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A Previdência Social é um seguro social que visa garantir uma renda ao trabalhador, mediante uma contribuição mensal, nas situações de Incapacidade de exercer sua profissão ou no período da aposentadoria. Entre os benefícios previdenciários está a aposentadoria não programada, que é concedida

A por incapacidade inalterável de exercer qualquer atividade laborativa, e que não possa ser reabilitado em outra profissão.
B em razão de acidente com sequelas permanentes e que reduz significativamente a capacidade de trabalho do segurado.
C a trabalhadores que, atuam em situações prejudiciais a saúde ou integridade física ao longo dos anos.
D por meio médico, tendo sido comprovada a incapacidade para trabalhar por motivo de doença ou acidente.
E a trabalhadores com idade mínima de 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens), contribuintes por no mínimo 15 anos (mulheres) e 20 anos (homens).

De acordo com o que estabelece a Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021), o edital podera, na forma disposta em regulamento, exigir que percentual mínimo da mão de obra responsável pela execução do objeto da contratação seja constituído por

A pessoas trans, travestis e não binárias.
B negros, pardos e indígenas.
C jovens aprendizes.
D pessoas maiores de 60 anos,
E mulheres vitimas de violência doméstica.

A Seguridade Social é financiada por toda a sociedade. Nesse sentido, as contribuições sociais são aquelas feitas

A pela incidência de impostos sobre compras no exterior.
B pela receita dos concursos públicos.
C pelos empregadores de trabalhadores rurais.
D pelas empresas, incidentes sobre seu valor capital.
E pelas empresas, Incidentes sobre faturamento e lucro.

Entre os instrumentos da política urbana estão os institutos jurídicos e políticos como

A os planos, programas e projetos setoriais.
B a assistência técnica é jurídica gratuita para as comunidades e grupos sociais em situação de vulnerabilidade.
C o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU), meio ambiente e respectivas legislações.
D a disciplina do parcelamento, do uso e da ocupação do solo.
E os planos de desenvolvimento econômico e social.

A inclusão da criança ou adolescente em programas de acolhimento familiar terá preferência a seu acolhimento institucional, observado, em qualquer caso, o caráter temporário e excepcional da medida, nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente. Nesse caso, a pessoa ou casal cadastrado no programa de acolhimento familiar podera receber a criança ou adolescente mediante

A medida cautelar.
B guarda.
C tutela.
D adoção.
E curatela.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 11 a 20, baseie-se no texto a seguir.

Uma vela para Dario

Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.
Ele reclina-se mais um pouco, estendido na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros se afastem e o deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma surgem no canto da boca.
Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta a outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficam sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade.
Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele próprio - quando vivo - só destacava molhando no sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.
A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.
Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.

(Adaptado de: TREVISAN, Dalton. 33 contos escolhidos. Rio de Janeiro: Record, 2005)

Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato de um moro desbotado pela chuva.

Com a passagem acima o autor pretende destacar que

A a atitude do menino configura um ato solidário e desinteressado praticado por alguém socialmente vulnerável.
B o ato do menino reforça o caráter cômico da narrativa, transformando a cena da morte em uma situação de humor involuntário.
C a atitude representa uma tentativa de exploração econômica da situação de morte de Dario, já que o menino vende uma vela no local do acidente.
D o gesto do menino confirma a indiferença geral das pessoas, pois ele apenas observa o corpo sem qualquer envolvimento emocional.
E a presença do menino indica que a polícia já havia encerrado a ocorrência e liberado o corpo para remoção imediata.

Os(As) assistentes sociais vêm contribuindo, nas últimas décadas, para a construção de uma cultura do direito e da cidadania, resistindo Bo conservadorismo e considerando, como possibilidades concretas de construção de direitos e iniciativas de “contra-desmanche”, os(as)

A movimentos sociais.
B programas de transferência de renda.
C projetos humanitários internacionais.
D organizações da sociedade civil.
E políticas sociais.

O conjunto de tendências teórico-metodológicas e posições ideopolíticas do Serviço Social contemporâneo se confrontam, sendo inegável a centralidade assumida nesse processo pelo

A marxismo.
B ecletismo.
C pluralismo.
D positivismo.
E pragmatismo.

Entre as diretrizes do Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social, que objetiva Implementar políticas e programas para promoção do acesso à moradia digna para a população de mais baixa renda, está

A incentivar a pesquisa é a incorporação de desenvolvimento tecnológico e de formas alternativas de produção habitacional.
B ofertar para a população de menor renda o acesso à terra urbanizada e à habitação digna e sustentável.
C articular e acompanhar a atuação das instituições e órgãos que desempenham funções nó setor da habitação.
D promover moradia digna como direito « vetor de inclusão social.
E democratizar e descentralizar o controle social e a transparência dos procedimentos decisórios.

O Serviço Social é uma profissão participante das variadas formas de intervenção social, voltadas para a regulação das relações sociais, logo, para o tratamento do instrumental técnico-operativo do Serviço Social é necessário

A diversificar e complexificar as necessidades sociais e profissionais.
B delimitar as particularidades do instrumental nos processos de reprodução material e nos processos de reprodução ideológica dos homens.
C aprimorar os meios necessários à objetivação daquilo que é necessário para a sobrevivência material, à medida que se complexificam as exigências de transformação da natureza.
D adaptar a sofisticação das necessidades vinculadas à reprodução material e social dos homens.
E desconsiderar que à processo de produção e reprodução social se constitui não somente como um processo de produção material, visto que envolve a reprodução das forças produtivas e das relações de produção.