Utilize o Texto I para responder as questões de 01 a 11
Projetos e Ações: Papo de Responsa
O Programa Papo de Responsa foi criado por policiais civis do Rio de Janeiro. Em 2013, a Polícia Civil do Espírito Santo, por meio de policiais da Academia de Polícia (Acadepol) capixaba, conheceu o programa e, em parceria com a polícia carioca, trouxe para o Estado.
O ‘Papo de Responsa’ é um programa de educação não formal que – por meio da palavra e de atividades lúdicas – discute temas diversos como prevenção ao uso de drogas e a crimes na internet, bullying, direitos humanos, cultura da paz e segurança pública, aproximando os policiais da comunidade e, principalmente, dos adolescentes.
O projeto funciona em três etapas e as temáticas são repassadas pelo órgão que convida o Papo de Responsa, como escolas, igrejas e associações, dependendo da demanda da comunidade. No primeiro ciclo, denominado de “Papo é um Papo”, a equipe introduz o tema e inicia o processo de aproximação com os alunos. Já na segunda etapa, os alunos são os protagonistas e produzem materiais, como músicas, poesias, vídeos e colagens de fotos, mostrando a percepção deles sobre a problemática abordada. No último processo, o “Papo no Chão”, os alunos e os policiais civis formam uma roda de conversa no chão e trocam ideias relacionadas a frases, questões e músicas direcionadas sempre no tema proposto pela instituição. Por fim, acontece um bate-papo com familiares dos alunos, para que os policiais entendam a percepção deles e também como os adolescentes reagiram diante das novas informações.
Disponível em < https://pc.es.gov.br/projetos-e-acoes >. Acesso em: 30/ jan./2019.
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MACKENZIE
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CETRO
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A Base Operacional Geográfica – BOG – é um sistema gráfico alfanumérico de controle e registro das operações praticadas sobre os setores censitários, além de guardar informações referentes a censos anteriores. Em qual alternativa as divisões territoriais institucionalizadas aparecem na mesma hierarquia da BOG?
Assinale a alternativa que apresenta um movimento que pode ser executado para que seja realizada a prova de função muscular do iliopsoas.
Acerca dos procedimentos disciplinados
pelo Código de Processo Penal, assinale
a alternativa correta.
Texto associado
De acordo com o Texto, assinale a alternativa correta.
Texto associado
Morar sozinho é fator de
amadurecimento
Por Sabrina
Souza
Morar só pode parecer
uma ideia terrível à
primeira vista. Sentar sozinho à mesa,
preparar
as próprias refeições, varrer a casa,
limpar
banheiro são coisas que, na maioria das
vezes,
não passam pela cabeça de quem vive no
conforto da casa dos familiares. Mas há
muito do
que tirar da experiência solo. A
maturidade é um
importante aspecto que se é trabalhado
nessas
situações. “Levo as dificuldades e os
desafios
[de morar sozinho] como crescimento
pessoal”,
revela Neto Soares, 18, estudante de
Publicidade
e Propaganda. Para muitos, liberdade é a
principal
vantagem de morar sozinho.
Essas são
realidades cada vez mais
recorrentes no dia a dia. De acordo com
Síntese
de Indicadores Sociais do Instituto
Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), de 2005 a
2015,
o número de pessoas que moram sozinhas
aumentou de 10,4% para 14,6%. As causas
para viver a vida a um variam muito, mas
uma
em especial é comum entre os jovens.
Segundo
dados divulgados pelo IBGE, em 2010, cerca
de
29,2% dos alunos de ensino superior
estudam em
uma cidade diferente da sua natal.
O
estudante de Publicidade, Neto, morava
na
cidade de Jaguaribara, no interior do
Ceará. Ele
comenta que decidiu migrar para a capital
para
buscar a sua graduação no ensino superior.
“A
única oportunidade de conseguir cursar o
curso
que eu queria era fazer a mudança [do
interior
para a capital]. Então, eu decidi que
teria que
morar sozinho”. Para Neto, a parte mais
difícil de
viver só e estudar é ter que conciliar os
estudos
com os afazeres da casa. “Eu já chego
muito
cansado da faculdade, ainda tenho que
fazer
comida, arrumar a casa, essas coisas…”,
relata.
Texto adaptado de:
< http: //portaldonic.com.br/jornalismo/2018/04/24/morar-sozinho-e-fator-de-
amadurecimento/ >.
Acesso em: 16 jul. 2019.
amadurecimento
Por Sabrina
Souza
Morar só pode parecer
uma ideia terrível à
primeira vista. Sentar sozinho à mesa,
preparar
as próprias refeições, varrer a casa,
limpar
banheiro são coisas que, na maioria das
vezes,
não passam pela cabeça de quem vive no
conforto da casa dos familiares. Mas há
muito do
que tirar da experiência solo. A
maturidade é um
importante aspecto que se é trabalhado
nessas
situações. “Levo as dificuldades e os
desafios
[de morar sozinho] como crescimento
pessoal”,
revela Neto Soares, 18, estudante de
Publicidade
e Propaganda. Para muitos, liberdade é a
principal
vantagem de morar sozinho.
Essas são
realidades cada vez mais
recorrentes no dia a dia. De acordo com
Síntese
de Indicadores Sociais do Instituto
Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), de 2005 a
2015,
o número de pessoas que moram sozinhas
aumentou de 10,4% para 14,6%. As causas
para viver a vida a um variam muito, mas
uma
em especial é comum entre os jovens.
Segundo
dados divulgados pelo IBGE, em 2010, cerca
de
29,2% dos alunos de ensino superior
estudam em
uma cidade diferente da sua natal.
O
estudante de Publicidade, Neto, morava
na
cidade de Jaguaribara, no interior do
Ceará. Ele
comenta que decidiu migrar para a capital
para
buscar a sua graduação no ensino superior.
“A
única oportunidade de conseguir cursar o
curso
que eu queria era fazer a mudança [do
interior
para a capital]. Então, eu decidi que
teria que
morar sozinho”. Para Neto, a parte mais
difícil de
viver só e estudar é ter que conciliar os
estudos
com os afazeres da casa. “Eu já chego
muito
cansado da faculdade, ainda tenho que
fazer
comida, arrumar a casa, essas coisas…”,
relata.
Texto adaptado de:
< http: //portaldonic.com.br/jornalismo/2018/04/24/morar-sozinho-e-fator-de-
amadurecimento/ >.
Acesso em: 16 jul. 2019.
Em “[...] a parte mais difícil de viver só
e estudar é ter que conciliar os estudos
com os afazeres da casa. ‘Eu já chego
muito cansado da faculdade, ainda
tenho que fazer comida, arrumar a casa,
essas coisas […]’”,
Texto associado
Uma breve história das
cadeiras para
escritório
Com a escalada da Revolução
Industrial e a
sociedade menos agrária, surgiu nas
empresas a
necessidade de ambientes de trabalho
equipados
com ferramentas para as novas rotinas nos
escritórios. Neste cenário, era preciso
acomodar
em cadeiras quem trabalhava por horas
sentado.
Nasce uma combinação de forma e função em
prol dos funcionários.
Os
historiadores afirmam que a primeira
cadeira
de escritório pode ser rastreada até Júlio
César.
O imperador romano conduziria negócios
oficiais
sentado em uma “cadeira Curule”. Enquanto
outros líderes, magistrados e sacerdotes
também
usavam esta cadeira, César finalmente
distinguiu
sua cadeira levando-a aonde quer que
fosse. Sua
cadeira de “escritório” dourada o
acompanhava
em viagens, ao lado de sua coroa e outros
objetos
de valor.
Ao longo do tempo, a cadeira
de escritório
passou a ter objetivos mais utilitários.
No início de
1800, com as viagens de trem tornando-se
cada
vez mais comuns, os vagões foram equipados
com as Poltronas Centripetais de
Primavera,
projetadas por Thomas E. Warren. Como
estas viagens eram uma forma das empresas
expandirem seus territórios, o uso de uma
cadeira
de trabalho adequada permitia que os
funcionários
completassem suas tarefas administrativas
em
trânsito. Diante da crescente importância,
a
cadeira Centripetal foi equipada com molas
de
assento para ajudar a absorver os
solavancos das
viagens e permitir que os negócios
continuassem
nos trilhos, no duplo sentido da
frase.
Nos anos que antecederam a
Revolução
Industrial, as cadeiras de escritório
passam a
ser usadas como ferramentas de
produtividade.
Despertou-se o uso consciente dos
ambientes de
escritório e a necessidade de se trabalhar
por mais
horas. A cadeira de escritório foi então
fundamental
para acomodações mais confortáveis, para
que os
trabalhadores experimentassem menos
cansaço
ao longo do dia.
[…] No entanto, na
década de 20,
associava-se
preguiça ao ato de sentar confortavelmente
e
era comum ver pessoas trabalhando em
fábricas
usando bancos sem encosto. Reagindo às
reclamações de queda de produtividade e
doença, particularmente entre as mulheres
que já eram
uma presença crescente na força de
trabalho,
uma empresa chamada Tan-Sad lançou uma
cadeira giratória com encosto curvo que
poderia
ser ajustado à estatura de cada
trabalhador.
[…] Nos anos seguintes
surgiram muitas
outras
cadeiras emblemáticas e produtos tidos
como
referência de design, conforto e
imponência, que
fazem parte da história e ainda podem ser
vistos
no portfólio das empresas. No entanto, é
difícil
definir uma maneira acordada de medir o
sucesso
de uma cadeira.
Cadeiras de escritório
são utilizadas para
fins profissionais e as demandas das
empresas
devem sim ser equacionadas levando-se em
conta
ergonomia, durabilidade e design, mas
também
o peso relevante da relação custo-
benefício dos
produtos.
No terceiro milênio, as
cadeiras continuam
a
evoluir, porém com uma nova característica
de
serem acessíveis aos orçamentos enxutos
das
organizações. Hoje é possível se ter
produtos
ergonomicamente adequados, com conforto
e design, sem necessariamente ter que
fazer
investimentos como já vistos no rol
restrito de
produtos do passado.
Adaptado de: <
https://funcional.com.br/uma-breve-
historia-das-cadeiras-
para-escritorio/ > Acesso em: 30 out.
2019 .
cadeiras para
escritório
Com a escalada da Revolução
Industrial e a
sociedade menos agrária, surgiu nas
empresas a
necessidade de ambientes de trabalho
equipados
com ferramentas para as novas rotinas nos
escritórios. Neste cenário, era preciso
acomodar
em cadeiras quem trabalhava por horas
sentado.
Nasce uma combinação de forma e função em
prol dos funcionários.
Os
historiadores afirmam que a primeira
cadeira
de escritório pode ser rastreada até Júlio
César.
O imperador romano conduziria negócios
oficiais
sentado em uma “cadeira Curule”. Enquanto
outros líderes, magistrados e sacerdotes
também
usavam esta cadeira, César finalmente
distinguiu
sua cadeira levando-a aonde quer que
fosse. Sua
cadeira de “escritório” dourada o
acompanhava
em viagens, ao lado de sua coroa e outros
objetos
de valor.
Ao longo do tempo, a cadeira
de escritório
passou a ter objetivos mais utilitários.
No início de
1800, com as viagens de trem tornando-se
cada
vez mais comuns, os vagões foram equipados
com as Poltronas Centripetais de
Primavera,
projetadas por Thomas E. Warren. Como
estas viagens eram uma forma das empresas
expandirem seus territórios, o uso de uma
cadeira
de trabalho adequada permitia que os
funcionários
completassem suas tarefas administrativas
em
trânsito. Diante da crescente importância,
a
cadeira Centripetal foi equipada com molas
de
assento para ajudar a absorver os
solavancos das
viagens e permitir que os negócios
continuassem
nos trilhos, no duplo sentido da
frase.
Nos anos que antecederam a
Revolução
Industrial, as cadeiras de escritório
passam a
ser usadas como ferramentas de
produtividade.
Despertou-se o uso consciente dos
ambientes de
escritório e a necessidade de se trabalhar
por mais
horas. A cadeira de escritório foi então
fundamental
para acomodações mais confortáveis, para
que os
trabalhadores experimentassem menos
cansaço
ao longo do dia.
[…] No entanto, na
década de 20,
associava-se
preguiça ao ato de sentar confortavelmente
e
era comum ver pessoas trabalhando em
fábricas
usando bancos sem encosto. Reagindo às
reclamações de queda de produtividade e
doença, particularmente entre as mulheres
que já eram
uma presença crescente na força de
trabalho,
uma empresa chamada Tan-Sad lançou uma
cadeira giratória com encosto curvo que
poderia
ser ajustado à estatura de cada
trabalhador.
[…] Nos anos seguintes
surgiram muitas
outras
cadeiras emblemáticas e produtos tidos
como
referência de design, conforto e
imponência, que
fazem parte da história e ainda podem ser
vistos
no portfólio das empresas. No entanto, é
difícil
definir uma maneira acordada de medir o
sucesso
de uma cadeira.
Cadeiras de escritório
são utilizadas para
fins profissionais e as demandas das
empresas
devem sim ser equacionadas levando-se em
conta
ergonomia, durabilidade e design, mas
também
o peso relevante da relação custo-
benefício dos
produtos.
No terceiro milênio, as
cadeiras continuam
a
evoluir, porém com uma nova característica
de
serem acessíveis aos orçamentos enxutos
das
organizações. Hoje é possível se ter
produtos
ergonomicamente adequados, com conforto
e design, sem necessariamente ter que
fazer
investimentos como já vistos no rol
restrito de
produtos do passado.
Adaptado de: <
https://funcional.com.br/uma-breve-
historia-das-cadeiras-
para-escritorio/ > Acesso em: 30 out.
2019 .