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Tarcísio é parte interessada em processo administrativo de âmbito federal e, ao ser intimado para ingressar nos autos, procurou Eliseu, advogado renomado na cidade, para representá-lo. Eliseu recusou a solicitação de Tarcísio por estar assoberbado de trabalho, além de justificar sua recusa na absoluta desnecessidade de Tarcísio ingressar nos autos através de advogado. Nos termos da Lei n o 9.784/1999, a postura de Eliseu está

A incorreta, porque o advogado não pode recusar-se a representar alguém que o procure, sob pena de ferir o princípio do contraditório.
B correta, pois a representação por advogado é sempre facultativa.
C incorreta, pois a representação por advogado é sempre obrigatória.
D incorreta, porque, para ingressar nos autos, é sempre necessária a representação por advogado, no entanto, para a prática dos demais atos a representação é facultativa
E correta em parte, pois somente em algumas hipóteses específicas previstas em lei, a representação por advogado é obrigatória.

Mateus, servidor público federal, removeu o servidor Pedro para localidade extremamente distante e de difícil acesso, no intuito de castigá-lo. Ocorre que Pedro merecia penalidade administrativa por ter cometido infração funcional mas não remoção. No caso narrado, a remoção, por não ser ato de categoria punitiva, apresenta vício de

A motivo.
B finalidade.
C objeto.
D forma.
E competência.

O direito ao atendimento prioritário da pessoa com deficiência, da forma como prevê o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei n o 13.146/2015), NÃO se aplica plenamente

A aos acompanhantes e atendentes pessoais no que diz respeito aos atendimentos em instituições e serviços de atendimento ao público
B à proteção e socorro em quaisquer circunstâncias.
C ao recebimento de restituição do imposto de renda.
D à tramitação processual e de procedimentos judiciais e administrativos em que for parte ou interessada.
E aos serviços de emergência públicos e privados, pois ficam condicionados aos protocolos de atendimento médico.

Uma pessoa de baixa visão tentou ingressar em repartição pública com o seu cão-guia. Entretanto, o atendente, mesmo depois de alertado que se tratava de um cão-guia, de forma educada, afirmou que a pessoa poderia entrar, mas animais não eram permitidos no local. Neste caso, o atendente

A praticou ato de discriminação, mas este ato não pode ensejar a aplicação de multa.
B praticou ato de discriminação, que inclusive pode ensejar a aplicação de multa.
C não praticou ato de discriminação, porque a lei não assegura o direito de ingressar em prédios públicos com animais.
D não praticou ato de discriminação, porque permitiu o ingresso da pessoa, apenas impediu que o animal ingressasse em área pública.
E não praticou ato de discriminação, porque agiu educadamente e orientou a pessoa sobre as normas do prédio público
Texto associado
Atenção : Leia o texto abaixo para responder à questão. Com a literatura de cordel como aliada, o clichê de “mudar o mundo” não soa tão inalcançável. Os folhetos de cordel são baratos, acessíveis e extremamente fáceis de transportar e de compartilhar com outras pessoas. Melhor ainda: são ideais para a sala de aula. Entre rimas, estrofes e melodias, muitos assuntos pertinentes podem ser tratados e debatidos. Nos últimos quatro anos, desde que comecei a publicar os meus cordéis, recebi centenas de mensagens com depoimentos de educadores que compram meus folhetos e utilizam minhas rimas para falar sobre questões raciais, de gênero, de diversidade sexual e história. Com a série Heroínas Negras na História do Brasil, séculos de esquecimento começam a ser rompidos e muita gente escuta falar, pela primeira vez, sobre as mulheres negras que foram líderes quilombolas e guerreiras na luta contra a escravidão. Pelo cordel, nomes como Tereza de Benguela, Dandara dos Palmares, Zacimba Gaba e Mariana Crioula protagonizam discussões acaloradas sobre racismo e machismo; até mesmo uma aula de português pode ser a oportunidade perfeita para colocar essas questões em pauta. Esse tipo de cordel com proposta social é chamado de Cordel Engajado e pode trazer política, defesa de causas e críticas sociais para a literatura de uma maneira profundamente envolvente. Afinal, a literatura de cordel é excelente para a transformação da sociedade em uma realidade onde exista mais equidade e respeito pela diversidade. Esse respeito, aliás, pode começar pela própria valorização do cordel, algo que só deve acontecer quando todos os empecilhos preconceituosos forem tirados do caminho. Ainda há muito a se caminhar, sobretudo com o alarme do tempo piscando e gritando que um dia, infelizmente, o cordel pode virar artigo de museu. Adaptado de: ARRAES, Jarid. “A literatura de cordel...”, Blooks. Rio de Janeiro: Ginga Edições, 2016, p. 12-13)

De acordo com o texto,

A o preconceito relacionado à literatura de cordel deve-se sobremaneira às histórias com protagonistas ligados a temas como diversidade sexual, racial e questões de gênero.
B o cordel, por ser barato e de fácil difusão, pode ser usado como um instrumento de educação para um mundo mais igualitário, a começar pelo modo como ele próprio é visto pela sociedade.
C o cordel presta-se aos mais variados fins ideológicos, por ser um suporte barato para ideias facilmente aceitáveis pelas minorias políticas, como mulheres e negros.
D o cordel vem se tornando um objeto de museu, seja por ser um símbolo da cultura oral da população do Nordeste, seja pelo caráter edificante de suas histórias.
E por mais que o cordel possa ser usado em aulas de língua portuguesa, não é este seu uso primordial, uma vez que se caracteriza por uma linguagem nem sempre recomendável.
Texto associado
Atenção : Leia o texto abaixo para responder à questão. O conceito de infância, como o conhecemos, consolidou-se no Ocidente a partir do século XVIII. Até o século XVI, pelo menos, assim que conseguissem se virar sem as mães ou as amas, as crianças eram integradas ao mundo dos adultos. A infância, como idade da brincadeira e da formação escolar, ao mesmo tempo com direito à proteção dos pais e depois à do Estado, é algo relativamente novo. A infância não é um conceito determinado apenas pela biologia. Como tudo, é também um fenômeno histórico implicado nas transformações econômicas e sociais do mundo, em permanente mudança e construção. Hoje há algo novo nesse cenário. Vivemos a era dos adultos infantilizados. Não é por acaso que proliferaram os coaches. Coach, em inglês, significa treinador. Originalmente, treinador de esportistas. Nesse conceito importado dos Estados Unidos, país que transformou a infância numa bilionária indústria de consumo, a ideia é a de que, embora estejamos na idade adulta, não sabemos lidar com a vida sozinhos. Precisamos de um treinador que nos ajude a comer, conseguir amigos e emprego, lidar com conflitos matrimoniais e profissionais, arrumar as finanças e até mesmo organizar os armários. Uma espécie de infância permanente do indivíduo. Os adultos infantilizados desse início de milênio encarnam a geração do “eu mereço”. Alcançar sonhos, ideais ou mesmo objetivos parece ser compreendido como uma consequência natural do próprio existir, de preferência imediata. Quando essa crença fracassa, é hora de buscar o treinador de felicidade, o treinador de saúde. É estarrecedor verificar como as gerações que estão aí parecem não perceber que dá trabalho conquistar o que se deseja. E, mesmo que se esforcem muito, haverá sempre o que não foi possível alcançar. (Adaptado de: BRUM, ELIANE. Disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca)

Afirma-se corretamente:

A No segmento O conceito de infância, como o conhecemos, consolidou-se no Ocidente (1° parágrafo), o elemento sublinhado refere-se a “Ocidente”.
B No segmento com direito à proteção dos pais e depois à do Estado (1° parágrafo), o sinal indicativo de crase que antecede o termo “do” é facultativo e pode ser suprimido.
C O elemento sublinhado em é também um fenômeno histórico implicado nas transformações econômicas e sociais do mundo (2° parágrafo) pode ser corretamente substituído por: “compelido”.
D Mantendo-se a correção e o sentido, o segmento sublinhado em país que transformou a infância numa bilionária indústria de consumo (3° parágrafo) pode ser substituído por: “cuja a infância foi transformada”.
E Fazendo-se as devidas alterações entre minúsculas e maiúsculas, as frases Hoje há algo novo nesse cenário / Vivemos a era dos adultos infantilizados (3° parágrafo) podem ser articuladas em um único período com o uso do sinal de dois-pontos.

Um Técnico precisa enviar 80 arquivos que estão na pasta relatórios de um computador com Windows 7 Professional em português, pelo webmail. Antes de compactar o conteúdo da pasta, para verificar o tamanho em disco ocupado pelos arquivos, o Técnico deve clicar

A no menu Propriedades e selecionar a opção Tamanho.
B com o botão direito do mouse sobre o nome da pasta e selecionar a opção Propriedades.
C no menu Arquivo e na opção Propriedades.
D com o botão direito do mouse sobre o nome da pasta e selecionar a opção Resumo.
E no menu Opções e na opção Propriedades .

Em aplicativos do pacote Office 2007 para Windows, um Técnico deseja colocar senha em um arquivo para garantir confidencialidade. A senha deve ser informada

A no momento de salvar o arquivo, em opção adequada de Ferramentas, na janela aberta a partir de Salvar Como .
B após concluir o arquivo, clicando-se no menu Ferramentas , em Criptografia e, em seguida, na opção Segurança .
C no momento da criação do arquivo, após se clicar no menu Arquivo e na opção Novo.
D após o arquivo ser concluído e salvo, utilizando os recursos do Painel de Controle do Windows.
E após concluir e salvar o arquivo, utilizando a ferramenta Microsoft Security integrada ao Office.

Um usuário está navegando na intranet da organização onde trabalha utilizando um computador com o Windows 7, quando ocorre um erro. Ao entrar em contato com o suporte técnico, foi solicitado a tirar um print da tela e enviar por e-mail para que o problema seja analisado e resolvido. Para tirar o print da tela, o usuário deve

A pressionar Ctrl + P e, em seguida, selecionar a opção Enviar por e-mail .
B clicar no botão Iniciar e, em seguida, na opção Print Screen do menu Acessórios.
C pressionar a tecla Print Screen , que pode estar abreviada, dependendo do teclado.
D pressionar a tecla Windows , a opção Tela e, em seguida, a opção Fotografar.
E clicar no botão Iniciar , na opção Acessórios e, em seguida, na opção Quadro Instantâneo .

De acordo com os aspectos éticos e legais que fundamentam a prática do exercício profissional de enfermagem, todo profissional de enfermagem

A tem o direito de negar assistência de enfermagem em qualquer situação que se caracterize como urgência e emergência.
B tem o direito de assinar as ações de enfermagem que não executou, bem como permitir que suas ações sejam assinadas por outro profissional.
C tem o direito de recursar-se a executar a prescrição medicamentosa e terapêutica, onde não conste assinatura e o número do registro profissional, exceto em situações de urgência e emergência.
D tem o dever de administrar medicamentos mesmo sem conhecer a ação da droga e as suas possibilidades de risco.
E está proibido de recusar-se a executar atividades que não sejam da competência técnica, científica, ética e legal.