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Considere que, em um estudo científico, foi determinada uma relação entre o nível de absorção de um determinado nutriente com a altura de cada uma das pessoas pesquisadas. Nessa relação, para cada pessoa, considerando a respectiva medida de sua altura, determinou-se que, ao somar o quíntuplo da terceira potência da medida da altura com o dobro do quadrado da medida da mesma altura, e, ao resultado dessa soma, subtrair o sêxtuplo da medida ainda da mesma altura, determina-se o nível de absorção desse nutriente. Sendo a medida da altura de uma pessoa identificada como x, então um polinômio que descreve o nível de absorção do nutriente para essa pessoa será dado por

A 5𝑥 3 + 𝑥 2 − 6𝑥.
B 6𝑥 3 + 5𝑥 2 − 6𝑥.
C 6𝑥 3 − 2𝑥 2 − 5𝑥.
D 5𝑥 3 − 2𝑥 2 + 6.
E 5𝑥 3 + 2𝑥 2 − 6𝑥.

No enfoque histórico cultural, a respeito da criança, enquanto sujeito social e histórico, assinale a alternativa correta.

A A criança produz e constrói o seu desenvolvimento, assegurada pelas estruturas psíquicas anteriormente formadas ou em vias de formação.
B Em primeiro plano são desenvolvidos os processos intrapessoal e, posteriormente, os interpessoais.
C As qualidades psíquicas formadas no sujeito no decurso de seu desenvolvimento advêm da interação dos seus recursos biológicos.
D O desenvolvimento de capacidades especificamente humanas ocorre no processo da vida afetiva da criança, por meio da atividade infantil.
E A criança se desenvolve a partir de um ensino orientado a uma etapa de desenvolvimento já conquistada.
Texto associado
Leia o texto a seguir e responda às questões de 33 a 39. Considere ainda o texto anterior para responder as questões 33 e 34, que tratam de itens estruturais da língua.

O Leão e o Rato

Certo dia, estava um Leão a dormir a sesta quando um ratinho começou a correr por cima dele. O Leão acordou, pôs a pata em cima, abriu a bocarra e preparou-se para o engolir.
- Perdoa-me! - gritou o ratinho - Perdoa-me desta vez que eu nunca o esquecerei. Quem sabe se um dia não precisarás de mim?
O Leão ficou tão divertido com esta ideia que levantou a pata e o deixou partir.
Dias depois o Leão caiu numa armadilha. Como os caçadores o queriam oferecer vivo ao Rei, amarraram-no a uma árvore e partiram à procura de um meio para o transportarem.
Nisto, apareceu o ratinho. Vendo a triste situação em que o Leão se encontrava, roeu as cordas que o prendiam.
E foi assim que um ratinho pequenino salvou o Rei dos Animais.

Jean de La Fontaine
Texto adaptado. Fonte: https://www.pensador.com/frase/ODEwNDAw/

Em “ Como os caçadores o queriam oferecer vivo ao Rei , amarraram-no a uma árvore e partiram à procura de um meio para o transportarem.”, a oração em destaque exprime

A conformidade.
B comparação.
C causa.
D condição.
E finalidade.

O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei nº 8069/90, em seu Art. 8º-A, institui a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, a ser realizada anualmente na semana

A que incluir o dia 1º de maio.
B em que se comemora o dia das crianças.
C que incluir o início do segundo semestre.
D que incluir o dia 1º de fevereiro.
E que antecede a comemoração do carnaval.
Texto associado
Leia o texto a seguir e, a partir disso e com base em seus conhecimentos, responda às questões de 21 a 24.

Os temas língua, variação linguística e preconceito linguístico são assuntos hoje discutidos não somente no âmbito das pesquisas linguísticas, mas alcançou também o cenário escolar.
Nesse sentido, considera-se não somente a fala do produtor, mas também o próprio falante e as condições em que a fala é produzida, diferente de correntes linguistas que veem a língua alheia a fatores sociais. Isso acarretou e ainda acarreta problemas relacionados ao ensino de língua, pois, esquivando-se das possíveis influências extralinguísticas, assumem uma concepção de linguagem que sugere descrição apenas de regras internas da língua e dos componentes da gramática, descrição que, dos seus pontos de vista, será suficiente ao ensino de língua.
Como não se consideram variações ou influências típicas da fala sobre os elementos da língua, o valor social das diferentes formas e o estudo das mudanças na língua ficam excluídos, consequentemente ficam excluídos do ambiente escolar, e, assim, ficam excluídos também o conhecimento linguístico de nossas crianças, o conhecimento sociocultural e é descartado e desperdiçado todo o conhecimento prévio dessas crianças, instalando-se aí o preconceito linguístico.

(BORTONI-RICARDO, 2004).

Leia a tirinha a seguir e responda à questão.

Fonte: https://www.professoresdeplantao.com.br/blog

A gíria é uma variante linguística que utiliza uma linguagem empregada em determinado grupo social, mas que pode se estender à sociedade em razão do grau de aceitação. Com base no exposto, assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma.

A As expressões “orelha” e “cabeça”, presentes nos quadrinhos, remetem a partes do corpo, assunto do diálogo entre os personagens.
B No último quadrinho, há uma variante caipira considerada “erro” pela Gramática Normativa. Trata-se da troca do artigo “a” pelo artigo “o” na preposição “do” antes do substantivo feminino, em “do orelha”.
C No segundo quadrinho, a expressão “só!” está inadequada, pois o advérbio tem o sentido de “sozinho”. No caso, a expressão deveria ser substituída por “somente”.
D Os termos utilizados estão todos adequados ao seu contexto de produção e, por isso, a comunicação foi efetiva. Trata-se de variante diastrática, que compreende as variações que acontecem em diferentes grupos sociais.
E Trata-se de variante diamésica, ou seja, variação associada ao uso de diferentes meios de expressão utilizados. Refere-se principalmente às variações que se observam entre a língua falada e a língua escrita.
Texto associado
TEORIA GERAL DO XINGAMENTO

Marcia Tiburi
17 de maio de 2018

Talvez seja necessário fundar uma nova ciência para dar conta de um fenômeno que tem se tornado crucial em nossa cultura comunicacional na era das tecnologias digitais e das redes sociais. O objeto dessa ciência seria o fenômeno do xingamento: a conspurcação do outro em forma verbal, que surge em profusão nas redes, por meio de palavras, emoticons e outros sinais gráficos.
Nossa nova ciência, na base de uma antropologia e uma sociologia, deve habitar o intervalo entre o mundo da pesquisa e o mundo da vida simples. Geografia e estatística nos revelariam o estado da linguagem de ódio que sustenta o ato generalizado de xingar. A antropologia digital e a psicanálise poderiam auxiliar com a análise da cultura atual que surge na internet, mas também com a compreensão do tipo subjetivo do xingador.
O xingamento generalizado merecia uma historiografia e uma semiologia. E até uma teoria estética. E, se o ataque verbal a alguém – esse ato que sempre teve todo tipo de função, da catarse ao escracho, do vilipêndio à humilhação, da vontade de destruir ao ato de dominar – é um fenômeno do poder, seria necessária também uma teoria política. O ato de xingar até hoje é um ato político, por trás do qual se esconde todo tipo de moralismo. Então, precisaríamos de uma ética.
Toda ciência tem um drama humano em seu fundo. Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema. Estudam-se astronomia e cosmologia para entender os fenômenos cósmicos, a geologia visa entender os fenômenos físicos e químicos do planeta, a sociologia quer tornar compreensível o modo de ser das sociedades, enquanto a história é a ciência que estuda o que já passou. A questão antropológica fundamental diz respeito ao “ser humano”. Como vive, como age, como habita, como sente, como trabalha, como produz, como se organiza e se movimenta, como cria arte, religião ou qualquer forma de linguagem, como se expressa e se comunica.
Por mais que as questões tratadas pelas ciências humanas sejam de altíssimo nível de complexidade, há nas mais variadas investigações científicas um problema comum que pode se apresentar como uma questão popular. Podemos, por isso, tentar responder de modo direto à interpelação: “diz-me como xingas e dir-te-ei quem és”.
Fato é que o xingamento fala mais de quem xinga do que de quem é xingado. Por mais violento que seja, todo xingamento esconde um desejo. Por trás da violência está uma impotência específica que visa ser sanada na ação. Quem não consegue falar, pode sempre começar a xingar. No gesto violento surge uma palavra mágica que concentra e resume o ódio. Ela dá um poder ao xingador. Ele se sente superior por um instante fugaz.
Mas há algo ainda mais profundo. Todo ato de fala visa tocar ou atingir o outro. Seja por que caminho for, aquele que fala deseja estar perto, deseja tocar. Por meio do xingamento o agente visa machucar. Mas por outro lado, deseja também ser reconhecido pelo objeto do xingamento. Só xingamos aqueles por quem nos sentimos de algum modo atraídos. Nesse sentido, o xingamento é bem diferente da crítica. Enquanto a crítica visa desconstruir ou desmontar seu objeto para mostrar sua verdade, por meio do xingamento se visa alcançá-lo.
[...]
A cultura do xingamento é herdeira dos piores hábitos culturais que podemos imaginar. Em sua base a impotência para o reconhecimento dos outros e uma vontade de fazer justiça com as palavras reduzidas à matéria não reciclável.

Adaptado de: https://revistacult.uol.com.br/home/teoria-geral-do-xingamento/. Acesso em: 16 nov. 2020.

Assinale a alternativa que apresenta uma locução verbal que indica um tempo composto.

A “[...] um fenômeno que tem se tornado crucial em nossa cultura comunicacional [...]”.
B “[...] a geologia visa entender os fenômenos físicos e químicos do planeta [...]”.
C “[,,,] a sociologia quer tornar compreensível o modo de ser das sociedades [...]”.
D “Podemos, por isso, tentar responder de modo direto à interpelação [...]”.
E “Quem não consegue falar [...]”.
Texto associado
Voto? Nos EUA de 100 anos atrás, dava para
enviar até crianças pelo correio

Por Rafael Battaglia 4 nov 2020, 16h39

As eleições dos Estados Unidos deste ano terminaram na última terça (3/11). A apuração, contudo, ainda não. Motivo: parte dos votos foi enviada pelo correio, o que atrasou o resultado pela disputa da presidência entre o republicano Donald Trump e o democrata Joe Biden.
Para nós, brasileiros, acostumados com a urna eletrônica, isso pode soar estranho. Acontece que, por lá, é possível votar antecipadamente, e não apenas no dia da eleição. Em 2020, por conta da pandemia, o número de votos pelo correio bateu recorde.
[...] Os americanos costumam usar bastante os correios para receber e enviar encomendas – e até cheques, usados para pagar contas e serviços, são enviados dessa forma.
Mas, 100 anos atrás, os correios da terra do Tio Sam entregavam coisas inusitadas: bebês e crianças.
Querida, enviei as crianças
Em janeiro de 1913, o governo anunciou a criação do Parcel Post, um serviço que permitiria às pessoas enviar e receber correspondências mais pesadas. Até então, os correios só trabalhavam com cartas e pacotes de até quatro libras (1,8 kg). Foi revolucionário – mas não demorou até que algumas pessoas tentassem tirar proveito da nova medida.
Poucas semanas após o começo do Parcel Post, um casal de Ohio chamado Jesse e Mathilda Beagle decidiu enviar o filho James, de apenas oito meses, até a casa de sua avó, a alguns quilômetros dali.
Esse foi o primeiro registro de uma criança enviada pelos correios – e custou a família Beagle apenas 15 centavos (US$ 4, em valores atuais). Os pais inclusive colocaram o bebê no seguro, para o caso dos correios o perderem. Se isso acontecesse, receberiam US$ 50, o que corresponde a US$ 1,3 mil hoje em dia.
Depois disso, outras histórias similares começaram a pipocar nos jornais do país. Mas o caso mais famoso talvez seja o da garota Charlotte May Pierstorff, em fevereiro de 1914. A menina, de apenas quatro anos, viajou 117 quilômetros de trem da sua casa em Grangeville, Idaho (noroeste dos EUA) até a cidade de seus avós.
“O serviço postal era mais barato do que comprar uma passagem de trem”, explicou Jenny Lynch, historiadora do USPS, à revista Smithsonian . Mas pode ficar tranquilo: a pequena Charlotte não foi empacotada como um saco de batatas. Na verdade, o primo de sua mãe trabalhava como balconista no serviço de correio ferroviário. Bastou apenas conversar com asa autoridades locais para acompanhá-la na viagem.
Com o passar dos anos, a história ganhou detalhes cada vez mais bizarros: os selos postais teriam sido colados no casaco de Charlotte, e há relatos, inclusive, de que ela havia sido taxada como carga animal, custando o mesmo que um frango.
Não é verdade: naquela época, apenas bichos como abelhas e insetos podiam ser transportados. O correio só passou a aceitar frangos em 1918. Seja como for, o caso da menina ficou tão conhecido que inspirou até um livro infantil, Mailing May , em 1997.
Ao todo, há registros de pelo menos sete crianças enviadas pelo correio nos EUA – uma dela, inclusive, teria viajado mais de 1.150 quilômetros. A prática só terminou de vez no final dos anos 1910, quando grandes jornais do país, como Washington Post, New York Times e Los Angeles Times publicaram reportagens nas quais o chefe dos correios reiterava que isso não poderia acontecer mais.
Adaptado de: . Acesso em: 16 nov. 2020.

Em “A apuração, contudo , ainda não.”, o termo em destaque é sinônimo de

A “portanto”.
B “então”.
C “porquanto”.
D “porém”.
E “logo”.

A Lei nº10.639/2003, que acrescentou o Art. 26-A à Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996, tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana nas diferentes etapas da Educação Básica. Considerando seus impactos pedagógicos nas escolas e no ensino de arte, assinale a alternativa correta.

A A Lei promove, além de uma alteração nos currículos escolares, a reafirmação da proposta constitucional de uma educação pluriétnica e emancipatória.
B Nas escolas, deve ficar a cargo somente do professor de arte trabalhar com os conteúdos relacionados à história e à cultura africana e afro-brasileira.
C A garantia por Lei já é suficiente para que ocorram mudanças pedagógicas, não sendo necessárias alterações curriculares na formação inicial e continuada de professores.
D Fica estabelecido que apenas na semana da consciência negra os professores devem ministrar os conteúdos relacionados à história e à cultura afro-brasileira e africana.
E No ensino de arte, a Lei estabelece a substituição dos conteúdos relacionados à história da arte europeia.
Texto associado
Voto? Nos EUA de 100 anos atrás, dava para
enviar até crianças pelo correio

Por Rafael Battaglia 4 nov 2020, 16h39

As eleições dos Estados Unidos deste ano terminaram na última terça (3/11). A apuração, contudo, ainda não. Motivo: parte dos votos foi enviada pelo correio, o que atrasou o resultado pela disputa da presidência entre o republicano Donald Trump e o democrata Joe Biden.
Para nós, brasileiros, acostumados com a urna eletrônica, isso pode soar estranho. Acontece que, por lá, é possível votar antecipadamente, e não apenas no dia da eleição. Em 2020, por conta da pandemia, o número de votos pelo correio bateu recorde.
[...] Os americanos costumam usar bastante os correios para receber e enviar encomendas – e até cheques, usados para pagar contas e serviços, são enviados dessa forma.
Mas, 100 anos atrás, os correios da terra do Tio Sam entregavam coisas inusitadas: bebês e crianças.
Querida, enviei as crianças
Em janeiro de 1913, o governo anunciou a criação do Parcel Post, um serviço que permitiria às pessoas enviar e receber correspondências mais pesadas. Até então, os correios só trabalhavam com cartas e pacotes de até quatro libras (1,8 kg). Foi revolucionário – mas não demorou até que algumas pessoas tentassem tirar proveito da nova medida.
Poucas semanas após o começo do Parcel Post, um casal de Ohio chamado Jesse e Mathilda Beagle decidiu enviar o filho James, de apenas oito meses, até a casa de sua avó, a alguns quilômetros dali.
Esse foi o primeiro registro de uma criança enviada pelos correios – e custou a família Beagle apenas 15 centavos (US$ 4, em valores atuais). Os pais inclusive colocaram o bebê no seguro, para o caso dos correios o perderem. Se isso acontecesse, receberiam US$ 50, o que corresponde a US$ 1,3 mil hoje em dia.
Depois disso, outras histórias similares começaram a pipocar nos jornais do país. Mas o caso mais famoso talvez seja o da garota Charlotte May Pierstorff, em fevereiro de 1914. A menina, de apenas quatro anos, viajou 117 quilômetros de trem da sua casa em Grangeville, Idaho (noroeste dos EUA) até a cidade de seus avós.
“O serviço postal era mais barato do que comprar uma passagem de trem”, explicou Jenny Lynch, historiadora do USPS, à revista Smithsonian . Mas pode ficar tranquilo: a pequena Charlotte não foi empacotada como um saco de batatas. Na verdade, o primo de sua mãe trabalhava como balconista no serviço de correio ferroviário. Bastou apenas conversar com asa autoridades locais para acompanhá-la na viagem.
Com o passar dos anos, a história ganhou detalhes cada vez mais bizarros: os selos postais teriam sido colados no casaco de Charlotte, e há relatos, inclusive, de que ela havia sido taxada como carga animal, custando o mesmo que um frango.
Não é verdade: naquela época, apenas bichos como abelhas e insetos podiam ser transportados. O correio só passou a aceitar frangos em 1918. Seja como for, o caso da menina ficou tão conhecido que inspirou até um livro infantil, Mailing May , em 1997.
Ao todo, há registros de pelo menos sete crianças enviadas pelo correio nos EUA – uma dela, inclusive, teria viajado mais de 1.150 quilômetros. A prática só terminou de vez no final dos anos 1910, quando grandes jornais do país, como Washington Post, New York Times e Los Angeles Times publicaram reportagens nas quais o chefe dos correios reiterava que isso não poderia acontecer mais.
Adaptado de: . Acesso em: 16 nov. 2020.

Em “ Querida , enviei as crianças”, o termo em destaque é classificado sintaticamente como

A adjetivo.
B verbo.
C sujeito.
D aposto.
E vocativo.

A abordagem dos Temas Contemporâneos Transversais é uma ferramenta valiosa para a superação da fragmentação do conhecimento e para a formação integral do ser humano com o desenvolvimento de uma visão ampla de mundo. De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, assinale a alternativa INCORRETA.

A No projeto pedagógico, os projetos transversais são uma abordagem interdisciplinar.
B No currículo, o cruzamento entre os componentes curriculares e temas contemporâneos transversais é uma abordagem interdisciplinar.
C No currículo, o cruzamento entre habilidades e temas contemporâneos transversais é uma abordagem intradisciplinar.
D Na criação dos planos de aula integrados, ocorre uma abordagem interdisciplinar.
E No projeto pedagógico, os projetos integradores e transdisciplinares são uma abordagem transdisciplinar.