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A avaliação neuropsicológica consiste no mapeamento das habilidades cognitivas do paciente com intuito de detectar facilidades e dificuldades no seu desempenho cotidiano.

Dentre os objetivos da avaliação neuropsicológica, estão o diagnóstico, o prognóstico, a definição do tratamento, a eficácia e a pesquisa.

Uma das habilidades requeridas para se alcançar o objetivo da eficácia na avaliação neuropsicológica é

A saber utilizar a metodologia de pesquisa.
B conhecer com amplitude os diversos testes neuropsicológicos, sabendo avaliar os seus valores psicométricos.
C conhecer os quadros clínicos neuropsicológicos, psiquiátricos e emocionais.
D conhecer o perfil neuropsicológico de determinados quadros clínicos.
E ter o conhecimento do tratamento possível.

A psicóloga do Hospital Universitário X observa, na avaliação da paciente Y, diagnosticada, recentemente, com câncer no colo uterino, que Y tem conhecimento claro sobre o prognóstico e o tratamento proposto pelo médico e apresenta sentimentos de aceitação em relação à doença.
Sabendo-se que as metas de avaliação de um psicólogo hospitalar recaem sobre quatro domínios: o biológico, o afetivo, o cognitivo e o comportamental, no relato apresentado pela psicóloga, os domínios enfatizados são:

A o biológico e o afetivo
B o afetivo e o biológico
C o cognitivo e o afetivo
D o comportamental e o cognitivo
E o comportamental e o afetivo

Considerando-se a relevância da qualidade dos exames laboratoriais para apoio ao diagnóstico eficaz, a Resolução que dispõe sobre o Regulamento Técnico para funcionamento de laboratórios clínicos preconiza o seguinte:

A caso haja necessidade de retificação em qualquer dado constante do laudo já emitido, a mesma poderá ser em forma de anexo, sendo informação complementar ao laudo já emitido.
B a título de Controle Interno da Qualidade – CIQ, o laboratório clínico deve participar de Ensaios de Proficiência para todos os exames realizados na sua rotina.
C os resultados laboratoriais que indiquem suspeita de doença de notificação compulsória devem ser notificados.
D é necessário ter POP para o procedimento de Esterilização: “Processo físico ou químico que diminui formas de vida microbiana como bactérias nas formas vegetativas e esporuladas, fungos mas não vírus”.
E o Responsável Técnico pelo laboratório clínico e pelo posto de coleta laboratorial deve documentar e classificar o nível de biossegurança dos ambientes e/ou áreas, baseado na área mínima prevista (3 metros), bem como microrganismos envolvidos, adotando as medidas de segurança compatíveis.

Na fase pré-analítica, a não orientação correta do paciente e a coleta realizada no período do dia não adequado podem induzir a variações nos resultados das análises.

Quais são o tipo de análise e o procedimento realizados nas circunstâncias corretas?

A Dosagem de cortisol e concentração de ferro sérico realizados na parte da tarde.
B Concentração sérica de proteínas em coleta realizada na parte da tarde no verão.
C Concentração do antígeno prostático específico realizada em pacientes que utilizaram bicicleta até 48 horas antes do exame.
D Concentração de ureia e creatinina realizada em jejum superior a 16 horas.
E Dosagem de prolactina colhida às 8 horas e às 16 horas.

Uma técnica de enfermagem, da sala de vacina, procura a pediatra com a seguinte dúvida: após a administração da vacina de poliomilelite atenuada (VOP), o lactente de 15 meses cuspiu seu conteúdo.

O que deve ser informado à técnica de enfermagem?

A Considerar a dose válida e não repetir.
B Repetir a dose com o mesmo volume da anterior (2 gotas).
C Repetir apenas metade da dose anterior (1 gota).
D Orientar retorno em 48 horas para repetir a dose.
E Aplicar a vacina contra poliomilelite inativada (VIP) por via intramuscular.

O Code on Intact Stability for All Type of Ships Covered by IMO Instruments recomenda que os navios, em condição normal de carregamento, possuam altura metacêntrica transversal inicial (GM o ) não inferior a 0,15 metros.
Para tal, se um navio possui KM T igual a 6,30 metros, qual o máximo valor permitido, em metros, para o seu KG?

A 6,15
B 6,30
C 6,45
D 6,60
E 6,75

A Figura abaixo ilustra as marcações visuais (M 1 , M 2 e M 3 ) de três objetos utilizados para a determinação da posição de um navio.

MIGUENS, Altineu Pires. Navegação : a ciência e a arte. Rio de Janeiro: DHN, v.1, 1996. p.141. Adaptado.

Na determinação dessa posição, recomenda-se que a primeira marcação a ser observada e a marcação a determinar a hora da posição sejam, respectivamente,

A M 1 ou M 2 e M 1
B M 1 ou M 2 e M 1
C M 2 ou M 3 e M 1
D M 2 ou M 3 e M 2
E M 3 ou M 1 e M 2
Texto associado
From Security to Efficiency: Modern Vessel Tracking

More so than many other fields of business, the
maritime industry is focused on cost, which in turn
gives the appearance of being conservative towards
technology. Certainly, we have technical ships
5 magnificently operating with equipment that wouldn’t
look out of place in a NASA lab, but generally, it can
take decades for a technology to become mainstream.
Unless it becomes mandated by the IMO (International
Maritime Organization). Vessel tracking is a partial
10 exception to the rule though, with many fleet owners
realizing its potential for more cost-effective operation
and personnel security.
Knowing the exact position of all vessels in a
fleet, in a software solution designed to fit with your
15 own logistical processes, can significantly improve
efficiency. If a ship arrives early or late, more often
than not there will be an associated cost. If this can
be identified during transit then the early or late arrival
can be negated or at least planned for. Likewise, if
20 by knowing the positions of your fleet of workboats
means that you can route the closest vessel to the
next job, then significant fuel cost savings can be
made. With modern tracking systems, the way data is
used is just as important as knowing where a vessel
25 is at all times. But there are countless ways to apply
the data to the benefit of efficiency for a single ship
or fleet. So providing easy and reliable access to
position reports is essential.

A new tracking unit

30 ___ RockFLEET is an advanced new tracking unit
for the professional maritime environment. During
its design phase, the team decided that in order for
the position data it provides to be of the most use,
as well as being available via Rock Seven’s own
35 fleet viewer ‘The Core,’ it must also be available in
any software system the user chooses. Using a
standards-based API (Application Programming
Interface), the customer can integrate tracking data
from RockFLEET into their own applications. Typically
40 this means that RockFLEET tracked assets can be
added to existing fleet management software, which
invariably is designed around an owner or operators
own logistics.
With precise vessel location data available,
45 the opportunities are unlimited and only down to the
creativity of the user. For instance, a current Rock
Seven customer uses location data to manage payroll
of personnel. Essentially, personnel get paid different
amounts depending on whether the ship is at sea, in
50 international waters, in port or transiting regions with
high piracy incidents.

RockFLEET, a unique device

The above user is a private security company
involved in anti-piracy operations. It actually gets
55 location data using RockSTAR, the handheld version
of RockFLEET, which is a new fixed unit that can be
fitted anywhere on board. Completely waterproof and
with no moving parts, it is a robust, ultra-compact
(13cm diameter/4cm high) device with multiple
60 mounting options. The physical design of RockFLEET
was in part driven by the security challenges faced by
vessels facing the issues of modern piracy.
The unit itself is designed to look anonymous;
as standard there’s no name on the outside. It works
65 from ship’s power, but it uniquely has a backup battery
inside. Which is important should a vessel be hijacked
and the main power cut.
Knowing the location of all friendly vessels in a
region is vital to organisations with a stake in ensuring
70 safe passage through known piracy hotspots. With an
operational vessel/fleet tracking system, ship owners
and fleet managers will know where their ships are at
all times. This information can be fed to authorities,
private anti-piracy companies and the naval forces
75 patrolling piracy hotspots to build a clear, near
real-time picture for domain awareness. The value of
this information should a vessel be hijacked is obvious:
knowing the last whereabouts of a vessel provides
responders with a starting point should a hijacked
80 vessel’s tracking system be disabled by pirates.
Today’s pirates know that many commercial
vessels are tracked, especially those would be targets
sailing in what are known to be hostile waters. So
disabling vessel tracking equipment on board is a
85 sensible action for said pirates after a hijacked ship’s
crew have been subdued and because most tracking
units are powered by the vessel, finding and cutting
the power supply isn’t hard. RockFLEET, however,
is the only device of its kind with an internal battery
90 backup, so it can continue to transmit position for up
to two weeks if external power is cut.
With facility to mount covertly, this makes it
especially suitable for vessels traversing piracy
hotspots.

Available at: .
Retrieved on: Jan, 7 th , 2015. Adapted.

According to the text, vessel tracking systems can be used to provide all the benefits below, EXCEPT

A identifying the location of all pirate vessels in hostile waters.
B knowing the accurate position of all vessels in a fleet.
C using location data to manage payroll of personnel.
D enhancing the efficiency of a single ship or fleet.
E allowing significant savings in fuel costs.