Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 3.
Empreendedor vende garrafas de ar puro inglês a R$ 450,00 para cidades poluídas na China
O empresário Leo De Watts, de 27 anos, vende ar coletado no interior do Reino Unido e despacha para cidades poluídas da China, onde elites pagam quantias consideráveis por poucos segundos de inalação.
A China enfrenta problemas crônicos de poluição atmosférica. Em 2015, pela primeira vez na história, a capital do país, Pequim, declarou alerta vermelho − o mais grave em uma escala de quatro níveis − por causa da poluição. Escolas permaneceram fechadas e fábricas interromperam a produção.
“Qualquer pessoa que, por exemplo, viva perto de um lago cristalino e comece a engarrafar água e vender pode ser considerada meio maluca, mas é algo incrível para locais que não possuem uma grande oferta dessas coisas, e o ar puro pode ser vendido como item de luxo”, disse Watts à BBC.
Cada garrafa – de 580 mL – de ar exportada por Watts custa 80 libras (cerca de R$ 450,00).
Para oferecer produtos com características distintas, o empresário diz coletar ar de áreas diferentes, como o interior do País de Gales e as regiões de Dorset e Somerset, na Inglaterra. O processo de coleta é feito com jarros acoplados a redes – atividade que Watts define como “agricultura aérea” .
(Adaptado de: “Empreendedor vende garrafas de ar puro inglês a R$ 450,00 para cidades poluídas na China”. Disponível em: www.bbc.com/ portuguese/noticias/2016/02/160209_venda_arpuro_tg)
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A figura abaixo representa um sistema de combate a incêndio e é constituído de um reservatório de grande capacidade que contém água em seu interior, cujo nível se encontra a 25 m do centro da tubulação de ferro galvanizado enterrada no solo. O comprimento da tubulação no solo é de 200 m até chegar a uma válvula gaveta, instalada imediatamente após o ponto A. Esta implantação tem cerca de 20 anos e deseja-se avaliar qual a perda de carga introduzida no sistema para comparar com a vazão que se constata nos dias atuais. Para se efetuar o cálculo há necessidade de se obter o fator de atrito que depende do número de Reynolds e este da vazão (Q) na tubulação. Como uma primeira estimativa para se determinar a vazão foi proposto desconsiderar a perda de carga distribuída e localizada na tubulação no trecho abaixo representado.
Desta forma pode-se afirmar que a vazão em A é:
Texto associado
. ... elites pagam quantias consideráveis por poucos segundos de inalação. (1o parágrafo) Essa passagem do texto está corretamente reescrita com a forma verbal na voz passiva em:
Em relação aos direitos fundamentais do idoso, é correto afirmar:
Texto associado
Atenção : As questões de números 31 e 32 referem-se ao texto abaixo que relata as observações de um estagiário em escola pública de ensino fundamental em um dia de estágio.
“São sete horas da manhã. Os alunos chegam em grupos, rindo, brincando, xingando (...). Não há ninguém da direção presente nesse momento, apenas a inspetora de alunos, a secretária e os professores. Dos professores faltam cinco e há somente dois professores eventuais. A escola nesse momento parece o caos. A professora da 8 a D está nervosa porque na sala dela tinha ocorrido uma briga de alunos. Ela queria mandá-los para a coordenação ou direção, mas não havia ninguém na escola; (...) Enquanto isso, a professora da 8 a D deixa a sala de aula; espera alguém da direção chegar para resolver o problema dos meninos que estavam brigando (...). Observei esta turma na aula vaga e foi tranquilo. Eles estavam querendo ficar na sala porque no pátio estava muito frio, mas a inspetora não deixou. Ficaram todos no pátio. Formaram grupos de amigos, e ficaram conversando e brincando o tempo todo. Após o intervalo, pedi para assistir a próxima aula na 8 a E. A professora estava copiando um texto sobre cultura na lousa; alguns estavam copiando, outros não. O aluno do fundo da sala, xinga o menino da frente; este se levanta e começa a correr atrás do agressor. Era um corre-corre na sala, um tremendo barulho e gritaria. A professora não conseguiu colocar ordem na sala, a voz dela era baixa e assim ela teve muita dificuldade para chamar a atenção deles. Quando ela terminou de passar a lição na lousa, sentou-se na mesa e começou a fazer a chamada. Depois bate o sinal, e a professora vai embora. Enquanto o outro professor não entra na sala, eles correm atrás um do outro, empurram-se, jogam cadeiras no chão, gritam muito. Um menino pega a mochila de um garoto pequeno, rasga a mochila e joga os materiais no chão; os outros começaram a chutar os livros. O garoto pequeno fica nervoso e segue para a diretoria para reclamar; é encaminhado até a coordenadora que acabara de chegar. Na classe chega o professor de História para dar aula, ele está muito sério e nervoso. Parou na porta e ficou olhando sério para os alunos até eles se acalmarem. O professor fala em tom alto que ‘se da próxima vez que ele entrar para dar aula a sala estiver do mesmo jeito, eles vão ficar sem professor’ (...). Quando o professor termina a lição, eles começam a conversar mais ainda, guardam os materiais e ficam conversando, esperando o sinal da escola. Em seguida, o professor sai da sala e entra acompanhado pelo vice-diretor. Este fala que ‘se houver este comportamento novamente todos irão levar suspensão e só entrarão na escola acompanhados da mãe’. Em seguida ele vai embora, e bate o sinal.”
“São sete horas da manhã. Os alunos chegam em grupos, rindo, brincando, xingando (...). Não há ninguém da direção presente nesse momento, apenas a inspetora de alunos, a secretária e os professores. Dos professores faltam cinco e há somente dois professores eventuais. A escola nesse momento parece o caos. A professora da 8 a D está nervosa porque na sala dela tinha ocorrido uma briga de alunos. Ela queria mandá-los para a coordenação ou direção, mas não havia ninguém na escola; (...) Enquanto isso, a professora da 8 a D deixa a sala de aula; espera alguém da direção chegar para resolver o problema dos meninos que estavam brigando (...). Observei esta turma na aula vaga e foi tranquilo. Eles estavam querendo ficar na sala porque no pátio estava muito frio, mas a inspetora não deixou. Ficaram todos no pátio. Formaram grupos de amigos, e ficaram conversando e brincando o tempo todo. Após o intervalo, pedi para assistir a próxima aula na 8 a E. A professora estava copiando um texto sobre cultura na lousa; alguns estavam copiando, outros não. O aluno do fundo da sala, xinga o menino da frente; este se levanta e começa a correr atrás do agressor. Era um corre-corre na sala, um tremendo barulho e gritaria. A professora não conseguiu colocar ordem na sala, a voz dela era baixa e assim ela teve muita dificuldade para chamar a atenção deles. Quando ela terminou de passar a lição na lousa, sentou-se na mesa e começou a fazer a chamada. Depois bate o sinal, e a professora vai embora. Enquanto o outro professor não entra na sala, eles correm atrás um do outro, empurram-se, jogam cadeiras no chão, gritam muito. Um menino pega a mochila de um garoto pequeno, rasga a mochila e joga os materiais no chão; os outros começaram a chutar os livros. O garoto pequeno fica nervoso e segue para a diretoria para reclamar; é encaminhado até a coordenadora que acabara de chegar. Na classe chega o professor de História para dar aula, ele está muito sério e nervoso. Parou na porta e ficou olhando sério para os alunos até eles se acalmarem. O professor fala em tom alto que ‘se da próxima vez que ele entrar para dar aula a sala estiver do mesmo jeito, eles vão ficar sem professor’ (...). Quando o professor termina a lição, eles começam a conversar mais ainda, guardam os materiais e ficam conversando, esperando o sinal da escola. Em seguida, o professor sai da sala e entra acompanhado pelo vice-diretor. Este fala que ‘se houver este comportamento novamente todos irão levar suspensão e só entrarão na escola acompanhados da mãe’. Em seguida ele vai embora, e bate o sinal.”