Atenção : Para responder às questões de números 37 e 38 utilize as informações a seguir:
As demonstrações contábeis da empresa Importação de Produtos Cosméticos S.A. são apresentadas a seguir:
Importação de Produtos Cosméticos S.A.
Balanços Patrimoniais em 31/12/2022 e 31/12/2023
No ano de 2023, a empresa não efetuou qualquer pagamento relacionado com os empréstimos, mão vendeu participações societárias nem veículos, e o aumento de Capital ocorreu com a emissão de novas ações.
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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
184 questões encontradas
Texto associado
O valor correspondente ao Caixa gerado nas Atividades Operacionais no ano de 2023 da empresa Importação de Produtos Cosméticos S.A. foi
Determinada reunião do CONFAZ, agendada para deliberar sobre a criação de algumas isenções do ICMS e sobre a revogação de outras, contou com a presença de apenas 20 Unidades da Federação, embora todas as unidades tenham sido regularmente convocadas. Relativamente às concessões de isenções, todas as unidades presentes votaram a favor, mas, em relação às revogações, somente 16 delas votaram favoravelmente. Diante desses fatos e da disciplina estabelecida pela Lei Complementar nº 24/1975.
Um Projeto de Lei Complementar Federal (PLP) fictício pretende transformar a llha do Bananal em um novo Estado brasileiro, denominado Estado Javaés-Araguaia. Não se chegou, todavia, a um acordo para se determinar se esse Estado será ou não dividido em Municípios. Caso o novo Estado de Javaés-Araguaia
Em 2024, Afonso, domiciliado em Barras/PI, adquiriu para seu próprio uso um veículo automotor importado diretamente da França, pelo valor de R$ 120.250,00, valor constante do documento relativo ao desembaraço aduaneiro e resultante da conversão em reais do seu preço em euros, mas Afonso teve de pagar, também, os tributos incidentes sobre essa importação e outras despesas devidas, relacionadas com essa importação.
Ana, esposa de Afonso, gostou tanto do referido veículo, que sua microempresa de produtos de limpeza resolveu comprar um veículo automotor igual, para uso de seus funcionários, em concessionária e importadora de veículos estabelecida em Picos/PI.
Com base nas informações fornecidas e na Lei estadual nº 4.548/1992, a base de cálculo do IPVA relativamente à
Durante o desenvolvimento de dashboards gerenciais em uma Secretaria da Fazenda, foi necessário integrar dados oriundos de sistemas distintos: sistema de arrecadação tributária, sistema de fiscalização eletrônica e planilhas manuais de acompanhamento operacional, dentre outros. Uma Auditora Fiscal utilizou o Power Bl e o Tableau, seguindo a seguinte orientação:
Considere que um capital foi aplicado, durante 3 anos, a uma taxa de 18% ao ano com capitalização continua. Se e é a base dos logaritmos neperianos, então o montante correspondente à aplicação pode ser encontrado multiplicando o valor do capital aplicado por
Durante o período do regime civil-militar (1964-1985), os governadores do Piauí
O Parque Nacional das Sete Cidades é uma Unidade de Conservação no Piauí, situada
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto abaixo.
Sobre a brevidade da vida
A maior parte dos mortais queixa-se da malevolência da Natureza, porque estamos destinados a um breve momento da eternidade, e, segundo eles, o espaço de tempo que nos foi dado corre tão veloz que, por consequência, e à exceção de muito poucos, a vida abandonaria a todos ainda em meio aos preparativos para bem vivê-la.
Vejam: não é somente a multidão e a turba insensata que se lamenta desse mal considerado universal: a mesma impressão provocou queixas inconformadas também de homens ilustres e pessoas de excelente formação. Anote-se, por exemplo, o protesto de Hipócrates, o maior dos médicos, quando diz “A vida é breve, longa, a arte”.
Pela mesma razão nasce o litígio (de nenhuma forma apropriado a um homem sábio) que Aristóteles teve com a Natureza: “Aos animais, ela concedeu tanto tempo de vida que muitos deles sobrevivem por cinco ou dez gerações da nossa espécie; ao homem, nascido para tantos e tão grandes feitos, está estabelecido um tempo exíguo.”
Não, não é curto o tempo que temos, mas dele muito perdemos. A vida é suficientemente longa, e com generosidade nos foi dada para a realização das maiores coisas, se a empregamos bem. Mas quando ela se esvai no culto do supérfluo e na indiferença, quando não a empregamos em nada de positivo, somos constrangidos pela fatalidade do tempo, e sentimos que ela passou sem que tivéssemos percebido.
O fato é este: não recebemos uma vida breve, mas assim a fazemos, nem somos dela carentes, seus esbanjadores. Tal como se dissipam rapidamente os abundantes recursos que caem nas mãos de um gastador, assim também nossa vida se perde, quando do tempo dela não sabemos dispor.
(Adaptado de: SÊNECA. Sobre a brevidade da vida. Trad. William Li. São Paulo: Nova Alexandria, p. 25-26)
Sobre a brevidade da vida
A maior parte dos mortais queixa-se da malevolência da Natureza, porque estamos destinados a um breve momento da eternidade, e, segundo eles, o espaço de tempo que nos foi dado corre tão veloz que, por consequência, e à exceção de muito poucos, a vida abandonaria a todos ainda em meio aos preparativos para bem vivê-la.
Vejam: não é somente a multidão e a turba insensata que se lamenta desse mal considerado universal: a mesma impressão provocou queixas inconformadas também de homens ilustres e pessoas de excelente formação. Anote-se, por exemplo, o protesto de Hipócrates, o maior dos médicos, quando diz “A vida é breve, longa, a arte”.
Pela mesma razão nasce o litígio (de nenhuma forma apropriado a um homem sábio) que Aristóteles teve com a Natureza: “Aos animais, ela concedeu tanto tempo de vida que muitos deles sobrevivem por cinco ou dez gerações da nossa espécie; ao homem, nascido para tantos e tão grandes feitos, está estabelecido um tempo exíguo.”
Não, não é curto o tempo que temos, mas dele muito perdemos. A vida é suficientemente longa, e com generosidade nos foi dada para a realização das maiores coisas, se a empregamos bem. Mas quando ela se esvai no culto do supérfluo e na indiferença, quando não a empregamos em nada de positivo, somos constrangidos pela fatalidade do tempo, e sentimos que ela passou sem que tivéssemos percebido.
O fato é este: não recebemos uma vida breve, mas assim a fazemos, nem somos dela carentes, seus esbanjadores. Tal como se dissipam rapidamente os abundantes recursos que caem nas mãos de um gastador, assim também nossa vida se perde, quando do tempo dela não sabemos dispor.
(Adaptado de: SÊNECA. Sobre a brevidade da vida. Trad. William Li. São Paulo: Nova Alexandria, p. 25-26)