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Assinale a opção em que é mencionado importante acontecimento destacado pela historiografia do Acre ocorrido em janeiro de 1903 e integrante do processo que culminou com a incorporação da região ao território brasileiro.

A arrendamento do Acre a um consórcio anglo-americano sediado em Nova Iorque
B aclamação de Plácido de Castro como governador do estado independente do Acre
C assinatura do Tratado de Petrópolis, que não previa qualquer forma de compensação à Bolívia
D início da arbitragem norte-americana solicitada pelo Barão do Rio Branco para solucionar o impasse com a Bolívia
E afastamento da Anglo-Bolivian Syndicate da região, sem recebimento de qualquer indenização

Acerca do contexto primordial da ocupação das terras acreanas, assinale a opção correta.

A Apesar da assinatura do Tratado de Petrópolis, os conflitos territoriais entre seringueiros brasileiros e bolivianos continuaram ocorrendo.
B Após o Tratado de Petrópolis, o Brasil teve de desenvolver a engenharia civil para que as empresas internas executassem a construção da ferrovia Madeira-Mamoré.
C Os pioneiros no Acre tiveram sua subsistência econômica fornecida pela Amazônia boliviana, em Puerto Alonso, cidade fundada no início do século XIX pelos seringueiros.
D A formação econômica do Acre está relacionada ao avanço de imigrantes nordestinos pelo território acreano, que ocorreu através de vias hidrográficas, principalmente pelo vale do rio Purus.
E Apesar de o Peru ser um país vizinho do Brasil, os problemas do comando brasileiro pela delimitação de fronteiras territoriais deram-se exclusivamente com os bolivianos.

A lei que regulamenta processos administrativos prevê que nestes será observado, entre outros, o critério de indicação dos pressupostos de fato e de direito que determinarem a decisão. Esse critério corresponde ao princípio da

A legalidade.
B razoabilidade.
C finalidade.
D motivação.
E publicidade.
Texto associado
Texto CG2A1

De acordo com as narrativas convencionais, a matemática europeia originou-se com os gregos entre as épocas de Tales e de Euclides, foi preservada e traduzida pelos árabes no início da Idade Média e, depois, levada de volta para seu lugar de origem, a Europa, entre os séculos XIII e XV, quando chegou à Itália pelas mãos de fugitivos vindos de Constantinopla. Esse relato parte do princípio de que a matemática é um saber único, cujos longínquos precursores foram os mesopotâmicos e egípcios, mas que se originou com os gregos. Ora, com base nas evidências, não é possível sequer estabelecer uma continuidade entre as matemáticas mesopotâmica e grega. Com raras exceções, a matemática mesopotâmica parece ter desaparecido por volta da mesma época em que os primeiros registros da matemática grega que nos chegaram foram produzidos; logo, não podemos relacionar essas duas tradições. Isso indica que talvez não possamos falar de evolução de uma única matemática ao longo da história, mas da presença de diferentes práticas que podemos chamar de “matemáticas” segundo critérios que também variam.
A partir do século XVI, a história foi escrita, muitas vezes, com o intuito de mostrar que os europeus são herdeiros de uma tradição já europeia, desde a Antiguidade. Nesse momento, construiu-se o mito da herança grega, que serviu também para responder a demandas identitárias dos europeus. Entender o como e o porquê de sua construção nos ajuda a compreender que o papel da história não é acessório na formação de uma imagem da matemática: sua função é também social e política.

Tatiana Roque. História da matemática. Uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 20-21 (com adaptações).

No último parágrafo do texto CG2A1, a forma pronominal “sua” (último período), em suas duas ocorrências, reporta-se, respectivamente, a

A “o mito da herança grega” (penúltimo período) e “matemática” (último período).
B “o mito da herança grega” (penúltimo período) e “história” (último período).
C “demandas identitárias” (penúltimo período) e “história” (último período).
D “demandas identitárias” (penúltimo período) e “formação de uma imagem da matemática” (último período).
E “o mito da herança grega” (penúltimo período) e “formação de uma imagem da matemática” (último período).

Uma entidade será levada a cessar a depreciação de um item do ativo imobilizado que ainda não tenha sido baixado e que não esteja totalmente depreciado quando

A o ativo for classificado como mantido para a venda.
B o ativo passar a ser objeto de manutenções e reparações frequentes com vistas a preservar as suas condições correntes.
C o valor residual do ativo tiver um aumento substancial, aproximando-se bastante do seu valor contábil.
D o ativo for retirado do seu uso normal.
E o ativo se tornar ocioso.

Uma empresa comercial optante pelo lucro real teve em determinado mês um estoque inicial no valor de R$ 10.000,00, correspondente a 20 unidades de camisas. Ela adquiriu, nesse mês, mais 30 unidades, no valor total de R$ 18.000,00. A operação teve destaque de 18% de ICMS.
Na situação hipotética anterior, considerando-se a legislação vigente, o valor do estoque disponível para revenda no mês considerado é de

A R$ 23.095,00.
B R$ 23.394,70.
C R$ 24.103,00.
D R$ 24.221,26.
E R$ 24.760,00.

O ICMS incidente sobre a aquisição de mercadoria para revenda implica o reconhecimento contábil, no ato da compra, de

A um passivo.
B um item classificado em outros resultados abrangentes.
C uma despesa.
D um ativo representativo de um estoque.
E um ativo representativo de um direito.
Texto associado
Texto CG2A1

De acordo com as narrativas convencionais, a matemática europeia originou-se com os gregos entre as épocas de Tales e de Euclides, foi preservada e traduzida pelos árabes no início da Idade Média e, depois, levada de volta para seu lugar de origem, a Europa, entre os séculos XIII e XV, quando chegou à Itália pelas mãos de fugitivos vindos de Constantinopla. Esse relato parte do princípio de que a matemática é um saber único, cujos longínquos precursores foram os mesopotâmicos e egípcios, mas que se originou com os gregos. Ora, com base nas evidências, não é possível sequer estabelecer uma continuidade entre as matemáticas mesopotâmica e grega. Com raras exceções, a matemática mesopotâmica parece ter desaparecido por volta da mesma época em que os primeiros registros da matemática grega que nos chegaram foram produzidos; logo, não podemos relacionar essas duas tradições. Isso indica que talvez não possamos falar de evolução de uma única matemática ao longo da história, mas da presença de diferentes práticas que podemos chamar de “matemáticas” segundo critérios que também variam.
A partir do século XVI, a história foi escrita, muitas vezes, com o intuito de mostrar que os europeus são herdeiros de uma tradição já europeia, desde a Antiguidade. Nesse momento, construiu-se o mito da herança grega, que serviu também para responder a demandas identitárias dos europeus. Entender o como e o porquê de sua construção nos ajuda a compreender que o papel da história não é acessório na formação de uma imagem da matemática: sua função é também social e política.

Tatiana Roque. História da matemática. Uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 20-21 (com adaptações).

No primeiro parágrafo do texto CG2A1, a autora

A valoriza a história da matemática, porém retifica uma de suas premissas tradicionais e defende a proposta de uma revisão da evolução de diversas práticas consideradas matemáticas.
B descreve o relato tradicional da evolução da matemática, ratifica um aspecto de seus primórdios e defende a ideia de uma história da evolução de diversas práticas consideradas matemáticas.
C enaltece a história da matemática, ainda que corrija o relato tradicional de seus primórdios e proponha uma revisão das práticas que devem ser consideradas matemáticas.
D apresenta o relato tradicional da história da matemática e critica a premissa que o embasa, defendendo a proposta de uma história da evolução de diversas práticas consideradas matemáticas.
E critica a evolução da matemática, refutando o relato tradicional de suas origens, e se propõe a uma revisão dos critérios definidores das práticas que devem ser consideradas matemáticas.

Tendo em vista o cenário geográfico, econômico, étnico e cultural do Acre, assinale a opção correta.

A Apesar da forte pressão de grupos culturais locais, ainda não houve o tombamento de nenhum bem como patrimônio material do estado.
B Produtos primários praticamente desapareceram da pauta das exportações do Acre desde o fim da Segunda Guerra Mundial.
C O Acre está situado nos limites da região Centro-Oeste, porém pertence ao bioma amazônico e seu clima é predominantemente temperado.
D A taxa de urbanização do Acre é bastante reduzida, e Rio Branco, apesar de ser a capital do estado, tem população inferior à de cidades do interior do estado, como Cruzeiro do Sul.
E Até a segunda metade do século XIX, o Acre era habitado por populações indígenas, bolivianos, peruanos e brasileiros que ali chegaram e disputaram o território.