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São Metas do Plano Estadual de Educação da Bahia 2016/2016 (Lei nº 13.559/2016):

I. Universalizar o Ensino Fundamental de 9 anos para toda a população de 06 a 14 anos e garantir que, pelo menos, 95%
(noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência do
PEE-BA.

II. Universalizar o atendimento pré-escolar para as crianças de 04 a 05 anos de idade, por meio de criação da rede escolar
estadual de educação infantil, nos termos da Emenda Constitucional Federal nº 59, de 11 de novembro de 2009, e
estimular a ampliação da oferta de Educação à Distância no Ensino Médio.

III. Expandir gradativamente o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de
vigência do PEE-BA, a taxa líquida de matrículas no Ensino Médio para 85%.

IV. Mobilizar esforços para alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do terceiro ano do Ensino Fundamental e
priorizar a reclassificação desde o primeiro ano como medida preventiva ao insucesso escolar.

Está correto o que se afirma APENAS em

A II e IV.
B I e IV.
C I e III.
D III e IV.
E I e II.

Considere:

I. A dança folclórica é fruto da migração das danças religiosas dos templos para as praças públicas.

II. O pensamento mecanicista levou à sistematização da dança contemporânea e ao seu academicismo.

III. A dança moderna inspira-se na natureza e na liberdade, permitindo a expressão de sentimentos ideias e experiências de vida.

IV. A dança livre tem como elemento básico a preocupação de expressar, relatar ou denunciar temas e problemas sociais,
divertir e ocupar o tempo.

Está correto o que se afirma APENAS em

A II e IV.
B III e IV.
C I e III.
D II e III.
E I e II.

Considere o texto e a figura abaixo.
-
No século XVII, Galileu Galilei inaugura a Ciência Moderna estabelecendo uma nova linguagem de acesso ao conhecimento da natureza:
-
A filosofia é escrita neste enorme livro que temos continuamente aberto diante de nossos olhos (quero dizer, o universo), mas não é possível compreendê-lo, se primeiro não se compreende sua língua e os caracteres nos quais está escrito. Ele está escrito em língua matemática, e os caracteres são triângulos, círculos, e outras figuras geométricas, sem recurso às quais é impossível compreender dela uma palavra; sem isso, perdemo-nos inutilmente em um obscuro labirinto.
-
(GALILEI, Galileu. O ensaiador. 1ª edição: 1623. Trad. Vinicius Figueiredo et alii. Edição de referência: Il Saggiatore. Coleção Ricciardi [org. F. Flora] 1953, cap. VI, pp. 16-17)

A imagem abaixo apresenta um exemplo que ilustra a relação estabelecida, no Renascimento, por Galileu, entre a matemática e a natureza.

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(Disponível em: http://3.bp.blogspot.com/-aP3px6KyteU/VEwne 16aR1I/AAAAAAAARVM/2XdZY1cSc7w/s1600/caramujo-fractais.jpg. Acesso em 02/01/2018)
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Tal relação continua até hoje movendo biólogos, físicos, matemáticos e químicos, na construção de um entendimento acerca da natureza, no que se refere à sua

A beleza e objetividade.
B perfeição e origem divina.
C regularidade e organização.
D harmonia e imprevisibilidade.
E versatilidade e enigmática aparência.

Considere as afirmativas abaixo sobre os ritos da capoeira.

I. A estrutura da roda completa de Capoeira Angola é formada pela ? bateria, que se posiciona assentada e é composta por
três berimbaus – um grave, chamado Gunga, um médio, também conhecido como Roseira, e um agudo, chamado Viola
–, dois pandeiros, um reco-reco, um agogô e um atabaque. As pessoas que não estão tocando os instrumentos ficam
assentadas, formando um círculo.

II. Grande parte das rodas de Capoeira Regional é formada de maneira particular, variando de grupo para grupo. A bateria e
os participantes da roda que não estão jogando permanecem em pé, formando o contorno da roda. Os instrumentos são
berimbaus (variam de um a três), pandeiro (normalmente apenas um) e um atabaque. O coro, além de responder ao
cantador, bate palma no ritmo das batidas da bateria.

III. A roda de Capoeira Regional se inicia com o tocador do berimbau Gunga, chamando os outros instrumentos, que começam
a tocar na sequência, acompanhando o ritmo proposto pelo berimbau principal. Quando a bateria já está formada, o
cantador puxa uma ladainha e os capoeiristas permanecem em silêncio, aguardando a autorização para começar a jogar.

Está correto o que se afirma APENAS em

A I.
B II.
C I e III.
D II e III.
E I e II.

O trabalho como princípio educativo nos termos das Diretrizes Curriculares Nacionais é a base para a organização e desenvolvimento
curricular, especialmente no Ensino Médio, e significa

A garantir o futuro da nação, uma vez que o desenvolvimento econômico depende de trabalhadores bem adaptados e
preparados para cumprir metas de produtividade.
B possibilitar a adolescentes e jovens as bases para a escolha profissional futura sem profissionalizá-los precocemente,
atendendo a diversidade de percursos adequados para atender as diferenças de gênero.
C antecipar a formação específica para o exercício de profissões socialmente reconhecidas e legalmente regulamentadas.
D concretizar a função social da escola garantindo as condições de uma formação generalista única, destinada a todos, e
aquela que nos diferencia na estrutura ocupacional da sociedade moderna.
E dizer que o ser humano é produtor de sua realidade e, por isto, dela se apropria e pode transformá-la; o trabalho é ainda a
primeira mediação entre o homem e a realidade material e social.

O uso da noção de protagonismo juvenil na literatura especializada e na reforma do ensino médio brasileiro, em décadas
recentes, pode ser compreendida como a

A inserção qualificada de estudantes em fóruns escolares de decisão, como a APM.
B encenação de estudantes como atores centrais em práticas culturais multivariadas.
C participação ativa dos estudantes na dinâmica social da unidade escolar e de seu entorno.
D representação de alunos e alunas da educação básica nas dinâmicas dos grupos de ensino-aprendizagem.
E agitação moralmente orientada de estudantes da educação básica nos espaços informais da unidade escolar.

Ao lado daquilo que os críticos da obra de Gregório de Matos qualificam, irrevogavelmente, de plágios, registramos também, em nossas leituras, temas, frases e procedimentos variados que o poeta foi buscar em outros autores. Em grande parte, trata-se de paródias camonianas ou de outros poetas, sendo visível a intenção do autor de estabelecer um canto paralelo ou um contraponto poético, imitando mais por espírito de emulação e sem ocultar seus desígnios, o que seria impossível, até pela projeção dos modelos. Há, contudo, exemplos expressivos de apropriação, mas como era habitual no poeta: partindo de um núcleo tomado de outro autor, reelaborar o restante, criando um novo poema. Outra maneira de que se valeu para criar em cima do texto alheio foi a paródia.
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(Adaptado de: GOMES, João Carlos Teixeira. Gregório de Matos, o Boca de Brasa (um estudo de plágio e criação). Petrópolis: Editora Vozes, 1985, p. 90-91)
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A primeira estrofe de soneto de Gregório de Matos em que se pode identificar “a desconstrução de soneto camoniano com a atitude parodística e intuito humorístico” é:

A Carregado de mim ando no mundo
E o grande peso embarga-me as passadas;
Que, como ando por vias desusadas,
Faço o peso crescer, e vou-me ao fundo.
B Alma ditosa, que na empírea corte,
Pisando estrelas vais de sol vestida,
Alegres com te ver fomos na vida,
Tristes com te perder somos na morte.
C Sete anos a nobreza da Bahia
Servia a uma pastora indiana e bela
Porém serviu à Índia, e não a ela,
Que à Índia só por prêmio pretendia.
D Alegre com a empresa desejosa
Corta o Cabo a espessura e busca a via
Não faltando da esquadra criminosa
Algum, que não pudesse neste dia:
Marcha triunfando a gente belicosa,
Pasmam de ver os filhos da Bahia
O sucesso, a prisão, os rebelados,
Cam. As armas e os varões assinalados.
E Triste Bahia, oh quão dessemelhante
Estás e estou do nosso antigo estado;
Pobre te vejo a ti, tu a mim empenhado,
Rica te vi eu já, tu a mim abundante.