CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS
COM MASSAS ATÔMICAS REFERIDAS AO ISÓTOPO 12 DO CARBONO
* Os valores das massas atômicas dos elementos foram arredondados para facilitar os cálculos.
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Como assessor de organização da UFS, você necessita coordenar os recursos materiais e humanos para montar uma estrutura organizacional e elaborar os processos de transformação desses recursos através de normas e procedimentos para propiciar o alcance dos objetivos planejados. Nesse caso, as figuras que, respectivamente, você desenhará para indicar a estrutura organizacional e os processos de transformação são:
Considerando o Sistema Único de Saúde – SUS, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. A iniciativa privada poderá participar do SUS em caráter complementar.
II. A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde é um dos princípios do SUS.
III. As ações e serviços de saúde, executados pelo SUS, seja diretamente ou mediante participação complementar da iniciativa privada, são organizados de forma regionalizada e horizontal.
IV. A participação na formulação da política e na execução de ações de saneamento básico faz parte do campo de atuação do SUS.
Em projetos de estruturas de madeira, os requisitos de dimensionamento dependem da esbeltez da peça. O índice de esbeltez das peças sujeitas à compressão axial ou à flexocompressão NÃO pode ser maior que
Texto associado
Considere a seguinte mistura gasosa, em equilíbrio, a 25 °C.
𝟐 𝐍𝐎𝐁𝐫 (𝐠) ⇋ 𝟐 𝐍𝐎 (𝐠) + 𝐁𝐫𝟐 (𝐠)
No equilíbrio, foram registradas as pressões parciais de cada componente, sendo 0,8 atm para NOBr, 0,2 atm para NO e 0,1 atm para Br₂. Diante dessas informações, assinale a alternativa que apresenta o valor da constante de equilíbrio, em termos de pressão parcial ( K p ), a 25 °C.
Texto associado
CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS
COM MASSAS ATÔMICAS REFERIDAS AO ISÓTOPO 12 DO CARBONO
* Os valores das massas atômicas dos elementos foram arredondados para facilitar os cálculos.
COM MASSAS ATÔMICAS REFERIDAS AO ISÓTOPO 12 DO CARBONO
* Os valores das massas atômicas dos elementos foram arredondados para facilitar os cálculos.
Diante dos dados eletroquímicos informados na tabela de potencial-padrão de redução (E⁰, volts) disposta a seguir, assinale a alternativa que apresenta a célula eletroquímica, representada por notação eletroquímica, que gera, a 25 ºC um potencial-padrão da célula negativo.
Potenciais-padrão de redução em solução aquosa (25 ºC)
Semirreação de redução
Eº, volts
Li ( a q ) + + e - → Li (s)
-3,04
Fe ( a q ) 2 + + e - → Fe (s)
-0,44
Al ( a q ) 3 + + e - → Al (s)
-1,66
Ag ( a q ) + + e - → Ag (s)
+0,80
Cu ( a q ) 2 + + e - → Cu (s)
+0,34
Texto associado
CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS
COM MASSAS ATÔMICAS REFERIDAS AO ISÓTOPO 12 DO CARBONO
* Os valores das massas atômicas dos elementos foram arredondados para facilitar os cálculos.
COM MASSAS ATÔMICAS REFERIDAS AO ISÓTOPO 12 DO CARBONO
* Os valores das massas atômicas dos elementos foram arredondados para facilitar os cálculos.
Para a calibração de uma pipeta de laboratório, o técnico de um laboratório realizou a medida da massa de um pesa-filtro seco, que foi 15,460 g. Posteriormente, mediu-se, em triplicata, a massa do pesa-filtro contendo a massa de água dispensada pela pipeta, obtendo o valor médio de 25,560 g. Durante o procedimento, foi registrada a temperatura da água, sendo igual a 23,0 °C. Com base nesse procedimento, assinale a alternativa que apresenta o volume real dispensado pela pipeta, considerando quatro algarismos significativos.
Dado: densidade da água (23,0 °C) = 0,9975 g/mL.
Em relação ao controle de fissuração em estruturas de concreto armado, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A fissuração em elementos estruturais de concreto armado é inevitável, devido à grande variabilidade e à baixa resistência do concreto à tração.
( ) Visando obter bom desempenho relacionado à proteção das armaduras quanto à corrosão e à aceitabilidade sensorial dos usuários, busca-se controlar a abertura de fissuras.
( ) Há fissuras que podem ocorrer por causas como retração plástica térmica ou devido a reações químicas internas do concreto nas primeiras idades, devendo ser evitadas ou limitadas por cuidados tecnológicos, especialmente na definição do traço e na cura do concreto.
( ) Por controle de fissuração quanto à aceitabilidade sensorial, entende-se a situação em que as fissuras passam a causar desconforto psicológico aos usuários, embora não representem perda de segurança da estrutura.
Texto associado
A nova geração de bebês com plásticos
Micropartículas já estão em nossos corpos desde a gestação
Uma das invenções modernas de mais impacto sobre a humanidade foi o plástico, cuja praticidade e versatilidade deram ensejo a que a indústria fabricasse milhões de toneladas por ano. Porém, a produção cada vez maior de itens, alguns dos quais rapidamente descartáveis, virou um problema, dada a longevidade do material no ambiente. Não só a degradação ambiental, mas também o uso cotidiano do plástico produzem microplásticos, minúsculas partículas de tamanho inferior a um milímetro, já presentes por todo o planeta: no ar, nas águas, nas plantas, nos animais e nos alimentos.
Nos últimos anos, micro e nanopartículas plásticas foram detectadas em órgãos, fezes e sangue humanos. (...) Além de uma possível toxicidade dos componentes plásticos em si, o material que é degradado no ambiente pode se agregar a outros poluentes, incluindo compostos tóxicos que , embora banidos há décadas, ainda persistem contaminando o planeta. (...)
Até mesmo a placenta pode ser contaminada: em 2021, um grupo de pesquisadores italianos encontrou, pela primeira vez, a presença de microplásticos medindo de 5 a 10 micrômetros em quatro de seis placentas analisadas. (...)
Pesquisas mais recentes analisaram outras amostras de placentas, obtidas de parto vaginal ou cesárea, e encontraram microplásticos em todas elas. As "plasticentas", como foram denominadas, são uma clara representação dessa nova geração da humanidade. (...)
Experimentos feitos em camundongos mostraram alterações cerebrais, cognitivas e comportamentais, em filhotes cujas mães ingeriram grandes quantidades de microplásticos. Outro efeito observado nessas fêmeas é a redução da fertilidade e alterações no sistema imune. Camundongos machos também podem sofrer as consequências de uma dieta "plastificada", com redução nos níveis de testosterona e nos parâmetros de qualidade dos espermatozoides, além de danos nas células do sistema reprodutor.
Se o bebê já é exposto a microplásticos desde a gestação, após o nascimento a exposição é ainda maior, já que grande parte dos objetos que o circundam são de plástico. Se alimentado com mamadeira, a ingestão será inevitável. E nem o leite materno está a salvo: um estudo desse ano encontrou microplásticos de diferentes origens, como polietileno e polipropileno, em 26 de 34 amostras analisadas. A hipótese mais provável é que as mães foram contaminadas pelo consumo de alimentos, bebidas e produtos de higiene pessoal, e, assim, as micropartículas passaram para o leite. Mas o simples fato de respirar já nos torna suscetíveis à contaminação. Novamente, ainda não conseguimos avaliar se isso é de fato um risco a nossa saúde, e futuras pesquisas deverão estimar os prejuízos que a exposição desde o nascimento pode nos trazer.
Enquanto isso, a poluição gerada pela excessiva presença de plástico no mundo precisa ser combatida. No plano individual, podemos reduzir o consumo de itens e embalagens plásticas. No plano coletivo, incluindo indústrias, instituições e governos, é urgente a adoção de medidas para desacelerar a produção e incentivar o reaproveitamento — o apoio e o financiamento adequado à ciência serão fundamentais para tornar as próximas gerações mais saudáveis e sustentáveis.
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/ciencia-fundamental/2023/02/a-nova-geracao-de-bebes-com-plasticos.shtml. Acesso em: 30 out. 2023.
Micropartículas já estão em nossos corpos desde a gestação
Uma das invenções modernas de mais impacto sobre a humanidade foi o plástico, cuja praticidade e versatilidade deram ensejo a que a indústria fabricasse milhões de toneladas por ano. Porém, a produção cada vez maior de itens, alguns dos quais rapidamente descartáveis, virou um problema, dada a longevidade do material no ambiente. Não só a degradação ambiental, mas também o uso cotidiano do plástico produzem microplásticos, minúsculas partículas de tamanho inferior a um milímetro, já presentes por todo o planeta: no ar, nas águas, nas plantas, nos animais e nos alimentos.
Nos últimos anos, micro e nanopartículas plásticas foram detectadas em órgãos, fezes e sangue humanos. (...) Além de uma possível toxicidade dos componentes plásticos em si, o material que é degradado no ambiente pode se agregar a outros poluentes, incluindo compostos tóxicos que , embora banidos há décadas, ainda persistem contaminando o planeta. (...)
Até mesmo a placenta pode ser contaminada: em 2021, um grupo de pesquisadores italianos encontrou, pela primeira vez, a presença de microplásticos medindo de 5 a 10 micrômetros em quatro de seis placentas analisadas. (...)
Pesquisas mais recentes analisaram outras amostras de placentas, obtidas de parto vaginal ou cesárea, e encontraram microplásticos em todas elas. As "plasticentas", como foram denominadas, são uma clara representação dessa nova geração da humanidade. (...)
Experimentos feitos em camundongos mostraram alterações cerebrais, cognitivas e comportamentais, em filhotes cujas mães ingeriram grandes quantidades de microplásticos. Outro efeito observado nessas fêmeas é a redução da fertilidade e alterações no sistema imune. Camundongos machos também podem sofrer as consequências de uma dieta "plastificada", com redução nos níveis de testosterona e nos parâmetros de qualidade dos espermatozoides, além de danos nas células do sistema reprodutor.
Se o bebê já é exposto a microplásticos desde a gestação, após o nascimento a exposição é ainda maior, já que grande parte dos objetos que o circundam são de plástico. Se alimentado com mamadeira, a ingestão será inevitável. E nem o leite materno está a salvo: um estudo desse ano encontrou microplásticos de diferentes origens, como polietileno e polipropileno, em 26 de 34 amostras analisadas. A hipótese mais provável é que as mães foram contaminadas pelo consumo de alimentos, bebidas e produtos de higiene pessoal, e, assim, as micropartículas passaram para o leite. Mas o simples fato de respirar já nos torna suscetíveis à contaminação. Novamente, ainda não conseguimos avaliar se isso é de fato um risco a nossa saúde, e futuras pesquisas deverão estimar os prejuízos que a exposição desde o nascimento pode nos trazer.
Enquanto isso, a poluição gerada pela excessiva presença de plástico no mundo precisa ser combatida. No plano individual, podemos reduzir o consumo de itens e embalagens plásticas. No plano coletivo, incluindo indústrias, instituições e governos, é urgente a adoção de medidas para desacelerar a produção e incentivar o reaproveitamento — o apoio e o financiamento adequado à ciência serão fundamentais para tornar as próximas gerações mais saudáveis e sustentáveis.
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/ciencia-fundamental/2023/02/a-nova-geracao-de-bebes-com-plasticos.shtml. Acesso em: 30 out. 2023.