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Cada tipo de software é desenvolvido para atender a necessidades específicas dos usuários. Verifique os itens abaixo e classifique-os como: software Básico, software utilitário e software aplicativo.

( ) Word, Excel, Jogos e Navegadores;

( ) Sistemas Operacionais, Interface e Rede;

( ) Antivírus e Compactadores de arquivos. A alternativa que completa o tipo de cada software, corretamente, é:

A básico, utilitário e aplicativo.
B básico, aplicativo e utilitário.
C aplicativo, básico e utilitário.
D aplicativo, utilitário e básico.
E utilitário, aplicativo e básico.

Sobre o ofício, é correto dizer:

A é uma correspondência interna trocada entre a comunidade escolar com hierarquia equivalente e seu uso está restrito ao tratamento de assuntos particulares.
B é elaborado somente a partir de uma escola particular, inclusive como meio de comunicação formal endereçada a pessoas físicas ou a empresas privadas.
C deve conter o timbre impresso no alto da folha e abranger, além do símbolo (escudo e armas ou logomarca), o nome do órgão e do setor, o endereço para correspondência, o telefone para contato e o endereço do correio eletrônico (e-mail).
D é facultativo contemplar o nome, o cargo da pessoa e seu endereço a quem é dirigido o ofício, e quando o tiver, deve estar ao final do documento.
E convém apresentar uma explicação detalhada do teor do documento no item Assunto, que deve estar alinhado à esquerda do documento.

Na administração pública, existem unidades administrativas responsáveis por determinados serviços que são denominadas de Protocolo. As atividades de protocolo consistem em:

A áreas que planejam, gerenciam e executam projetos para promover a qualidade de vida, a saúde e o fortalecimento de vínculos sociais.
B conjunto de operações que visam o controle dos documentos produzidos, daqueles ainda em tramitação e dos recebidos pelo órgão ou entidade, de modo a assegurar sua imediata distribuição, localização, expedição e recuperação, garantindo o acesso às informações.
C ações de um dos principais setores de uma instituição e realizam o gerenciamento assertivo e humanizado dos colaboradores, tendo um papel altamente analítico e estratégico.
D procedimentos para os colaboradores que cuida da integração, satisfação, produtividade e continuidade dos profissionais no ambiente organizacional, atendendo às demandas de pessoal, mediando conflitos e tornado o ambiente propício para o desenvolvimento de um trabalho eficiente.
E trabalhos que visam garantir a liquidez da organização, equilibrando os ativos e passivos, de forma a evitar déficits de caixa, além de supervisionar investimentos, avaliando oportunidades para maximizar o retorno financeiro dos excedentes de caixa.

Por estarem localizados no bojo do texto constitucional, os princípios constitucionais devem ser observados por toda a Administração Pública, Direta e Indireta, todas as esferas do governo, federal, estadual, distrital e municipal e por todos os poderes, executivo, legislativo e judiciário. São eles:

A legalidade, apenas.
B proteção, continuidade e realidade.
C isonomia, anterioridade e capacidade contributiva.
D legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
E individualidade, proporcionalidade, responsabilidade e humanidade.

A informação confidencial ou privilegiada acerca da vida das pessoas e das instituições chega ao conhecimento de alguém, por força do cargo ou função que desempenha. A necessidade de blindar a intimidade é um valor inerente ao ser humano e os líderes devem incentivar, entre seus colaboradores, a prática desse resguardo. Nesse sentido, ainda que não conflite com a exigência da transparência, deve ser um valor da organização o(a):

A sigilo.
B omissão.
C negligência.
D propalação.
E pessoalidade.

Assinale a alternativa que apresenta concordância correta de pronomes de tratamento.

A Vossa Senhoria designará seu substituto.
B Vossa Senhoria designará vosso substituto.
C Todos os fiéis da vossa paróquia acreditam em si e seguem vossos ensinamentos, Vossa Reverendíssima.
D Vossa Magnificência, vossa opinião e vossas decisões são muito importantes para os estudantes desta universidade.
E Todos os membros da C.P.I. afirmaram que Vossa Magnificência, o Senhor Presidente da República, agiu com propriedade.
Texto associado
Um cadáver no banco, um meme no celular A sociedade do espetáculo se apresenta em sua forma mais cruel, casada com a alta tecnologia que permite atrocidades com a velocidade de um clique Renato de Faria | 28/04/2024 Uma sociedade produtiva e eficiente, idólatra da pura razão instrumental, dá passos certeiros em direção [a] 1 barbárie. A técnica, por si só, é carente de reflexão ética, pois esse modo de pensar exige tempo, ócio e debate. Os burocratas da tecnoidolatria, tendo em vista seu baixo vocabulário e sua curtíssima carta de leitura, desconhecem a importância do desenvolvimento moral. É por isso que a inovação tecnológica, isolada das Humanidades, não nos levará [a] 2 lugar algum. Diariamente, constatamos as ações inconsequentes na Rede, nos assustando quanto [a] 3 escalada da BOÇALIDADE/BOSSALIDADE que impera nessa terra sem lei e sem reflexão ética. Assistimos [a] 4 uma delas, estarrecidos, nos últimos dias: cenas macabras que mostravam um cadáver sendo levado [a] 5 uma agência bancária. Não era filme de terror, era a vida em carne e nosso. Confesso que resisti a ver a cena. Apenas o relato bastava. A cultura da imagem escandalosa, comum em nosso tempo, não acrescentaria nada em minha reflexão. Porém, mesmo negando o acesso às cenas e todo o seu SENSSACIONALISMO/SENSACIONALISMO midiático, propício à indústria jornalística do escândalo, em pouco tempo, meu telefone já se encontrava infestado com a enxurrada de memes, figurinhas e cenas que retratavam o próprio corpo, vilipendiado pela segunda vez, em situações constrangedoras. Já defendi (e defendo!) [...] a ironia como sobrevivência, como prática de resistência à vida burocratizada e contabilizada. Com isso, reafirmo que o humor é uma das poucas formas que sobraram de uma humanidade corrompida. No entanto, a questão é bem diferente. Os memes, produzidos pelo concreto do corpo representado, ultrapassam qualquer limite ético. Isso não é piada, é sadismo puro, PERVERCIDADE/PERVERSIDADE customizada por aplicativo e compartilhada por alguns que, dessensibilizados pelo cotidiano maldoso que infesta os suportes digitais, ainda dizem, "deixa de ser careta, moralista, isso é apenas uma imagem, uma brincadeira". Não, meu amigo. Sinto em informar, não é apenas uma piada. Uma das cenas mais tristes da Ilíada é justamente quando Aquiles, herói grego, após vencer o nobre Heitor em um duelo de honra, amarra seu cadáver à carruagem e o arrasta diante dos muros de Troia. Príamo, seu pai e Rei daquela cidade, e Andrómaca, sua esposa, presenciaram o vilipêndio e nada puderam fazer. Na guerra, os bárbaros mostram toda sua voracidade, literalmente, dançando sobre o corpo alheio. Estamos construindo uma forma de convivência que desconsidera qualquer limite moral. Os devotos da tecnoidolatria se comportam como Eichmann (o burocrata nazista relatado por Hannah Arendt), cheios de clichês, esquivando-se da corresponsabilidade no compartilhamento das imagens e sem a noção profunda do mal que estão fazendo. É preciso lembrar que essa civilização já não nos oferece nenhuma garantia, caso caiamos desmaiados em algum lugar por aí, sejamos atropelados ou soframos algum acidente. Em poucas horas, nossos filhos, esposa, mãe e pai verão a cena de nosso corpo sem vida compartilhada nos grupos de WhatsApp da família, do futebol e da igreja. A sociedade do espetáculo se apresenta em sua forma mais cruel, casada com a alta tecnologia que permite ATROCIDADES/ATROÇIDADES com a velocidade de um clique. Certo dia, ouvi alguém dizendo: "sossego mesmo só quando estivermos comendo capim pela raiz, quando esticarmos a canela e fecharmos o paletó de madeira". Agora, acho que nem isso... Com muitas câmeras nas mãos e nenhuma ideia na cabeça, perdemos até o direito a essa paz eterna. FARIA, Renato de. Um cadáver no banco, um meme no celular. Estado de Minas, 28 de abril de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/04/6846875-um-cadaver-no-banco-um-meme-nocelular.html. Acesso em: 29 abr. 2024. Adaptado.

De acordo com as informações apresentados no artigo:

A as inovações tecnológicas funcionam mais adequadamente sem a intervenção de usuários leigos;
B a área das Humanidades deve ser uma aliada para um uso ético das inovações tecnológicas;
C as pessoas não apreciam piadas com indivíduos vivos, já que os falecidos são mais interessantes por não poderem se defender;
D os indivíduos são mais solidários hoje do que antigamente quando veem alguém precisando de ajuda ou correndo perigo de morte;
E as brincadeiras que envolvem a exposição e o vilipêndio de cadáveres têm grande aceitação por parte de pessoas consideradas caretas.
Texto associado
Um cadáver no banco, um meme no celular A sociedade do espetáculo se apresenta em sua forma mais cruel, casada com a alta tecnologia que permite atrocidades com a velocidade de um clique Renato de Faria | 28/04/2024 Uma sociedade produtiva e eficiente, idólatra da pura razão instrumental, dá passos certeiros em direção [a] 1 barbárie. A técnica, por si só, é carente de reflexão ética, pois esse modo de pensar exige tempo, ócio e debate. Os burocratas da tecnoidolatria, tendo em vista seu baixo vocabulário e sua curtíssima carta de leitura, desconhecem a importância do desenvolvimento moral. É por isso que a inovação tecnológica, isolada das Humanidades, não nos levará [a] 2 lugar algum. Diariamente, constatamos as ações inconsequentes na Rede, nos assustando quanto [a] 3 escalada da BOÇALIDADE/BOSSALIDADE que impera nessa terra sem lei e sem reflexão ética. Assistimos [a] 4 uma delas, estarrecidos, nos últimos dias: cenas macabras que mostravam um cadáver sendo levado [a] 5 uma agência bancária. Não era filme de terror, era a vida em carne e nosso. Confesso que resisti a ver a cena. Apenas o relato bastava. A cultura da imagem escandalosa, comum em nosso tempo, não acrescentaria nada em minha reflexão. Porém, mesmo negando o acesso às cenas e todo o seu SENSSACIONALISMO/SENSACIONALISMO midiático, propício à indústria jornalística do escândalo, em pouco tempo, meu telefone já se encontrava infestado com a enxurrada de memes, figurinhas e cenas que retratavam o próprio corpo, vilipendiado pela segunda vez, em situações constrangedoras. Já defendi (e defendo!) [...] a ironia como sobrevivência, como prática de resistência à vida burocratizada e contabilizada. Com isso, reafirmo que o humor é uma das poucas formas que sobraram de uma humanidade corrompida. No entanto, a questão é bem diferente. Os memes, produzidos pelo concreto do corpo representado, ultrapassam qualquer limite ético. Isso não é piada, é sadismo puro, PERVERCIDADE/PERVERSIDADE customizada por aplicativo e compartilhada por alguns que, dessensibilizados pelo cotidiano maldoso que infesta os suportes digitais, ainda dizem, "deixa de ser careta, moralista, isso é apenas uma imagem, uma brincadeira". Não, meu amigo. Sinto em informar, não é apenas uma piada. Uma das cenas mais tristes da Ilíada é justamente quando Aquiles, herói grego, após vencer o nobre Heitor em um duelo de honra, amarra seu cadáver à carruagem e o arrasta diante dos muros de Troia. Príamo, seu pai e Rei daquela cidade, e Andrómaca, sua esposa, presenciaram o vilipêndio e nada puderam fazer. Na guerra, os bárbaros mostram toda sua voracidade, literalmente, dançando sobre o corpo alheio. Estamos construindo uma forma de convivência que desconsidera qualquer limite moral. Os devotos da tecnoidolatria se comportam como Eichmann (o burocrata nazista relatado por Hannah Arendt), cheios de clichês, esquivando-se da corresponsabilidade no compartilhamento das imagens e sem a noção profunda do mal que estão fazendo. É preciso lembrar que essa civilização já não nos oferece nenhuma garantia, caso caiamos desmaiados em algum lugar por aí, sejamos atropelados ou soframos algum acidente. Em poucas horas, nossos filhos, esposa, mãe e pai verão a cena de nosso corpo sem vida compartilhada nos grupos de WhatsApp da família, do futebol e da igreja. A sociedade do espetáculo se apresenta em sua forma mais cruel, casada com a alta tecnologia que permite ATROCIDADES/ATROÇIDADES com a velocidade de um clique. Certo dia, ouvi alguém dizendo: "sossego mesmo só quando estivermos comendo capim pela raiz, quando esticarmos a canela e fecharmos o paletó de madeira". Agora, acho que nem isso... Com muitas câmeras nas mãos e nenhuma ideia na cabeça, perdemos até o direito a essa paz eterna. FARIA, Renato de. Um cadáver no banco, um meme no celular. Estado de Minas, 28 de abril de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/04/6846875-um-cadaver-no-banco-um-meme-nocelular.html. Acesso em: 29 abr. 2024. Adaptado.

No trecho “Na guerra, os bárbaros mostram toda sua voracidade, literalmente, dançando sobre o corpo alheio.” (7º parágrafo), entende-se que os bárbaros:

A dançavam com os mortos;
B torciam para que os inimigos fossem derrotados;
C rugiam diante dos inimigos mortos;
D dançavam em cima dos mortos;
E comiam os corpos dos inimigos.
Texto associado
Um cadáver no banco, um meme no celular A sociedade do espetáculo se apresenta em sua forma mais cruel, casada com a alta tecnologia que permite atrocidades com a velocidade de um clique Renato de Faria | 28/04/2024 Uma sociedade produtiva e eficiente, idólatra da pura razão instrumental, dá passos certeiros em direção [a] 1 barbárie. A técnica, por si só, é carente de reflexão ética, pois esse modo de pensar exige tempo, ócio e debate. Os burocratas da tecnoidolatria, tendo em vista seu baixo vocabulário e sua curtíssima carta de leitura, desconhecem a importância do desenvolvimento moral. É por isso que a inovação tecnológica, isolada das Humanidades, não nos levará [a] 2 lugar algum. Diariamente, constatamos as ações inconsequentes na Rede, nos assustando quanto [a] 3 escalada da BOÇALIDADE/BOSSALIDADE que impera nessa terra sem lei e sem reflexão ética. Assistimos [a] 4 uma delas, estarrecidos, nos últimos dias: cenas macabras que mostravam um cadáver sendo levado [a] 5 uma agência bancária. Não era filme de terror, era a vida em carne e nosso. Confesso que resisti a ver a cena. Apenas o relato bastava. A cultura da imagem escandalosa, comum em nosso tempo, não acrescentaria nada em minha reflexão. Porém, mesmo negando o acesso às cenas e todo o seu SENSSACIONALISMO/SENSACIONALISMO midiático, propício à indústria jornalística do escândalo, em pouco tempo, meu telefone já se encontrava infestado com a enxurrada de memes, figurinhas e cenas que retratavam o próprio corpo, vilipendiado pela segunda vez, em situações constrangedoras. Já defendi (e defendo!) [...] a ironia como sobrevivência, como prática de resistência à vida burocratizada e contabilizada. Com isso, reafirmo que o humor é uma das poucas formas que sobraram de uma humanidade corrompida. No entanto, a questão é bem diferente. Os memes, produzidos pelo concreto do corpo representado, ultrapassam qualquer limite ético. Isso não é piada, é sadismo puro, PERVERCIDADE/PERVERSIDADE customizada por aplicativo e compartilhada por alguns que, dessensibilizados pelo cotidiano maldoso que infesta os suportes digitais, ainda dizem, "deixa de ser careta, moralista, isso é apenas uma imagem, uma brincadeira". Não, meu amigo. Sinto em informar, não é apenas uma piada. Uma das cenas mais tristes da Ilíada é justamente quando Aquiles, herói grego, após vencer o nobre Heitor em um duelo de honra, amarra seu cadáver à carruagem e o arrasta diante dos muros de Troia. Príamo, seu pai e Rei daquela cidade, e Andrómaca, sua esposa, presenciaram o vilipêndio e nada puderam fazer. Na guerra, os bárbaros mostram toda sua voracidade, literalmente, dançando sobre o corpo alheio. Estamos construindo uma forma de convivência que desconsidera qualquer limite moral. Os devotos da tecnoidolatria se comportam como Eichmann (o burocrata nazista relatado por Hannah Arendt), cheios de clichês, esquivando-se da corresponsabilidade no compartilhamento das imagens e sem a noção profunda do mal que estão fazendo. É preciso lembrar que essa civilização já não nos oferece nenhuma garantia, caso caiamos desmaiados em algum lugar por aí, sejamos atropelados ou soframos algum acidente. Em poucas horas, nossos filhos, esposa, mãe e pai verão a cena de nosso corpo sem vida compartilhada nos grupos de WhatsApp da família, do futebol e da igreja. A sociedade do espetáculo se apresenta em sua forma mais cruel, casada com a alta tecnologia que permite ATROCIDADES/ATROÇIDADES com a velocidade de um clique. Certo dia, ouvi alguém dizendo: "sossego mesmo só quando estivermos comendo capim pela raiz, quando esticarmos a canela e fecharmos o paletó de madeira". Agora, acho que nem isso... Com muitas câmeras nas mãos e nenhuma ideia na cabeça, perdemos até o direito a essa paz eterna. FARIA, Renato de. Um cadáver no banco, um meme no celular. Estado de Minas, 28 de abril de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofiaexplicadinha/2024/04/6846875-um-cadaver-no-banco-um-meme-nocelular.html. Acesso em: 29 abr. 2024. Adaptado.

De acordo com seu emprego no texto, a palavra “tecnoidolatria” pode ser classificada como:

A um substantivo abstrato;
B um adjetivo composto;
C um pronome reto;
D um verbo regular da primeira conjugação;
E um pronome de tratamento.