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Entre as peculiaridades da Contabilidade Pública no Brasil, destaca-se a :

A adoção plena do regime de competência, universalmente aceito.
B não relevação de despesas imputadas , tais como as relacionadas a depreciação e provisões.
C designação como receitas e despesas apenas dos fatos modificativos.
D inserção das contas de controle orçamentário como patrimoniais.
E relevação de despesas imputadas , tais como a depreciação e provisões.

Haverá excesso de arrecadação quando:

A a receita arrecadada exceder a receita orçada.
B a receita arrecadada exceder a despesa executada.
C a despesa realizada for inferior à despesa autorizada.
D a despesa fixada for inferior à receita prevista.
E a receita arrecadada for inferior à receita orçada

O princípio da anualidade ou periodicidade, nos indica que o orçamento:

A é elaborado para o período de um ano, que facultativamente deverá coincidir com o ano civil.b)c) d)e)
B é elaborado para o período de um ano, que obrigatoriamente deverá coincidir com o ano civil.
C pode ser elaborado por período inferior a um ano, desde que atenda às necessidades do governo.
D pode ser elaborado por período superior a um ano, desde que satisfaça as exigências do Congresso Nacional.
E pode ser elaborado por período superior a um ano, desde que respeite aos princípios orçamentários .
Texto associado
O PAPEL DO PAPEL Comecei a escrever sobre o mundo da tecnologia da informação em 1987, quando ele ainda nem atendia por esse nome. Dizíamos apenas “informática”, e o termo englobava tudo, até visões opostas do que estava em jogo. Para a maioria, informática era a definição de um universo habitado por nerds e máquina, inenarravelmente chato; para a minoria que habitava o tal universo, era uma coleção de maravilhas e de possibilidades que mudariam o mundo. O tempo se encarregou de mostrar que estávamos certos. E embora a ideia do que é ou não chato seja altamente subjetiva, o fato é que mesmo quem não suportava (e ainda não suporta) computadores, hoje tem uma vida mais divertida graças ao que se cozinhava naquele caldeirão. O que ninguém poderia imaginar, porém, era quanto e como o mundo mudaria. Era impossível, na época, prever o impacto planetário da internet. Por outro lado, muitos estavam convencidos de que caminhávamos, a passos largos, para uma sociedade sem papel. Teríamos pequenos computadores de bolso, extensão dos desktops de casa, que usaríamos para carregar nossos dados, fazer anotações e mesmo pagar as contas via IFRD (infravermelho) com aparelhos universalmente espalhados pelo comércio. Adeus dinheiro de papel, recebidos, papelada! O palm foi, até certo ponto, a materialização dessa ideia, mas nunca tomou o lugar dos cartões de credito. Os celulares, que vieram correndo por fora, começam agora a apontar nessa direção. Todas as necessidades de comunicação, leitura e arquivamento se resolveriam eletronicamente. Na sociedade sem papel, as escrivaninhas seriam tão limpas que dariam aflição: nada de livros, bloquinhos, revistas, calhamaços diversos. Pessoalmente, eu não levava a menor Fé nessa visão. Comungava do credo oposto – até porque nunca antes, na história desse planeta, se vira tanto papel. Bastava ver o tamanho dos manuais publicados a cada nova versão de software. Além disso, como os manuais eram invariavelmente ruins, os updates davam filhotes nas livrarias, onde sólidos tomos de centenas de páginas tentavam explicar o que os engenheiros de software não conseguiam. Ao mesmo tempo, a popularização dos computadores trouxe, na sua esteira, a disseminação das impressoras. Criava-se, aí, um cenário de calamidade, que unia a facilidade de produzir toda a espécie de, vá lá, “conteúdo” – de trabalhos escolares a planilhas e memorandos – à inédita possibilidade de reproduzi-lo ao infinito. Cansei de ver executivos que começavam o dia de trabalho lendo os e-mails... caprichosamente impressos pelas secretárias. E cansei, eu mesma, de guardar longos estudos e processos, que imprimia para ler na condução entre a minha casa e o jornal. Fomos salvos da lenta morte por asfixia em montanhas de impressos pelo custo impraticável dos cartuchos de tinta. Estou certa de que, um dia, a humanidade saberá reconhecer este inestimável serviço prestado pelos fabricantes de impressoras. Parte do mérito cabe também às telas, que aumentaram de resolução, tamanho, visibilidade. Um LCD com 20 polegadas, como que eu uso e que já não é nada demais, oferece indiscutivelmente uma leitura mais confortável do que os velhos monitores de fósforo verde de 10 polegadas (alguém se lembra?). As próprias telinhas dos Blackberries e dos celulares já dão para o gasto. Taí uma tecnologia que evolui com velocidade muito superior à dos e-papers, diversos tipos de papel eletrônico que há tempos vêm sendo pesquisados. Neles, em tese, poderiam circular jornais e revistas, mas estou entre os que acham seu futuro mais certo na área dos cartazes e displays. O Kindle e outros leitores – cujos primeiros antepassados vieram ao mundo, sem sucesso, no início dos anos 1990 – prometem remover parte das montanhas de papel que ainda nos circundam. São o suporte perfeito para livros de referência e manuais que precisam de atualização, e para livros de leitura rápida, como a maioria dos best-sellers; mas não conseguirão substituir edições caprichadas das obras que amamos, livros de arte ou, no outro extremo, livros de bolso baratinhos. Ou alguém se arrisca a levar um Kindle para a praia? Cora Rónai – Jornal O Globo, 26/09/2009

“O tempo se encarregou de mostrar que estávamos certos. E embora a ideia do que é ou não chato seja altamente subjetiva, o fato é que mesmo quem não suportava (e ainda não suporta) computadores, hoje tem uma vida mais divertida graças ao que se cozinhava naquele caldeirão.”. A respeito das orações que compõem o período destacado, está INCORRETO afirmar que:

A Há duas orações concessivas que atenuam as ideias e as opiniões negativas sobre a tecnologia.
B Há uma oração concessiva que enfatiza as ideias e as opiniões negativas sobre a tecnologia.
C “que estávamos certos” é um objeto direto oracional.
D “que (...)hoje (quem) tem uma vida mais divertida graças ao...” é um predicativo oracional.
E “que se cozinhava naquele caldeirão.” é um adjunto adnominal oracional.

Com relação à ausência do servidor público ao trabalho, o Código de Ética Profissional (Decreto nº 1.171/1994) dispõe que:

A em nenhuma hipótese é permitido ao servidor público faltar ao trabalho.
B problemas de saúde do servidor não são justificativa para faltar ao trabalho.
C não há qualquer menção às ausências do servidor ao local de trabalho no referido Código de Ética.
D toda ausência injustificada do servidor de seu local de trabalho é fator de desmoralização do serviço público, o que quase sempre conduz à desordem nas relações humanas.
E o servidor que não for trabalhar será preso administrativamente assim que for encontrado, devendo cumprir a punição por pelo menos três dias em cela separada dos demais presos.

A alternativa correspondente aos órgãos ou entidades que NÃO estão sujeitos ao controle interno e externo é:

A Conselhos de fiscalização profissional.
B Empresas subsidiárias de entidades da administração pública.
C Empresas multinacionais com participação majoritária da União.
D Empresas privadas nacionais contratadas pelo Poder Público.
E Empresas privadas nacionais contratadas pelo Poder Legislativo.