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Tendo em vista a Lei nº 9.615/1998 — Normas Gerais sobre Desporto, o desporto brasileiro, abrangendo tanto práticas formais quanto informais, está sujeito às normas desta Lei e se baseia nos princípios constitucionais. Sobre o desporto, analisar os itens.

I. A prática desportiva formal é regulada por normas nacionais e internacionais e pelas regras de prática desportiva de cada modalidade, aceitas pelas respectivas entidades nacionais de administração do desporto.

II. A prática desportiva não formal é caracterizada pela liberdade lúdica de seus praticantes.

III. Os direitos e as garantias estabelecidos nesta Lei e decorrentes dos princípios constitucionais do esporte excluem outros oriundos de tratados e acordos internacionais firmados pela República Federativa do Brasil. Está CORRETO o que se afirma:

A Apenas no item II.
B Apenas no item III.
C Apenas nos itens I e II.
D Apenas nos itens II e III.
E Em todos os itens.

A respeito da linguagem e da cognição, assinalar a alternativa CORRETA.

A A aquisição de uma língua oral por surdos implica questões simples, apenas do ponto de vista cognitivo da representação mental do conhecimento linguístico, mas não do ponto de vista cultural, social e afetivo.
B É consenso que a língua de sinais, por suas características de língua visuoespacial, constitui a modalidade ideal na aquisição de L1 pelo surdo.
C As características e os estágios da aquisição da língua de sinais por surdos não podem ser comparados aos da aquisição da língua oral por ouvintes.
D O letramento não é condição de ponto de partida na aquisição da língua oral pelo surdo.
E Não há impedimento para uma criança surda adquirir propriedades no nível fonológico e prosódico de uma língua oral como L2.

Em relação à questão multicultural surda, assinalar a alternativa CORRETA.

A Na cultura brasileira, surdos e ouvintes compartilham uma série de hábitos e costumes, ou seja, aspectos próprios da cultura surda, mesclados a aspectos próprios da cultura ouvinte, fato que torna os surdos indivíduos multiculturais.
B A cultura surda é uma imagem velada de uma hipotética cultura ouvinte, é seu revés e uma cultura patológica.
C A comunidade surda partilha com a comunidade ouvinte do espaço físico e geográfico, mas não da alimentação e do vestuário.
D A comunidade surda não sustenta em seu cerne aspectos peculiares, além de não ter tecnologias particulares, desconhecidas ou ausentes do mundo ouvinte cotidiano.
E Os surdos possuem história de vida e pensamentos diferenciados, possuem uma língua cuja substância “gestual” gera uma modalidade visual-espacial e implica uma visão de mundo determinística.
Texto associado
A grama do vizinho Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas. Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptado

A palavra sublinhada no penúltimo parágrafo não leva hífen pelo mesmo motivo que:

I. Mão de obra e microrganismo.

II. Agroindustrial e autoestrada.

III. Dia a dia e lua de mel. Está CORRETO o que se afirma:

A Apenas no item I.
B Apenas no item II.
C Apenas no item III.
D Apenas nos itens I e III.
E Em todos os itens.
Texto associado
A grama do vizinho Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas. Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptado

Considerando as informações do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.

A A autora descreve um sentimento que julga coletivo, relativo a como aproveitamos nossa passagem na vida.
B A expressão “a grama do vizinho é mais verde” é usada para demonstrar o contraste mental que fazemos entre nossas situações de vida em relação à dos outros.
C Martha Medeiros, ao longo do texto, critica a necessidade de “se aparecer” quando as coisas são positivas, o que impede conexão humana real por meio de nossas faltas.
D O relato de sua adolescência é um diferente: ela nunca sentiu sensação similar, o que a impede de compreender o porquê de as pessoas se sentirem assim.
E É fácil acharmos que nossas vidas não têm graça quando tudo que nos é apresentado vem da exaltação de estilos de vidas considerados perfeitos.
Texto associado
A grama do vizinho Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas. Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptado

No trecho abaixo (2º parágrafo), o “se” é definido como: É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser.

A Conjunção subordinativa integrante.
B Conjunção subordinativa condicional.
C Índice de indeterminação do sujeito.
D Pronome reflexivo.
E Partícula apassivadora.
Texto associado
A grama do vizinho Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas. Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptado

A expressão “coisíssima nenhuma” é utilizada no texto por Martha Medeiros para:

A Dar ênfase ao seu sentimento na tentativa de desbancar a expressão popular sobre a grama do vizinho e o seu significado, com exemplos de situações pessoais e universais.
B Rebuscar o texto com vocabulário de cunho formal, pois é uma preocupação recorrente e característica em crônicas.
C Reforçar o argumento de que a vida das outras pessoas é um mar de rosas perante à sua própria, contraste este que devemos aceitar.
D Trazer entonações suaves para o que tenta argumentar, uma vez que a autora demonstra neutralidade ao longo da crônica.
E Demonstrar seu apoio à ideia de que a vida dos outros realmente é melhor que a nossa.
Texto associado
A grama do vizinho Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas. Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptado

As crônicas, gênero textual utilizado por Martha Medeiros, têm determinadas características que as definem como tal. Considerando essas características, muito presentes no texto, assinalar a alternativa INCORRETA.

A Podem ter teor humorístico como forma de crítica a aspectos de sociedade, política, economia, entre outros.
B Dependem muito de contexto, pois são produzidas a partir de determinada visão de mundo pelo autor. Com o tempo, há a possibilidade de elas se tornarem obsoletas.
C Geralmente, tratam de acontecimentos corriqueiros, populares, com assuntos que podem se conectar facilmente a grandes audiências.
D Podem ser jornalísticas, sendo produzidas para os meios de comunicação e utilizando temas atuais como um convite para reflexão.
E São uma narrativa longa, com personagens fantásticos, similar aos contos, de linguagem rebuscada. É necessário, também, evitar o uso da primeira pessoa na narrativa.
Texto associado
A grama do vizinho Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas. Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptado

As expressões sublinhadas abaixo se associam ao sentido entre parênteses em:

A Ela ficou em casa, pois estava se sentindo mal. (consequência)
B Eu vou ao mercado, se você me acompanhar. (concordância)
C Ele chegou atrasado, e ainda esqueceu o material. (oposição)
D Ou você me ajuda, ou teremos problemas. (alternância)
E Gosto de você, mas também gosto dela. (oposição)
Texto associado
A grama do vizinho Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas. Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Fonte: Martha Medeiros. Adaptado

A respeito de advérbios, analisar os itens.

I. Na frase “ Hoje , não quero mais saber de briga”, o termo sublinhado é um advérbio de tempo.

II. Na frase “ Nem pense que vou aceitar isso”, o termo sublinhado é um advérbio de negação.

III. Na frase “Márcia estava bebendo demais ”, o termo sublinhado é um advérbio de modo.

IV. Na frase “ Provavelmente , ela não queria te magoar”, o termo sublinhado é um advérbio de dúvida. Está CORRETO o que se afirma:

A Apenas nos itens I e II.
B Apenas nos itens I e III.
C Apenas nos itens I, II e IV.
D Em nenhum dos itens.
E Em todos os itens.