Para responder às questões de 1 a 3 , leia o texto abaixo.
Carga química vaza e afeta captação de água em Cachoeira Paulista
Acidente com caminhão causou derramamento de 3 mil litros de produto. Carga vazou em córrego; suspeita é que tivesse chegado ao rio Bocaina.
Um acidente com um caminhão que transportava carga química afetou a captação de água por cerca de 5 horas em Cachoeira Paulista - apesar disso, o abastecimento à população não foi afetado. O acidente aconteceu durante a madrugada e a carga vazou no córrego Santa Cabeça. Ninguém ficou ferido.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o caminhão tombou por volta de 2h em um viaduto próximo ao km 34 da Dutra. Cerca de 3 mil litros da substância química Isocianato de Polifenila vazaram do caminhão e a suspeita inicial é que tivesse atingido o córrego Sapé, afluente do Rio Bocaina, onde é feita a captação de água.
Por conta disso, a captação na cidade foi interrompida às 7h e retomada por volta das 12h, segundo a Sabesp. A companhia suspeitava que tivesse havido contaminação da água fornecida à população e adotou a medida preventiva.
De acordo com o relatório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), o Isocianato de Polifenila, um líquido escuro, é registrado como toxidade grau 6, podendo irritar a pele e os olhos. A agência esteve no local com equipes do Corpo de Bombeiros para avaliar a situação - o risco foi descartado. O relatório também aponta risco de explosão.
A responsável pela retirada do material químico é a empresa de transporte. O produto estava sendo transportado de Campinas para uma empresa de Cruzeiro.
(g1.globo.com)
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O arquivo intermediário é aquele que guarda os documentos que, mesmo não sendo de uso frequente pelos setores que os produziram, podem ainda ser solicitados para tratar de assuntos que guardam relação com seu conteúdo. Sobre ele, leia as afirmativas.
A qualidade total aplica-se a todas as áreas e todos os
níveis da organização e deve começar no topo da empresa.
O comprometimento da alta administração é indispensável
para garantir uma profunda mudança na cultura da
organização. O gerenciamento da qualidade total trouxe
técnicas conhecidas, tais como o downsizing . Sobre ele,
assinale a alternativa correta.
Texto associado
Observe as seguintes palavras, todas retiradas do texto.
I. água
II. abastecimento
III. ninguém
IV. córrego
V. responsável
Agora, analise as afirmações e, em seguida, assinale a alternativa que contenha o número exato de afirmações corretas.
• I, III e IV estão corretamente acentuadas e são, respectivamente, paroxítona, oxítona e proparoxítona.
• II classifica-se, morfologicamente, como substantivo.
• V acentua-se pela mesma razão de “túnel”.
• II, III e V classificam-se, morfologicamente, como adjetivos.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 3 , leia o texto abaixo.
Carga química vaza e afeta captação de água em Cachoeira Paulista
Acidente com caminhão causou derramamento de 3 mil litros de produto. Carga vazou em córrego; suspeita é que tivesse chegado ao rio Bocaina.
Um acidente com um caminhão que transportava carga química afetou a captação de água por cerca de 5 horas em Cachoeira Paulista - apesar disso, o abastecimento à população não foi afetado. O acidente aconteceu durante a madrugada e a carga vazou no córrego Santa Cabeça. Ninguém ficou ferido.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o caminhão tombou por volta de 2h em um viaduto próximo ao km 34 da Dutra. Cerca de 3 mil litros da substância química Isocianato de Polifenila vazaram do caminhão e a suspeita inicial é que tivesse atingido o córrego Sapé, afluente do Rio Bocaina, onde é feita a captação de água.
Por conta disso, a captação na cidade foi interrompida às 7h e retomada por volta das 12h, segundo a Sabesp. A companhia suspeitava que tivesse havido contaminação da água fornecida à população e adotou a medida preventiva.
De acordo com o relatório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), o Isocianato de Polifenila, um líquido escuro, é registrado como toxidade grau 6, podendo irritar a pele e os olhos. A agência esteve no local com equipes do Corpo de Bombeiros para avaliar a situação - o risco foi descartado. O relatório também aponta risco de explosão.
A responsável pela retirada do material químico é a empresa de transporte. O produto estava sendo transportado de Campinas para uma empresa de Cruzeiro.
(g1.globo.com)
Carga química vaza e afeta captação de água em Cachoeira Paulista
Acidente com caminhão causou derramamento de 3 mil litros de produto. Carga vazou em córrego; suspeita é que tivesse chegado ao rio Bocaina.
Um acidente com um caminhão que transportava carga química afetou a captação de água por cerca de 5 horas em Cachoeira Paulista - apesar disso, o abastecimento à população não foi afetado. O acidente aconteceu durante a madrugada e a carga vazou no córrego Santa Cabeça. Ninguém ficou ferido.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o caminhão tombou por volta de 2h em um viaduto próximo ao km 34 da Dutra. Cerca de 3 mil litros da substância química Isocianato de Polifenila vazaram do caminhão e a suspeita inicial é que tivesse atingido o córrego Sapé, afluente do Rio Bocaina, onde é feita a captação de água.
Por conta disso, a captação na cidade foi interrompida às 7h e retomada por volta das 12h, segundo a Sabesp. A companhia suspeitava que tivesse havido contaminação da água fornecida à população e adotou a medida preventiva.
De acordo com o relatório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), o Isocianato de Polifenila, um líquido escuro, é registrado como toxidade grau 6, podendo irritar a pele e os olhos. A agência esteve no local com equipes do Corpo de Bombeiros para avaliar a situação - o risco foi descartado. O relatório também aponta risco de explosão.
A responsável pela retirada do material químico é a empresa de transporte. O produto estava sendo transportado de Campinas para uma empresa de Cruzeiro.
(g1.globo.com)
Em “a agência esteve no local com equipes do Corpo de Bombeiros para avaliar a situação ”, a oração em destaque:
Um relatório consiste na exposição escrita em que se descrevem fatos verificados mediante pesquisas ou se relata a execução de serviços ou de experiências ou em que se registram ou se difundem as informações obtidas. Entre seus elementos constituintes, está o sumário. Tendo o Auxiliar Administrativo que preparar o sumário de um relatório, deve saber que:
I. o sumário apresenta os tópicos mais relevantes contidos no texto, enumerados em ordem alfabética, cronológica ou sistemática. Pode ser organizado escolhendo-se palavras ou grupo de palavras significativas que irão determinar a sua ordem alfabética;
II. o sumário é desnecessário em obras pouco extensas ou pouco divididas;
III. o sumário pode ser apresentado conforme as seguintes prescrições: localizado após a folha de rosto e equipe técnica; e que para cada capítulo ou seção são expostos os seguintes dados: a) título do capítulo ou seção com mesmo fraseado; b) número da página inicial do capítulo ou seção ligado ao título por uma linha.
Pode-se afirmar que:
Ordenação é a disposição dos documentos dentro das
pastas e a disposição destas dentro do arquivo. A escolha
da forma de ordenação depende muito da natureza dos
documentos. Caso seja solicitado ao Auxiliar Administrativo
que ele disponha os documentos ou pastas de acordo com
a sucessão temporal ou de acordo com temas ou assuntos,
os métodos utilizados serão:
Um relatório bem elaborado consiste em uma perfeita
comunicação, possível com uma redação técnica e, como
tal, que atenda a certos requisitos que garantam sua
qualidade, o atendimento às expectativas de seus
receptores e, consequentemente, o cumprimento de sua
missão institucional. De acordo com os estudiosos de
linguística (por exemplo, Othon Moacyr Garcia), uma
redação técnica de qualidade deve atender aos princípios
de: clareza, correção, coerência, objetividade e ênfase.
Além disso, a linguagem do relatório deve ser
cuidadosamente escolhida, deve ser comedida, portanto
sem excessos de qualquer natureza. Essa característica
descrita refere-se à:
A licitação pública é o conjunto de procedimentos
administrativos para as compras ou os serviços contratados
pelos governos Federal, Estadual ou Municipal, ou seja,
todos os entes federativos. É um processo formal (regras
previstas na Lei nº 8.666/93) em que há a competição entre
os interessados. Analise as afirmativas a seguir.
I. Na contratação realizada por empresa pública ou
sociedade de economia mista com suas subsidiárias e
controladas, para a aquisição ou alienação de bens,
prestação ou obtenção de serviços, desde que o preço
contratado seja compatível com o praticado no
mercado.
II. Na contratação realizada por Instituição Científica e
Tecnológica ? ICT ou por agência de fomento para a
transferência de tecnologia e para o licenciamento de
direito de uso ou de exploração de criação protegida.
III. Na celebração de contrato de programa com ente da
Federação ou com entidade de sua administração
indireta, para a prestação de serviços públicos de
forma associada nos termos do autorizado em contrato
de consórcio público ou em convênio de cooperação.
IV. Para a impressão dos diários oficiais, de formulários
padronizados de uso da administração, e de edições
técnicas oficiais, bem como para prestação de serviços
de informática a pessoa jurídica de direito público
interno, por órgãos ou entidades que integrem a
Administração Pública, criados para esse fim específico.
V. Para a aquisição de bens ou serviços nos termos de
acordo internacional específico, aprovado pelo
Congresso Nacional, quando as condições ofertadas
forem manifestamente vantajosas para o Poder
Público.
Em quantos dos casos elencados acima é dispensável a
licitação?
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto a seguir.
Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no
Brasil
Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de
sexo ou que ainda não se definiram
Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.
Autor do livro ‘Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois’, João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário ‘Trans’, exibido pela GloboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.
É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. “O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador”, conta.
Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: “A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.
Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: “Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. “O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é”, conclui.
O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. “Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero”, conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. “Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. “Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.
(g1.globo.com)
Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no
Brasil
Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de
sexo ou que ainda não se definiram
Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.
Autor do livro ‘Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois’, João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário ‘Trans’, exibido pela GloboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.
É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. “O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador”, conta.
Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: “A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.
Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: “Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. “O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é”, conclui.
O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. “Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero”, conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. “Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. “Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.
(g1.globo.com)