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Em sistemas de distribuição de água, nos quais o abastecimento se dá por meio do sistema direto,

A a descontinuidade do abastecimento público não interrompe o fornecimento de água.
B a ligação do ponto de consumo se dá diretamente na rede pública de abastecimento.
C a distribuição ocorre de forma simples e flexível, viabilizando o dimensionamento, a manutenção e a operação.
D evita-se, por ter uma única via, que o sistema apresente variações de vazão e de pressão nos pontos de consumo.
E a subdivisão da rede em ramais de ligação objetiva impede que as pressões ultrapassem os limites recomendados em norma.

Uma diretriz em comum aos programas do Ministério da Saúde do Brasil, voltados à atenção integral à criança, ao adolescente, ao adulto, à mulher e à pessoa idosa, é a

A proteção contra agravos decorrentes de queda.
B prevenção de acidentes.
C promoção da saúde.
D recuperação da saúde após acidentes.
E cura das doenças por vacinação.

São considerados textos opinativos:

A Charge, carta, crônica e nota.
B Editorial, charge, entrevista e crônica.
C Editorial, crônica, comentário e resenha.
D Crônica, resenha, entrevista e nota.
E Editorial, comentário, nota e resenha.

A citologia cervicovaginal de Papanicolau é um exame

A preventivo, ou de rastreamento, de câncer do colo do útero por pesquisa de atipia, ou seja, maturação anormal, em células do epitélio.
B indolor, pois é realizado com células epiteliais coletadas da parte mais externa do conduto vaginal.
C das células do epitélio vaginal, epitélio externo dos ovários e mucosa do colo do útero, resultando na coleta tríplice
D das atipias celulares das duas camadas da pele: derme e epiderme.
E da uretra e do canal uretral para detecção precoce de câncer de bexiga.

O inspetor de uma escola percebeu uma porta quebrada e identificou, pelas imagens do sistema de segurança, que foi pelo menos um dentre 4 alunos o responsável pelo dano. Ele sabe que:

-se Gustavo não teve participação, então Henrique teve;
- entre Henrique e Igor, exatamente um teve participação;
-João teve participação se, e somente se, Igor teve participação.

Para não prejudicar seus amigos, João, falando a verdade, assumiu ter participação, o que permite concluir que todos os responsáveis pelo dano foram

A João e Gustavo.
B João e Henrique.
C João e Igor.
D João, Gustavo e Igor.
E João, Gustavo e Henrique.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 4 a 10, considere o texto abaixo.

A comunicação pode ser entendida como o compartilhamento de um significado entre dois ou mais indivíduos e, na maioria dos casos, não ocorre espontaneamente, sem qualquer objetivo. Ela é iniciada por alguém que visa alcançar um determinado resultado.
No processo de comunicação intercultural, ao comunicador compete conhecer tanto a sua cultura quanto a cultura de seu receptor. Do ponto de vista teórico, tais recomendações não se distanciam muito do esquema elementar desenvolvido pelo professor Wilbur Schramm, nos primórdios dos estudos da comunicação. Ao transmissor competia codificar uma ideia e gerar um sinal − ou mensagem − através de um meio, de modo que o receptor pudesse decodificá-lo e absorver o seu significado. Esse processo desenrolava-se sobre um cenário, ou contexto, e dizia-se que cabia ao transmissor dimensionar a mensagem no nível de percepção e entendimento do receptor.
São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicação intercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores, impossibilitando-os de produzir significados próprios e transformando-os em meros repetidores do que ouvem − numa clara relação de dominação. Os exemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número de empresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem tradução − a despeito do fato de que não mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador, Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205)

O conteúdo do texto está organizado nos três parágrafos na seguinte ordem:

A descrição das etapas da comunicação; exemplo de um tipo específico de comunicação; resumo do que foi exposto.
B definição de comunicação; apresentação de um ideal de comunicação intercultural; ilustração de desvio desse ideal.
C exposição do conceito de comunicação; comparação entre diferentes tipos de comunicação; retificação das ideias expostas anteriormente.
D explicação subjetiva de comunicação; introdução de uma definição contrária à explicação anterior; detalhamento de diferentes processos comunicativos.
E conceituação de comunicação segundo o senso comum; crítica a esse conceito; demonstração de um tipo de comunicação não convencional.

Em algumas situações, os clientes ao telefone precisam ser colocados em espera. Nesses casos, quaisquer que sejam as
circunstâncias, a primeira ação a ser tomada pelo atendente deve ser

A deixar o cliente na espera sem que ele perceba e atender prontamente assim que acionado.
B perguntar ao cliente se ele pode aguardar um momento.
C informar o cliente que o deixará aguardando por um momento.
D avisar o cliente que o transferirá para outro atendente.
E valer-se de criatividade para elaborar uma desculpa e notificá-lo da espera.

Além dos segurados, a lei prevê os dependentes como beneficiários da Previdência Social. Os dependentes do segurado são os
enumerados nos incisos I a III do art. 16 da Lei no 8.213/1991, definindo 3 classes (I a III). Nesse tema,

A os dependentes da classe I são preferenciais, afastando em caso de concurso os da classe II e III.
B a mulher que renunciou aos alimentos na separação judicial tem direito à pensão previdenciária por morte do ex-marido,
presumindo-se a necessidade econômica superveniente.
C o parceiro homoafetivo é considerado dependente de segurado(a), pois se trata de relação capaz de criar a instituição familiar.
Deverá, todavia, demonstrar a dependência econômica.
D o benefício recebido por dependente preferencial (classe I), uma vez cessado, será transferido aos eventuais dependentes
das classes inferiores (II e III).
E para fins de pensão previdenciária, a dependência econômica dos genitores em relação aos filhos necessita ser exclusiva.

Uma criança de dois meses de idade, previamente saudável, é levada ao pronto atendimento pela mãe com um quadro de quatro dias de tosse, coriza, espirros e cansaço com piora há um dia, sem febre. Ao exame físico, apresenta-se em regular estado geral, com respirações irregulares (padrão “ gasping ”), FC: 88 bpm, estertores finos e raros sibilos expiratórios em ambos hemitórax. A melhor conduta, dentre as abaixo, é:

A fornecer oxigênio através de ventilações manuais com bolsa-valva-máscara.
B iniciar compressões torácicas e ventilações manuais, na relação de 15:2 com dois socorristas.
C indicar três inalações com soro fisiológico com intervalo de 20 minutos.
D prednisolona 1 mg/kg e 400 mcg de salbutamol por três vezes.
E sulfato de magnésio 70 mg/kg endovenoso.
Órgão: Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto Cargo: Médico Platonista - Área Pediatria Prova: FCC - SMS São José do Rio Preto - Médico Plantonista Pediatra - 2019

Janaína é fonoaudióloga de uma UBS que tem recebido cada vez mais solicitações de avaliação do Processamento Auditivo Central (PAC) das crianças que estudam nas escolas do território. Nos encaminhamentos, sempre aparecem informações semelhantes: o aluno não tem o rendimento esperado, parece não compreender solicitações, apresenta dificuldades na escrita. Inicialmente, a fonoaudióloga fazia uma avaliação de linguagem para identificar se havia, de fato, a necessidade de um exame de PAC, e encaminhava relatório com orientações específicas para as professoras. Ao longo dos meses, a fonoaudióloga notou um expressivo aumento no número de encaminhamentos, e decidiu levar essa questão para a reunião de equipe. Durante a reunião, a psicóloga informou que também tem aumentado o número de pedidos para avaliação neuropsicológica de estudantes das mesmas escolas e com as mesmas justificativas.
A ação adequadamente alinhada às diretrizes e políticas públicas do Sistema Único de Saúde é

A solicitar que as escolas encaminhem as crianças para avaliação fonoaudiológica, já que a solicitação de exames específicos é prerrogativa da saúde e, caso necessário, ela mesma solicitará o exame de PAC.
B devolver os encaminhamentos, informando que as questões de aprendizagem não estão no rol de ações do SUS, além de indicar que as escolas devem buscar parcerias com instituições de apoio à aprendizagem, cultura e assistência social que são as adequadas para contribuir com esse processo.
C encaminhar as crianças para um serviço de atenção especializada para a realização do exame e solicitar que, tão logo o exame seja realizado, encaminhem o relatório para que a escola tome as providências adequadas.
D realizar formações nas escolas para que as professoras saibam encaminhar adequadamente os alunos para o serviço de saúde.
E promover encontros entre as equipes de saúde da escola para compreender as razões dos encaminhamentos e discutir, em conjunto com as professoras, possíveis estratégias educacionais que possam melhorar a aprendizagem.