Texto 2 (Para as questões 9 e 10.)
Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/charge-bilionarios-iniciamera-espacial/. Acesso em: 29 de mar. 2024.
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Conforme o disposto no Decreto nº 10.936/2022, cujo teor regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
Texto associado
As três formas verbais empregadas na charge exprimem, na mesma ordem em que são utilizadas:
Texto associado
Hospitais, as “casas da morte” do século 19
Doenças incuráveis. Longas filas de espera. E nenhum cuidado com higiene. Veja como era o dia a dia de médicos, enfermeiros e pacientes 200 anos atrás.
Por Rafael Battaglia
Em 1825, visitantes do hospital St. George, em Londres, encontraram fungos e larvas sob os lençóis de um paciente com uma fratura exposta. Normal: o homem, que esperava há dias para ser atendido, não reclamou para os funcionários, que pareciam não ligar para a situação.
Casos como esse eram regra, não exceção, dos hospitais do século 19. Eram lugares escuros, sujos e mal ventilados – ideais para a proliferação de doenças. Pacientes se amontoavam em salas apertadas e, não raro, saíam dali piores do que entraram: o índice de mortalidade de cirurgias hospitalares era de três a cinco vezes maior que o de operações que aconteciam em ambientes domésticos.
Não à toa, os hospitais tinham o apelido de ‘casas da morte’. Alguns deles, por exemplo, só aceitavam pacientes que pudessem cobrir as despesas de um funeral, destino comum de quem dava entrada por ali. A situação era pior em grandes centros urbanos como Londres, que em 1825 se tornou a metrópole mais populosa do mundo, com 1,3 milhão de habitantes (e chegaria ao século 20 com cinco milhões de pessoas). A sujeira da cidade, consequência do crescimento desordenado, se refletia nos hospitais. Os funcionários andavam com panos sobre o nariz para se proteger do mau cheiro. E o chefe dos catadores de inseto, que tiravam pulgas e percevejos dos colchões, costumava ganhar mais que um cirurgião.
[...]
Em 1882, o médico alemão Robert Koch formalizou a teoria dos germes. Ele descobriu o bacilo da tuberculose, que na época era responsável por uma em cada seis mortes no mundo, e descreveu sua propagação. Os acadêmicos e a sociedade começaram a entender que microrganismos existiam, que eram responsáveis por doenças e que era possível evitá-los – e o mundo, aos poucos, ficou mais antisséptico.
Os hospitais ganharam paredes brancas, que facilitam a detecção de sujeira. Os ambientes ficaram mais arejados, com limpeza constante e um número reduzido de pacientes por quarto. Os utensílios deixaram de ter ranhuras e cabos de madeira e passaram a ser de metal, mais fáceis de esterilizar. Aos poucos, nasceram os hospitais modernos.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/historia/hospitais-as-casasda-morte-do-seculo-19/. Acesso em: 7 jun. 2024.
Doenças incuráveis. Longas filas de espera. E nenhum cuidado com higiene. Veja como era o dia a dia de médicos, enfermeiros e pacientes 200 anos atrás.
Por Rafael Battaglia
Em 1825, visitantes do hospital St. George, em Londres, encontraram fungos e larvas sob os lençóis de um paciente com uma fratura exposta. Normal: o homem, que esperava há dias para ser atendido, não reclamou para os funcionários, que pareciam não ligar para a situação.
Casos como esse eram regra, não exceção, dos hospitais do século 19. Eram lugares escuros, sujos e mal ventilados – ideais para a proliferação de doenças. Pacientes se amontoavam em salas apertadas e, não raro, saíam dali piores do que entraram: o índice de mortalidade de cirurgias hospitalares era de três a cinco vezes maior que o de operações que aconteciam em ambientes domésticos.
Não à toa, os hospitais tinham o apelido de ‘casas da morte’. Alguns deles, por exemplo, só aceitavam pacientes que pudessem cobrir as despesas de um funeral, destino comum de quem dava entrada por ali. A situação era pior em grandes centros urbanos como Londres, que em 1825 se tornou a metrópole mais populosa do mundo, com 1,3 milhão de habitantes (e chegaria ao século 20 com cinco milhões de pessoas). A sujeira da cidade, consequência do crescimento desordenado, se refletia nos hospitais. Os funcionários andavam com panos sobre o nariz para se proteger do mau cheiro. E o chefe dos catadores de inseto, que tiravam pulgas e percevejos dos colchões, costumava ganhar mais que um cirurgião.
[...]
Em 1882, o médico alemão Robert Koch formalizou a teoria dos germes. Ele descobriu o bacilo da tuberculose, que na época era responsável por uma em cada seis mortes no mundo, e descreveu sua propagação. Os acadêmicos e a sociedade começaram a entender que microrganismos existiam, que eram responsáveis por doenças e que era possível evitá-los – e o mundo, aos poucos, ficou mais antisséptico.
Os hospitais ganharam paredes brancas, que facilitam a detecção de sujeira. Os ambientes ficaram mais arejados, com limpeza constante e um número reduzido de pacientes por quarto. Os utensílios deixaram de ter ranhuras e cabos de madeira e passaram a ser de metal, mais fáceis de esterilizar. Aos poucos, nasceram os hospitais modernos.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/historia/hospitais-as-casasda-morte-do-seculo-19/. Acesso em: 7 jun. 2024.
No trecho “Pacientes se amontoavam em salas apertadas e, não raro , saíam dali piores do que entraram [...]”, os termos destacados podem ser substituídos, sem alteração de sentido, por
Texto associado
Instituto-Geral de Perícias usa protocolo internacional para identificação de vítimas das enchentes no RS e para apoio a familiares
De 22 corpos que estão no Departamento Médico Legal, em Porto Alegre, 18 já foram identificados
O Instituto-Geral de Perícias (IGP) está atuando com uma força-tarefa para a identificação de vítimas da chuva e enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul.
O trabalho faz parte de um protocolo internacional que orienta as ações para casos de acidentes ou eventos climáticos com grande número de vítimas. Dos 22 corpos que chegaram ao Departamento Médico Legal (DML) de Porto Alegre na tarde de quarta-feira (6), 18 já foram identificados pelas impressões digitais. [...]
A decisão de centralizar o trabalho no DML da Capital foi justamente para uso da estrutura e da equipe multidisciplinar especializada em ações desse tipo, o que permite maior rapidez nas identificações. O grupo é composto por papiloscopistas, médicos legistas, peritos criminais, psiquiatras, técnicos em perícias, fotógrafos criminalísticos e assistentes sociais, entre outros profissionais. No prédio em que fica o DML, na Avenida Ipiranga, bairro Azenha, há salas destinadas ao atendimento psicossocial dos familiares.
Como muitas famílias perderam as casas ou todos os documentos, um sistema de identificação para estas pessoas também está em funcionamento. Para liberar um corpo de uma vítima, um familiar precisa se apresentar com identificação obrigatória. Se a pessoa está sem documentos, o IGP faz biometria na hora e já emite nova carteira de identidade. Também há trabalho integrado com cartórios para o registro do óbito.
— Temos todo suporte às famílias. Quem chega aqui recebe todas as orientações, inclusive, sobre o cartório em que deve ir, onde haverá atendimento em guichê específico. Também estamos em contato com a Defesa Civil em função das dificuldades das pessoas em virem até aqui. Elas poderão ser trazidas ou vamos organizar para fazer a liberação dos corpos em cidades mais próximas — explica a diretora-geral do IGP, a perita criminal Marguet Mittmann. [...]
Sobre a identificação das vítimas, Marguet destaca que é feita a partir de três etapas. A mais rápida é pelas impressões digitais. Se a pessoa tem carteira de identidade feita no Estado, a impressão consta no banco de dados. O sistema faz uma comparação inicial, e a identificação é finalizada a partir de análise técnica de um papiloscopista.
Das 22 vítimas, 18 tiveram impressões digitais localizadas no banco de dados. Para quem não tem, a etapa seguinte é o processo de odontologia forense. Nesse caso, familiares teriam de apresentar documentos de atendimentos odontológicos do falecido, o que também não é simples diante da tragédia que destruiu e arrastou casas, deixando famílias sem pertences. Então, por último, é o processo de DNA, em que o familiar precisa ceder uma amostra de saliva para que o exame comparativo seja feito.
De qualquer forma, explica Marguet, para uma margem de segurança do processo de identificação e até para garantir material genético para eventuais exames que sejam necessários no futuro, todos os familiares, mesmo os das vítimas identificadas por impressões digitais, têm material coletado para lançamento no banco de dados genéticos do IGP.
— Estamos trabalhando com todos os esforços e essas famílias não vão ficar desassistidas. Não haverá revitimização — garantiu a diretora-geral do IGP.
Adaptado de: https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2023/09/instituto-geral-de-pericias-usa-protocolo-internacional-para-identificacao-de-vitimas-das-enchentes-no-rs-e-para-apoio-a-familiares-clm9ctldi001q015g62hda5yo.html. Acesso em: 10 maio 2024.
De 22 corpos que estão no Departamento Médico Legal, em Porto Alegre, 18 já foram identificados
O Instituto-Geral de Perícias (IGP) está atuando com uma força-tarefa para a identificação de vítimas da chuva e enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul.
O trabalho faz parte de um protocolo internacional que orienta as ações para casos de acidentes ou eventos climáticos com grande número de vítimas. Dos 22 corpos que chegaram ao Departamento Médico Legal (DML) de Porto Alegre na tarde de quarta-feira (6), 18 já foram identificados pelas impressões digitais. [...]
A decisão de centralizar o trabalho no DML da Capital foi justamente para uso da estrutura e da equipe multidisciplinar especializada em ações desse tipo, o que permite maior rapidez nas identificações. O grupo é composto por papiloscopistas, médicos legistas, peritos criminais, psiquiatras, técnicos em perícias, fotógrafos criminalísticos e assistentes sociais, entre outros profissionais. No prédio em que fica o DML, na Avenida Ipiranga, bairro Azenha, há salas destinadas ao atendimento psicossocial dos familiares.
Como muitas famílias perderam as casas ou todos os documentos, um sistema de identificação para estas pessoas também está em funcionamento. Para liberar um corpo de uma vítima, um familiar precisa se apresentar com identificação obrigatória. Se a pessoa está sem documentos, o IGP faz biometria na hora e já emite nova carteira de identidade. Também há trabalho integrado com cartórios para o registro do óbito.
— Temos todo suporte às famílias. Quem chega aqui recebe todas as orientações, inclusive, sobre o cartório em que deve ir, onde haverá atendimento em guichê específico. Também estamos em contato com a Defesa Civil em função das dificuldades das pessoas em virem até aqui. Elas poderão ser trazidas ou vamos organizar para fazer a liberação dos corpos em cidades mais próximas — explica a diretora-geral do IGP, a perita criminal Marguet Mittmann. [...]
Sobre a identificação das vítimas, Marguet destaca que é feita a partir de três etapas. A mais rápida é pelas impressões digitais. Se a pessoa tem carteira de identidade feita no Estado, a impressão consta no banco de dados. O sistema faz uma comparação inicial, e a identificação é finalizada a partir de análise técnica de um papiloscopista.
Das 22 vítimas, 18 tiveram impressões digitais localizadas no banco de dados. Para quem não tem, a etapa seguinte é o processo de odontologia forense. Nesse caso, familiares teriam de apresentar documentos de atendimentos odontológicos do falecido, o que também não é simples diante da tragédia que destruiu e arrastou casas, deixando famílias sem pertences. Então, por último, é o processo de DNA, em que o familiar precisa ceder uma amostra de saliva para que o exame comparativo seja feito.
De qualquer forma, explica Marguet, para uma margem de segurança do processo de identificação e até para garantir material genético para eventuais exames que sejam necessários no futuro, todos os familiares, mesmo os das vítimas identificadas por impressões digitais, têm material coletado para lançamento no banco de dados genéticos do IGP.
— Estamos trabalhando com todos os esforços e essas famílias não vão ficar desassistidas. Não haverá revitimização — garantiu a diretora-geral do IGP.
Adaptado de: https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2023/09/instituto-geral-de-pericias-usa-protocolo-internacional-para-identificacao-de-vitimas-das-enchentes-no-rs-e-para-apoio-a-familiares-clm9ctldi001q015g62hda5yo.html. Acesso em: 10 maio 2024.
Tendo em vista aspectos linguísticos que constituem o texto, assinale a alternativa correta.
A Resolução nº 430, de 13 de maio de 2011, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) dispõe sobre condições, parâmetros, padrões e diretrizes para gestão do lançamento de efluentes em corpos de água receptores. Os efluentes de qualquer fonte poluidora somente poderão ser lançados diretamente nos corpos receptores após o devido tratamento e desde que obedeçam às condições, padrões e exigências dispostos nessa resolução e em outras normas aplicáveis. Assinale a alternativa que apresenta a definição correta para efeito dessa resolução.
Para o uso agrícola de lodos de esgoto gerados em estações de tratamento de esgoto sanitário e seus produtos derivados, devem-se seguir critérios e procedimentos. Considerando o caráter mitigador da atividade de tratamento de esgotos sanitários, relativamente aos impactos e danos ambientais e sanitários, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s) em relação ao licenciamento ambiental das Unidades de Gerenciamento de Lodo (UGL) e Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).
I. Unidades de Gerenciamento de Lodo – UGL – que recebem lodo de uma ou mais ETEs, cuja soma de suas capacidades seja igual ou superior a 250.000 habitantes, devem obter licença prévia, de instalação e de operação.
II. Unidades de Gerenciamento de Lodo – UGL – que recebem lodo de uma ou mais ETEs, cuja soma de suas capacidades seja superior a 30.000 e inferior a 250.000 habitantes, devem obter somente licença ambiental simplificada.
III. Unidades de Gerenciamento de Lodo – UGL – que recebem lodo de uma ou mais ETEs, cuja soma de suas capacidades seja de até 30.000 habitantes, devem obter somente licença de operação.
IV. No caso de ETE que já tenha obtido a Licença de Operação, caso venha implantar uma UGL, não será necessário requerer outro licenciamento ambiental para essa unidade.
De acordo com o disposto no Estatuto dos Servidores do Ministério Público do Paraná (Lei Estadual nº 20.640/2021), no último semestre do estágio probatório, serão reunidas as avaliações e submetidas à homologação
A Resolução CNJ nº 325/2020, em seu Anexo II, apresenta os macrodesafios do Poder Judiciário e seus respectivos indicadores de desempenho. Nessa perspectiva, qual é o indicador correto para medir o macrodesafio da Consolidação do Sistema de Precedentes Obrigatórios?
Texto associado
Texto 1
Descoberto um novo planeta ‘perto’ da Terra
Localizado a 40 anos-luz de distância da Terra, o Gliese tem um tamanho comparável ao do planeta Vênus e uma temperatura à superfície estimada em 42 ºC.
Por: Isabel Alvarez
Os cientistas anunciaram que descobriram um novo planeta a 40 anos-luz de distância da Terra, considerado relativamente ‘próximo’. O planeta também é muito similar a Terra, sendo um pouco menor e mais quente.
O planeta, chamado Gliese, teria a possibilidade ainda de poder suportar vida humana, de acordo com os astrônomos. [...]
Segundo o jornal The Independent , o Gliese 12b tem um tamanho comparável ao do planeta Vênus, com uma temperatura à superfície estimada em 42 ºC, que é mais baixa do que a maioria dos cerca de cinco mil exoplanetas, que são aqueles fora do sistema solar já descobertos.
Os astrônomos sugeriram que este é um dos poucos planetas conhecidos onde os humanos poderiam, teoricamente, sobreviver, no entanto ainda não se tem a certeza de como é a sua atmosfera, se é que a tem. “Obter uma resposta sobre o aspecto da atmosfera é vital porque revelaria se o planeta consegue manter temperaturas adequadas para a existência de água líquida, e provavelmente de vida, na sua superfície”, diz o comunicado dos cientistas.
Adaptado de: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/cienciaesaude/2024/05/descoberto-um-novo-planeta-perto-da-terra.html. Acesso em: 24 maio 2024.
Texto 2
Ter ou não ter atmosfera, eis a questão
[...]
Tanto a Terra quanto Vênus estão na região habitável do Sol, mas só o nosso mundo é amigável à vida. Isso porque não basta estar no endereço certo: é preciso ter outros requisitos. No caso, uma atmosfera na medida certa.
Enquanto a atmosfera da Terra garante que o planeta seja habitável, a de Vênus é bem mais densa, composta por gases como o dióxido de carbono, que não deixam que o calor saia de lá. O resultado é um efeito estufa severo e um planeta muito quente, com os termômetros batendo, em média, 475 °C. Por causa disso, Vênus não tem água.
Ainda não dá para saber como é a atmosfera de Gliese 12b, ou mesmo se o exoplaneta tem uma atmosfera. Se não tiver, a temperatura provavelmente gira em torno de 42 °C, podendo potencialmente abrigar água em estado líquido ou até formas de vida.
[...]
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/nasa-identifica-exoplaneta-potencialmente-habitavel-proximo-de-nos/. Acesso em: 24 maio 2024.
Descoberto um novo planeta ‘perto’ da Terra
Localizado a 40 anos-luz de distância da Terra, o Gliese tem um tamanho comparável ao do planeta Vênus e uma temperatura à superfície estimada em 42 ºC.
Por: Isabel Alvarez
Os cientistas anunciaram que descobriram um novo planeta a 40 anos-luz de distância da Terra, considerado relativamente ‘próximo’. O planeta também é muito similar a Terra, sendo um pouco menor e mais quente.
O planeta, chamado Gliese, teria a possibilidade ainda de poder suportar vida humana, de acordo com os astrônomos. [...]
Segundo o jornal The Independent , o Gliese 12b tem um tamanho comparável ao do planeta Vênus, com uma temperatura à superfície estimada em 42 ºC, que é mais baixa do que a maioria dos cerca de cinco mil exoplanetas, que são aqueles fora do sistema solar já descobertos.
Os astrônomos sugeriram que este é um dos poucos planetas conhecidos onde os humanos poderiam, teoricamente, sobreviver, no entanto ainda não se tem a certeza de como é a sua atmosfera, se é que a tem. “Obter uma resposta sobre o aspecto da atmosfera é vital porque revelaria se o planeta consegue manter temperaturas adequadas para a existência de água líquida, e provavelmente de vida, na sua superfície”, diz o comunicado dos cientistas.
Adaptado de: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/cienciaesaude/2024/05/descoberto-um-novo-planeta-perto-da-terra.html. Acesso em: 24 maio 2024.
Texto 2
Ter ou não ter atmosfera, eis a questão
[...]
Tanto a Terra quanto Vênus estão na região habitável do Sol, mas só o nosso mundo é amigável à vida. Isso porque não basta estar no endereço certo: é preciso ter outros requisitos. No caso, uma atmosfera na medida certa.
Enquanto a atmosfera da Terra garante que o planeta seja habitável, a de Vênus é bem mais densa, composta por gases como o dióxido de carbono, que não deixam que o calor saia de lá. O resultado é um efeito estufa severo e um planeta muito quente, com os termômetros batendo, em média, 475 °C. Por causa disso, Vênus não tem água.
Ainda não dá para saber como é a atmosfera de Gliese 12b, ou mesmo se o exoplaneta tem uma atmosfera. Se não tiver, a temperatura provavelmente gira em torno de 42 °C, podendo potencialmente abrigar água em estado líquido ou até formas de vida.
[...]
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/nasa-identifica-exoplaneta-potencialmente-habitavel-proximo-de-nos/. Acesso em: 24 maio 2024.