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A infecção do trato urinário (ITU) é uma das causas mais comuns de infecção na população em geral e pode apresentar complicações. São fatores para o surgimento de formas complicadas:

A litíase prévia, antibioticoterapia recente e insuficiência hepática
B cateterismo vesical prévio, três ou mais episódios de ITU no último ano e hipertireoidismo
C pacientes acamados, história de ITU na infância e hipertensão arterial
D quadros demenciais, uso contínuo de diurético e desnutrição
E procedimentos odontológicos, hipotermia e hiperplasia prostática

Um paciente jovem, usuário de drogas, deu entrada na emergência em coma e não havia quaisquer informações prévias sobre sua saúde. Exame físico: paciente em coma, corado, sem edemas, PA 110 x 70 mmHg, FC 82 bpm, AC: RCR em 2T, AR: MV normal em ambos os pulmões. Exames complementares: glicemia 90 mg%, ureia 12 mg%, creatinina 0,55 mg%, sódio sérico 105 mEq/L, potássio 4,2 mEq/L, cloro 85 mEq/L, bicarbonato sérico 26,5 mEq/L. Osmolalidade sérica 217 mOsm/Kg. Sódio urinário 70 mEq/L, osmolalidade urinária 650 mOsm/Kg. TC do crânio: sinais de edema cerebral, sem AVE ou massas.
Com base no quadro acima, a conclusão adequada é a seguinte:

A a hiponatremia do paciente pode ser classificada como isotônica e euvolêmica.
B a oferta de solução salina a 0,9%, em grande volume, corrige a hiponatremia.
C a causa mais provável da hiponatremia é a insuficiência adrenal aguda.
D o quadro é mais característico de secreção inapropriada do hormônio ADH.
E o uso de uma droga análoga ao ADH pode reverter a hiponatremia do paciente.

Conseguiremos formar um aluno curioso, imaginativo, questionador, dotado de visão crítica, politicamente comprometido a partir de um currículo centrado em dicotomizações e em verdades absolutas? Acreditamos que não. [...] É preciso aprender a conviver com a incerteza que necessariamente caracteriza o processo de conhecer

MOREIRA, A. F. B. Conhecimento, currículo e ensino: questões e perspectivas. Em aberto. Brasília, ano 12, n.58. abr./jun. 1993.

No esforço para alcançar essa formação, descrita com todas essas características apresentadas acima pelo autor, é essencial que, na relação educador-educando, seja considerado a(o)

A neutralidade
B imposição
C uniformidade
D diálogo
E poder

Na circunstância de não haver língua comum entre aluno
surdo e professor regente ouvinte, a atuação do intérprete
em sala de aula visa a

A substituir o professor em sua ausência.
B orientar o professor sobre como ele pode-se comunicar com o aluno
C ensinar, em língua de sinais, a matéria dada pelo professor.
D interpretar a matéria dada pelo professor.
E tirar dúvidas do aluno quanto aos conteúdos curriculares.

Um material condutor, cujo coeficiente de temperatura a 20 ºC é de 0,004, apresenta nessa condição uma resistência elétrica de 5 ohms.
Quando esse material for submetido a uma temperatura de 70 ºC, o valor de sua resistência elétrica, em ohms, será de

A 3,2
B 4,0
C 6,0
D 6,8
E 7,2

Na organização de um evento, a ferramenta de gestão, geralmente em forma de tabela ou gráfico, que especifica os períodos de tempo em que as atividades devem ser executadas, denomina-se

A fluxograma
B organograma
C histograma
D cronograma
E pentagrama

Ao traduzir determinadas frases de língua portuguesa
para Libras, o intérprete faz uso de sinais da Libras classificados morfossintaticamente como verbo com concordância ou direcional.

Tal fato ocorre na tradução de:

A O aluno registrou suas notas nas atividades realizadas ao longo do bimestre.
B O aluno gostou de suas notas nas atividades realizadas ao longo do bimestre.
C O aluno não gostou de suas notas nas atividades realizadas ao longo do bimestre.
D O aluno tinha dúvidas sobre suas notas nas atividades
realizadas ao longo do bimestre.
E O aluno perguntou ao professor sobre suas notas nas
atividades realizadas ao longo do bimestre.

Desde 2017, a política fiscal brasileira vem sendo subordinada a uma nova regra, introduzida pela Emenda Constitucional no 95, de 15 de dezembro de 2016, conhecida como “Teto de Gastos”. A principal característica dessa regra é que

A impede o aumento dos gastos públicos em rubricas importantes, como educação, saúde e transferências sociais.
B permite a expansão das despesas primárias totais do setor público, em termos reais, nas fases de recessão econômica.
C permite o aumento das despesas primárias totais do setor público, em termos reais, nos períodos em que for confirmado aumento dos fluxos de arrecadação de impostos e outros tributos governamentais.
D mantém inalteradas as despesas primárias totais do setor público, em termos reais, nos próximos 10 ou 20 anos, a partir de sua vigência.
E mantém inalteradas as despesas primárias totais do setor público, em termos correntes, nos próximos 10 ou 20 anos, a partir de sua vigência.

O ciclo de vida de um projeto em cascata, para desenvolvimento
de software de gestão de almoxarifado, teve
escopo, prazo e custo rigidamente determinados, nas
suas fases iniciais, pelo gestor de projeto e sua equipe,
stackeholders e área solicitante.

Dessa forma, conclui-se que esse projeto tem um ciclo
de vida

A ágil
B iterativo
C integrado
D incremental
E preditivo

Em determinado país sem inflação, a dívida pública é de longo prazo, metade tendo sido contratada a taxas de juros prefixadas. A outra metade tem remuneração pós- -fixada e referenciada à taxa de juros de curtíssimo prazo, do mercado de trocas de reservas interbancárias. Nesse país, cujo déficit público total está zerado, a razão entre o valor de mercado da dívida pública e o Produto Interno Bruto (PIB) tende a

A aumentar, se a taxa de juros interbancária diminuir.
B aumentar, se houver uma desvalorização cambial da moeda doméstica em relação à estrangeira, sem alterações no PIB.
C diminuir, se o déficit do setor público aumentar, sem alterações no PIB.
D diminuir, se houver uma valorização cambial da moeda doméstica em relação à estrangeira, sem alterações no PIB.
E permanecer inalterado, se o PIB e a taxa de juros interbancária diminuirem.