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Em um grupo de bailarinas, as idades são: 10, 13, 15 e 17 anos. Uma nova bailarina juntou-se ao grupo e a idade média das cinco bailarinas passou a ser 13,4 anos. A idade da nova integrante é

A 14 anos.
B 13 anos.
C 11 anos.
D 12 anos.
E 10 anos.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região Cargo: Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 1 - Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação - 2025

O enfermeiro do ambulatório foi acionado para atender um servidor que sofreu queda de uma escada durante sua jornada de trabalho. Ao chegar no local, o enfermeiro identificou a necessidade de imobilizar a coluna cervical do paciente antes da sua remoção. A fim de selecionar o tamanho de colar cervical adequado, o enfermeiro deve medir o pescoço do paciente utilizando seus dedos para avaliar a distância entre

A a orelha e o terço médio do esterno.
B a orelha e a região subclavicular.
C o queixo e o segundo espaço intercostal.
D a mandíbula e o ombro.
E o maxilar e o ombro
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região Cargo: Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Enfermagem do Trabalho Prova: FCC - TRT 15 - Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Enfermagem do Trabalho - 2025

De acordo com a disciplina do Código Tributário Nacional, é pessoalmente responsável pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da partilha ou adjudicação

A o herdeiro legítimo, limitada essa responsabilidade a 50% do quinhão recebido e, se ele também for legatário, a 50% do valor do legado recebido.
B o cônjuge meeiro, limitada essa responsabilidade ao montante da meação.
C o herdeiro testamentário, limitada essa responsabilidade a 50% do legado recebido.
D o cônjuge herdeiro, ilimitadamente.
E o inventariante, ilimitadamente, quando ele não for herdeiro, nem legatário.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí Cargo: Agente de Tributos Estaduais - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ PI - Agente de Tributos Estaduais - Área: Tecnologia da Informação - 2025
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 48 e 49 utilize as informações a seguir:

Um ativo intangível, com vida útil definida em 20 anos, estava apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2021 da empresa Só Aparência S.A. com os seguintes valores:
Custo de aquisição ........................................................... 5.000.000,00
(-) Amortização acumulada ................................................... ( 1.125.000,00 )
(=) Valor contábil do ativo ................................................... 3.875.000,00
Para a realização do teste de redução ao valor recuperável de ativos (teste de impairment ) em 31/12/2022, a empresa obteve as seguintes informações sobre esse ativo intangível, com os valores expressos em reais:
- Valor em uso......................................................................... 3.500.000,00
- Valor justo líquido das despesas de venda ................. ......... 3.300.000,00

O valor contábil líquido apresentado para esse ativo intangível pela empresa Só Aparência S.A., no Balanço Patrimonial de 31/12/2022, foi

A R$ 2.750.000,00
B R$ 3.500.000,00
C R$ 3.625.000,00
D R$ 3.300.000,00
E R$ 3.875.000,00
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí Cargo: Agente de Tributos Estaduais - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ PI - Agente de Tributos Estaduais - Área: Tecnologia da Informação - 2025
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 43 e 44 utilize as informações a seguir:

No dia 01/12/2024, a empresa Rentabilizando S.A. realizou duas aplicações em ativos financeiros, cujos valores e as respectivas classificações feitas pela empresa foram as seguintes:

- R$ 400.000,00 são mensurados ao custo amortizado.
- R$ 300.000,00 são mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes.

As duas aplicações remuneravam à mesma taxa de juros de 0,8% ao mês.
Os valores justos dos títulos, em 31/12/2024, eram os seguintes:
- R$ 408.000,00 para os títulos mensurados ao custo amortizado.
- R$ 306.000,00 para os títulos mensurados ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes.

O valor total registrado no Balanço Patrimonial de 31/12/2024 da empresa Rentabilizando S.A., especificamente em relação às duas aplicações financeiras realizadas em 01/12/2024 foi

A R$ 700.000,00
B R$ 705.600,00
C R$ 714.000,00
D R$ 710.400,00
E R$ 709.200,00
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí Cargo: Agente de Tributos Estaduais - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ PI - Agente de Tributos Estaduais - Área: Tecnologia da Informação - 2025
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 8 a 15, considere o texto a seguir.

Como arquiteto e paisagista, pertenço ao grupo de estudiosos que adota o ponto de vista do ordenador, que difere do planejador, embora ambos façam parte de um mesmo processo. O enfoque do ordenador resume-se na tentativa de avaliação da cidade como uma estrutura global do meio ambiente e não somente como uma série de elementos que fortuitamente se interligaram. É possível, por exemplo, avaliar a cidade em termos de experiência pela qual passam todas as pessoas que nela vivem. Primeiro, constroem as ruas, implantam a infraestrutura, depois os prédios e, se sobrar espaço, colocam uma ou duas árvores ou um chafariz. Em torno disso, pessoas e automóveis.
Outra forma de avaliação da cidade seria através da relação entre quatro elementos: edifícios, espaço para veículos, espaço para pedestres e elementos naturais. Estamos tão acostumados a viver rodeados por edifícios e automóveis que não nos ocorre a possibilidade de questionar se eles estão fora de proporção. O espaço para pedestres é o que sobrou do espaço destinado aos automóveis. Caminhamos contornando as calçadas, ao longo das ruas ou através de estacionamentos, se o automóvel nos der passagem. Nas cidades, especialmente no centro, a vegetação constitui apenas um elemento decorativo. Se as plantas fossem de plástico, não faria diferença nenhuma, já que não tem nenhuma função específica.
Na arquitetura, uma extensa série de argumentos históricos demonstram que as árvores não são necessárias à ordenação urbana. Um dos sempre repetidos é que a praça São Marcos, em Veneza, não tem árvores. Mas esse é um tipo de argumento evasivo, pois não explica como foi construída a praça São Marcos.
É preciso não esquecer que uma árvore tem funções comparáveis as de um prédio. Ela molda o espaço, dá abrigo, modera o clima e estabelece relacionamento entre nós e os espaços mais amplos que nos rodeiam. Como um dos principais elementos do melo ambiente, não é apenas uma peça decorativa, colocada defronte a um edifício: ordena o espaço da mesma maneira que a arquitetura molda o espaço.
Além das árvores e outros elementos que compõem o conjunto urbano, é igualmente importante considerar o tipo de relação que existe entre edifícios, veículos, pedestres e elementos naturais. Tomemos o caso de São Paulo. Sobrevoando a cidade de helicóptero, o panorama é espantoso. Por que um povo inteligente construiria edifícios de vinte andares, com fachadas cheias de janelas, afastadas a cada quatro ou cinco metros, através das quais os moradores só podem se ver uns aos outros?

(Adaptado de: ECKBO. Garret. O Paisagismo nas Grandes Metrópoles. São Paulo: Ateliê, 2008, pp. 39-42)

Considere os seguintes trechos:

Primeiro, constroem as ruas . .. (1º parágrafo)
...da mesma maneira que a arquitetura molda o espaço . (4º parágrafo)
Além das árvores e outros elementos que compõem o conjunto urbano .. . (último parágrafo)

Os termos sublinhados são corretamente substituídos por pronomes em:

A constroem-nas - molda-o - o compõem
B constroem-nas - o molda - compõem-no
C as constroem - molda-lhe - o compõem
D as constroem - molda-lhe - compõem-no
E constroem-as - o molda - compõem-o
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 8 a 15, considere o texto a seguir.

Como arquiteto e paisagista, pertenço ao grupo de estudiosos que adota o ponto de vista do ordenador, que difere do planejador, embora ambos façam parte de um mesmo processo. O enfoque do ordenador resume-se na tentativa de avaliação da cidade como uma estrutura global do meio ambiente e não somente como uma série de elementos que fortuitamente se interligaram. É possível, por exemplo, avaliar a cidade em termos de experiência pela qual passam todas as pessoas que nela vivem. Primeiro, constroem as ruas, implantam a infraestrutura, depois os prédios e, se sobrar espaço, colocam uma ou duas árvores ou um chafariz. Em torno disso, pessoas e automóveis.
Outra forma de avaliação da cidade seria através da relação entre quatro elementos: edifícios, espaço para veículos, espaço para pedestres e elementos naturais. Estamos tão acostumados a viver rodeados por edifícios e automóveis que não nos ocorre a possibilidade de questionar se eles estão fora de proporção. O espaço para pedestres é o que sobrou do espaço destinado aos automóveis. Caminhamos contornando as calçadas, ao longo das ruas ou através de estacionamentos, se o automóvel nos der passagem. Nas cidades, especialmente no centro, a vegetação constitui apenas um elemento decorativo. Se as plantas fossem de plástico, não faria diferença nenhuma, já que não tem nenhuma função específica.
Na arquitetura, uma extensa série de argumentos históricos demonstram que as árvores não são necessárias à ordenação urbana. Um dos sempre repetidos é que a praça São Marcos, em Veneza, não tem árvores. Mas esse é um tipo de argumento evasivo, pois não explica como foi construída a praça São Marcos.
É preciso não esquecer que uma árvore tem funções comparáveis as de um prédio. Ela molda o espaço, dá abrigo, modera o clima e estabelece relacionamento entre nós e os espaços mais amplos que nos rodeiam. Como um dos principais elementos do melo ambiente, não é apenas uma peça decorativa, colocada defronte a um edifício: ordena o espaço da mesma maneira que a arquitetura molda o espaço.
Além das árvores e outros elementos que compõem o conjunto urbano, é igualmente importante considerar o tipo de relação que existe entre edifícios, veículos, pedestres e elementos naturais. Tomemos o caso de São Paulo. Sobrevoando a cidade de helicóptero, o panorama é espantoso. Por que um povo inteligente construiria edifícios de vinte andares, com fachadas cheias de janelas, afastadas a cada quatro ou cinco metros, através das quais os moradores só podem se ver uns aos outros?

(Adaptado de: ECKBO. Garret. O Paisagismo nas Grandes Metrópoles. São Paulo: Ateliê, 2008, pp. 39-42)

O elemento sublinhado está empregado corretamente em:

A Olhando para os espaços livres em que ainda restam na periferia, percebe-se um grande potencial de áreas livres para convívio e habitação.
B O espaço excessivo, ocupado por automóveis, por cuja reordenação se tem lutado, é um problema comum aos grandes centros urbanos.
C Um dos argumentos contrários, de que se costuma referir, à conformação atual das cidades é seu impacto climático no meio ambiente.
D São quatro os elementos estruturais pelos quais se baseiam os planejamentos urbanos.
E Deve-se pensar no contato com a natureza com que atualmente não é proporcionado à população.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto seguinte.

Usos da tecnologia

O uso da tecnologia em geral e dos dispositivos digitais em particular adquiriu importância social e passou a ressignificar a vida das pessoas, no que tange à corrente de informações, aos vários níveis de comunicação, ao consumo e à educação. Com a pandemia do novo coronavírus, em 2020, o que vinha acontecendo gradativamente acabou sendo acelerado com o uso mais intenso da tecnologia, como nos casos do ensino a distância e do trabalho remoto.
O que já era uma tendência do mercado passou a fazer parte da rotina das pessoas. Grande parte da sociedade passou a vi- ver imersa em diversos recursos tecnológicos: mensagens instantâneas, aulas virtuais, áudios e vídeos compartilhados. São operações que nos aproximam e que solucionam problemas emergentes, mas que também requerem cuidado e prudência em sua utilização.
A integração crescente da tecnologia no nosso cotidiano pode impactar a saúde das pessoas de diversas maneiras, o uso excessivo de dispositivos digitais tornou-se de tal modo uma constante que passou a representar um sério risco para a saúde dos jovens, em boa parte sedentários e com distúrbios do sono, e do equilíbrio mental de toda pessoa que se entrega ao regime cativante das imagens, afastando-se cada vez mais dos componentes do mundo real. Além disso, a conectividade exagerada pode contribuir para intensificar a ansiedade e a frustração de expectativas entre os usuários renitentes da tecnologia. Ferramentas úteis e necessárias, quando mal utilizadas, podem tornar-se letais para quem delas faz uso indiscriminado.

(Adaptado de: Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV). Disponível em: https://abqv.org.br/uso-de-teconologia)

Ferramentas úteis e necessárias, quando mal utilizadas, podem tornar-se letais.

Reescrevendo-se o período acima começando por A má utilização de ferramentas , uma complementação correta e coerente será

A pode ser letal, uma vez que sejam úteis e necessárias.
B ainda quando úteis e necessárias, pode tornar-se letal.
C conquanto úteis e necessárias, podem tornar-se letais.
D a menos que úteis e necessárias, poderão tornar-se letais.
E se tornaria letal, quando fossem úteis e necessárias.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 6 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação - 2025

Uma Prefeitura implantado um Data Warehouse para análise de dados financeiros com foco em receitas e despesas públicas. O modelo multidimensional utilizado possui uma tabela fato principal chamada FatosFinanceiros e três dimensões: Tempo, Categoria e Localidade cujas estruturas são:

Tabela Fato: FatosFinancairos
Dado
Tipo de Dado
Descrição
IDFato
INT
Identificador único da transação
IDTempo
INT
Chave estrangeira para a dimensão Tempo
IDCategoria
INT
Chave estrangeira para a dimensão Categoria
IDLocalidade
INT
Chave estrangeira para a dimensão Localidade
Valor
DECIMAL(10,2)
Valor da receita ou despesa

Dimensão: Tempo
Dado
Tipo de Dado
Descrição
IDTempo
INT
Identificador único do período
Ano
INT
Ano do registro
Mes
INT
Mês do registro

Dimensão: Categoria
Dado
Tipo de Dado
Descrição
IDCategoria
INT
Identificador único da categoria
NomeCategoria
VARCHAR (255)
Nome da categoria (ex.: Educação, Saúde)

Dimensão: Localidade
Dado
Tipo de Dado
Descrição
IDLocalidade
INT
Identificador único da localidade
NomeLocalidade
VARCHAR (255)
Nome da localidade

Um Auditor necessita fazer uma análise para identificar o valor total das receitas e despesas por ano e por categoria. À consulta deve ser otimizada para o modelo multidimensional cuja melhor prática, considerando o modelo descrito, é

A SELECT t.Ano, l.NomeLocalidade, SUM(f.Valor) AS Total
FROM FatosFinanceiros f
JOIN Tempo t ON f.lDTempo = t.IDTempo
JOIN Localidade l ON f.lDLocalidade = l.IDLocalidade
GROUP BY t.Ano, l.NomeLocalidade;
B SELECT t.Ano, c.NomeCategoria, SUM(f.Valor) AS Total
FROM FatosFinanceiros f
JOIN Tempo t ON f.IDTempo = t.IDTempo
JOIN Categoria c ON f.IDCategoria = c.IDCategoria
GROUP BY t.Ano, c.NomeCategoria;
C SELECT l.NomeLocalidade, c.NomeCategoria, SUM(f.Valor) AS Total
FROM FatosFinanceiros f
JOIN Localidade l ON f.IDLocalidade = l.IDLocalidade
JOIN Categoria c ON f.IDCategoria = c.IDCategoria
GROUP BY l.NomeLocalidade, c.NomeCategoria;
D SELECT t.Mes, c.NomeCategoria, SUM(f.Valor) AS Total
FROM FatosFinanceiros f
JOIN Tempo t ON f.IDTempo = t.IDTempo
JOIN Categoria c ON f.IDCategoria = c.IDCategoria
GROUP BY t.Mes, c.NomeCategoria;
E SELECT c.NomeCategoria, l.NomeLocalidade, SUM(f.Valor) AS Total
FROM FatosFinanceiros f
JOIN Categoria c ON f.IDCategoria = c.IDCategoria
JOIN Localidade l ON f.IDLocalidade = l.IDLocalidade
GROUP BY c.NomeCategoria, l.NomeLocalidade;
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor de Controle Interno - Área: Geral Prova: FCC - CGM SP - Auditor de Controle Interno - Área: Geral Conhecimentos Especializados - Prova 3 - 2025

Considere que tenha sido instaurado processo administrativo de responsabilização de pessoa jurídica contra empresas acusadas de conluio para frustrar diversos procedimentos licitatórios no setor de serviço público municipal de coleta de lixo. Uma dessas empresas manifestou a intenção de celebrar acordo de leniência, nos termos disciplinados pela Lei federal nº 12.846/2013. De acordo com a disciplina estabelecida no referido diploma legal,

A constitui requisito necessário para a celebração do acordo, além de outros previstos na Lei, que a empresa seja a primeira a se manifestar sobre seu interesse em cooperar para a apuração do ato ilícito.
B o acordo de leniência é cabível independentemente da prescrição das sanções previstas na Lei, a qual ocorre em dez anos a partir da ciência do ilícito objeto da responsabilização.
C a apresentação de proposta de acordo de leniência implica o reconhecimento do cometimento do ilicíto em apuração, bem como da obrigação de reparação integral do dano dele decorrente direta e indiretamente.
D o acordo somente poderá ser celebrado se não houver indícios de que a pessoa jurídica interessada auferiu vantagem pecuniária em função do ilícito investigado, diretamente ou por empresa integrante do mesmo grupo econômico.
E caso celebrado o acordo de leniência, fica afastada responsabilidade dos sócios e administradores da empresa por eventuais atos de improbidade relacionados com o ilícito objeto do acordo, salvo no caso de descumprimento das condições fixadas.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor de Controle Interno - Área: Geral Prova: FCC - CGM SP - Auditor de Controle Interno - Área: Geral Conhecimentos Específicos - 2025