QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
720 questões encontradas

Um cliente, insatisfeito com os serviços a ele prestados, entrou em contato com a empresa, por telefone, para apresentar suas reclamações. A empresa tem um serviço de atendimento ao cliente que é considerado de excelência.

Para que, efetivamente, o serviço de atendimento ao cliente seja considerado de excelência, é necessário que o

A atendente isente a empresa de responsabilidade pelo problema, argumentando que o serviço foi prestado e que o problema foi causado pelo próprio cliente que não definiu exatamente o que queria.
B atendente utilize a linguagem técnica da empresa ainda que o cliente não a entenda; dessa forma, a empresa passará credibilidade, demonstrando o conhecimento de todos que trabalham na empresa.
C cliente seja tratado com transparência e cordialidade, ainda que a situação a ser resolvida seja de difícil solução, e o problema não possa ser solucionado imediatamente.
D cliente, que precisa ser atendido rapidamente, receba a garantia de que o problema será solucionado imediatamente, mesmo que a empresa não possa cumprir o prometido.
E atendimento eletrônico seja imediato, com uma gravação orientando o procedimento que o cliente deve executar, mesmo que ele tenha de esperar para falar diretamente com o atendente.

Um administrador, que está fazendo uma revisão das atividades realizadas em sua área visando à obtenção de mais eficiência, solicitou ao seu assistente a elaboração de um fluxograma para que, assim, seu objetivo fosse alcançado.

O fluxograma tem como objetivo

A estabelecer a quantidade de pessoas por unidade organizacional para a realização das atividades.
B evidenciar os cargos existentes na empresa para estabelecer o fluxo de comunicação.
C indicar a relação hierárquica existente nos diferentes setores da empresa.
D demonstrar a sequência operacional de um processo, possibilitando a visualização do seu funcionamento.
E representar a estrutura formal da empresa e seus setores para identificar as interdependências existentes.
Texto associado
Texto I

“Quando eu for bem velhinho /

Bem velhinho, que [precise] usar um bastão /
Eu hei de ter um netinho, ah... / Pra me levar pela
mão / No carnaval, eu não fico em casa / Eu não
5 fico, eu vou brincar! / Nem que eu vá me sentar na
calçada / Pra ver meu bloco passar...”
Lupicínio Rodrigues — autor de elaboradas
e densas canções de amor — surpreende escre-
vendo, em 1936, ano em que nasci, essa singela e
10 comovente marchinha carnavalesca. Uma raridade
que constrói e, ao mesmo tempo, define um carna-
val. O carnaval como um ritual — como um encon-
tro necessário, como as festas religiosas e algumas
cerimônias cívicas — e não como uma brincadeira
15 da qual se escolhe, livre e individualmente, parti-
cipar. O carnaval faz parte do calendário religioso
católico romano que, mesmo no Brasil republicano,
burguês e pós-moderno, continua a ser observa-
do. Hoje, ao lado da Semana Santa e da Semana
20 da Pátria, ele talvez seja mais um feriado festivo
do que uma ocasião que coage o nosso comporta-
mento, obrigando à participação, como deixa claro
a marchinha de Lupicínio.
Ouvi a música pelo piano de mamãe quando
25 era um menino: supunha-me o netinho que levava o avô
pela mão até o seu bloco de carnaval. Hoje, sendo
um avô feliz e orgulhoso de cinco lindas moças e
três belos rapazes, tenho nada mais nada menos
do que 16 mãos dispostas a, amorosamente, me
30 conduzirem ao meu bloco que passa todo ano pela
minha calçada.
Leitor querido: se você tiver alguma recorda-
ção dessa música, ouça-a. Se você não souber
manipular algum aparelho eletrônico, seu netinho
35 o ajuda. E ouvindo a simplicidade dessa tocante
canção, você vai ler esta crônica como eu a escre-
vo: com os olhos molhados dos antigos carnavais.

DAMATTA, R. O Globo, Rio de Janeiro, 10 fev. 2016. Primeiro Caderno, p. 13. Adaptado.

Considere-se a seguinte passagem do Texto I: “o netinho que levava o avô pela mão até o seu bloco de carnaval” ( ℓ . 25-26).

Quem é o netinho mencionado nessa passagem?

A O autor da crônica.
B O compositor da música.
C O personagem da canção.
D A criança da imaginação do autor.
E Qualquer criança que tenha um avô.
Texto associado
Texto III

Quando eu for bem velhinho — continuação 2

O tempo do carnaval era obrigatório. A despeito
de todas as mudanças, ele continua sendo a pausa
que dá sentido e razão ao tempo como uma majes-
tade humana. Este imperador sem rivais que diz que
5 passa quando, de fato, quem passa somos nós.
Uma lenda escandinava, traduzida à luz da
análise pelo sábio das línguas e costumes euro-
-europeus Georges Dumézil, conta a história de um
camponês que, sem querer, libertou o diabo de um
10 caixote que ele transportava para um padre na sua
carroça. Livre e solto, o diabo — que está sempre
fazendo alguma coisa — começou a surrar o seu
involuntário libertador, perguntando ansiosamente:
“O que devo fazer?” O camponês mandou que ele
15 construísse uma ponte de pedra e, em instantes, ela
ficou pronta. E logo o diabo perguntou novamente:
“O que devo fazer?” O camponês mandou que o
diabo juntasse todos os excrementos de cavalo do
reino da Dinamarca e, num instante, a tarefa estava
20 cumprida. Aterrorizado porque ia apanhar novamen-
te, o camponês teve a feliz ideia de mandar que o
diabo recuperasse o tempo. Sabendo que o tempo
era precioso, o diabo saiu em sua busca, mas não
conseguia alcançá-lo. Trouxe dele pedaços, mas
25 não o tempo inteiro como ordenara o camponês.
Não tendo observado a tarefa, o diabo voltou para
a caixa.
O tempo como potência impossível de ser apa-
nhada foi brilhantemente descrito por Frei Antônio
30 das Chagas num poema escrito nos mil seiscentos
e tanto:
Deus pede estrita conta de meu tempo.
E eu vou do meu tempo dar-lhe conta.
Mas como dar, sem tempo, tanta conta
35 _____ Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado e não fiz conta,
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, qu ero acertar conta, e não há tempo.
40 _____ Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
Pois aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar de prestar conta,
45 _____ Chorarão, como eu, o não ter tempo...
Afinal, somos nós que brincamos o carnaval ou
é o carnaval que brinca conosco o tempo todo?

DAMATTA, R. O Globo, Rio de Janeiro, 10 fev. 2016. Primeiro Caderno, p. 13. Adaptado.

Assim como análise , também se escreve corretamente com s o substantivo

A valise
B linse
C esato
D maselas
E cansela

Entre os modais citados no Plano Nacional de Logísica e Transportes (PNLT), um deles apresenta as seguintes características: é o mais adequado para mercadorias de alto valor agregado, pequenos volumes ou com urgência na entrega; apesar de ser caro, possui algumas vantagens sobre os demais modais, como ser mais rápido e seguro e serem menores os custos com seguro, estocagem e embalagem; é mais viável para remessa de amostras, brindes, bagagem desacompanhada, partes e peças de reposição e mercadoria perecível.

Essas características acima descritas podem ser encontradas no modal

A rodoviário
B ferroviário
C aéreo
D marítimo
E dutoviário

Para que um usuário acesse a intranet, implantada corretamente,
de uma universidade, a partir de seu computador
pessoal em sua residência, o setor de TI da universidade
deve possibilitar o acesso via

A DHCP
B LAN
C VPN
D FTP
E HTTP

Através da avaliação de desempenho, uma empresa detectou que precisa treinar alguns de seus empregados, tendo em vista os resultados apresentados na avaliação, ao longo do tempo.

Um dos objetivos do treinamento é o(a)

A desenvolvimento do indivíduo, independente da melhoria da sua qualificação para o exercício das atividades na empresa.
B ampliação do nível de conhecimento dos funcionários em assuntos de seu interesse para ações de longo prazo em sua carreira profissional.
C diminuição do número de funcionários que executam determinadas funções na empresa em função da especialização obtida.
D preparação dos funcionários para a execução imediata das diversas tarefas que estão sob sua responsabilidade na empresa.
E mudança dos conceitos e valores do funcionário para que ele possa adquirir visão estratégica de curto prazo.

Uma servidora pública foi reintegrada por decisão administrativa.

Como o cargo que ela ocupava foi extinto, nos termos da Lei n° 8.112/1990, e suas alterações, essa servidora deverá ficar na seguinte situação:

A removida
B transferida
C cedida
D emprestada
E em disponibilidade
Texto associado
Texto II

Quando eu for bem velhinho — continuação 1

Era um menino quando meu coração gravou
essa música. Hoje, neste carnaval que acabou de
passar pela minha calçada, eu, velhinho, apenas vi
o bloco passar. Algo me diz que cada um de nós
5 pertence a muitos blocos. Uns nos são impostos;
outros, como os de carnaval, são escolhidos. Dir-
se-ia que os blocos impostos são opressivos e
obrigatórios — como a casa, os irmãos, a escola e
até mesmo o país, a etnia e o gênero; ao passo que
10 os escolhidos, como o bloco de carnaval figurado
nesta música, são marcados por liberdade. Há
uma verdade nisso, mas há também a ilusão que
o carnaval brasileiro representa muito bem. É que
15 o escolhido e o obrigatório também se confundem,
pois muito do que é “escolhido” é determinado por um
“obrigatório” vivido com mais ou menos intensidade.
Há quem transforme escolha em obrigação e quem
faça o justo oposto, diz o meu lado cinzento como
esta quarta-feira, outrora santificada — hoje parte
de um longo e fantasioso feriado.

DAMATTA, R. O Globo, Rio de Janeiro, 10 fev. 2016. Primeiro Caderno, p. 13. Adaptado.

O autor do Texto II, ao dizer que “cada um de nós pertence a muitos blocos” ( ℓ . 4-5), está-se referindo

A apenas aos blocos carnavalescos.
B aos blocos carnavalescos do passado.
C aos blocos carnavalescos de que ele participou ao longo da vida.
D sobretudo aos blocos carnavalescos, mas não apenas a eles.
E indiscriminadamente a todos os blocos, carnavalescos ou não.

O acompanhamento da execução do orçamento não está restrito aos relatórios emitidos após o encerramento do exercício financeiro, devendo ser concomitante.

Um instrumento que fornece informações para esse acompanhamento é o

A Anexo de Riscos Fiscais
B Parecer prévio do Tribunal de Contas
C Decreto de abertura de créditos adicionais
D Demonstrativo de compatibilidade entre receitas e despesas
E Relatório Resumido da Execução Orçamentária