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Em uma situação de interpretação em que a atividade é em língua de sinais e há na plateia surdos que se comunicam através da língua portuguesa oral e não dominam a língua de sinais, a interpretação ou acessibilidade linguística deve ser em

A linguagem gestual
B língua de sinais para que esses surdos possam aprender essa língua
C língua portuguesa com um profissional sentado de frente para os surdos, de modo que eles possam ler os seus lábios
D língua de sinais e língua portuguesa de modo simultâneo
E língua portuguesa escrita

No livro As Imagens do Outro Sobre a Cultura Surda , Strobel, faz a seguinte afirmação:

A criança surda necessita de professores surdos usuários naturais de língua de sinais e cultura própria em seu processo de construção de identidade e educacional. O imaginado é que os sujeitos tenham contato com os outros surdos que constituem o povo surdo, no meio do qual acontece o seu desenvolvimento como sujeito diferente, sendo um centro de encontro com o semelhante para que desenvolva sua identidade cultural, por isto estes defendem a importância de termos escola de surdos. (K.S. pg.104)

Segundo o texto acima, a língua de sinais atua como

A complemento da língua portuguesa na escola regular.
B complemento da língua portuguesa na escola de surdos.
C constitutiva de identidade cultural nas escolas regulares.
D constitutiva de identidade cultural nas escolas de surdos.
E constitutiva de identidades híbridas nas escolas inclusivas.

O documento A Educação que nós Surdos Queremos foi elaborado pela Comunidade Surda, no pré-Congresso do V Congresso Latino-Americano de Educação Bilíngue para Surdos, no ano de 1999.

Esse evento foi realizado em

A São Paulo
B Rio de Janeiro
C Salvador
D Florianópolis
E Porto Alegre

Em que década foram criados o Curso Normal de Formação de Professores Surdos e a Campanha de Alfabetização dos Surdos Brasileiros?

A Década de 1980
B Década de 1990
C Década de 1970
D Década de 1960
E Década de 1950

Os fios de sutura possuem diferentes características que implicam sua classificação e utilização nas cirurgias.

Um exemplo de um fio de sutura absorvível e com agulha é o(a)

A sutupack de algodão
B Surgicel com ponta romba
C sertix de catgut cromado
D rolo de seda
E faixa de Smarch

Para a realização de uma hepatectomia direita é necessária a liberação do ligamento da veia cava, uma estrutura composta por tecido fibroso ou hepático, que se estende entre as seguintes estruturas:

A segmento VII e lobo caudado
B processo caudado e ligamento venoso
C veia cava e adrenal
D duodeno e veia cava
E veia hepática direita e diafragma
Texto associado
Considere os dados descritos a seguir para responder às questões de n os 42 e 43.

Um paciente de 63 anos é trazido em ambulância com o relato de ter sofrido atropelamento em via pública. Apresenta-se agitado, descorado +/4+, com pressão arterial de 130x80 mmHg, frequência respiratória de 13 irm, pulso de 85 bpm. O abdome encontra-se doloroso difusamente, sem sinais de irritação peritoneal. A tomografia computadorizada de abdome realizada evidencia laceração esplênica de 2 cm de profundidade, sem envolvimento de vaso trabecular, além de moderada quantidade de líquido livre periesplênico.

O principal determinante para indicar o tratamento para esse paciente é

A status fisiológico
B idade
C história do trauma
D grau de injúria esplênica
E presença de líquido livre

Um homem de 50 anos é trazido à emergência após acidente de trânsito. Apresenta Glasgow 11, escoriações no hipocôndrio e no flanco direito e fratura exposta na coxa direita, com sangramento ativo. Ao exame: FC 150 BPM, PA 70x30 mmHg e FR 32 IPM, sendo a respiração ruidosa e superficial, e a ausculta pulmonar revela roncos esparsos. Não se palpam pulsos distalmente à fratura.

No atendimento desse paciente, a primeira preocupação deve ser

A repor a volemia com solução cristaloide aquecida.
B parar o sangramento externo por compressão.
C alinhar a fratura para diminuir o sangramento.
D garantir uma via aérea pérvia.
E expor completamente o paciente.

Uma paciente de 60 anos relata dor abdominal difusa, com parada de eliminação de gases e fezes há 24 horas, vômitos intensos e anorexia. Relata também que apresenta sintomas dispépticos há vários anos, mas que nunca procurou um médico por esse motivo. Ao exame, encontrava-se desidratada, discretamente hipotensa, com abdômen distendido, dor abdominal difusa, sem sinais de irritação peritoneal. A rotina radiológica para abdômen agudo mostrou distensão de alças com níveis hidroaéreos no intestino delgado e aerobilia.

O diagnóstico provável é

A íleo biliar
B diverticulite perfurada
C fístula colecisto-hepática
D colecistite aguda perfurada
E úlcera perfurada

Em relação aos tumores neuroendócrinos do pâncreas, os VIPomas têm como manifestações clínicas marcantes

A trombose venosa, eritema necrolítico migratório e intolerância à glicose
B hipoglicemia, intolerância à glicose e trombose venosa
C diarreia aquosa, sangramento e dor abdominal
D diabetes, colelitíase e divertículos colônicos
E hipocloridria, diarreia aquosa e hipocalcemia