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Mulher, 41 anos, apresenta queixa de fraqueza, adinamia, inapetência, náuseas e vômitos, emagrecimento e atraso menstrual. Nega febre, tosse ou outros fatores acompanhantes. Procura atendimento médico e relata que os sintomas se iniciaram após seu esposo ter iniciado tratamento para tuberculose, há cerca de 15 dias. O exame físico revela a paciente em regular estado geral, desidratada, hipocorada e com a pele hiperpigmentada em face e braços. PA deitada = 110 x 60 mmHg; PA em pé = 70 x 40 mmHg; FC = 52 bpm. A avaliação laboratorial mostra: anemia normocrômica e normocítica discreta, sódio = 123 mEq/L, potássio = 6,3 mEq/L, ureia = 66 mg/dL, creatinina = 1,2 mg/dL, T4 livre = 0,9 ng/dL (acima de 19 anos: 0,6 a 1,3 ng/dL), TSH = 5,9 mUI/L (acima de 20 anos: 0,45 a 4,5 mUI/L). Assinale a alternativa que apresenta o tratamento inicial correto.

A Micafungina e prednisona.
B Furosemida e restrição hídrica.
C Ddavp nasal.
D Hidrocortisona e fludrocortisona.
E Metilprednisolona e levotiroxina.

O relatório da Auditoria Interna deve abordar, no mínimo, os seguintes aspectos, entre outros:

A as conclusões e as recomendações resultantes dos fatos constatados; o parecer dos auditores internos independentes; e parágrafo de ênfase.
B o objetivo e a extensão dos trabalhos; o tamanho da população utilizada para fins de amostragem; e eventuais limitações ao alcance dos procedimentos de auditoria.
C o objetivo e a extensão dos trabalhos; a metodologia adotada; e os principais procedimentos de auditoria aplicados e sua extensão.
D a metodologia de trabalho selecionada; a descrição dos fatos constatados pela administração da entidade auditada; e os papéis de trabalho.
E os riscos associados aos fatos constatados; a probabilidade de materialização dos riscos identificados; e medidas propostas para correção dos fatos narrados.

Leia o texto. Graças______ leitura de “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, romance de Martha Batalha, referente________angústias de duas irmãs na década de 1940, um homem de 42 anos, preso em São Paulo, decidiu reatar com a filha. O livro chegou ________ essa pessoa por meio do Programa Clubes de Leitura e Remição de Pena. (Mariana Vick. Folha de S.Paulo, 26.06.2018. Adaptado) De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:

A a ... as ... a
B a ... às ... à
C à ... às ... a
D à ... as ... à
E à ... às ... à

Nos termos do que dispõe a Lei n° 13.146/2015, assinale a alternativa correta.

A É facultativa a restrição ao trabalho da pessoa com deficiência que não atenda as exigências de permanência no emprego, ascensão profissional e reabilitação profissional, bem como a exigência de aptidão plena.
B Os serviços de habilitação profissional, de reabilitação profissional e de educação profissional deverão ser oferecidos em ambientes acessíveis e inclusivos.
C A colocação competitiva da pessoa com deficiência pode ocorrer por meio de trabalho, independentemente de apoio e suporte individualizado.
D Especialmente na área de saúde e de assistência social, a habilitação profissional e a reabilitação profissional é obrigação específica das entidades das redes públicas.
E Nos serviços de habilitação profissional, de reabilitação profissional e educação profissional, é vedada a participação de organizações da sociedade civil.

Face a uma realidade global de índices elevados de infecções transmissíveis por via sexual (IST), torna-se fundamental que os profissionais de saúde aproveitem todas as oportunidades para orientar sobre a importância de se pensar em opção contraceptiva que proporcione uma dupla proteção exemplificada pelo uso combinado

A da camisinha feminina e do anticoncepcional oral.
B do diafragma e do dispositivo intrauterino.
C do anticoncepcional injetável e do diafragma.
D do gel espermicida e do anticoncepcional oral.
E da camisinha masculina e da camisinha feminina.
Texto associado
Saúde não é brinquedo político, diz diretor da OMS “A saúde não é um brinquedo político, ela deve ser usada para promover o bem-estar e a qualidade de vida. E isso só vai acontecer quando nos comprometermos a fazer da atenção primária à saúde a base da assistência universal.” A afirmação é do diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante a assinatura nesta quinta (25/10/2018) de um acordo internacional em Astana, capital do Cazaquistão, em que 194 países membros da OMS, incluindo o Brasil, comprometeram-se a fortalecer a atenção primária. Chamado de “Declaração de Astana”, o acordo também comemora o 40o aniversário da histórica Declaração de Alma Alta, que exortou o mundo a fazer dos cuidados primários de saúde o pilar da cobertura universal de saúde em 1978. Ocorre que, embora nos últimos 40 anos a expectativa de vida tenha aumentado e a mortalidade infantil, caído pela metade, por exemplo, o progresso em saúde tem sido desigual e injusto entre países e dentro dos países. “Devemos reconhecer que não alcançamos esse objetivo [saúde para todos]. Em vez de saúde para todos, conseguimos saúde para alguns. Temos ficado muito focados em combater doenças específicas, muito focados no tratamento, em detrimento da prevenção de doenças”, disse Ghebreyesus. Quase metade da população mundial não tem acesso a serviços essenciais de saúde e, segundo a OMS, 100 milhões de pessoas são empurradas para a pobreza a cada ano por causa de gastos catastróficos em saúde. A atenção primária à saúde pode fornecer de 80% a 90% das necessidades de saúde de uma pessoa durante sua vida. A Declaração de Astana aponta a necessidade de uma ação multissetorial que inclua tecnologia, conhecimento científico e tradicional, juntamente com profissionais de saúde bem treinados e remunerados, e participação das pessoas e da comunidade para que seja alcançada a tão sonhada saúde para todos com qualidade. (Cláudia Collucci, Saúde não é brinquedo político, diz diretor da OMS. Em: Folha de S.Paulo, 25.10.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa que traz, respectivamente, um substantivo cujo plural se faz a exemplo de “bem-estar” (termo presente no 1º primeiro parágrafo); e outro substantivo, destacado em expressão do texto, com sentido de coletivo.

A Alto-falante / “Quase metade da população mundial não tem acesso...” (6º parágrafo)
B Saca-rolha / “... a base da assistência universal.” (1º parágrafo)
C Bomba-relógio / “... o progresso em saúde tem sido desigual...” (4º parágrafo)
D Louva-a-deus / “... em detrimento da prevenção de doenças...” (5º parágrafo)
E Arco-íris / “... e participação das pessoas e da comunidade...” (7º parágrafo)

Um cidadão, pretendendo verificar os gastos com prestação de serviços de determinada secretaria de estado, tem o seu pedido de acesso aos processos administrativos que cuidam dessas contratações indeferido. Considerando as disposições constantes da Lei n° 12.527/11, é correto afirmar que, nesse caso

A não há previsão de recurso, devendo o cidadão se socorrer do Poder Judiciário para garantir o seu direito de acesso às informações pretendidas.
B o cidadão poderá interpor recurso contra a decisão no prazo de 10 (dez) dias a contar da sua ciência.
C o cidadão deverá recorrer à Ouvidoria Geral do Estado, que deliberará sobre o recurso apresentado no prazo de 5 (cinco) dias.
D não há previsão de recurso, devendo o cidadão apresentar novo pedido de acesso à informação dirigido ao Secretário de Estado.
E o cidadão poderá interpor recurso dirigido à autoridade que exarou a decisão impugnada, que deverá se manifestar no prazo de 5 (cinco) dias.
Texto associado
Leia o texto para responder a questão. Após avanços tecnológicos, medicina deve mirar empatia Médicos sempre ocuparam uma posição de prestígio na sociedade. Afinal, cuidar do maior bem do indivíduo – a vida – não é algo trivial. Embora a finalidade do ofício seja a mesma, o modus operandi mudou drasticamente com o tempo. O que se pode afirmar é que o foco da atuação médica deve ser cada vez menos o controle sobre o destino do paciente e mais a mediação e a interpretação de tecnologias, incluindo a famigerada inteligência artificial. Já o lado humanístico, que perdeu espaço para os exames e as máquinas, tende a recuperar cada vez mais sua importância. De meados do século 20 até agora, concomitantemente às novas especialidades, houve avanço tecnológico e a proliferação de modalidades de exames. Cresceu o catálogo dos laboratórios e também a dependência do médico em relação a exames. A impressão dos pacientes passou a ser a de que o cuidado é ruim, caso o médico não os solicite. O tema é caro a Jayme Murahovschi, referência em pediatria no país. “Tem que haver progressão tecnológica, claro, mas mais importante que isso é a ligação emocional com o paciente. Hoje médicos pedem muitos exames e os pacientes também.” Murahovschi está entre os que acreditam que a profissão está sofrendo uma nova reviravolta, quase que voltando às origens clássicas, hipocráticas: “Os médicos do futuro, os que sobrarem, vão ter que conhecer o paciente a fundo, dar toda a atenção que ele precisa, usando muita tecnologia, mas com foco no paciente.” Alguns profissionais poderão migrar para uma medicina mais técnica, preveem analistas. Esses doutores teriam uma função diferente, atuando na interface entre o conhecimento biomédico e a tecnologia por trás de plataformas de diagnóstico e reabilitação. Ou ainda atuariam alimentando com dados uma plataforma de inteligência artificial, tornando-a mais esperta. Outra tecnologia já presente é a telemedicina, que descentraliza a r ealização de consultas e exames. Clínicas e médicos generalistas podem, rapidamente e pela internet, contar com laudos de especialistas situados em diferentes localidades; uma junta médica pode discutir casos de pacientes e seria possível até a realização, a distância, de consultas propriamente ditas, se não existissem restrições do CFM nesse sentido. Até cirurgias podem ser feitas a distância, com o advento da robótica. O tema continua fascinando médicos e pacientes, mas, por enquanto, nada de droides médicos à la Star Wars – quem controla o robô ainda é o ser humano. (Gabriela Alves. Folha de S.Paulo, 19.10.2018. Adaptado)

Segundo Jayme Murahovschi, a profissão está passando por uma reviravolta cuja consequência será:

A o surgimento de novas modalidades de exames que tornarão o médico mais dependente desses recursos.
B o crescimento, no país, do número de médicos interessados em praticar uma medicina mais técnica.
C a retomada dos conceitos hipocráticos que se opõem à prática dos médicos generalistas.
D o relacionamento entre médico e paciente, que se dará exclusivamente por meios tecnológicos.
E a necessidade de associar tratamento clínico e envolvimento humano no contato entre médico e paciente.

A aquisição de quotas de importação e de listas de usuários de serviços pelo setor público deve ser reconhecida como

A estoque, uma vez que estes itens não possuem substância física e serão utilizados na prestação de serviços públicos.
B despesa, caso estes itens sejam identificáveis e seus valores residual líquido ou justo sejam avaliados de maneira confiável.
C intangível, caso estes itens não sejam identificáveis e seus custos sejam mensurados de forma prudente.
D intangível, caso estes itens sejam identificáveis e seus custos ou valor justo sejam mensurados confiavelmente.
E despesa, já que são itens oriundos de investigação inicial e são adquiridos com a expectativa de gerar conhecimento técnico.

Uma entidade comercial contratou um seguro para sua loja por R$ 7.800,00 no dia 01.05.2018, com pagamento em três parcelas, uma no ato da contratação e as outras duas com vencimento nos dias 01.06.2018 e 01.07.2018. A apólice do seguro prevê que ele terá vigência de 12 meses, a partir da data de contratação. Para elaboração das demonstrações contábeis referentes a 30.06.2018, houve o reconhecimento e a mensuração

A de uma dívida no valor de R$ 5.200,00.
B de uma despesa com seguros no valor de R$ 650,00.
C de uma saída de caixa oriunda de uma atividade operacional no valor e R$ 6.500,00.
D de uma receita com seguros no valor de R$ 650,00.
E do pagamento da última parcela do seguro no valor de R$ 650,00.