QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
8 questões encontradas
Texto associado
Texto CB1A1

Jeremy Bentham, filósofo e jurista que viveu na Inglaterra entre 1748 e 1832, foi o criador do utilitarismo como filosofia moral. Tal concepção surgiu em um período bastante específico, a era da razão. Bentham dirigiu suas críticas principalmente ao direito, tendo sido um vigoroso defensor da codificação das leis em um país que possui o sistema consuetudinário. A originalidade de suas críticas se forjava sob os auspícios da idade das luzes.
Raoul Van Caenegem, historiador belga e renomado especialista no campo da história jurídica europeia, afirma, sobre o utilitarismo, que “O ponto de partida para a crítica de Bentham ao sistema inglês (que, em sua época, era substancialmente medieval) não foi o direito natural continental, mas sim uma ideia inteiramente original: o princípio da utilidade. Bentham não formulou axiomas nem deduziu normas do direito a partir deles; em vez disso, questionou a utilidade de cada conceito e norma jurídica, e o objetivo prático destes para o homem e a sociedade de sua época”.
Segundo Caenegem, o princípio da utilidade pode ser definido como “o princípio que aprova ou desaprova qualquer ação, segundo a tendência que tem de aumentar ou diminuir a felicidade da pessoa cujo interesse está em jogo, ou seja, segundo a tendência de promover ou de comprometer a felicidade de alguém”.
O utilitarismo envolve uma ética adequadamente denominada de consequencialista, na medida em que requer que se avaliem, em cada caso concreto, os efeitos das ações, isto é, se as condutas são eticamente reprováveis a partir do critério da utilidade. Preconiza que as ações humanas devem seguir o princípio da utilidade, consistente na consideração da quantidade de prazer e de dor que as ações provocam nos indivíduos. As ações devem considerar todos os interesses, de maneira que nenhum contrainteresse seja desconsiderado ou tenha preponderância sobre outro.
Além disso, o número de pessoas atingidas pelas ações é objeto de análise. Busca-se sempre promover a maior quantidade de prazer possível ao maior número de indivíduos, ao passo que se evita o desprazer em uma proporção inversa: há um paralelismo entre o prazer e o sofrimento para o inglês, de tal modo que a maximização de um significa proporcionalmente a minimização de outro.

Internet: (com adaptações).

Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita para o trecho entre aspas no terceiro parágrafo do texto CB1A1. Assinale a opção em que a proposta apresentada mantém a correção gramatical e os sentidos do texto.

A “o princípio que aprova, ou não, qualquer ação, consoante à tendência que tem de aumentar ou diminuir a felicidade da pessoa que o interesse está em jogo, ou seja, à tendência de promover ou de comprometer a felicidade da mesma”
B “o princípio que aprova ou condena qualquer ação, conforme aumenta ou diminui a felicidade da pessoa de quem o interesse está em jogo, ou seja, conforme promove ou compromete a felicidade de alguém”
C “o princípio que aprova ou condena qualquer ação, segundo a tendência que tem de aumentar ou diminuir a felicidade da pessoa da qual o interesse está em jogo, logo, de promover ou de comprometer a felicidade de alguém”
D “o princípio que aprova ou reprova qualquer ação, de acordo com sua tendência de aumentar ou diminuir a felicidade da pessoa cujo o interesse está em jogo, ou seja, de promover ou de prejudicar a felicidade de alguém”
E “o princípio que aprova ou reprova qualquer ação, conforme a tendência que tem de aumentar ou de diminuir a felicidade da pessoa cujo interesse está em jogo, isto é, segundo a tendência de promover ou de comprometer a felicidade de alguém”
Órgão: Agência Espacial Brasileira Cargo: Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional Prova: CESPE/CEBRASPE - AEB - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional - 2025

Os objetivos de desenvolvimento do milênio foram adotados pela Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro de 2000, na Declaração do Milênio, quando 191 países assinaram o documento, que passou a guiar os discursos e as ações das principais agências de cooperação para o desenvolvimento, tornando-se uma espécie de unanimidade nas referências de seus documentos. Desenvolvimento sustentável e gênero, entre outros, convertem-se em componentes onipresentes na cooperação, em alguns casos, de inclusão obrigatória para a aprovação de projetos.

E. S. Kraychete e D. Vitale, (orgs). Cooperação internacional para o desenvolvimento: desafios no século XXI. Salvador: EDUFBA, 2013, p. 111 (com adaptações).

A partir do texto precedente, e considerando os objetivos de desenvolvimento do milênio, é correto afirmar que o novo discurso do desenvolvimento humano sustentável representa não apenas uma redefinição da agenda de desenvolvimento, mas também

A uma estratégia homogênea, isenta de diversidades históricas, culturais e econômicas, visando à construção conjunta de conhecimento que envolva o desenvolvimento local aliado à preservação.
B uma iniciativa desvinculada de relações de poder, focada em assistência técnica e financeira aos países periféricos para a preservação ambiental aliada à manutenção das populações nativas.
C um esforço unificado dos países desenvolvidos para erradicar a pobreza global, que evita influências políticas e valoriza o desenvolvimento local em detrimento da produção ilimitada e do consumo desgovernado.
D um esforço de atores do desenvolvimento, comportando a noção de arranjo institucional, no qual o mercado figura como o principal condutor da produção e distribuição de bens; o Estado, como articulador da redefinição das regras do jogo; e um terceiro setor, que, em parceria com o mercado e o Estado, promove o bem-estar social.
E uma prática de transferência de “saber-fazer” dos países do Norte para os do Sul, com vistas à modernização caracterizada pelo aproveitamento do fornecimento de matérias-primas locais.
Órgão: Agência Espacial Brasileira Cargo: Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional Prova: CESPE/CEBRASPE - AEB - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional - 2025

O Acordo sobre o Retorno de Objetos Lançados no Espaço Exterior especifica que o Estado em cujo território caia um objeto espacial de outro Estado

A pode autorizar imediatamente que o objeto seja destruído.
B pode negociar a venda do objeto ao país que realizar sua recuperação.
C deve permitir que o país de origem recupere o objeto de acordo com as normas do referido acordo internacional.
D deve entregar o objeto ao país de origem, sem necessidade de seguir qualquer procedimento legal para tanto.
E pode manter o objeto e usá-lo para fins militares, até que o país de origem o reclame.
Órgão: Agência Espacial Brasileira Cargo: Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional Prova: CESPE/CEBRASPE - AEB - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional - 2025

O Tratado sobre os Princípios que Regem as Atividades dos Estados na Exploração e no Uso do Espaço Exterior tem como principal objetivo

A regular a exploração de corpos celestes, exceto a Lua.
B regular a propriedade sobre os recursos no espaço.
C regular a exploração do espaço exterior, incluindo a Lua e outros corpos celestes.
D definir os direitos dos astronautas em missões espaciais privadas.
E regrar a colocação de armas nucleares no espaço.
Órgão: Agência Espacial Brasileira Cargo: Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional Prova: CESPE/CEBRASPE - AEB - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional - 2025

O Programa Espacial Brasileiro (PEB) foi oficialmente instituído para coordenar as atividades espaciais no País. Diversos acontecimentos contribuíram para estruturar e para implementar o programa, sendo um dos eventos que marcou de modo significativo a estruturação do PEB

A a criação de uma estação de rastreio em Fernando de Noronha, em 1956.
B a internalização no Brasil do Tratado do Espaço, realizada por meio de decreto.
C a formalização do Grupo de Organização da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (GOCNAE), que originou a Comissão Nacional de Atividades Espaciais.
D a construção da estação operacional de Cuiabá para receber imagens de satélites.
E o lançamento do primeiro satélite brasileiro, em 1993.
Órgão: Agência Espacial Brasileira Cargo: Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional Prova: CESPE/CEBRASPE - AEB - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional - 2025

No Tratado sobre os Princípios que Regem as Atividades dos Estados na Exploração e no Uso do Espaço Exterior, existe uma cláusula que

A proíbe a troca de tecnologia militar entre países.
B permite ensaios com armas em órbita, exceto as de destruição em massa.
C estabelece um sistema de defesa para os astronautas.
D possibilita a utilização de pessoal militar para fins de pesquisas científicas ou para qualquer outro fim pacífico.
E permite a criação de bases militares em outros planetas.
Órgão: Agência Espacial Brasileira Cargo: Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional Prova: CESPE/CEBRASPE - AEB - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional - 2025

O principal objetivo da Convenção sobre o Registro de Objetos Lançados ao Espaço Exterior (1976), da qual o Brasil é signatário, é

A proibir lançamentos comerciais de satélites sem autorização da ONU.
B criar um banco de dados global para o rastreamento de objetos espaciais.
C estabelecer um sistema de pagamento de royalties pela exploração do espaço.
D garantir que apenas Estados-membros da ONU possam lançar satélites no espaço.
E regular a repartição de benefícios e de patentes relacionadas à exploração dos corpos celestes.
Órgão: Agência Espacial Brasileira Cargo: Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional Prova: CESPE/CEBRASPE - AEB - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional - 2025

De acordo com a Lei das Atividades Espaciais Nacionais (Lei n.º 14.946/2024), a regulamentação e fiscalização das atividades espaciais de defesa nacional são de competência

A da Presidência da República.
B do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
C da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Comando da Aeronáutica, de maneira conjunta.
D da Agência Espacial Brasileira (AEB).
E do Comando da Aeronáutica.
Órgão: Agência Espacial Brasileira Cargo: Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional Prova: CESPE/CEBRASPE - AEB - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior - Área: Cooperação Internacional - 2025