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O Código Tributário Nacional define tributo como toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada, dispondo, também,

A que a natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo fato gerador da respectiva obrigação, sendo que, para qualificá-la, há necessidade de se levar em conta sua denominação e demais características formais previstas em lei, bem como a destinação legal do produto da sua arrecadação.
B de forma expressa, que são tributos: o imposto, a taxa, a contribuição de melhoria, as contribuições sociais, a contribuição para o custeio do serviço de iluminação pública, a contribuição sobre movimentação financeira e a tarifa de pedágio.
C que as taxas têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição.
D que a taxa pode ter base de cálculo ou fato gerador idênticos aos que correspondam a imposto, podendo ser calculada em função do capital das empresas.
E que somente os Municípios podem instituir contribuição de melhoria para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária, tendo como limite individual a despesa realizada e como limite total o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado.

Para responder às questões de números 16 a 20, baseie-se no texto abaixo.

Conversa entreouvida na antiga Atenas

Ao ver Diógenes ocupado em limpar vegetais ao pé de um chafariz, o filósofo Platão aproximou-se do filósofo rival e alfinetou:
“Se você fizesse corte (*) a Dionísio, rei de Siracusa, não precisaria lavar vegetais”. E Diógenes, no mesmo tom sereno, retorquiu: “É
verdade, Platão, mas se você lavasse vegetais você não estaria fazendo a corte a Dionísio, rei de Siracusa.”

(*) faz er corte = cortejar, bajular, lisonjear

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 92)

As orações Se você fizesse corte a Dionísio e se você lavasse vegetais

A valem-se de construção verbal na voz passiva.
B são ambas orações principais do período que integram.
C apresentam dois tempos verbais distintos.
D têm como complementos nominais Dionísio e vegetais.
E constituem exemplos de oração subordinada condicional.

Está correto o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:

A Sempre há alguma provocação nos contos machadianos, em cujos encontramos teses das quais é difícil rebater.
B Um juramento faz crer que é no tempo, onde podemos confiar, que daremos vazão a força das nossas vontades.
C A força de um juramento, cuja beleza está na disposição da vontade humana, pode reverter em amarga frustração.
D Alguns sentem aversão de jurar, por isso mostram preferência com os cuidados de um planejamento.
E A natureza guarda em suas leis uma força da qual é inútil nos opormos, ainda quando munidos na máxima vontade.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto abaixo.

[Beleza e propaganda]

A crescente padronização do ideal de beleza feminina foi um dos efeitos imprevistos da popularização da fotografia, das revistas de grande circulação e do cinema a partir do início do século XX. Não é à toa que esse movimento coincide com a decolagem e vertiginosa ascensão da indústria da beleza (hoje um mercado com receita global acima de 200 bilhões de dólares). Como vender “a esperança dentro de um pote?"
As estratégias variam ao infinito, porém a mais diabólica e (possivelmente) eficaz dentre todas - verdadeira premissa oculta do marketing da beleza - foi explicitada com brutal franqueza, em 1953, pelo então presidente da megavarejista de cosméticos americana Allied Stores: “O nosso negócio é fazer as mulheres infelizes com o que têm".
O atiçar cirúrgico da insegurança estética e a exploração metódica das hesitações femininas no universo da beleza abrem as portas ao infinito. Os números e lucros do setor reluzem, mas quem estimará a soma de todo o mal-estar causado pelo massacre diuturno de um padrão ideal de beleza?

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 104-105)

É plenamente regular o emprego das formas sublinhadas na frase:

A Compara -se os atrativos dos cosméticos para com a “esperança dentro de um pote”.
B Associam -se os atrativos dos cosméticos à “esperança dentro de um pote”.
C Aproximam- se o que há de atrativo nos cosméticos diante da “esperança dentro de um pote”.
D Podem equiparar-se a atração dos cosméticos como uma “esperança dentro de um pote”.
E Estabeleceu -se no texto os nexos dos cosméticos à uma “esperança dentro de um pote”.

Há duas torneiras independentes em uma banheira, uma com água quente e outra, fria. Se só a torneira de água quente está
aberta, a banheira enche completamente em 24 minutos. Por outro lado, se apenas a torneira de água fria está aberta, a
banheira leva 12 minutos para encher completamente. Com ambas as torneiras abertas simultaneamente, a banheira enche
completamente em

A 6 minutos.
B 14 minutos.
C 8 minutos.
D 10 minutos.
E 18 minutos.

Nos termos da Lei n o 10.098/2000, o passeio público

A não faz parte da via pública.
B está sempre no mesmo nível da via pública.
C destina-se exclusivamente à circulação de pedestres, não podendo ter qualquer outra destinação.
D é elemento obrigatório de urbanização.
E é considerado um mobiliário urbano.
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 38 e 39 considere as informações a seguir.

A empresa Camarão&Polvo faz o processamento de frutos do mar para revenda de congelados em supermercados. Sua
fábrica possui três departamentos operacionais (Limpar, Embalar e Congelar).

A tabela abaixo apresenta os valores para o ano de X1 referentes aos custos indiretos de fabricação, e quantidade de horas de
mão de obra direta e horas-máquina consumidas no período.




Para a produção de camarão congelado, o consumo de horas foi distribuído da seguinte maneira:


I. Departamento “Limpar”: 8.000 horas de mão de obra direta; 600 horas-máquina.

II. Departamento “Embalar”: 3.000 horas de mão de obra direta; 1.500 horas-máquina.

III. Departamento “Congelar”: 1.000 horas de mão de obra direta; 3.500 horas-máquina.

Considerando as horas de mão de obra direta como direcionador de custos para os departamentos “Limpar” e “Embalar”, e as
horas-máquina para o departamento “Congelar”, o valor do custo indireto de fabricação alocado ao produto camarão, caso a
Camarão&Polvo utilize do rateio de custos indiretos via departamentalização, em reais, é

A 2.300.000,00
B 437.500,00
C 827.500,00
D 1.546.666,67
E 1.317.500,00
Órgão: Companhia do Metropolitano de São Paulo Cargo: Analista Desenvolvimento Gestão Júnior - Área Ciências Contábeis Prova: FCC - Metrô SP - Analista Desenvolvimento Gestão Júnior - Área Ciências Contábeis - 2019
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 11 a 19.

Pode ser reescrito na voz passiva o seguinte trecho do texto:

A ele encontrou um envelope na carta do correio (3 o parágrafo)
B Este alívio resultou em culpa (2 o parágrafo)
C a mãe falecera exatamente na noite de Natal (2 o parágrafo)
D No seu caso havia uma razão óbvia para isso (1 o parágrafo)
E Cartão na mão, aproximou-se da janela (6 o parágrafo)

O Chefe do Executivo de um estado federado editou decreto alterando a composição de um órgão colegiado para fins de reduzir
seu número de integrantes. O decreto passou a exigir, ainda, que as decisões do referido colegiado fossem submetidas ao titular
da secretaria à qual está vinculado, para homologação. O ato normativo editado

A excede os limites de competência do Chefe do Executivo, invadindo matéria reservada à lei, já que os decretos do Executivo
apenas podem explicitar normais legais, não lhes sendo conferido conteúdo autônomo.
B pode ser considerado expressão do poder normativo, demonstrado que a alteração se insere em matéria de organização
administrativa, sem ensejar aumento de despesas ou extinção de órgãos públicos.
C é aderente ao texto constitucional que disciplina o poder normativo do Executivo, ao qual somente é vedado implementar o
aumento de despesas, do que não tratou o caso concreto.
D se insere na competência regulamentar do Chefe do Executivo, pois se limitou a extinguir cargos, aquém de matéria de organização
administrativa, para a qual seria obrigatória edição de lei.
E viola a competência normativa do Poder Executivo, considerando que os órgãos colegiados inseridos na organização
administrativa exercem competência jurisdicional e autônoma, submetendo-se apenas ao controle do Poder Legislativo.