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O zelador de um prédio público enfrenta diversas situações no atendimento direto com as pessoas, sendo a mediação de solicitações e reclamações uma parte essencial de suas responsabilidades. Como ele deve agir para lidar de forma eficiente com essas demandas?

A Priorizar as reclamações de pessoas consideradas influentes ou conhecidas, deixando de atender de forma adequada às demandas dos demais usuários.
B Encaminhar todas as reclamações para a chefia imediata responsável pelo prédio, sem tentar resolver nenhuma delas.
C Ouvir as solicitações e reclamações, buscar soluções práticas e viáveis, e comunicar-se de forma clara e respeitosa com todos os envolvidos.
D Cobrar taxas extras ou solicitar favores pessoais em troca de resolver as demandas urgentes ou prioritárias dos usuários.
E Prometer soluções rápidas para todas as reclamações, mesmo quando não há condições ou recursos para cumpri-las.

Qual das alternativas abaixo descreve corretamente a finalidade principal dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI`s)?

A Substituir as medidas de proteção coletiva, dispensando a necessidade de outras ações de segurança no ambiente de trabalho.
B Servir como acessórios de moda para os trabalhadores, melhorando sua aparência estética no ambiente de trabalho.
C Reduzir os custos da empresa, eliminando a necessidade de manutenção de máquinas e equipamentos.
D Proteger o trabalhador contra riscos que possam ameaçar sua segurança e saúde no ambiente de trabalho.
E Focar no aumento da produtividade dos trabalhadores, desconsiderando a importância das condições de segurança no ambiente de trabalho.

Onde se aplicam as medidas de prevenção estabelecidas na Norma NR-08?

A Nas edificações onde se desenvolvam atividades laborais.
B Somente em áreas externas de empresas, como estacionamentos e jardins.
C Apenas em locais com mais de um andar, onde há escadas e elevadores.
D Nas demolições e ruínas de prédios e órgãos públicos.
E Nos desmoronamentos quando ocorrem desastres naturais.

Qual das alternativas abaixo descreve corretamente a forma de verificar os sinais vitais de pulso e temperatura em uma vítima que necessita de primeiros socorros?

A O pulso deve ser verificado somente na artéria femoral (na virilha), e a temperatura deve ser medida na palma da mão ou com um termômetro colocado acima na testa.
B O pulso pode ser verificado na artéria radial (no punho) ou carótida (no pescoço), e a temperatura deve ser medida com um termômetro colocado na boca, axila ou reto.
C O pulso não precisa ser verificado em situações de primeiros socorros, e a temperatura deve ser medida com a palma da mão na testa ou no couro cabeludo da vítima.
D O pulso pode ser verificado na artéria braquial (no braço), e a temperatura deve ser verificada somente com um termômetro infravermelho no ouvido ou na perna.
E O pulso deve ser verificado na artéria poplítea (atrás do joelho), e a temperatura deve ser medida com um termômetro colocado na axila ou com as mãos no couro cabeludo.

Qual das alternativas abaixo representa uma prática eficaz de conscientização ambiental?

A Promover campanhas educativas sobre a importância da reciclagem e do descarte correto de resíduos.
B Descartar lixo eletrônico em lixeiras comuns, sem separação ou tratamento especial.
C Utilizar sacolas plásticas descartáveis em todas as compras, desconsiderando alternativas sustentáveis.
D Descartar pilhas e baterias no lixo comum, sem preocupação com a contaminação do solo e da água.
E Ignorar o consumo de água e energia, sem adotar medidas para reduzir o desperdício.

Qual é o principal objetivo da sustentabilidade?

A Concentrar-se de forma exclusiva em soluções tecnológicas para resolver problemas ambientais, ignorando completamente os aspectos sociais e econômicos.
B Priorizar o bem-estar social, sem considerar a preservação ambiental ou o desenvolvimento econômico.
C Promover o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, preservação ambiental e bem-estar social, atendendo às necessidades atuais sem comprometer o futuro.
D Garantir que as gerações futuras tenham acesso a todos os recursos naturais, mesmo que isso implique em sacrifícios para a geração atual, considerando os aspectos sociais e econômicos.
E Proteger de forma única os recursos naturais, sem levar em conta o desenvolvimento econômico ou as necessidades humanas da população.

Qual das alternativas abaixo descreve corretamente os procedimentos iniciais para atendimento a uma vítima em parada cardíaca ou respiratória?

A Oferecer água ou alimentos à vítima para reanimá-la, mesmo que ela esteja inconsciente, correndo o risco de causar engasgo ou aspiração.
B Mover a vítima para local confortável antes de verificar os sinais vitais ou iniciar qualquer procedimento de emergência, mesmo que isso atrase o atendimento.
C Aguardar a chegada de um médico antes de tomar qualquer medida, mesmo que a vítima esteja inconsciente e sem sinais vitais.
D Deixar a vítima deitada de bruços para facilitar a respiração, sem verificar os sinais vitais ou chamar por ajuda médica.
E Verificar a segurança do local, chamar assistência médica e iniciar as compressões torácicas ou respiração boca a boca, conforme a necessidade.
Texto associado
Texto I Somos Todos Africanos Sempre que entram em crise, as civilizações começam a olhar para o seu passado buscando inspiração para o futuro. Hoje estamos no coração de uma fenomenal crise planetária que afeta todas as civilizações. Ela pode significar um salto rumo a um estado superior da hominização, bem como uma tragédia ameaçadora para toda a nossa espécie. Num momento assim radical, não é sem interesse sondar as nossas raízes mais ancestrais e aquele começo seminal em que deixamos de ser primatas e passamos a ser humanos. Aqui deve haver lições que nos podem ser muito úteis. Hoje é consenso entre os paleontólogos e antropólogos que a aventura da hominização se iniciou na África, cerca de sete milhões de anos atrás. Ela se acelerou passando pelo homo habilis, erectus, neanderthalensis até chegar ao homo sapiens, cerca de 100 mil anos atrás. Da África, ele se propagou para a Ásia, há sessenta mil anos; para a Europa, há 40 mil anos; e para as Américas, há 30 mil anos. A África não é apenas o lugar geográfico das origens. É o arquétipo primal, o conjunto das marcas impressas na alma do ser humano, presente ainda hoje como informações indeléveis, à semelhança daquelas inscritas em nosso código genético. Foi na África que o ser humano elaborou suas primeiras sensações, onde se articularam as crescentes conexões neurais (cerebralização), brilharam os primeiros pensamentos, fortaleceu-se a juvenilização (processo semelhante ao de um jovem que mostra plasticidade e capacidade de aprendizagem) e emergiu a complexidade social que permitiu o surgimento da linguagem e da cultura. Há um espírito da África presente em cada um dos seres humanos. Vejo três eixos principais do espírito da África que podem significar uma verdadeira terapia para a nossa crise global. O primeiro é a Mãe-terra. Espalhando-se pelos vastos espaços africanos, nossos ancestrais entraram em profunda comunhão com a Terra, sentindo a interconexão que todas as coisas guardam entre si. Mesmo vítimas da exploração colonialista, os atuais africanos não perderam esse sentido materno da Terra, tão bem representado pela queniana Wangari Mathai, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz por plantar milhões de árvores e devolver, assim, vitalidade à Terra. Precisamos nos reapropriar desse espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa Comum. O segundo eixo é a matriz relacional (relational matrix, no dizer dos antropólogos). Os africanos usam a palavra ubuntu, que significa força que conecta a todos formando a comunidade dos humanos. Quer dizer, eu me faço humano através do conjunto das conexões com a vida, a natureza, os outros e o Divino. (...) O terceiro eixo são os rituais. Experiências importantes da vida pessoal, social e sazonal são celebradas com ritos, danças, músicas e apresentações de máscaras, portadores de energia cósmica. É nos rituais que as forças negativas e positivas se equilibram e que se aprofunda o sentido da vida. Se reincorporarmos o espírito da África, a crise não precisará ser uma tragédia. (Leonardo Boff, Jornal do Brasil, 2010 – Adaptado).

“(...) para a Europa, há 40 mil anos; e para as Américas, há 30 mil anos.” O verbo haver, neste caso, está empregado como sinônimo do verbo fazer. Assinale a alternativa em que o verbo fazer aparece como sinônimo do verbo haver (refere-se ao tempo passado) e está conjugado corretamente.

A Faz lindas tardes naquela cidade.
B Fazem dez anos que estudo sobre a África.
C Faziam dois anos que pesquisei sobre esse assunto.
D Ano passado, ele fez tudo para viajar pelo continente africano.
E Faz três anos que Igor estuda aqui.
Texto associado
Texto I Somos Todos Africanos Sempre que entram em crise, as civilizações começam a olhar para o seu passado buscando inspiração para o futuro. Hoje estamos no coração de uma fenomenal crise planetária que afeta todas as civilizações. Ela pode significar um salto rumo a um estado superior da hominização, bem como uma tragédia ameaçadora para toda a nossa espécie. Num momento assim radical, não é sem interesse sondar as nossas raízes mais ancestrais e aquele começo seminal em que deixamos de ser primatas e passamos a ser humanos. Aqui deve haver lições que nos podem ser muito úteis. Hoje é consenso entre os paleontólogos e antropólogos que a aventura da hominização se iniciou na África, cerca de sete milhões de anos atrás. Ela se acelerou passando pelo homo habilis, erectus, neanderthalensis até chegar ao homo sapiens, cerca de 100 mil anos atrás. Da África, ele se propagou para a Ásia, há sessenta mil anos; para a Europa, há 40 mil anos; e para as Américas, há 30 mil anos. A África não é apenas o lugar geográfico das origens. É o arquétipo primal, o conjunto das marcas impressas na alma do ser humano, presente ainda hoje como informações indeléveis, à semelhança daquelas inscritas em nosso código genético. Foi na África que o ser humano elaborou suas primeiras sensações, onde se articularam as crescentes conexões neurais (cerebralização), brilharam os primeiros pensamentos, fortaleceu-se a juvenilização (processo semelhante ao de um jovem que mostra plasticidade e capacidade de aprendizagem) e emergiu a complexidade social que permitiu o surgimento da linguagem e da cultura. Há um espírito da África presente em cada um dos seres humanos. Vejo três eixos principais do espírito da África que podem significar uma verdadeira terapia para a nossa crise global. O primeiro é a Mãe-terra. Espalhando-se pelos vastos espaços africanos, nossos ancestrais entraram em profunda comunhão com a Terra, sentindo a interconexão que todas as coisas guardam entre si. Mesmo vítimas da exploração colonialista, os atuais africanos não perderam esse sentido materno da Terra, tão bem representado pela queniana Wangari Mathai, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz por plantar milhões de árvores e devolver, assim, vitalidade à Terra. Precisamos nos reapropriar desse espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa Comum. O segundo eixo é a matriz relacional (relational matrix, no dizer dos antropólogos). Os africanos usam a palavra ubuntu, que significa força que conecta a todos formando a comunidade dos humanos. Quer dizer, eu me faço humano através do conjunto das conexões com a vida, a natureza, os outros e o Divino. (...) O terceiro eixo são os rituais. Experiências importantes da vida pessoal, social e sazonal são celebradas com ritos, danças, músicas e apresentações de máscaras, portadores de energia cósmica. É nos rituais que as forças negativas e positivas se equilibram e que se aprofunda o sentido da vida. Se reincorporarmos o espírito da África, a crise não precisará ser uma tragédia. (Leonardo Boff, Jornal do Brasil, 2010 – Adaptado).

“Precisamos nos reapropriar desse espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa Comum.” Justifica-se o uso da vírgula, pois:

A separa aposto.
B separa vocativo.
C indica omissão de termos (zeugma).
D destaca expressões isoladas.
E separa o verbo do seu complemento.