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O governo federal estuda a implementação de um programa de transferência de renda. Para tanto, avalia os dois esquemas alternativos a seguir. esquema A: pagamentos anuais constantes por 20 anos
esquema B: pagamentos crescentes a 2% ao ano por 20 anos
Acerca da situação hipotética precedente, assumindo-se que a taxa de desconto real é constante e positiva, é correto afirmar que

A o crescimento dos pagamentos é irrelevante.
B o valor presente do esquema B será maior.
C os dois esquemas terão o mesmo valor presente.
D o valor presente depende da relação entre crescimento e desconto.
E o valor presente do esquema A será maior.

Um título público promete pagar R$ 1.000,00 em 5 anos. Em um ambiente de incerteza fiscal, investidores exigem maior retorno, o que eleva a taxa de desconto utilizada na precificação do título. Nessa situação, mantidas todas as demais condições constantes, o aumento da taxa de desconto implica

A alteração apenas do fluxo nominal do título.
B redução do valor presente do título.
C aumento do valor presente do título.
D redução do valor futuro do título.
E neutralidade sobre o preço do título.

Um cliente contraiu um empréstimo de R$ 180.000,00 em um banco sob o regime do sistema de amortização constante (SAC), com prazo de pagamento de 10 anos e prestações mensais. A partir dessas informações, considerando a taxa nominal de juros desse empréstimo é de 12% ao ano, assinale a opção que corresponde ao valor da sexta prestação do empréstimo.

A R$ 2.225,00
B R$ 2.725,00
C R$ 3.225,00
D R$ 3.725,00
E R$ 4.225,00

Durante auditoria no passivo não circulante, foi detectada a existência de empréstimos vultosos com empresas em paraísos fiscais (offshores), cujos juros são pagos mensalmente e tributos apurados e não recolhidos, mas o principal nunca é amortizado. O auditor identificou que os recursos entraram por meio de "empréstimos de sócios" não formalizados. Nessa situação, a estrutura possui indícios de

A falta de registro de passivos contingentes de curto prazo.
B identificação de origens de recursos fictícias para lavagem de receita.
C planejamento tributário legítimo visando a desoneração do capital.
D superavaliação do ativo realizável por circularização de ativos.
E subavaliação de passivos tributários contingentes por falta de retenção de tributos.

Uma companhia aberta, que detém participações em coligadas avaliadas pelo MEP, apurou lucro líquido de R$ 1.000.000, dos quais R$ 400.000 referem-se a ganho por equivalência patrimonial. A administração destinou R$ 300.000 para a reserva de lucros a realizar, alegando que apenas as variações monetárias de ativos de longo prazo (R$ 100.000) compunham o lucro não realizado financeiramente. Nessa situação hipotética, considerando a legislação vigente, o auditor deve concluir que

A o ajuste de avaliação patrimonial deveria absorver o ganho de equivalência antes da destinação ao PL.
B o dividendo obrigatório deve ser reduzido proporcionalmente ao valor total do ganho de equivalência.
C a reserva legal deve ser calculada apenas sobre o lucro realizado financeiramente, excluindo o MEP.
D o procedimento está correto, pois o lucro de equivalência é considerado realizado no momento do balanço.
E a reserva está subavaliada, devendo o ganho de equivalência integrar a parcela de lucros não realizados.

Uma indústria de componentes eletrônicos, ao encerrar seu exercício financeiro, apresentou um saldo de estoques de produtos acabados no valor de R$ 5.000.000. Durante a auditoria de asseguração, foram identificados os seguintes fatos relativos à formação desse custo.
1 Inclusões Indevidas: No montante de R$ 5.000.000, estão incluídos R$ 600.000 de ICMS recuperável sobre matérias-primas e R$ 400.000 de gastos com armazenamento de produtos que já estavam em condições de venda (estágio final).
2 Sinistro: O custo incorpora R$ 200.000 referentes a perdas anormais de insumos causadas por uma falha crítica no sistema de refrigeração, não inerente ao processo produtivo regular.
3 Valor de Mercado: O valor de venda estimado para este lote é de R$ 5.200.000, porém a empresa incorrerá em comissões de venda de 10% e fretes de entrega de 5% sobre o valor bruto.
Considerando as informações apresentadas e a base normativa aplicável à auditoria de estoques, assinale a opção correta.

A A superavaliação identificada de R$ 1.200.000 distorce o lucro líquido do período, aumentando-o, mas o ajuste de correção não altera o saldo final de caixa líquido gerado nas atividades operacionais na DFC.
B Os gastos com armazenamento de R$ 400.000 devem permanecer no custo do estoque, pois a norma contábil exige a capitalização de todos os custos de manutenção até que ocorra a efetiva entrega ao cliente.
C Caso a empresa utilize o método primeiro que entra, primeiro que sai (PEPS), a superavaliação do estoque final provocará uma subavaliação do lucro líquido no exercício seguinte, devido à diminuição do custo das mercadorias vendidas de abertura.
D A entidade deverá reconhecer um ajuste de redução ao valor realizável líquido no montante de R$ 580.000, uma vez que o valor de mercado líquido de despesas de venda é inferior ao custo histórico registrado inicialmente.
E O valor correto dos estoques para fins de balanço patrimonial é de R$ 3.600.000, e a correção da superavaliação resultará em um aumento proporcional no fluxo de caixa das atividades operacionais pelo método indireto.

Na auditoria do ativo intangível, o auditor deverá recomendar o estorno de ágio (goodwill) quando este for decorrente de valorização gerada internamente pela própria empresa, pois tais ativos

A representam reservas de lucros a realizar em curto prazo.
B devem ser reclassificados como despesas no realizável a longo prazo.
C não podem ser reconhecidos contabilmente.
D devem ser amortizados pelo prazo fixo de vinte e cinco anos.
E sujeitam-se apenas ao teste de recuperabilidade trimestral.

Ao auditar a conta de investimentos em coligadas avaliados pelo método de equivalência patrimonial (MEP), o auditor deve assegurar que os lucros não realizados em vendas entre partes relacionadas sejam

A eliminados da base de cálculo da equivalência patrimonial.
B reconhecidos como ganho de capital na alienação de ativos.
C capitalizados como ágio por expectativa de lucro futuro.
D mantidos integralmente no ativo para fins de consolidação.
E tributados na fonte pelo imposto de renda retido da fatura.