Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.
Curso exclusivo prepara transexuais, transgêneros e
travestis para o Enem
Aulas gratuitas são ministradas por universitários
voluntários, em Goiânia.
Um grupo de estudantes de Goiânia criou um cursinho preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) exclusivo para transexuais, travestis e transgêneros. O "Prepara Trans" foi desenvolvido com o intuito de garantir acesso à 1 educação sem que os alunos enfrentem situações de preconceito e violência. As aulas são gratuitas e ministradas por universitários ou recémformados, ambos de forma voluntária.
O curso é realizado de segunda a 2 sexta-feira à 3 noite, em uma sala da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás (UFG), que apoia o projeto. Atualmente, 15 alunos estão regularmente matriculados. No entanto, novas inscrições podem ser feitas no perfil do Prepara Trans no Facebook.
Estudante do 6º período de física, Vinícius Santos de Almeida, de 20 anos, é um dos professores. Ele, que dá aula de matemática, conta que participou da criação da ideia, que começou a 4 tomar forma em outubro do ano passado, durante o Encontro Nacional em Universidade sobre Diversidade Sexual e de Gênero (Enudsg), que ocorreu na capital goiana.
"Eu fiz parte da comissão organizadora do evento e sobrou uma quantia que poderíamos utilizar em algo para melhorar a 5 vida dessas pessoas. Então pensamos em criar o curso. Com essa verba, também conseguimos bancar todo o material didático dos alunos e docentes", disse ao G1.
A aula inaugural ocorreu no dia 25 de abril deste ano. Nas três primeiras semanas, a sala ficava sempre cheia. Porém, com o decorrer do tempo, o número foi baixando. Atualmente, por dia, entre cinco e 10 pessoas frequentam o preparatório.
Para Vinícius, é fácil explicar essa evasão. "Para essas pessoas, pegar um ônibus e vir para cá é complicado porque eles têm 'dificuldade em existir'. No caminho, eles podem ser violentados física ou psicologicamente. Por isso, desistem", salienta.
(g1.globo.com)
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Os sistemas de gestão empresarial (Enterprise Resource Planning, ERP), principalmente por meio das suas funcionalidades de planejamento, tais como o módulo de gestão de estoques (Planejamento e Controle de Materiais, PCM) e MRP (Planejamento das necessidades de materiais e manufatura), bem como controle dos recursos, oferecem meios de visualizar a demanda e desdobrar suas implicações em termos de suprimentos. Para garantir que materiais e serviços estejam disponíveis no momento certo e que recursos não sejam desperdiçados, é necessário planejamento e controle, não apenas de materiais, mas também de dinheiro, pessoas e equipamentos. Sobre o MRP, é correto afirmar que:
I. permite que as empresas calculem quantos materiais de determinado tipo são necessários e em que momento. Para fazer isso, ele utiliza os pedidos em carteira, assim como uma previsão para os pedidos que a empresa acha que irá receber. O MRP verifica, então, todos os ingredientes ou componentes que são necessários para completar esses pedidos, garantindo que sejam providenciados a tempo.
II. permite que as empresas avaliem as aplicações da futura demanda nas áreas financeiras e de engenharia, assim como analisem as aplicações quanto à necessidade de materiais.
III. permite fiscalizar alguns indicadores de performance fundamentais para o controle do resultado, como por exemplo a qualidade e a inovação dos produtos e serviços, velocidade da execução dos processos, tempo de chegada ao mercado e aos consumidores, nível de serviço adequado às necessidades de cada cliente e custos compatíveis com a percepção de valor da demanda.
Pode-se afirmar que:
Texto associado
Releia este período do texto:
Para Vinícius, é fácil explicar essa evasão.
O termo "essa evasão" refere-se, mais diretamente, ao fato de que:
Entre as funções previstas ao lidar com o estoque estão receber, verificar a quantidade e a qualidade das mercadorias recebidas e registrar dados manualmente ou usando computadores. Uma habilidade necessária para o trabalho é o raciocínio indutivo, que consiste especificamente em:
Sobre a aplicação da lei penal, considerando o disposto no Título I do Código Penal, assinale a alternativa que não está correta.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.
Mineirinho
É, suponho que é em mim, como um dos representantes de nós, que devo procurar por que está doendo a morte de um facínora. E por que é que mais me adianta contar os treze tiros que mataram Mineirinho do que os seus crimes. Perguntei a minha cozinheira o que pensava sobre o assunto. Vi no seu rosto a pequena convulsão de um conflito, o mal-estar de não entender o que se sente, o de precisar trair sensações contraditórias por não saber como harmonizá-las. Fatos irredutíveis, mas revolta irredutível também, a violenta compaixão da revolta. Sentir-se dividido na própria perplexidade diante de não poder esquecer que Mineirinho era perigoso e já matara demais; e no entanto nós o queríamos vivo. [...]
Mas há alguma coisa que, se me faz ouvir o primeiro e o segundo tiro com um alívio de segurança, no terceiro me deixa alerta, no quarto desassossegada, o quinto e o sexto me cobrem de vergonha, o sétimo e o oitavo eu ouço com o coração batendo de horror, no nono e no décimo minha boca está trêmula, no décimo primeiro digo em espanto o nome de Deus, no décimo segundo chamo meu irmão. O décimo terceiro tiro me assassina — porque eu sou o outro. Porque eu quero ser o outro.
Essa justiça que vela meu sono, eu a repudio, humilhada por precisar dela. Enquanto isso durmo e falsamente me salvo. Nós, os sonsos essenciais. Para que minha casa funcione, exijo de mim como primeiro dever que eu seja sonsa, que eu não exerça a minha revolta e o meu amor, guardados. Se eu não for sonsa, minha casa estremece. [...]
Em Mineirinho se rebentou o meu modo de viver. [...] Sua assustada violência. Sua violência inocente — não nas consequências, mas em si inocente como a de um filho de quem o pai não tomou conta. Tudo o que nele foi violência é em nós furtivo, e um evita o olhar do outro para não corrermos o risco de nos entendermos. Para que a casa não estremeça. A violência rebentada em Mineirinho que só outra mão de homem, a mão da esperança, pousando sobre sua cabeça aturdida e doente, poderia aplacar e fazer com que seus olhos surpreendidos se erguessem e enfim se enchessem de lágrimas. [...]
A justiça prévia, essa não me envergonharia. Já era tempo de, com ironia ou não, sermos mais divinos; se adivinhamos o que seria a bondade de Deus é porque adivinhamos em nós a bondade, aquela que vê o homem antes de ele ser um doente do crime. Continuo, porém, esperando que Deus seja o pai, quando sei que um homem pode ser o pai de outro homem. E continuo a morar na casa fraca. Essa casa, cuja porta protetora eu tranco tão bem, essa casa não resistirá à primeira ventania que fará voar pelos ares uma porta trancada. [...] o que me sustenta é saber que sempre fabricarei um deus à imagem do que eu precisar para dormir tranquila e que outros furtivamente fingirão que estamos todos certos e que nada há a fazer. [...] Feito doidos, nós o conhecemos, a esse homem morto onde a grama de radium se incendiara. Mas só feito doidos, e não como sonsos, o conhecemos. [...]
Até que viesse uma justiça um pouco mais doida. Uma que levasse em conta que todos temos que falar por um homem que se desesperou porque neste a fala humana já falhou, ele já é tão mudo que só o bruto grito desarticulado serve de sinalização.
Uma justiça prévia que se lembrasse de que nossa grande luta é a do medo, e que um homem que mata muito é porque teve muito medo. Sobretudo uma justiça que se olhasse a si própria, e que visse que nós todos, lama viva, somos escuros, e por isso nem mesmo a maldade de um homem pode ser entregue à maldade de outro homem: para que este não possa cometer livre e aprovadamente um crime de fuzilamento. Uma justiça que não se esqueça de que nós todos somos perigosos, e que na hora em que o justiceiro mata, ele não está mais nos protegendo nem querendo eliminar um criminoso, ele está cometendo o seu crime particular, um longamente guardado. [...]
Clarice Lispector (Disponível em ip.usp.br. Adaptado.)
Mineirinho
É, suponho que é em mim, como um dos representantes de nós, que devo procurar por que está doendo a morte de um facínora. E por que é que mais me adianta contar os treze tiros que mataram Mineirinho do que os seus crimes. Perguntei a minha cozinheira o que pensava sobre o assunto. Vi no seu rosto a pequena convulsão de um conflito, o mal-estar de não entender o que se sente, o de precisar trair sensações contraditórias por não saber como harmonizá-las. Fatos irredutíveis, mas revolta irredutível também, a violenta compaixão da revolta. Sentir-se dividido na própria perplexidade diante de não poder esquecer que Mineirinho era perigoso e já matara demais; e no entanto nós o queríamos vivo. [...]
Mas há alguma coisa que, se me faz ouvir o primeiro e o segundo tiro com um alívio de segurança, no terceiro me deixa alerta, no quarto desassossegada, o quinto e o sexto me cobrem de vergonha, o sétimo e o oitavo eu ouço com o coração batendo de horror, no nono e no décimo minha boca está trêmula, no décimo primeiro digo em espanto o nome de Deus, no décimo segundo chamo meu irmão. O décimo terceiro tiro me assassina — porque eu sou o outro. Porque eu quero ser o outro.
Essa justiça que vela meu sono, eu a repudio, humilhada por precisar dela. Enquanto isso durmo e falsamente me salvo. Nós, os sonsos essenciais. Para que minha casa funcione, exijo de mim como primeiro dever que eu seja sonsa, que eu não exerça a minha revolta e o meu amor, guardados. Se eu não for sonsa, minha casa estremece. [...]
Em Mineirinho se rebentou o meu modo de viver. [...] Sua assustada violência. Sua violência inocente — não nas consequências, mas em si inocente como a de um filho de quem o pai não tomou conta. Tudo o que nele foi violência é em nós furtivo, e um evita o olhar do outro para não corrermos o risco de nos entendermos. Para que a casa não estremeça. A violência rebentada em Mineirinho que só outra mão de homem, a mão da esperança, pousando sobre sua cabeça aturdida e doente, poderia aplacar e fazer com que seus olhos surpreendidos se erguessem e enfim se enchessem de lágrimas. [...]
A justiça prévia, essa não me envergonharia. Já era tempo de, com ironia ou não, sermos mais divinos; se adivinhamos o que seria a bondade de Deus é porque adivinhamos em nós a bondade, aquela que vê o homem antes de ele ser um doente do crime. Continuo, porém, esperando que Deus seja o pai, quando sei que um homem pode ser o pai de outro homem. E continuo a morar na casa fraca. Essa casa, cuja porta protetora eu tranco tão bem, essa casa não resistirá à primeira ventania que fará voar pelos ares uma porta trancada. [...] o que me sustenta é saber que sempre fabricarei um deus à imagem do que eu precisar para dormir tranquila e que outros furtivamente fingirão que estamos todos certos e que nada há a fazer. [...] Feito doidos, nós o conhecemos, a esse homem morto onde a grama de radium se incendiara. Mas só feito doidos, e não como sonsos, o conhecemos. [...]
Até que viesse uma justiça um pouco mais doida. Uma que levasse em conta que todos temos que falar por um homem que se desesperou porque neste a fala humana já falhou, ele já é tão mudo que só o bruto grito desarticulado serve de sinalização.
Uma justiça prévia que se lembrasse de que nossa grande luta é a do medo, e que um homem que mata muito é porque teve muito medo. Sobretudo uma justiça que se olhasse a si própria, e que visse que nós todos, lama viva, somos escuros, e por isso nem mesmo a maldade de um homem pode ser entregue à maldade de outro homem: para que este não possa cometer livre e aprovadamente um crime de fuzilamento. Uma justiça que não se esqueça de que nós todos somos perigosos, e que na hora em que o justiceiro mata, ele não está mais nos protegendo nem querendo eliminar um criminoso, ele está cometendo o seu crime particular, um longamente guardado. [...]
Clarice Lispector (Disponível em ip.usp.br. Adaptado.)
Veja esta definição: "Período iniciado por uma palavra ou locução, seguida de pausa, que tem como continuação uma oração em que essa palavra ou locução não se integra diretamente, embora esteja integrada pelo sentido e, de alguma forma, retomada sintaticamente". No texto apresentado, há algumas ocorrências dessa estrutura, denominada anacoluto. Assinale a alternativa que contenha um período do texto em que isso aconteça.
Texto associado
Nas questões que avaliam os conhecimentos de noções de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras, que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse e que teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não há restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Considere as ações listadas a seguir.
I. Configurar o software de correio eletrônico para abrir arquivos anexos em mensagens automaticamente.
II. Fazer compras pela internet clicando em links recebidos por e-mail .
III. Utilizar a mesma senha para todos os serviços acessados pela Internet e anotá-la em um papel para evitar o esquecimento.
IV. Emprestar a senha de acesso ao sistema da empresa a um colega de trabalho.
São ações que podem comprometer a segurança das informações as que constam em:
Analise as afirmativas a seguir.
I. Pessoa física criadora de livros.
II. Pessoa física ou jurídica que adquire o direito de reprodução de livros, dando a eles tratamento adequado à leitura.
III. Pessoa jurídica que opera no ramo de compra e venda de livros por atacado.
IV. Pessoa jurídica que seja representante comercial autônomo que se dedica à venda de livros.
De acordo com a Lei nº 10.753/2003, as afirmativas correspondem aos conceitos legais de:
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia a tirinha a seguir.
(www. www.humorcomciencia.com)
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