “quem sabe” entre outras, evitando focalizar no problema e utilizar exemplos.
E ser avaliativa em vez de descritiva e qualificar a outra pessoa, fazendo uso de uma linguagem que possa estimular um comportamento defensivo ou uma reação emocional.