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Quando em uma empresa há eleição dos representantes
dos empregados na CIPA, titulares e/ou suplentes, e ocorre
empate, assumirá o que

A possuir maior idade.
B possuir mais experiência em segurança do trabalho.
C trabalhar na área de maior risco da empresa.
D tiver mais tempo de trabalho.
E tiver maior tempo de serviço no estabelecimento.

Um controlador deve medir a quantidade de luz ambiente para decidir se liga ou não as luzes externas de uma unidade fabril. Um arranjo típico de conexão a uma porta Px de E/S (Entrada /Saída) do controlador, utilizando um Resistor Dependente de Luz (ou LDR = Light Dependent Resistor) é mostrado na Figura abaixo.

Se é do interesse escolher um nível de luminosidade específico, não bastando saber se tem luz ambiente ou não, qual tipo de porta desse controlador deve ser utilizado?

A Uma porta de entrada digital
B Uma porta de entrada com conversor Digital/ Analógico (DAC)
C Uma porta de entrada com conversor Analógico/Digital (ADC)
D Uma porta de saída com conversor Analógico/Digital (ADC)
E Uma porta de saída com conversor Digital/ Analógico (DAC)

Existe uma Norma Regulamentar (NR) que trata do Programa
de Controle Médico de Saúde Ocupacional, normatiza
a obrigatoriedade de realização de exames médicos,
e, dentre eles, cita o exame denominado periódico.

O exame periódico deve ser realizado

A no primeiro dia de volta ao trabalho de trabalhador ausente
por período igual ou superior a 30 dias devido à
doença, a acidente ou a parto.
B em trabalhador exposto a riscos que impliquem o desencadeamento
ou o agravamento de doença ocupacional
ou com doença crônica.
C antes que o trabalhador assuma suas atividades laborais
na empresa contratante.
D antes da data de mudança de função, de qualquer
alteração de atividade laboral ou de modificação de
posto de trabalho.
E antes do desligamento do trabalhador de suas atividades
laborais, tendo em vista documentarem as condições
de saúde.
Texto associado
Como as espécies irão reagir às mudanças climáticas

A presença de gases de efeito estufa na atmos-
fera tem aumentado cada vez mais nas últimas dé-
cadas. Desde o início da Revolução Industrial, em
1760, a concentração desses gases cresceu mais de
5 30%. Segundo o Painel Intergovernamental de Mu-
danças do Clima (IPCC, na sigla em inglês), até o fim
do século 21, a concentração de CO 2 pode chegar ao
dobro da atual. Desde 2012, diversos estudos vêm
sendo realizados na tentativa de desvendar o que irá
10 acontecer caso as previsões dos cientistas se con
cretizem.
O CO 2 , ou gás carbônico, é um dos principais
responsáveis pelo efeito estufa na atmosfera, pois
forma uma camada que impede que a radiação solar,
15 refletida pela superfície em forma de calor, se dissipe
no espaço, o que garante as condições de tempera-
tura e clima necessários para a existência da vida na
Terra.
As principais causas desse crescimento alar-
20 mante de gases de efeito estufa estão associadas
à queima de combustíveis fósseis, às mudanças no
uso do solo, à extinção de florestas, transformadas
em áreas agrícolas ou urbanas. Uma consequência
do aumento da concentração desses gases na at-
25 mosfera é a elevação da temperatura em até 5°C em
algumas regiões do planeta até o final do século. Por
exemplo, é esperada uma elevação da temperatura
de até 6°C na região amazônica, além da redução em
45% do volume de chuvas. Essas alterações climáti-
30 cas podem trazer diversas e catastróficas consequên-
cias, como ondas de calor e estiagens ou chuvas
concentradas em determinados períodos.
Tais fatores afetarão a biodiversidade (riqueza
e variedade do mundo natural) na Terra. Isso ocor-
35 re porque são as plantas, os animais e os micror-
ganismos que fornecem alimentos, remédios e boa
parte da matéria-prima industrial consumida pelo ser
humano. Além disso, afetarão, também, as intera-
ções entre espécies, a estrutura dos ecossistemas e
40 a prestação de serviços ambientais, resultando em
grandes — e talvez irreversíveis — impactos à vida na
Terra.
Os efeitos das mudanças climáticas não são
semelhantes em todos os lugares, ou seja, conheci-
45 mentos obtidos em um ambiente não serão necessa-
riamente os mesmos em outros ambientes onde as
espécies são diferentes e organizadas de maneiras
distintas. Por exemplo, embora as espécies de plan-
tas possam apresentar respostas parecidas ao au-
50 mento do CO 2 e da temperatura — como altas taxas
de crescimento —, as consequências em um dado
ecossistema podem ser o domínio de uma
espécie com características invasoras, resultando em gran-
des problemas no funcionamento do ecossistema e
55 até na extinção de espécies e perda da biodiversi-
dade.
Pesquisadores de algumas universidades e cen-
tros de pesquisa brasileiros vêm realizando experi-
mentos a fim de conhecer os efeitos das mudanças
60 climáticas em espécies de interesse econômico: nati-
vas, invasoras ou cultivadas. Entre os aspectos mais
importantes a serem compreendidos, estão as altera-
ções no desenvolvimento e na fotossíntese das plan-
tas, e a consequência disso para as espécies que in-
65 teragem com elas. Por exemplo, se algumas plantas
sofrerem estresse pela elevação de temperatura em
determinadas fases do desenvolvimento, o resultado
pode ser devastador, comprometendo totalmente as
colheitas. Esse é um dos aspectos mais preocupan-
70 tes, no contexto de mudanças climáticas, por afetar
diretamente a disponibilidade de alimentos e a segu-
rança alimentar da humanidade.
Estudos como esses são de grande importân-
cia, pois só de plantas o Brasil tem em seu território
75 mais de 55 mil espécies (cerca de 22% da diversi-
dade mundial) em biomas bastante distintos: Ama-
zônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e
Pantanal.
O estado de alerta é mundial e crescente. A pre-
80 ocupação quanto ao futuro do planeta frente às mu-
danças climáticas aumentou o interesse em pesqui-
sas científicas nessa área, mas ainda há muito a ser
feito para que possamos entender como as espécies
irão se adaptar (ou não) ao novo cenário climático.
85 Assim, a ampliação desses estudos é fundamental
e urgente para que possamos eficientemente nos
adaptar e investir na mitigação dos impactos das mu-
danças climáticas.

BORDIGNON, L.; OKI, Y.; FARIA, A.P. Revista Ciência Hoje ,
341. 28 out. 2016. Disponível em:< http://www.cienciahoje.
org.br/revista/materia/id/1104/n/como_as_especies_irao_re-
agir_as_mudancas_climaticas>. Acesso em: 05 dez. 2017.
Adaptado.

No trecho do texto “As principais causas desse crescimento alarmante de gases de efeito estufa estão associadas à queima de combustíveis fósseis, às mudanças no uso do solo, à extinção de florestas”, (l. 19-22), as vírgulas foram usadas para separar os elementos de uma enumeração.

O mesmo ocorre em:

A “Segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC, na sigla em inglês), até o fim do século 21, a concentração de CO 2 pode chegar ao dobro da atual.” (l. 5-8)
B “Os efeitos das mudanças climáticas não são semelhantes em todos os lugares, ou seja, conhecimentos obtidos em um ambiente não serão necessariamente os mesmos em outros ambientes onde as espécies são diferentes e organizadas de maneiras distintas.” (l. 43-48)
C “Por exemplo, se algumas plantas sofrerem estresse pela elevação de temperatura em determinadas fases do desenvolvimento, o resultado pode ser devastador, comprometendo totalmente as colheitas.” (l. 65-69)
D “Esse é um dos aspectos mais preocupantes, no contexto de mudanças climáticas, por afetar diretamente a disponibilidade de alimentos e a segurança alimentar da humanidade.” (l. 69-72)
E “o Brasil tem em seu território mais de 55 mil espécies (cerca de 22% da diversidade mundial) em biomas bastante distintos: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal.” (l. 74-78)

Uma entidade precisa definir, dentre as identificadas no Quadro a seguir, a qual empresa emprestará dinheiro. Para
isso, é preciso verificar a empresa que possui maior liquidez e, por consequência, maior capacidade para honrar seus
compromissos.
Com base nos dados apresentados, a empresa que deve ser escolhida é a

A X
B Y
C K
D W
E Z

É possível que ocorra um processo de estagnação e até
mesmo desindustrialização em países com grande abundância
de recursos naturais, como, por exemplo, o Petróleo.
Esse problema econômico é conhecido como “Doença
Holandesa”.
Um dos motivos para que esse processo ocorra, dentre
outras razões, é porque, ao

A se tornar grande exportador, o país terá entradas de
divisas estrangeiras, apreciando, com isso, o câmbio
e, por consequência, deteriorando a competitividade
de outros setores da economia.
B se tornar grande exportador, o país terá grandes saídas
de divisas estrangeiras, depreciando, com isso, o
câmbio e, por consequência, deteriorando a competitividade
de outros setores da economia.
C se tornar importador, o país terá grandes saídas de
divisas, apreciando, com isso, o câmbio e, por consequência,
deteriorando o consumo e o PIB.
D aumentar o investimento em outros setores para
conseguir diminuir a produção do recurso natural, o
governo terá perda de eficiência na economia e será
obrigado a aumentar a taxa de juros para evitar fuga
de capitais, estrangulando a economia.
E aumentar o processamento do recurso natural, outros
setores da economia irão buscar investimentos para
acompanhar esse crescimento, mas, sem capacidade
de honrar dívidas, ficarão insolventes e irão falir.

Por conta de suas prováveis implicações para o funcionamento
do mercado de capitais brasileiro, a medida governamental
mais importante, introduzida no sistema financeiro
nacional, a partir de 2018, foi a

A transferência do Banco do Brasil para os bancos comerciais
privados de todos os programas de financiamento
subsidiados ao produtor rural.
B transferência de recursos do Tesouro Nacional para
o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES), destinados a subsidiar as linhas de
financiamento do Programa de Sustentação do Investimento
(PSI).
C delegação exclusiva ao Banco Central do Brasil do
poder de firmar acordos de leniência com instituições
que tenham cometido infrações no mercado de capitais
brasileiro.
D substituição da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP),
fixada arbitrariamente pelo governo, pela Taxa de Longo
Prazo (TLP), que, determinada por mecanismos de
mercado, se tornará a referência na remuneração das
principais linhas de financiamento do Banco Nacional
de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
E eliminação da chamada taxa básica de juros SELIC
como a taxa média ajustada dos financiamentos diários
apurados no Sistema Especial de Liquidação e de
Custódia (SELIC) para títulos federais.

O ensaio mecânico de fluência é um ensaio normalmente apresentado em um gráfico

A deformação versus tensão, para uma taxa de alongamento constante
B deformação versus tempo, para carga e temperatura constante
C energia absorvida versus temperatura de ensaio
D tensão versus número de ciclos até a fratura, para temperatura constante
E tensão versus deformação, para uma taxa de alongamento e temperatura constante
Órgão: Petrobras Transporte S.A Cargo: Técnico de Inspeção de Equipamentos e Instalações Júnior Prova: CESGRANRIO - TRANSPETRO - Técnico de Inspeção de Equipamentos e Instalações Júnior - 2018

A criptografia de chave pública é assimétrica e envolve o uso de duas chaves separadas: a chave privada e a chave pública.

Um exemplo de algoritmo criptográfico que utiliza a chave pública para garantir o sigilo da informação é o

A DES
B 3DES
C AES
D IPEA
E RSA

Segundo orientação do Ministério da Saúde, nos casos
de violência sexual, relação sexual desprotegida, sem o
uso de camisinha ou por rompimento da mesma, além da
possível ocorrência de acidente ocupacional com instrumentos
perfurocortantes ou por contato direto com material
biológico contaminado, está indicada a Profilaxia Pós-
-Exposição ao HIV, mais conhecida pela sigla PEP.
Trata-se de uma medida de prevenção à infecção pelo
HIV, que consiste no uso de medicação com antirretrovirais
em até

A 12 h
B 24 h
C 36 h
D 48 h
E 72 h