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166 questões encontradas

Um técnico em segurança do trabalho realizou Análise Ergonômica do Trabalho (AET) em um posto de trabalho de teleatendimento, onde atua uma pessoa com deficiência, cujas medidas antropométricas não são atendidas pela NR-17. Considerando as disposições desta Norma Regulamentadora, o técnico em segurança do trabalho deverá considerar a necessidade de

A utilizar assentos com profundidade útil de 30 a 40 centímetros.
B manter o espaço sob a superfície de trabalho com profundidade livre de 40 centímetros ao nível dos joelhos e de 60 centímetros ao nível dos pés, medidos de sua borda frontal.
C dotar os assentos de apoio em 4 pés, com rodízios cuja resistência evite deslocamentos involuntários e que não comprometam a estabilidade do assento.
D adaptação do mobiliário neste posto de trabalho para atendimento às necessidades da pessoa com deficiência.
E propor o uso de assentos com borda frontal com quina viva, a 90 graus.

De acordo com a Lei n o 5.700/1971, a Bandeira Nacional pode ser hasteada e arriada a qualquer hora do dia ou da noite. No dia 19 de novembro, Dia da Bandeira, o hasteamento é realizado, com solenidades especiais, às

A 12 horas.
B 8 horas.
C 17 horas.
D 14 horas.
E 18 horas.

Algumas teclas de uma calculadora foram trocadas: a tecla 5 foi trocada com a 9, o sinal da soma "+" com o sinal da divisão "÷" e o sinal do produto "×" com o da subtração "−". Se a conta (15 × 5) ÷ (9 − 3) for feita nesta calculadora o resultado será:

A 29
B 25
C 17
D 15
E 13

À luz do que estabelece a Constituição Federal acerca da nacionalidade,

A são brasileiros naturalizados os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes
não estejam a serviço de seu país.
B são brasileiros natos os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou de mãe brasileira, desde que sejam registrados em
repartição brasileira competente, ou venham a residir na República Federativa do Brasil antes da maioridade e, alcançada
esta, optem, em qualquer tempo, pela nacionalidade brasileira.
C são brasileiros naturalizados, os que, na forma da lei, adquiram a nacionalidade brasileira, exigidas aos originários de
países de língua portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral.
D será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro que tiver cancelada sua naturalização, por ato do Presidente da
República, em virtude de atividade nociva ao interesse nacional
E os cargos da carreira diplomática poderão ser ocupados por brasileiros natos ou naturalizados.
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Auditor Fiscal Tributário Municipal Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Auditor Fiscal Tributário Municipal - 2019

Considere:

I. Sociedades A e B extinguem-se e unem-se para formar a nova sociedade C, que a elas sucede nos direitos e obrigações.

II. Sociedades D, E e F são absorvidas pela sociedade G, que lhes sucede em todos os direitos e obrigações, com a aprovação
de todas, na forma da lei.

De acordo com o Código Civil, nas situações I e II apontadas, está-se diante, respectivamente, das hipóteses de

A transformação e fusão.
B incorporação e transformação.
C transformação e incorporação.
D incorporação e fusão.
E fusão e incorporação.

Em conformidade com a Constituição Federal, será afastado do cargo, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração, o

A servidor público da administração autárquica investido no mandato de Deputado Estadual.
B servidor público da administração direta investido no mandato de Vereador, quando não houver compatibilidade de horários.
C servidor público da administração fundacional investido no mandato de Deputado Federal.
D Prefeito nomeado para cargo em comissão na administração direta estadual.
E servidor público da administração direta investido em mandato eletivo distrital, quando houver compatibilidade de horários.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 11 a 14, baseie-se no texto abaixo.

Lá vem a “profeitura”

Por alguma razão, quando meninos falávamos (os da minha rua e cercanias) “profeitura”, em vez de prefeitura . Talvez o equívoco tenha sido motivado pelo medo: temíamos a passagem por nossa pracinha de uma caminhonete oficial do município que volta e meia levava nossa bola embora: era proibido jogar futebol ali. Era quando a gente gritava − “olha a profeitura!” − pra ver se ainda dava tempo de sair correndo e salvar nossa bola.
Logo aprendemos a palavra certa, mas daí não jogávamos mais bola na pracinha, nem tínhamos mais medo da chegada da “profeitura” − esta certamente ficara escondida no porão de algum castelo de monstros, pronta para fazer cumprir a lei, sair rápido da caminhonete e confiscar a bola de moleques teimosos.
As palavras não valem sempre pelo que são ou dizem, em seu real significado; valem também pela impressão que causam, e muitas só ganham intensidade na boca dos meninos que não conhecem bem todas elas e por isso inventam as que mais os impressionam.

(Dionísio Alvarenga, inédito)

Considere as seguintes orações:

I. Os meninos jogavam bola na pracinha.
II. Jogar bola na pracinha era proibido.
III. Os meninos temiam que a bola fosse confiscada.

Numa nova redação, essas orações integram-se com coerência e correção neste período único:

A Como era proibido jogar bola na pracinha, os meninos temiam que ela fosse confiscada.
B Os meninos temiam que a bola jogada na pracinha fosse-lhes confiscada por ser proibida.
C Temendo que lhes fossem confiscada, os meninos ainda assim jogavam bola na pracinha.
D Ainda que fosse proibido jogar bola na pracinha, os meninos temiam por seu confisco.
E Mesmo sendo proibido jogar bola na pracinha, os meninos eram temerosos de tal confisco.
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 7 a 10, baseie-se no texto abaixo.

[Laços antigos]

Na Idade da Pedra, os amigos dependiam uns dos outros para sua própria sobrevivência. Os humanos viviam em
comunidades solidárias e os amigos eram pessoas com quem se ia à caça dos mamutes. Juntos, sobreviviam a longas jornadas e a
invernos rigorosos. Cuidavam um do outro quando um deles ficava doente, e compartilhavam a última porção de comida em épocas
de necessidade.

Tais amigos conheciam uns aos outros mais intimamente do que muitos casais de nossos dias. Quantos maridos podem dizer
que sabem qual será o comportamento da esposa se eles forem atacados por um mamute enfurecido?

Substituir as redes tribais precárias pela segurança das economias e dos Estados paternalistas modernos obviamente tem
vantagens enormes, mas é provável que a qualidade e a profundidade das relações íntimas tenha sido afetada.

(HARARI, Yuval Noah. Sapiens − Uma breve história da humanidade . Trad. Janaína Marcoantonio. 38 ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 393)

No segundo parágrafo do texto, o autor

A faz equivaler a solidariedade dos primitivos à praticada pelos casais bem-sucedidos.
B insinua que entre os amigos da Idade da Pedra não era rara uma altercação caprichosa.
C lembra que os maridos das famílias primitivas eram mais atenciosos com suas esposas.
D imagina com humor uma situação esdrúxula a que estivesse exposto um casal moderno.
E transporta-se para a Idade da Pedra para imaginar como agiríamos diante de um mamute.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 6, baseie-se no texto abaixo.

[Aprendizes da alegria]

Fico comovido toda vez que ouço o finalzinho da canção que o Chico Buarque escreveu para a filha recém-nascida, dizendo ser este o seu melhor desejo: “e que você seja da alegria sempre uma aprendiz”. Haverá coisa maior que se possa desejar?
A felicidade é voltar a ser criança. As crianças sabem muito bem disto: que o propósito maior da vida é o prazer. Santo Agostinho, de ortodoxia inquestionável, também sabia disso, e dizia que as coisas da vida se dividem em duas classes: coisas para serem usadas e coisas para serem usufruídas. As coisas para serem usadas são aquelas que não são um fim em si mesmas, como uma panela, um violão, um serrote.
Bom mesmo não é a panela, mas a moqueca que se cozinha nela. Moqueca é objeto de fruição; um pouquinho de felicidade. Bom mesmo não é o violão, mas a música que se toca nele. Pois a música é alegria, objeto de fruição. E bom mesmo não é o serrote, mas a casinha de boneca que se faz com ele, e que faz os olhos da menina brilharem. Felicidade são os olhos da menina...
O objetivo do trabalho não é a simples função do que constrói: o objetivo do trabalho é o prazer do jardim que se planta, a casa que se constrói ou o livro que se escreve. Pensamos que a felicidade é coisa grande, barulhenta, talvez inalcançável... Ao contrário: é discreta, silenciosa e frágil, como uma bolha de sabão. Ela se vai muito rápido, mas deixa a lição de que se podem soprar muitas outras.
(Adaptado de: ALVES, Rubem. Tempus fugit. São Paulo: Paulus, 1990, p. 41-43, passim)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

A dizendo ser este o seu melhor desejo (1 o parágrafo) = invocando assim seu maior trabalho
B de ortodoxia inquestionável (2 o parágrafo) = de preconceitos indubitáveis
C não são um fim em si mesmas (2 o parágrafo) = não se constituem elas mesmas como finalidades
D não é a simples função do que constrói (4 o parágrafo) = não se empenha para funcionar
E talvez inalcançável (4 o parágrafo) = presumivelmente inabalável
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019

Os seguintes subgrupos fazem parte do Ativo Não Circulante de uma empresa industrial:

A realizável a longo prazo, investimentos e patrimônio líquido.
B investimentos, imobilizado e exigível a longo prazo.
C patrimônio líquido, imobilizado e realizável a longo prazo.
D resultados de exercícios futuros, patrimônio líquido e imobilizado.
E realizável a longo prazo, investimentos e intangível.
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Auditor Fiscal Tributário Municipal Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Auditor Fiscal Tributário Municipal - 2019