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Com 60% do volume de uma embalagem A de substância concentrada, produzem-se 80 litros de determinado produto. Mantendo-se essa relação, o número máximo de litros desse produto que poderá ser produzido com 3 embalagens A dessa substância concentrada é:

A 400.
B 410.
C 420.
D 430.
E 440.

José e Maria são dois funcionários públicos em um mesmo município que iniciaram suas atividades no dia 2 de janeiro, porém em anos distintos. Sabe-se que, há exatos 3 anos, o tempo de serviço público de Maria nesse município correspondia ao dobro do tempo de serviço público de José, nesse mesmo município. Se hoje, somando-se os tempos de serviço público desses dois servidores, têm-se 12 anos, no dia 2 de janeiro de 2020, Maria completará de tempo de serviço público nesse município:

A 8 anos.
B 7 anos.
C 6 anos.
D 5 anos.
E 4 anos.
Texto associado
Um usuário está organizando seus arquivos e pastas, utilizando o Windows Explorer do MS-Windows 7. Ele observa a pasta “Documentos” no modo de exibição “Ícones Grandes”, que contém apenas duas subpastas: “Janeiro” e “Financeiro”.

Em um determinado momento, ele executa a seguinte sequência de ações:

( 1 ) clica uma vez com o botão primário do mouse sobre a pasta “Janeiro”;

( 2 ) mantendo esse botão pressionado, arrasta a pasta selecionada até posicioná-la sobre a pasta “Financeiro”;

( 3 ) e, então, solta a pasta selecionada, liberando o botão primário do mouse. Considere que estas ações foram realizadas na mesma janela do Windows Explorer, que todas as pastas são locais, que a pasta “Financeiro” estava vazia e que o usuário tem todas as permissões necessárias para realizar o procedimento e assinale a alternativa que descreve corretamente o resultado da sequência de ações apresentada no enunciado.

A “Janeiro” é movida para “Financeiro”.
B “Janeiro” é copiada para “Financeiro”.
C Um atalho para “Janeiro” é criado em “Documentos”.
D Um atalho para “Janeiro” é criado em “Financeiro”.
E Um atalho para “Janeiro” é criado na Área de Trabalho.

Em busca pela excelência no atendimento aos cidadãos, deve-se cuidar de aspectos que merecem atenção e são relevantes no atendimento presencial. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, tais aspectos.

A Competência, rapidez, assertividade, olhar distante e impessoal, expressão sempre amena e serena. r, vocabulário informa
B Postura corporal, verbal e gestual, tratamento padrão e impessoal, vocabulário acessível e informal, atuação pontual e assertiva.
C Vestimenta adequada, postura profissional, comunicação rápida e padronizada, vernáculo rebuscado.
D Expressão do rosto, utilização correta da voz, gestos e vocabulário adequados, postura física e vestuário compatíveis.
E Empatia, uso de tom de voz assertivo, tratamento impessoal, olhar inespecífico e sem contato com o interlocutor, vocabulário informal.

No contexto da gestão de documentos, há os métodos de arquivamento. Eles servem para facilitar a guarda e a consulta de documentos. Assinale a alternativa que apresenta métodos de arquivamento.

A Físico, material, tecnológico e virtual.
B Decimal, hexadecimal, romano e grego.
C Corrente, intermediário e permanente.
D Local, regional, nacional, próprio e terceiros.
E Alfabético, numérico, geográfico e ideográfico.

Com o valor, em reais, que tem, Carlos consegue comprar 6 unidades de um produto e ainda sobram R$ 7,00. Se tivesse mais R$ 10,00, ele compraria 7 unidades desse produto e sobrariam R$ 4,25. Se uma pessoa comprar 15 unidades desse produto e pagar com duas cédulas de R$ 100,00, o troco que ela receberá será de:

A R$ 7,25.
B R$ 8,75.
C $$ 9,25.
D R$ 10,75.
E R$ 11,25.

Os cemitérios e serviços funerários, a iluminação e a limpeza pública, a coleta domiciliar e a destinação final do lixo são responsabilidades do município no papel de organizador ou prestador de serviços diretos ou por meio de concessão ou permissão. Essas atividades estão estabelecidas:

A no Planejamento Orgânico do Município.
B na Lei Orçamentária Plurianual.
C na Lei Orgânica Municipal.
D no Regimento Público Municipal.
E na Constituição Orgânica do Município.
Texto associado
O velho O que eu mais temo – escrevi em um dos meus agás – não é o Sono Eterno, mas a possibilidade de uma insônia eterna – o que seria uma verdadeira estopada, um suplício sem fim. Porém, em uma de minhas costumeiras noites de sonho acordado, o meu amigo morto me pediu um cigarro, e disse-me: – Não é como tu pensas, todos nós trabalhamos numa série infinita de escritórios (cada geração de mortos num deles) onde a gente se entrega a um sério trabalho de estatística: tem-se de anotar a chegada de cada um e comunicar-lhe o respectivo número, pois isso de nomes é mera convenção terrena. O pior são os que atrapalham a escrita, morrendo antes do tempo – ou porque se mataram ou por culpa dos médicos, e estes ainda são culpados quando fazem os doentes morrer depois da hora, numa espécie de sobrevida artificial, já que os médicos (diga-se em sua honra) julgam criminosa a prática da eutanásia... Uma pena! – E fora do expediente, o que fazem vocês? – Bem, a hora do almoço não deixa de ser divertida por causa dos Santos: põem-se a discutir acaloradamente qual deles fez na Terra o maior número de milagres e outras futilidades. – E Deus? Me conta como é Ele... – Ah, o Velho? Desconfio que certa vez O vi... – Mas conta-me lá como foi que desconfiaste de ter visto o Velho? – Foi há tempos, eu era recém-chegado, quando uma tarde apareceu de surpresa no escritório um velhinho muito simpático. Com as mãos às costas, curvava-se sobre cada mesa, inspecionando o nosso trabalho, por sinal que me atrapalhei, errei uma palavra. Ele bateu-me confortadoramente no ombro, como quem diz: “Não foi nada... não foi nada...” Ao retirar-se, já com a mão no trinco da porta, virou-se para nós e abanou: “Até outra vez se Eu quiser!” (Mário Quintana. Da preguiça como método de trabalho. Adaptado

Assinale a alternativa cujo enunciado, devidamente pontuado, explica corretamente o que o amigo morto do narrador quis dizer com a frase “Uma pena!” :

A Os pacientes querem morrer, e os médicos optam pela autanásia, em nome da honra, o que é uma pena para nossa escrita.
B Os médicos que honram sua profissão, não praticam a eutanásia o que é uma pena, pois com isso, se evitariam erros na escrita.
C Os médicos, às vezes não conseguem evitar a morte de seus pacientes. É uma pena, porque chegam aqui antes do tempo.
D É uma pena que os médicos não pratiquem a eutanásia, pois ela evitaria a sobrevida artificial e não atrapalharia nossa escrita.
E Muitas vezes, as pessoas morrem antes do tempo. Isso é uma pena já que os médicos não concordam com a prática da eutanásia.

Em janeiro, a onda de ataques promovida pelo crime organizado na capital e em cidades do interior do estado nordestino, e que já dura mais de dez dias, deixa lições que devem ser aprendidas pelas autoridades de segurança pública de todo o País. A crise que amedrontou a população, embora tenha amainado, deve continuar, porque os bandidos parecem dispostos a resistir em resposta à dura reação das autoridades, segundo reconhece o próprio governo estadual. (Estadão. https://bit.ly/2FxD8E7. 12.01.19. Adaptado. Acesso em 20.03.2019) A crise descrita na notícia ocorreu:

A na Bahia.
B no Ceará.
C no Rio Grande do Norte.
D na Paraíba.
E no Maranhão.
Texto associado
O velho O que eu mais temo – escrevi em um dos meus agás – não é o Sono Eterno, mas a possibilidade de uma insônia eterna – o que seria uma verdadeira estopada, um suplício sem fim. Porém, em uma de minhas costumeiras noites de sonho acordado, o meu amigo morto me pediu um cigarro, e disse-me: – Não é como tu pensas, todos nós trabalhamos numa série infinita de escritórios (cada geração de mortos num deles) onde a gente se entrega a um sério trabalho de estatística: tem-se de anotar a chegada de cada um e comunicar-lhe o respectivo número, pois isso de nomes é mera convenção terrena. O pior são os que atrapalham a escrita, morrendo antes do tempo – ou porque se mataram ou por culpa dos médicos, e estes ainda são culpados quando fazem os doentes morrer depois da hora, numa espécie de sobrevida artificial, já que os médicos (diga-se em sua honra) julgam criminosa a prática da eutanásia... Uma pena! – E fora do expediente, o que fazem vocês? – Bem, a hora do almoço não deixa de ser divertida por causa dos Santos: põem-se a discutir acaloradamente qual deles fez na Terra o maior número de milagres e outras futilidades. – E Deus? Me conta como é Ele... – Ah, o Velho? Desconfio que certa vez O vi... – Mas conta-me lá como foi que desconfiaste de ter visto o Velho? – Foi há tempos, eu era recém-chegado, quando uma tarde apareceu de surpresa no escritório um velhinho muito simpático. Com as mãos às costas, curvava-se sobre cada mesa, inspecionando o nosso trabalho, por sinal que me atrapalhei, errei uma palavra. Ele bateu-me confortadoramente no ombro, como quem diz: “Não foi nada... não foi nada...” Ao retirar-se, já com a mão no trinco da porta, virou-se para nós e abanou: “Até outra vez se Eu quiser!” (Mário Quintana. Da preguiça como método de trabalho. Adaptado

Considere as passagens: •? ... o que seria uma verdadeira estopada, um suplício sem fim. (1o parágrafo) •? ... pois isso de nomes é mera convenção terrena. (2o parágrafo) •? O pior são os que atrapalham a escrita, morrendo antes do tempo... (2o parágrafo) Sem prejuízo ao texto, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:

A inacabável; é frequente por aqui; morrendo prematuramente.
B ilimitado; é impopular por aqui; morrendo postumamente.
C interminável; é costume por aqui; morrendo subitamente.
D infinito; é raro por aqui; morrendo paulatinamente.
E incessante; é inabitual por aqui; morrendo precocemente.