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Ao longo da história da cobertura jornalística, a pauta socioambiental saiu de um lugar especializado e tem passado a ocupar um espaço ampliado com explicações e abordagens mais transversais. Sendo assim, entende-se que essa temática interliga as diversas pautas da mídia, conectando o público à(ao)

A visão idílica da natureza
B visão distanciada da natureza
C percepção do ambiente como algoz da humanidade
D exploração dos recursos naturais pela sociedade contemporânea
E decréscimo dos ativos econômicos mundiais

A Inteligência Artificial (IA) e sua mais recente evolução, a inteligência artificial generativa, entraram na produção jornalística sem um debate prévio sobre se e como ela deve ser utilizada, e apenas agora alguns veículos começam a criar regras internas para o seu uso. O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros não trata especificamente dessa nova tecnologia, mas apresenta as normas para o profissional atuar no jornalismo em questões de natureza ética independentemente da tecnologia utilizada. Com base nesses parâmetros éticos, o jornalista pode utilizar recursos e ferramentas de inteligência artificial para

A criar personagens para matérias a serem publicadas em veículos jornalísticos.
B levantar as informações publicadas em veículos concorrentes sobre um fato sem citar as fontes, desde que faça uma redação própria do texto.
C transcrever áudios e processar grandes volumes de dados, como processos judiciais, desde que cheque todas as informações.
D alterar imagem para reforçar um fato que é de interesse público, como o aumento do número de pessoas em uma manifestação em defesa da democracia.
E criar vídeo com autoridade dizendo o que de fato disse e está registrado por escrito, mas não foi captado por câmera, desde que autorizado pela chefia do veículo de comunicação.

Consta do portal do BNDES que a ouvidoria é uma instância que possibilita a participação do indivíduo e aprimora o controle social sobre instituições. Dessa forma, entende-se que as ouvidorias públicas promovem e garantem os direitos

A de cidadania, por meio do diálogo e da prestação de contas através de atuação na mediação de conflitos entre o cidadão e a instituição, fundamentando a sua atividade nos princípios da ética, eficiência, sigilo, boa-fé, isenção e transparência nas relações entre o Estado e a sociedade.
B da empresa pública, por meio do diálogo com a sociedade, influenciando opiniões, atuando junto a influencers na mediação de conflitos, corroborando sua atividade para manter os princípios da empresa pública, defendendo os valores, a missão e os objetivos da corporação.
C básicos do cidadão, garantindo-lhe livre expressão para emitir opiniões, fazer reclamações e denúncias, atuando no julgamento do que é ético a partir dos materiais recebidos e decidindo se a empresa pública deve divulgar as opiniões, reclamações e denúncias recebidas ou arquivá-las para preservar a imagem corporativa.
D da sociedade e da empresa pública, atuando na defesa do Estado, agindo por conta própria, devendo garantir que os valores, a missão e os objetivos da empresa sejam alcançados por meio de atividades que congreguem os interesses da sociedade e do Estado.
E do cidadão, por meio do diálogo, atuando na afirmação dos valores empresariais, divulgando relatórios semestrais e se ocupando com a repercussão positiva da empresa na mídia e com informações de interesse geral e coletivo sobre a empresa.

Pesquisas de mercado revelam que vários fatores influem no desempenho mercadológico do que é produzido e consumido. Alguns desses fatores estão diretamente ligados ao que a empresa está habilitada a produzir, enquanto outros dependem das qualidades específicas do produto, mas não é possível esquecer que os mercados são compostos de consumidores que estariam dispostos ou relutantes a adquirir o que lhes é oferecido. NEIVA, Eduardo. Dicionário Houaiss de comunicação e multimídia . São Paulo: Publifolha, 2013. Dessa forma, um dos elementos de sucesso ou fracasso mercadológico deriva da reputação de uma determinada marca, que tem um valor de mercado, ou seja, um valor patrimonial que recebe o nome de

A brand
B brand equity
C brainwashing
D branding
E brand loyalty

No passado, os consumidores ouviam com atenção a transmissão de conteúdos pela mídia tradicional, inclusive a publicidade. Eles simplesmente não tinham escolha. A mídia social mudou isso. Agora, os consumidores têm à disposição um grande volume de conteúdo gerado por outros usuários, o qual eles consideram mais confiável e bem mais atraente do que aquele oferecido pela mídia tradicional. KOTLER, Philip. Marketing 4.0: do tradicional ao digital. Rio de Janeiro: Sextante, 2017. Para atrair a atenção e o engajamento do público, as empresas investem cada vez mais no marketing de conteúdo em suas redes sociais. Caracteriza-se marketing de conteúdo quando há o uso de

A vídeos puramente publicitários em que o usuário se sente como se estivesse diante de um comercial tradicional televisivo.
B publicações com caráter mais jornalístico, com o intuito apenas de informar sobre as novidades da empresa.
C publicações com caráter apenas publicitário, em que a venda é o foco do negócio.
D estratégias de engajamento em que o texto é praticamente nulo, tendo como principal destaque a imagem.
E brand journalism , “jornalismo de marca”, atrelado ao brand publishing , “publicações de marca”, o que cria conexões mais profundas entre marcas e consumidores.

Dentre os tipos de amostragem não probabilística, há a amostra selecionada de forma intencional em que se buscam os elementos que apresentam a melhor condição para que a informação seja obtida. Na prática de pesquisa de mercado, denomina-se amostragem

A por julgamento
B por cotas
C por conveniência
D por conglomerados
E sistemática

Enquanto a identidade corporativa retrata o comportamento da organização, a imagem corporativa representa

A os ideais dos CEOs, suas ambições com a empresa, o estilo do negócio, as metas a serem alcançadas.
B a razão pela qual a empresa existe, contendo, em geral, informações sobre seu negócio e a forma como pretende agir com clientes, colaboradores e comunidade.
C o lugar aonde a empresa quer chegar, mostrando ao cliente o que a empresa quer ser no futuro, sendo que, geralmente, orienta a missão da empresa.
D a forma como a organização é vista por seus diferentes públicos, sendo o retrato do posicionamento estabelecido pela identidade.
E a direção que a empresa deseja seguir, servindo como um ponto de referência para avaliar o desempenho e o sucesso organizacional, tendo metas estabelecidas para guiar suas ações e estratégias.

Nas pesquisas qualitativas, os tipos de coleta de dados mais utilizados e tradicionais são presenciais, envolvendo contato pessoal entre pesquisadores e participantes. Um dos métodos qualitativos presenciais e pessoais utiliza técnicas de observação adaptadas da Antropologia Social, em que os pesquisadores acompanham as pessoas em sua rotina. Esse método é denominado

A entrevistas pessoais
B entrevista com profundidade
C entrevistas por telefone ou canal de comunicação
D abordagem etnográfica
E discussões em grupo

O segredo para uma distribuição forte na mídia conquistada é uma estratégia de ampliação do conteúdo. Nem todos os públicos são iguais, e, quando o conteúdo alcança influenciadores-chave no grupo de público visado, esse conteúdo tem mais chance de viralizar. KOTLER, Philip; KARTAJAYA, Hermawan; SETIAWAN, Iwan. Marketing 4.0: do tradicional ao digital. Rio de Janeiro: Sextante, 2017. Assim, uma das estratégias das empresas para viralização de conteúdo nas mídias digitais é identificar esses influenciadores, que são

A figuras com alto alcance de público, para quem as empresas costumam criar conteúdo a ser disparado em suas mídias digitais, levando a um alcance maior, mesmo que o público nem sempre seja engajado e se diferencie do público-alvo da empresa.
B figuras nem sempre respeitadas em suas comunidades digitais, mas que, pela sua autenticidade, acabam sendo vistas por um público maior, o que é o mais importante, mesmo que a imagem da empresa seja prejudicada.
C figuras respeitadas e consideradas experts em suas comunidades digitais, com um número considerável de seguidores e públicos engajados, sendo eles mesmos criadores de conteúdo que adquiriram reputação por compartilharem conteúdo viral.
D figuras respeitadas em suas comunidades digitais, mas nem sempre com número considerável de seguidores, que costumam sugerir conteúdos para a empresa, que aposta nessas figuras contando com que elas, no futuro, crescerão nas mídias digitais e alcançarão um público disposto a ser influenciado positivamente.
E figuras cujo único objetivo é a fama nas mídias digitais, que produzem o conteúdo que consideram essencial para o engajamento do público e não aceitam interferência da empresa contratante, mesmo que o conteúdo não esteja de acordo com os valores da empresa, pois ganham por sua autenticidade nas mídias digitais, e qualquer interferência abalaria sua credibilidade junto aos fãs.

Está entre os objetivos de um profissional de marketing

A buscar satisfazer todos os potenciais clientes do mercado-alvo.
B criar e moldar novos desejos para a sociedade.
C tentar entender as necessidades, os desejos e as demandas do mercado-alvo.
D identificar públicos-alvo, a fim de criar novos mercados para futuros produtos a serem ainda descobertos.
E ressegmentar o mercado para abrir espaço para novas empresas.