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Uma miniempresa que produz cotonetes está analisando um gasto de capital que exige investimento inicial de R$ 54.000 e produz
entradas de caixa de R$ 7.714 por ano, durante dez anos. A empresa adota um prazo máximo de recuperação aceitável de
oito anos. Diante desse perfil, ela

A não deve aceitar o projeto, pois, o período de payback é menor que o prazo de recuperação desejado.
B deve aceitar o projeto, pois, o prazo de recuperação desejado é maior que o período de payback.
C deve aceitar o projeto, pois, o prazo de recuperação desejado é menor que o período de payback.
D não deve aceitar o projeto, pois, o período de payback é maior que o prazo de recuperação desejado
E não tem informações suficientes para a tomada dessa decisão de investimento, pois, nesse caso, o cálculo do payback é
irrelevante.
Órgão: Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento - Campinas Cargo: Analista Administrativo - Área Contabilidade Prova: FCC - SANASA - Analista Administrativo - Área Contabilidade - 2019

Os funcionários de uma repartição pública realizaram a análise de um lote de processos em três dias. No primeiro dia, foram
analisados 1/4 do total de processos no lote. No segundo dia, foram analisados 2/7 do restante. No terceiro dia, restou a análise
de 105 processos. O número total de processos analisados nesses três dias foi de

A 140.
B 294.
C 196.
D 147.
E 210.
Órgão: Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento - Campinas Cargo: Técnico de Instrumentação - Área:Automação de Processos Prova: FCC - SANASA - Técnico de Instrumentação - Área: Automação de Processos - 2019

De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, a cláusula compromissória de arbitragem para contratos individuais de
trabalho

A não é considerada válida, na medida em que a Consolidação das Leis do Trabalho tem norma que veda expressamente a
arbitragem como forma de solução de conflitos decorrentes da relação de emprego.
B em nenhuma hipótese é considerada válida, tendo em vista que a arbitragem não pode ser usada para solução de
controvérsias envolvendo direitos indisponíveis, como são em regra os decorrentes da relação de emprego.
C é considerada válida, desde que a remuneração do empregado seja superior ao limite máximo de benefício do Regime
Geral da Previdência Social, e conte com a concordância expressa do empregado, valendo apenas para direitos
disponíveis.
D é considerada válida apenas na hipótese de haver concordância expressa do empregado, previsão em norma coletiva,
independente do salário do trabalhador, mas sempre terá que ter assistência pelo Sindicato.
E é considerada válida, desde que a remuneração do empregado seja superior a duas vezes o limite máximo de benefício do
Regime Geral da Previdência Social, e conte com a concordância expressa do empregado.
Órgão: Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento - Campinas Cargo: Analista Administrativo- Área: Serviços Jurídicos Prova: FCC - SANASA - Analista Administrativo - Área: Serviços Jurídicos - 2019
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 48 e 49, considere as informações a seguir:

A partir do endereço IPv4 classe C 204.15.4.0/24, um Técnico foi incumbido de criar cinco sub-redes, sendo que a maior delas deve suportar 30 endereços de host .

Para criar as cinco sub-redes necessárias, dos bits de host do endereço IPv4, a quantidade mínima de bits a serem utilizados é:

A 3.
B 2.
C 4.
D 6.
E 5.
Texto associado
Língua Portuguesa

Atenção : Para responder às questões de números 1 a 5 baseie-se no texto abaixo.

A corrida armamentista do consumo

Imagine uma corrida em que os contendores se afastam cada vez mais do objetivo pelo qual competem. A corrida armamentista tem dinâmica e propriedades conhecidas: um país decide se armar; os países vizinhos sentem-se vulneráveis e decidem fazer o mesmo a fim de não ficarem defasados; sua reação, porém, deflagra uma nova rodada de investimento bélico no primeiro país, o que obriga os demais a seguirem outra vez os seus passos. A escalada armamentista leva os participantes a dedicarem uma parcela crescente de sua renda e trabalho à garantia da segurança externa, mas o resultado é o contrário do pretendido.
A corrida do consumo tem uma lógica semelhante à da corrida armamentista. Nenhum consumidor é uma ilha: existe uma forte e intrincada interdependência entre os anseios de consumo das pessoas. Aquilo que cada uma delas sente que “precisa” ou “não pode viver sem” depende não só dos seus “reais desejos e necessidades”, mas também, e talvez sobretudo , ao menos nas sociedades mais afluentes, daquilo que os outros ao seu redor possuem. A cada vez que um novo artigo de consumo é introduzido no mercado, o equilíbrio se rompe e o desconforto causado pela percepção da falta impele à ação reativa da compra do bem .
Em ambas as corridas – a armamentista e a do consumo – a lógica da situação obriga a todos a correrem cada vez mais, como hamsters confinados a esferas rotatórias, para não sair do lugar.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos . São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 102-103)

Expressam-se como uma causa e sua consequência , nessa ordem, os seguintes segmentos:

A A corrida armamentista tem dinâmica e propriedades conhecidas / um país decide se armar (1 o parágrafo)
B A corrida do consumo tem uma lógica / semelhante à da corrida armamentista (2 o parágrafo)
C Aquilo que cada uma delas sente que “precisa” / depende não só dos seus “reais desejos e necessidades” (2 o parágrafo)
D um novo artigo de consumo é introduzido no mercado / o equilíbrio se rompe (2 o parágrafo)
E a correrem cada vez mais / confinados a esferas rotatórias (3 o parágrafo)

A Previdência Social tem por fim assegurar aos seus beneficiários meios indispensáveis de manutenção, por motivo de incapacidade, idade avançada, tempo de serviço, desemprego involuntário, encargos de família e reclusão ou morte daqueles de quem dependiam economicamente. A organização da seguridade social obedecerá aos seguintes princípios e diretrizes:

A Universalidade de participação nos planos previdenciários, sem qualquer contribuição.
B Cálculo dos benefícios considerando-se verbas indenizatórias percebidas pelo segurado, corrigidos monetariamente.
C Previdência complementar compulsória, custeada por contribuição adicional.
D Valor da renda mensal dos benefícios, substitutos do salário-de-contribuição ou do rendimento do trabalho do segurado, não inferior ao do salário-mínimo.
E Preservação do valor nominal do benefício.

A respeito da discricionariedade administrativa, na Administração Pública brasileira, afirma-se que

A pode ser conceituada como uma liberdade de escolha da conduta administrativa a ser adotada, a partir de um universo de
condutas admitidas como válidas pela ordem jurídica vigente.
B sua redução objetiva afastar uma possível automatização do comportamento da Administração, que poderia dar causa a
uma atuação estatal em descompasso com o interesse público, por causa do engessamento decisório que a discricionariedade
gera.
C com o advento do Estado de Direito, quando se consagrou a submissão da Administração Pública ao princípio da legalidade,
aquela se vê ampliada, ao arrepio da lei.
D com a promulgação da Carta de 1988, aquela se vê tratada como uma ação administrativa com poderes ilimitados.
E com a consagração da vinculação da administração pública ao princípio da legalidade, e mais, à juridicidade administrativa,
desenvolveu-se um âmbito muito mais livre de apreciação e ação concedidas ao administrador.

Durante a manutenção de uma estação de tratamento de esgoto gerida pela Administração pública, o funcionário danificou uma das válvulas que acionavam a filtragem, ocasionando a contaminação da água em nível superior ao admitido. A Administração pública responsável pela gestão da referida estação

A é responsável objetivamente pelos danos causados pelo funcionário, independentemente de se tratar de servidor público ou terceirizado, o que, contudo, pode impactar na definição de quem será o demandado em regresso.
B implica responsabilidade objetiva pura, o que transfere à Administração pública o ônus de provar a culpa do funcionário responsável pela manutenção, caso pretenda exigir que seja ele o demandado para reparação dos danos.
C responde objetivamente pelos danos causados caso reste demonstrado que o autor da conduta danosa era servidor público, independente do vínculo funcional específico, excluídos, portanto, terceirizados.
D pode descaracterizar a possibilidade de responsabilidade se comprovar se tratar de caso fortuito, ou seja, que a atuação durante a manutenção foi involuntária.
E incorre em hipótese de responsabilidade subjetiva da Administração pública, tendo em vista que se configura conduta omissiva do servidor público, desde que efetivo, pois este não empregou o zelo esperado no desempenho de sua função.
Órgão: Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento - Campinas Cargo: Analista Administrativo- Área: Serviços Jurídicos Prova: FCC - SANASA - Analista Administrativo - Área: Serviços Jurídicos - 2019
Texto associado
Para responder às questões de números 1 a 6, considere o texto abaixo.

O motorista do 8-100

Fui convidado por um colega da redação de jornal, outro dia, a ver um belo espetáculo. Que eu estivesse pela manhã bem
cedo junto ao último edifício da Avenida Rio Branco para assistir à coleta de lixo. Fui. Vi chegar o caminhão 8-100 da Limpeza Urbana
e saltarem os ajudantes que se puseram a carregar e despejar as latas de lixo. Enquanto isso, que fazia o motorista? O mesmo de
toda manhã. Pegava um espanador e um pedaço de flanela, e fazia o seu carro ficar rebrilhando de beleza.

É costume dizer que a esperança é a última que morre. Nisso está uma das crueldades da vida: a esperança vive à custa de
mutilações. Vai minguando e secando devagar, se despedindo dos pedaços de si mesma, se apequenando e empobrecendo, e no fim
é tão mesquinha e despojada que se reduz ao mais elementar instinto de sobrevivência e ao conformismo.

Esse motorista, que limpa seu caminhão, não é um conformado, é o herói silencioso que lança um protesto superior. A vida o
obriga a catar lixo e imundície; ele aceita a sua missão, mas a supera com esse protesto de beleza e dignidade. Muitos recebem com
a mão suja os bens mais excitantes e tentadores da vida; e as flores que vão colhendo no jardim de uma existência fácil logo têm,
presa em seus dedos frios, uma corrupção que as desmerece e avilta. O motorista do caminhão 8-100 parece dizer aos homens da
cidade: “O lixo é vosso: meus são estes metais que brilham, meus são estes vidros que esplendem, minha é esta consciência limpa”.

(Adaptado de: BRAGA, Rubem. O homem rouco. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1963, p. 145-146)

Explora-se no texto o emprego de expressões que constituem uma oposição de sentido, tal como se observa na relação entre

A um espanador e um pedaço de flanela / ficar rebrilhando de beleza (1o parágrafo).
B vive à custa de mutilações / se apequenando e empobrecendo (2o parágrafo).
C herói silencioso / lança um protesto superior (3o parágrafo).
D recebem com a mão suja / uma corrupção que as desmerece (3o parágrafo).
E A vida o obriga a catar lixo e imundície / protesto de beleza e dignidade (3o parágrafo).

Pacientes que sofreram amputação podem desenvolver dor do membro fantasma. Os mecanismos periféricos que explicam esta dor são:

A desligamento de neuromas residuais dos membros por estímulos mecânicos, endorfinas circulantes, fatores imunológicos anti-inflamatórios e neuroquímicos anti-nociceptivos.
B ativação de neuromas residuais dos membros por estímulos mecânicos, endorfinas circulantes, fatores imunológicos pró-inflamatórios e neuroquímicos pró-nociceptivos.
C ativação de neuromas residuais dos membros por estímulos mecânicos, catecolaminas circulantes, fatores imunológicos anti-inflamatórios e neuroquímicos pró-nociceptivos.
D ativação de neuromas residuais dos membros por estímulos mecânicos, catecolaminas circulantes, fatores imunológicos pró-inflamatórios e neuroquímicos anti-nociceptivos.
E ativação de neuromas residuais dos membros por estímulos mecânicos, catecolaminas circulantes, fatores imunológicos pró-inflamatórios e neuroquímicos pró-nociceptivos.