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Uma empresa está propondo a implementação de ele-trificação da frota de ônibus coletivos de uma cidade. O projeto envolve a venda do ônibus elétrico e o aluguel da bateria pelo período de 10 anos, no qual a empresa se responsabiliza pelo fornecimento, manutenção e recarga da bateria. Para esse período, o projeto determina um custo de R$1.860.000,00 por ônibus. Segundo a empresa, a grande vantagem desse projeto é que a parte desse custo, referente ao aluguel das baterias, é pago com mensalidades fixas de R$10.000,00, que é o valor aproximado do gasto mensal com diesel dos ônibus convencionais. Descontado o valor do aluguel da bateria, tem-se que esse projeto considera a venda do ônibus elétrico no valor de

A R$ 760.000,00.
B R$ 1.740.000,00.
C R$ 860.000,00.
D R$ 1.760.000,00.
E R$ 660.000,00.
Texto associado
Utilize as informações a seguir para responder a questão. No final de 2020, uma aeronave da Força Aérea Britânica obteve novas imagens do maior iceberg do mundo, enquanto este flutua pelo sul do oceano Atlântico, ao leste da Argentina. Conhecido como A68a, as imagens do iceberg mostraram que o tamanho de sua superfície era de 4,2 mil quilômetros quadrados, um valor 30% menor do que o registrado em julho de 2017, quando o A68a se desprendeu de um bloco de gelo da Antártida.

Considere um campo de futebol retangular, medindo 100 metros de comprimento por 70 metros de largura. A área de 4,2 mil quilômetros quadrados ocupada pelo iceberg no final de 2020 equivale a quantos desses campos de futebol?

A 600000.
B 60000.
C 6000000.
D 6000.
E 600.

A “Política de Apaziguamento“ é um ponto que deve ser analisado com cuidado quando se discute a questão das origens da Segunda Guerra Mundial. Na medida em que a situação internacional tornava-se mais tensa, ao longo da década de 1930, e o militarismo fascista (japonês, italiano e alemão) se agudizava, as potências ocidentais democráticas, aparentemente para evitar um conflito de maiores proporções ou adiar uma confrontação inevitável, fecharam os olhos às agressões do nazifascismo contra regiões e países vizinhos. (Ricardo de Moura Faria, História – volume 3, p. 304. Adaptado) A “Política de Apaziguamento“ esteve presente

A no processo de criação da Liga das Nações, porque esta entidade, com o apoio francês e inglês, defendia que os acordos assinados após a Primeira Guerra não tinham validade porque não contaram com a participação da Alemanha e da Rússia.
B na crise da Manchúria, porque essa região chinesa foi invadida pelo Japão e, apesar dos protestos da Alemanha e da Bélgica, a diplomacia estadunidense fez uma decisiva defesa do direito japonês em expandir o seu território.
C no acordo de Munique, firmado entre Alemanha, Áustria, França, Inglaterra e Itália, com a chancela dos Estados Unidos, que acabou a autonomia nacional da Polônia e incorporou a maior parte do seu território à Tchecoslováquia.
D na crise da Renânia, região fronteiriça entre Alemanha, Bélgica e França, que foi ocupada pelos franceses, com o aval da Liga das Nações, apesar das determinações do Tratado de Versalhes que havia determinado que esse espaço pertencia à Bélgica.
E na Guerra Civil Espanhola, porque as forças chefiadas pelo general Franco, interessadas em derrubar um governo republicano, receberam apoio da Alemanha e da Itália, enquanto França e Inglaterra não defenderam a ordem democrática espanhola.

Leia o excerto de um discurso do líder soviético Nikita Kruschev, em 06 de junho de 1956. Pode ser que vosso vizinho vos seja simpático, ou não. Não tendes a obrigação de ser seus amigos ou de visitá-los. Porém, viveis lado a lado, e que fazer se nem nós nem ele se dispõem a deixar o lugar a que estão habituados, para se fixar em outra cidade? Com muito maior razão, o mesmo ocorre nas relações entre os Estados. […] Quer nosso vizinho vos agrade ou não, não há outra coisa a fazer senão encontrar um terreno de entendimento com ele, pois nós temos um só planeta. (apud Adhemar Martins Marques et al., História do tempo presente ) Considerando o contexto histórico dessa manifestação, é correto afirmar que o líder soviético

A avalia como positivas as ações soviéticas nos processos de libertação colonial na Ásia e na África.
B aceita a criação da OTAN, mas exige que o Ocidente tenha a mesma relação com o recém-fundado Pacto de Varsóvia.
C sinaliza a possibilidade de um acordo em bases diferentes entre as duas superpotências.
D condena a interferência dos EUA em países da Cortina de Ferro, sob a influência soviética.
E considera o armamentismo dos EUA um perigo à paz mundial, decidindo dotar a URSS com armas nucleares.

A convocação para as eleições, visando à composição da Assembleia Constituinte, e os novos partidos, organizações políticas de massa que surgiam, agitavam os anos que vão de 1932 a 1935. Nesse período, são perceptíveis ao menos quatro grandes tendências político-ideológicas: autoritarismo cientificista, liberalismo, esquerdismos e fascismo. (Marcos Napolitano, História do Brasil República: da queda da Monarquia ao fim do Estado Novo, p. 101. Texto adaptado) Sobre a tendência fascista, é correto afirmar que

A se formou a Ação Integralista Brasileira (AIB) como principal grupo, que tinha apoio da classe média e uma ideologia caracterizada pelo nacionalismo, civismo, corporativismo e catolicismo ultraconservador.
B se organizou em um partido de abrangência nacional, o Partido Republicano Constitucional (PRC), que tinha amplo apoio das classes populares e defendia o direito inviolável da propriedade e a liberdade de expressão.
C teve origem nas organizações sindicais-operárias e sua influência esteve presente, em especial, nas grandes cidades do Nordeste ao fazer a defesa de uma intervenção estatal para industrializar o Brasil.
D esteve presente em vários partidos políticos, de ideologias variadas, que apoiavam medidas estatais para livrar o país da influência das grandes potências econômicas da época, como a França e a Inglaterra.
E se organizou em movimentos sociais e não em partido político, e fazia uma defesa radical das riquezas nacionais, caso do minério de ferro e do petróleo, que deveriam ser explorados pela iniciativa privada.

A primeira Constituição republicana, promulgada em fevereiro de 1891, inspirou-se no modelo norte-americano […]. (Boris Fausto, História concisa do Brasil , p. 141) Esta Constituição

A concentrou as atribuições tributárias no governo central, e cabia aos municípios, a partir de recursos transferidos pela presidência da República, a organização da segurança, da saúde e da educação.
B decidiu que o Poder Executivo deveria ser exercido pelo presidente da República, com mandato de cinco anos e com direito à reeleição, desde que o candidato fosse escolhido em uma convenção partidária.
C ampliou a participação política dos cidadãos, com o direito ao voto para todos os homens e mulheres maiores de 21 anos, com exceção dos cidadãos que não estudassem ou exercessem alguma atividade profissional remunerada.
D permitiu, ao menos implicitamente, aos estados exercerem diversas atribuições, como contrair empréstimos externos e organizar forças militares próprias, além do direito expresso de decretar imposto sobre a exportação de suas mercadorias.
E criou a Justiça Eleitoral, responsável pelo processo eleitoral em todos os estados brasileiros, e a Justiça do Trabalho, a quem cabia conciliar os interesses dos setores empresarias e os trabalhadores organizados em sindicatos por categoria.

No dia 12 [de dezembro de 1968], o pedido chegou ao plenário, e a votação se estendeu por horas. Finalmente, confrontando os militares, a Câmara dos Deputados rejeitou o pedido de suspensão das imunidades parlamentares de Márcio Moreira Alves por 216 votos contra 141 e 12 abstenções. Celebrando o resultado, os parlamentares cantaram o Hino Nacional. No dia seguinte, o Conselho de Segurança Nacional aprovou o Ato Institucional n. 5, tornando perenes os poderes discricionários que atribuía ao presidente da República. (Carlos Fico, História do Brasil contemporâneo: da morte de Vargas aos dias atuais, p. 66) O Ato Institucional, aprovado em dezembro de 1968, permitia ao presidente da República

A escolher os presidentes do Senado, da Câmara dos Deputados e das Assembleias Legislativas de cada Estado.
B indicar um senador indireto por estado e escolher os secretários estaduais de Segurança Pública.
C proibir o habeas corpus em todas as ações penais e referendar as eleições legislativas estaduais.
D cassar mandatos e suspender direitos políticos, assim como demitir ou aposentar servidores públicos.
E escolher os prefeitos e os governadores de estado, além de aprovar, ou não, os orçamentos públicos em todos os níveis de poder.

Em fevereiro de 1978, no Rio de Janeiro, foi fundado o primeiro Comitê Brasileiro pela Anistia (CBA). E o que até então se apresentava como uma medida de justiça restaurativa se transformou numa afirmativa de direitos – a “face imprescindível das liberdades democráticas”, sublinhou a Carta de Princípios do CBA paulista, criado em maio de 1978. Os CBAs foram a senha para o início de um movimento memorável – a campanha pela anistia ampla, geral e irrestrita –, que unificou as forças de oposição, reuniu artistas e intelectuais, ganhou a opinião pública, e transbordou para a rua em passeatas, comícios e atos públicos. (Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling, Brasil: uma biografia , p. 479) A Lei da Anistia de agosto de 1979 foi

A de Iniciativa Popular, a partir das lideranças da OAB e da CNBB, aprovada apenas com os votos da oposição ao governo federal, permitindo a imediata liberdade de todos os presos políticos, assim como a legalização dos partidos comunistas e das centrais sindicais.
B enviada pelo presidente da República ao Congresso e teve como resultado a volta de exilados e a libertação de presos políticos e, ao mesmo tempo, não permitiu a responsabilização individual dos coautores dos crimes praticados pelo Estado durante o regime autoritário.
C derivada de uma emenda constitucional proposta pelos deputados e senadores do MDB, com o apoio de alguns parlamentares da ARENA, e garantiu uma anistia política a todas as forças políticas, com exceção dos militantes ligados aos grupos clandestinos de esquerda.
D proposta pelo ministro da Justiça e aprovada depois de exaustivas negociações com os parlamentares da ARENA, que não aceitavam que as principais lideranças antes da ruptura institucional de 1964 fossem anistiadas e tivessem os seus direitos políticos reestabelecidos.
E produto de uma longa negociação entre as lideranças da ARENA e do MDB e, com a forte oposição das principais centrais sindicais, resultou numa lei bem abrangente, que permitiu que os cargos políticos e administrativos exercidos antes de 1964 fossem imediatamente reassumidos.