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A necessidade de formação para exercer a profissão de intérprete de libras foi objeto de diversos textos e instrumentos legais, de modo que o instrumento legal em vigor, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da língua brasileira de sinais, é

A o Decreto n o 6.949/2009.
B a Lei n o 10.436/2002.
C o Decreto n o 5.626/2005.
D a Lei n o 10.098/2000.
E a Lei n o 12.319/2010.
Órgão: Prefeitura de Recife Cargo: Analista em Acessibilidade na função de Intérprete de Língua Brasileira de Sinais - Libras Prova: FCC - Prefeitura de Recife - Analista em Acessibilidade na função de Intérprete de Língua Brasileira de Sinais - Libras - 2020

O assistente social de uma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) organizou uma oficina com famílias, cujo tema se referia aos direitos da pessoa idosa e da pessoa com deficiência. Dentre os questionamentos que surgiram, destaca-se o Benefício de Prestação Continuada (BPC) a respeito do qual se deve esclarecer que

A o requerimento do beneficio deve ser encaminhado por meio da agência local da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) para a agência local do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que terá o prazo de noventa dias para deferir ou indeferir a referida solicitação.
B a comprovação da inexistência de atividade remunerada ou renda informal deve ocorrer mediante declaração do Conselho Municipal de Assistência Social, ou de autoridades locais, para apresentar no momento da feitura do Cadastro Único.
C o valor do BPC para a pessoa idosa a partir de 60 anos de idade é de R$ 400,00 e a partir de 70 anos de idade, é de um salário mínimo.
D considera-se família aquela composta pelo requerente, cônjuge ou companheiro, pais e, na ausência de um deles, madrasta ou padrasto, irmãos solteiros/casados, filhos e enteados solteiros/casados e menores tutelados, desde que vivam sob o mesmo teto.
E o cálculo da renda familiar per capita , para a concessão do BPC à pessoa idosa, não poderá considerar o valor do BPC já concedido a outro idoso na família (conforme regulamentação legal para a concessão desse benefício).
Órgão: Prefeitura de Recife Cargo: Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Assistente Social Prova: FCC - Prefeitura de Recife - Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Assistente Social - 2020

A Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do Sistema Único de Assistência Social (NOB-RH/Suas) estabelece princípios éticos que orientam a intervenção dos profissionais da área de assistência social. Conforme essa normativa, configura-se como princípio ético

A a promoção aos usuários do acesso à informação, restrito àquelas que o profissional julgar necessárias, incluindo a informação sobre o nome do profissional, que pode ser omitido, conforme o perfil do usuário atendido.
B a contribuição para a criação de mecanismos que venham a burocratizar a relação com os usuários, no sentido de que os processos e fluxos estabelecidos, mesmo que demorados, sejam eficientes e eficazes.
C a proibição de devolução das informações colhidas nos estudos e pesquisas aos usuários, considerando que tais dados são para uso da gestão e de institutos de pesquisa e não são de interesse dos usuários.
D o reconhecimento do direito dos usuários a ter acesso a benefícios e renda, desde que estes estejam associados à contrapartida social, a exemplo de participação em cursos de capacitação e prestação de serviços.
E o incentivo para que os usuários exerçam seu direito de participar de fóruns, conselhos, movimentos sociais e cooperativas populares de produção.
Órgão: Prefeitura de Recife Cargo: Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Assistente Social Prova: FCC - Prefeitura de Recife - Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Assistente Social - 2020

Todas essas formas de avaliação são fundamentais para a educação no país: a primeira de que falaremos, nos permite acompanhar nossos educandos individualmente em suas aprendizagens, carências e necessidades de ajuda em seu percurso de formação; a segunda é a aliada dos gestores da educação na busca da efetividade significativa de suas instituições seja no atendimento aos educandos, seja também na elevação sociocultural da comunidade onde se encontra situada; e, por fim, a terceira nos retrata como o país está no que se refere à qualidade do ensino e sua efetividade. Esses três níveis de avaliação são necessários para que, de um lado, olhemos para nossos educandos, mas também para o sistema de ensino que os atende.

(Adaptado de: http://luckesi.blogspot.com . Acessado em: 28/02/2020)

Os três níveis de avaliação a que Luckesi se refere são, respectivamente:

A educacional − formal − nacional.
B da aprendizagem − institucional − de larga escala.
C educacional − institucional − em rede.
D individual − de larga escala − institucional.
E da aprendizagem − gestora − nacional.
Órgão: Prefeitura de Recife Cargo: Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Pedagogo Prova: FCC - Prefeitura de Recife - Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Pedagogo - 2020

Indisciplina, agressividade, desinteresse, dificuldades de aprendizagem não podem e não devem ser tratados isoladamente, e, sim, a partir de um estudo das relações professor-aluno, aluno-conteúdo, aluno-aluno, aluno-estatutos escolares, aluno-comunidade, professor-comunidade, o que demonstra o caráter político da atuação do orientador educacional, quando ultrapassa os limites dos muros da escola e se envolve com a comunidade.

(Adaptado de: PASCOAL, M.; HONORATO, E. C.; ALBUQUERQUE, F. A. O orientador educacional no Brasil. Educação em Revista . Belo Horizonte: n. 47, jun. 2008, p. 106)

Por tratar diretamente das relações humanas que envolvem o espaço pedagógico, o trabalho do orientador educacional é muitas vezes confundido com o do psicólogo. Para evitar esse tipo de engano, é necessário ter em mente que

A a atuação do psicólogo como orientador educacional é admitida nas escolas e prevista no artigo 64 da LDB n o 9.394/1996.
B a atuação conjunta do psicólogo com o orientador educacional confere um caráter terapêutico ao ambiente escolar.
C a formação do orientador educacional está prevista na LDB n o 9.394/1996 no espectro da formação do pedagogo.
D uma segunda graduação em Pedagogia é pré-requisito para o psicólogo atuar como orientador educacional.
E o relacionamento com a comunidade confere ao trabalho do orientador educacional um caráter terapêutico, além de político.
Órgão: Prefeitura de Recife Cargo: Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Pedagogo Prova: FCC - Prefeitura de Recife - Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Pedagogo - 2020
Texto associado
Atenção : O texto abaixo refere-se às questões de números 45 e 46.

A ideia de que a humanidade deixa de ser apenas uma representação e passa a ser presente a si mesma no ciberespaço expressa bem o fato de que, hoje em dia, graças à Internet, o que acontece em um cantinho do mundo pode ser conhecido “em tempo real” e até provocar mudanças no outro lado do planeta. Além disso, essa humanidade por comunicação universal tenta levar o oposto à lógica da concorrência generalizada. Portanto, trata-se de uma ideia importante para pensar a dimensão antropológica de uma pedagogia contemporânea.

(Adaptado de: CHARLOT, B. A questão antropológica na Educação quando o tempo da barbárie está de volta. Educar em Revista , v. 35, n. 73, jan/fev 201, p. 173)

Tendo em vista a questão antropológica básica sobre a definição de ser humano, é possível entender que as considerações apresentadas por Charlot apontam para uma pedagogia que

A estabeleça todas as nuances de diversidade cultural do planeta ao longo da escolarização do aluno.
B se concentre no aprendiz como parâmetro cultural, recusando outras visões que podem interferir na formação do aluno.
C estimule a percepção da diversidade humana em diferentes práticas e significados ao redor do mundo.
D saiba oscilar entre a pedagogia tradicional e a nova, para sintetizar as melhores tendências em benefício do aluno.
E utilize as ferramentas tecnológicas, a fim de abranger uma visão pedagógica cibernética em benefício do aluno.
Órgão: Prefeitura de Recife Cargo: Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Pedagogo Prova: FCC - Prefeitura de Recife - Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Pedagogo - 2020

A escola tem que se preocupar com a formação plena dos educandos, sobretudo aquelas infâncias e adolescências que a sociedade trata de maneira tão injusta, tão dura, tão cruel, aqueles a quem se nega a sua possibilidade de ser criança, de ser adolescente, que são jogados na pobreza extrema, que trabalham para ir à escola e vão da escola para o trabalho, que moram em lugares precaríssimos.

(Adaptado de: ARROYO, Miguel. Entrevista a Educação e Participação . set. 2015)

A educação defendida pelo autor se enquadra na modalidade

A tradicional.
B básica.
C universal.
D integral.
E inovadora.
Órgão: Prefeitura de Recife Cargo: Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Pedagogo Prova: FCC - Prefeitura de Recife - Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Pedagogo - 2020

Ao avaliar os pressupostos teóricos, ao situar os obstáculos e vislumbrar as possibilidades, os educadores vão desvelando a realidade escolar, estabelecendo relações, definindo finalidades comuns e configurando novas formas de organizar as estruturas administrativas e pedagógicas para a melhoria do trabalho de toda a escola na direção do que se pretende.

(Adaptado de: VEIGA, I. P. A. org. O projeto político-pedagógico da escola . São Paulo: Papirus, 1995, p. 26)

De acordo com a descrição apresentada, um projeto político-pedagógico se constitui de

A documento detalhado e bem-intencionado, porém inviável no cotidiano escolar.
B proposta democrática de escola, a ser concretizada pela comunidade escolar.
C proposta democrática a ser cumprida, sob fiscalização do município.
D instância burocrática a ser cumprida, sem aplicação efetiva no cotidiano escolar.
E instrumento de avaliação do desempenho da escola pelos supervisores de ensino.
Órgão: Prefeitura de Recife Cargo: Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Pedagogo Prova: FCC - Prefeitura de Recife - Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Pedagogo - 2020

A Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017, estabelecida pelo CNE para Educação Infantil e Ensino Fundamental, determina que os currículos das redes devem ser (re)elaborados de forma alinhada à BNCC até 2019, passando a valer a partir de 2020.

(Disponível em: http://movimentopelabase.org.br )

Sobre sua adoção na prática cotidiana das escolas, a Base Nacional Comum Curricular

A parte dos conhecimentos dos alunos em cada série para definir o currículo das escolas da rede pública, considerando as diversidades locais.
B implica uma formação continuada do corpo docente dos gestores, que será oferecida pelo MEC na forma de capacitações on-line .
C permite aos professores, ao explicitar os conteúdos e competências a serem desenvolvidos em cada série, inferir qual é a melhor forma de abordar sua disciplina em cada momento.
D favorece o trabalho transdisciplinar, pois naturalmente a equipe de professores é capaz de identificar quais disciplinas devem ser abordadas conjuntamente em cada momento.
E não determina como ensinar, mas o que ensinar, de modo que cada escola e cada rede, dentro de seu currículo e projeto político-pedagógico, definirá como trabalhar os conteúdos.
Órgão: Prefeitura de Recife Cargo: Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Pedagogo Prova: FCC - Prefeitura de Recife - Analista em Assistência Social e Direitos Humanos - Pedagogo - 2020

Há um projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa que dispõe sobre a regulamentação da Política Estadual de
Assistência Social e um assistente social foi chamado para avaliar se o referido projeto está em consonância com as normativas
da área. Dessa forma, é correto que conste na regulamentação

A como diretriz, que a primazia da responsabilidade do Estado na condução da política de assistência social nos municípios
cabe à esfera estadual.
B como princípio, que a assistência social deve ser prestada a quem dela necessitar com exigência de contribuição ou
contrapartida, considerando o seu caráter socioeducativo.
C a responsabilidade da esfera estadual no financiamento do Benefício de Prestação Continuada para Pessoas Idosas e
Pessoas com Deficiência e coordenação, junto às esferas municipais, do processo de revisão de dois em dois anos.
D a responsabilidade da esfera estadual na organização, coordenação e prestação de serviços regionalizados da proteção
social especial de média e alta complexidade, de acordo com o diagnóstico socioterritorial e os critérios pactuados na
Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e deliberados pelo Conselho Estadual de Assistência Social (CEAS).
E a inclusão do financiamento na modalidade de benefícios eventuais, aqueles que são relativos a programas, projetos
vinculados ao campo da saúde (órtese, prótese), da educação (material escolar) e da segurança alimentar (sementes para
horta, cesta de alimentos), considerando que o benefício eventual de auxílio-natalidade e auxílio-funeral, o financiamento é
da responsabilidade da esfera municipal.