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Quando se analisa o que distingue a área de RH de outras áreas de uma organização, identifica-se que ela é, ao mesmo tempo, uma responsabilidade de linha e uma função de staff, o que significa que essa área

A atua em ambientes e em condições que ela mesma determinou, sobre os quais possui um alto grau de poder e controle.
B lida diretamente com os resultados organizacionais, evitando decisões contingenciais ou situacionais.
C lida diretamente com fontes de receita e, por isso, é alocada nos orçamentos da organização, ao mesmo tempo, como centros de custos e de lucros.
D é um fim em si mesma, controlando os eventos e as condições que produzem a eficácia e a eficiência organizacionais.
E não concentra todos os recursos humanos dentro de sua área, já que estes são alocados nos diversos órgãos da organização, sob a autoridade de diversas chefias.

Um governante, defensor da Nova Gestão Pública, decidiu que implementaria um plano de gestão voltado à convergência da gestão pública à gestão privada. Para tal, aprovou um conjunto de orientações de gestão alinhadas à gestão privada. Entretanto, uma das orientações aprovadas estava equivocada por não permitir essa convergência. A orientação equivocada do governante era a que dizia respeito à(ao)

A ênfase no desempenho por meio de mensuração de indicadores de custos, processos e resultados/ impactos.
B constituição de grandes organizações multifuncionais centralizadoras.
C preferência por formas organizacionais mais enxutas e especializadas.
D foco no tratamento de usuários de serviços como clientes.
E compartilhamento de responsabilidades e remuneração por desempenho.

A Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal especificam os conteúdos dos instrumentos de planejamento orçamentário, mas há pontos que são tratados de forma complementar na LDO e na LOA. Um desses pontos refere-se

A à renúncia de receita
B às alterações na legislação tributária
C ao controle de custos
D aos critérios para limitação de empenho
E aos objetivos das políticas macroeconômicas
Texto associado
Texto I Obsolescência programada: inimiga ou parceira do consumidor?

Obsolescência programada é exercida quando um produto tem vida útil menor do que a tecnologia permitiria, motivando a compra de um novo modelo — eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis são exemplos evidentes dessa prática. Uma câmera com uma resolução melhor pode motivar a compra de um novo celular, ainda que o modelo anterior funcione perfeitamente bem. Essa estratégia da indústria pode ser vista como inimiga do consumidor, uma vez que o incentiva a adquirir mais produtos sem realmente necessitar deles. No entanto, traz benefícios, como o acesso às novidades. Planejar inovação é extremamente importante para melhoria e aumento da capacidade técnica de um produto num mercado altamente competitivo. Já imaginou se um carro de hoje fosse igual a um carro dos anos 1970? O desafio é buscar um equilíbrio entre a inovação e a durabilidade.

Do ponto de vista técnico, quando as empresas planejam um produto, já tem equipes trabalhando na sucessão dele, pois se trata de uma necessidade de sobrevivência no mercado. Sintomas de obsolescência são facilmente percebidos quando um novo produto oferece características que os anteriores não tinham, como o uso de reconhecimento facial; ou a queda de desempenho do produto com relação ao atual padrão de mercado, como um smartphone que não roda bem os aplicativos atualizados. Outro sinal é detectado quando não é possível repor acessórios, como carregadores compatíveis, ou mesmo novos padrões, como tipo de bateria, conector de carregamento ou tipos de cartão de um celular, por exemplo.

Isso não significa que o consumidor está refém de trocas constantes de equipamento: é possível adiar a substituição de um produto, por meio de upgrades de hardware, como inclusão de mais memória, baterias e acessórios de expansão, pelo menos até o momento em que essa troca não compense financeiramente.

Quanto à legalidade, o que se deve garantir é que os produtos mais modernos mantenham a compatibilidade com os anteriores, a fim de que o antigo usuário não seja forçado constantemente à compra de um produto mais novo se não quiser. É importante diferenciá-la da obsolescência perceptiva, que ocorre quando atualizações cosméticas, como um novo design, fazem o produto parecer sem condições de uso, quando não está.

É preciso lembrar também que a obsolescência programada se dá de forma diferente em cada tipo de equipamento. Um controle eletrônico de portão tem uma única função e pode ser usado por anos e anos sem alterações ou troca. Já um celular tem maior taxa de obsolescência e pode ter de ser substituído em um ano ou dois, dependendo das necessidades do usuário, que pode desejar fotos de maior resolução ou tela mais brilhante.

Essa estratégia traz desafios, como geração do lixo eletrônico. Ao mesmo tempo, a obsolescência deve ser combatida na restrição que possa causar ao usuário, como, por exemplo, uma empresa não mais disponibilizar determinada função que era disponível pelo simples upgrade do sistema operacional, forçando a compra de um aparelho novo. O saldo geral é que as atualizações trazidas pela obsolescência programada trazem benefícios à sociedade, como itens de segurança mais eficientes em carros e conectabilidade imediata e de alta qualidade entre pessoas. É por conta disso que membros de uma mesma família que moram em países diferentes podem conversar diariamente, com um custo relativamente baixo, por voz ou vídeo. Além disso, funcionários podem trabalhar remotamente, com mais qualidade de vida, com ajuda de dispositivos móveis.

RAMALHO, N. Obsolescência programada: inimiga ou parceira do consumidor? Disponível em: gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/obsolescencia-programada- -inimiga-ou-parceira-do-consumidor-5z4zm6km1pndkokxsb- t4v6o96/>. Acesso em: 23 jul. 2019. Adaptado.

No Texto I, no período “Essa estratégia da indústria pode ser vista como inimiga do consumidor, uma vez que o incentiva a adquirir mais produtos sem realmente necessitar deles.” (?. 8-11), o conector uma vez que poderia ser substituído, sem alteração do sentido, por

A conforme
B quando
C como
D pois
E se

Um gerente avaliou os resultados do último treinamento comportamental de sua Universidade em três níveis distintos: (i) da organização, (ii) dos recursos humanos e, (iii) das tarefas e operações. Para tanto, ele teve de considerar, respectivamente, os seguintes resultados:

A redução do absenteísmo, redução no fluxo de produção, elevação do conhecimento das pessoas
B aumento das habilidades pessoais, aumento de produtividade, melhor relacionamento da organização com seus funcionários
C redução do índice de acidentes, aumento da eficácia organizacional, melhoria no processo de mudança e inovação
D melhoria da qualidade dos produtos e serviços, redução do índice de acidentes, aumento das competências das pessoas
E melhoria do clima organizacional, redução da rotatividade de pessoal, melhor atendimento ao cliente

A Autoridade Certificadora (AC) emite certificados digitais com o objetivo de atestar a associação entre uma chave pública e uma entidade que pode ser uma pessoa física, pessoa jurídica, cliente de rede ou servidor de rede. Quando um certificado é emitido para uma pessoa física, o certificado digital contém a assinatura digital apenas da(o)

A pessoa física.
B AC.
C ) pessoa física e da AC.
D estação na qual o certificado será usado.
E sevidor que exige o certificado digital.

Um parâmetro definido pela LRF para acompanhamento dos limites fiscais é a Receita Corrente Líquida (RCL), que consiste no somatório das receitas correntes, deduzido de valores também definidos em lei, correspondentes a destinações de recursos vinculados. Na apuração da RCL da União, uma das deduções previstas corresponde a

A recursos para pagamento de serviço da dívida
B recursos para aplicação mínima em saúde e educação
C transferências de convênios firmados com outros entes
D compensação financeira entre regimes previdenciários
E repasse para os poderes Legislativo e Judiciário

Um administrador atua no setor que organiza o orçamento de determinado órgão público. Todos os anos, ele estabelece a previsão das receitas e a fixação das despesas em determinado período de tempo. Segundo a doutrina, o orçamento público é um instrumento de

A pesquisa
B elaboração
C desenvolvimento
D articulação
E planejamento

Um parâmetro definido pela LRF para acompanhamento dos limites fiscais é a Receita Corrente Líquida (RCL), que consiste no somatório das receitas correntes, deduzido de valores também definidos em lei, correspondentes a destinações de recursos vinculados. Na apuração da RCL da União, uma das deduções previstas corresponde a

A recursos para pagamento de serviço da dívida
B recursos para aplicação mínima em saúde e educação
C transferências de convênios firmados com outros entes
D compensação financeira entre regimes previdenciários
E repasse para os poderes Legislativo e Judiciário

Uma das classificações legalmente requeridas para a despesa pública refere-se à classificação institucional, que reflete a estrutura de alocação dos créditos orçamentários em níveis hierárquicos. Na classificação institucional da despesa, uma autarquia de ensino superior federal, subordinada ao Ministério da Educação,

A constitui um agrupamento de unidades orçamentárias com dotações próprias.
B recebe dotações orçamentárias diretamente do Tesouro Nacional.
C é considerada uma unidade orçamentária, identificada com três dígitos.
D é considerada um órgão orçamentário, identificado com dois dígitos.
E está impedida de receber transferências não autorizadas pelo Ministério a que está subordinada.