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As Autarquias têm um papel importante para nosso país, assim pode-se dizer que são:

A empresas públicas dotadas de personalidade jurídica de direito privado.
B criadas por lei para a exploração de atividade econômica.
C dotadas de personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos.
D de capital social pertencente à União e aos demais sócios.
E criadas por lei, com personalidade jurídica, patrimônio e receita próprios para executar atividades típicas da administração pública.

São receitas públicas as entradas definidas de todo e qualquer dinheiro nos cofres públicos. Em relação à origem, podem ser classificadas em:

A Públicas, originária derivadas e transferidas.
B Públicas, originárias, delegadas e concorrentes.
C Públicas, originárias e subordinadas.
D Públicas, originárias e assistenciais.
E Delegadas, originárias e honorárias.

Conforme dispõe a Constituição Federal, no serviço público os cargos em comissão não dependem da realização de concurso público para o seu preenchimento, sendo eles declarados em lei de:

A livre nomeação e exoneração.
B validade máxima de até 1(um ) ano.
C nomeação por meio de concurso público apenas de provas.
D nomeação por meio de concurso público de provas e títulos.
E candidatura apenas aos maiores de 35 (trinta e cinco) anos de idade.

A diferença entre o Ativo Circulante e o Passivo Circulante define o(as):

A capital de giro próprio total.
B patrimônio líquido.
C capital circulante líquido.
D origens de recursos de curto prazo.
E capital de terceiros.

Segundo a lei número 11.638/2007, em seu art. 3º, Parágrafo Único, considera-se empresa de grande porte aquela que possuía no exercício social anterior:

A Ativo total superior a R$ 240.000.000,00, ou receita bruta anual inferior a R$ 300.000.000,00 .
B Ativo total inferior a R$ 240.000.000,00, ou receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00.
C Ativo total superior a R$ 240.000.000,00, ou receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00.
D Ativo total superior a R$ 210.000.000,00, ou receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00.
E Ativo total superior a R$ 250.000.000,00, ou receita bruta superior a R$ 310.000.000,00.
Texto associado
O PAPEL DO PAPEL Comecei a escrever sobre o mundo da tecnologia da informação em 1987, quando ele ainda nem atendia por esse nome. Dizíamos apenas “informática”, e o termo englobava tudo, até visões opostas do que estava em jogo. Para a maioria, informática era a definição de um universo habitado por nerds e máquina, inenarravelmente chato; para a minoria que habitava o tal universo, era uma coleção de maravilhas e de possibilidades que mudariam o mundo. O tempo se encarregou de mostrar que estávamos certos. E embora a ideia do que é ou não chato seja altamente subjetiva, o fato é que mesmo quem não suportava (e ainda não suporta) computadores, hoje tem uma vida mais divertida graças ao que se cozinhava naquele caldeirão. O que ninguém poderia imaginar, porém, era quanto e como o mundo mudaria. Era impossível, na época, prever o impacto planetário da internet. Por outro lado, muitos estavam convencidos de que caminhávamos, a passos largos, para uma sociedade sem papel. Teríamos pequenos computadores de bolso, extensão dos desktops de casa, que usaríamos para carregar nossos dados, fazer anotações e mesmo pagar as contas via IFRD (infravermelho) com aparelhos universalmente espalhados pelo comércio. Adeus dinheiro de papel, recebidos, papelada! O palm foi, até certo ponto, a materialização dessa ideia, mas nunca tomou o lugar dos cartões de credito. Os celulares, que vieram correndo por fora, começam agora a apontar nessa direção. Todas as necessidades de comunicação, leitura e arquivamento se resolveriam eletronicamente. Na sociedade sem papel, as escrivaninhas seriam tão limpas que dariam aflição: nada de livros, bloquinhos, revistas, calhamaços diversos. Pessoalmente, eu não levava a menor Fé nessa visão. Comungava do credo oposto – até porque nunca antes, na história desse planeta, se vira tanto papel. Bastava ver o tamanho dos manuais publicados a cada nova versão de software. Além disso, como os manuais eram invariavelmente ruins, os updates davam filhotes nas livrarias, onde sólidos tomos de centenas de páginas tentavam explicar o que os engenheiros de software não conseguiam. Ao mesmo tempo, a popularização dos computadores trouxe, na sua esteira, a disseminação das impressoras. Criava-se, aí, um cenário de calamidade, que unia a facilidade de produzir toda a espécie de, vá lá, “conteúdo” – de trabalhos escolares a planilhas e memorandos – à inédita possibilidade de reproduzi-lo ao infinito. Cansei de ver executivos que começavam o dia de trabalho lendo os e-mails... caprichosamente impressos pelas secretárias. E cansei, eu mesma, de guardar longos estudos e processos, que imprimia para ler na condução entre a minha casa e o jornal. Fomos salvos da lenta morte por asfixia em montanhas de impressos pelo custo impraticável dos cartuchos de tinta. Estou certa de que, um dia, a humanidade saberá reconhecer este inestimável serviço prestado pelos fabricantes de impressoras. Parte do mérito cabe também às telas, que aumentaram de resolução, tamanho, visibilidade. Um LCD com 20 polegadas, como que eu uso e que já não é nada demais, oferece indiscutivelmente uma leitura mais confortável do que os velhos monitores de fósforo verde de 10 polegadas (alguém se lembra?). As próprias telinhas dos Blackberries e dos celulares já dão para o gasto. Taí uma tecnologia que evolui com velocidade muito superior à dos e-papers, diversos tipos de papel eletrônico que há tempos vêm sendo pesquisados. Neles, em tese, poderiam circular jornais e revistas, mas estou entre os que acham seu futuro mais certo na área dos cartazes e displays. O Kindle e outros leitores – cujos primeiros antepassados vieram ao mundo, sem sucesso, no início dos anos 1990 – prometem remover parte das montanhas de papel que ainda nos circundam. São o suporte perfeito para livros de referência e manuais que precisam de atualização, e para livros de leitura rápida, como a maioria dos best-sellers; mas não conseguirão substituir edições caprichadas das obras que amamos, livros de arte ou, no outro extremo, livros de bolso baratinhos. Ou alguém se arrisca a levar um Kindle para a praia? Cora Rónai – Jornal O Globo, 26/09/2009

“(...) universo habitado por nerds e máquina, inenarravelmente chato...” Caso o adjetivo chato se referir a dois substantivos, a única opção INCORRETA seria:

A nerds e máquina chata.
B nerds e máquina chatos.
C nerds e máquina chatas.
D nerds e máquinas chatas.
E máquina e nerds chatos

Um dos princípios da contabilidade é o da entidade, ele considera que:

A a entidade continuará em suas atividades ilimitadamente.
B o patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituições.
C pressupõe a simultaneidade da confrontação de receitas e de despesas correlatas.
D refere-se ao processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais.
E determina a adoção do menor valor para os componentes do ativo.