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Considerando o rigor técnico que o intérprete deve exercer, analise as afirmativas.

I. pela honestidade e discrição, protegendo o direito de sigilo da informação recebida.

II. pela atuação livre de preconceito de origem, raça, credo religioso, idade, sexo ou orientação sexual ou gênero.

III. pela parcialidade e fidelidade aos conteúdos que lhe couber traduzir.

IV. pelas postura e conduta inadequadas aos ambientes que frequentar por causa do exercício profissional.

V. pela solidariedade e consciência de que o direito de expressão é um direito social, independentemente da condição social e econômica daqueles que dele necessitem. VI. pelo conhecimento das especificidades da comunidade surda. Está (ão) correta(s) apenas:

A I, II, V e VI.
B II, V e VI.
C I, II, IV e VI.
D V e VI.
E I, II, IV e V.

Complete a seguinte frase de acordo com definição citada por Ronice Quadros para língua de sinais: " São línguas que são utilizadas pelas comunidades _____. As línguas de sinais apresentam as propriedades específicas das línguas _______, sendo, portanto, reconhecidas enquanto línguas pela Lingüística. As línguas de sinais são ___________ captando as experiências visuais das pessoas surdas."

A sociais, orais, orais-auditivas.
B surdas, naturais, visuais-espaciais.
C naturais, sociais, orais-auditivas.
D surdas, orais, visuais-motoras.
E visuais-espaciais, naturais, surdas.

Qual a instituição que realizou o

I Encontro Nacional de Intérpretes de Língua de Sinais em 1988? E que propiciou, pela primeira vez, o intercâmbio entre alguns intérpretes do Brasil e a avaliação sobre a ética do profissional intérprete?

A INES
B FEBRAPILS
C APADA
D APIL
E FENEIS

Fonologia é compreendida como a parte da ciência lingüística que analisa as unidades mínimas sem significado de uma língua e a sua organização interna. Nas línguas de sinais, as configurações de mãos juntamente com as localizações em que os sinais são produzidos, os movimentos e as direções são as unidades menores que formam as palavras. Com relação aos sinais para azar e desculpas, analise as seguintes afirmativas:

I. A configuração de mão é a mesma em ambos sinais.

II. A localização é a mesma para os dois sinais.

III. O movimento é diferente. Está (ão) correta (s):

A I, II e III.
B somente II e III.
C somente I.
D somente I e III.
E somente II.

No que se refere às atribuições do intérprete educacional, analise as afirmativas:

I. O ensino de LIBRAS e em LIBRAS são funções do intérprete de LIBRAS.

II. O intérprete educacional não ensina a LIBRAS, não é responsável pelo ensino e aprendizagem do aluno surdo.

III. Quando o intérprete estiver com esse aluno, deverá ter claro em sua mente e na do professor também, que esse aluno faz parte da turma e que estão sob responsabilidade do professor regente todos os alunos da turma. Portanto, o aluno surdo é aluno do professor regente da disciplina. Está (ão) correta (s):

A I, II e III.
B somente II e III.
C somente I.
D somente I e III.
E somente II.

Em conselhos de classe e reuniões de professores, que tipo de questão é pertinente direcionar ao intérprete de Libras?

A Os intérpretes devem ser questionados quanto ao rendimento do aluno surdo em sala de aula
B Poderão falar sobre a visualidade da língua de sinais e formas de tornar a aula mais condizente com a especificidade cultural surda
C Deve ser encarregado de preparar aulas que sejam adequadas ao surdo
D Ele ficará responsável pela nota dos alunos surdos
E Deve ser encarregado de preparar aulas que sejam adequadas ao surdo e ficará responsável pela nota dos alunos surdos

Se o intérprete de língua de sinais estiver intermediando um atendimento em setor público, em que um surdo adulto está sendo orientado acerca de benefícios e programas aos quais tem direito e, antes que interprete algo, o familiar dele pede para que isso não seja interpretado a ele, qual a mais adequada?

A O intérprete deve interpretar tudo. Ele não é um intérprete de pessoas, mas sim de línguas, e as pessoas estão apenas envolvidas na interpretação.
B É importante que o intérprete informe sua função, que ele não estará interpretando todas as falas dos envolvidos no ato comunicativo.
C O intérprete não deve interpretar tudo. Ele é um intérprete de pessoas, elas estão apenas envolvidas na interpretação.
D Não é importante que o intérprete informe sua função.
E O intérprete deve interpretar tudo. Ele não é um intérprete de pessoas, mas sim de línguas, as pessoas são responsáveis pela interpretação.

As articulações das mãos, que podem ser comparadas aos fonemas e às vezes aos morfemas, são chamadas de parâmetros, que, nas línguas de sinais, são:

A configuração das mãos, afastamento, ponto de articulação, orientação e gestos faciais.
B configuração das mãos, afastamento, ponto de articulação, orientação e gestos facial e corporal.
C configuração das mãos, movimento, ponto de desarticulação, orientação e expressões facial e corporal.
D configuração dos braços, movimento, ponto de articulação, orientação e expressões facial e corporal.
E configuração das mãos, movimento, ponto de articulação, orientação e expressões facial e corporal.

O artigo 2º da lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, define acessibilidade como:

A possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.
B possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.
C condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.
D possibilidade de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.
E dificuldade de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.